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Saí hoje para ir num evento que eu não estava muito a fim, mas como estava entediada em casa, resolvi ir. Passando pela Praça de La Plaine vi que tinha um “vide grenier” (esvaziar o sótão), uma feira de coisas usadas e antiguidades, como os bazares de garagem dos americanos.  Desisti do evento e resolvi garimpar o lugar pois é preciso tempo e eu tinha de sobra neste final de domingo de sol tímido.

Acredito que eles acontecem uma vez por mês, no primeiro fim de semana, pois mês passado teve um. Tem em outros pontos da cidade e em Aix-en-Provence também.

Fazer compras assim além de gastar menos tem outra utilidade fundamental: reaproveitar, recuperar coisas e não consumir mais e mais. Assim ajudamos ao desenvolvimento ambiental. E se encontra de tudo: roupas, calçados, bolsas, acessórios, utensílios para casa, objetos de decoração, é um paraíso para quem gosta de coisas retrôs como eu, tem caixas, quadros, propagandas antigas…

Como boa brasileira, até que sou bem consumista (comparada com minha irmã até que nem tanto) e enfim, que mulher não gosta de fazer compras? E além do mais adoro como as europeias se vestem e a maioria desse tipo de moda não se encontra no Brasil. Por exemplo, aqui se encontra calça sknny, boca larga, corte reto… Minhas calças são todas justas no tornozelo, porque nos últimos anos essa era a moda no Brasil e não se encontra outra coisa e se você anda diferente te olham torto. Ando bem afim de uma calça com a boca mais larga que fica muito melhor com tênis e sapatilha, sem que o corpo pareça em formato de coração.  Saias mais compridas no Brasil é só para crente, aqui tem de todos os tamanhos e comprimentos. E sem falar nas tentações, lojas como H&M onde se encontra muita coisa barata, sites que vendem roupas de marca com descontos de 50 a 80%, os marchés de rua, que tem três vezes por semana nesta mesma praça que é como estar no Brás em São Paulo. Claro que a maioria das coisas é made in China, como uma saia que comprei a 1 euro. Mas também encontrei meias Dim, uma marca bem conhecida aqui e de qualidade, por 2 euros (nas lojas custam em torno de 6 euros).

Mas voltando ao vide grenier. Comecei olhando os objetos meio de longe, vasculhando as araras de roupas, dei uma procurada nos talheres pois estamos precisando e encontrei parecidos com os que vi no Emaús (uma associação que recupera móveis, roupas e objetos e vende a preços módicos). Eram talheres como os do rei, enormes, pesados, precisando de um polimento que não sei se funcionaria, então hesitei.

O casaco e a echarpe que comprei. Custo total: 1,50 euros

Passei por uma arara que tinha duas echarpes no meio de mais um monte de coisas. Como estou precisando de uma mais quentinha (só trouxe uma por falta de espaço na mala e as outras várias que trouxe são fininhas, de meia-estaçã0) perguntei quanto custava: “50 centimes” – 0,50 centavos de euro!  Bom com esse preço não tinha como não levar!!! Saí com ela enrolada na bolsa já que a outra estava no pescoço.

Foi então que aos poucos fui deixando as araras de roupas, pois em alguns estandes os preços estavam em torno de 2o euros – são brechós profissionais que expõem nesse tipo de feira – e comecei a fazer como todo mundo e vasculhar as roupas espalhadas pelo chão dos estandes também. Muitos já começavam a recolher os objetos para fechar, pena, pensei pois devo ter perdido muita coisa boa, mas nesta hora começam a torrar mais ainda os produtos. Num outro estande, numa rápida olhada numa pilha de roupas descobri um casaquinho tipo blazer de lã, tamanho 40. Resolvi experimentar, serviu! Olhei no espelho: Feito para mim. Quanto custa? 1 euro! Perfeito! Enquanto pegava a moeda, o companheiro da vendedora quis me vender o espelho também! Disse que não, mas ele insistiu, para mim colocar na parede, disse que já tinha um, pena, nem cheguei a ver quanto seria a pechincha.

Vestido de 10 euros da Coiffeur Vintage, Paris

Bom, chegando em casa resolvi olhar a etiqueta da peça. Não era chinês, marca Mexx, endereço de Madri, Espanha, made in Macedonia. Vou olhar na internet e descubro que um casaco dessa marca com material parecido custa 139,95 euros! Além de perder o preconceito com roupa usada, tô com bom olho também!

Não é a primeira vez que compro em brechó, a primeira vez foi em Paris. Encontrei uma loja de ocasião sem querer pelo Marais, na Rue des Rosiers, onde tem vários restaurantes de falafel – que se soubesse que ia parar por lá tinha trocado a baguete por um, que dizem são dos melhores. Fiquei quase louca na Coiffeur Vintage, tinha batas e camisas brancas por 3 euros! Não tinha muito espaço na mala e estava voltando para o Brasil já bem carregada, então comprei uma dessas com detalhes em broderie, adoro essa blusa e na etiqueta: made in France. Encontrei também esse vestido acima por 10 euros.

Casaquinho de 8 euros da Roba Amiga, Barcelona

Na viagem que fiz recentemente a Barcelona descobri a Roba Amiga ao lado do meu hostel. Comprei uma saia jeans por 3 euros, uma blusa por 6 euros (que me lembra um pouco a moda de Desigual, mas como lá uma blusinha custa em torno de 80 euros…) e esse casaquinho bem colorido, (ao lado) a cara da Espanha por 8 euros. Em Londres como não tinha o hábito não explorei brechós e tem muitos também. Em Marseille conheço só uma loja perto da Cours Julien, de vez em quando dou uma garimpada e fiquei sabendo que tem uma outra perto dessa mesma praça do vide garnier. Tenho que ir dar uma conferida, afinal, não tem mulher que não fique feliz fazendo compras e pode acreditar que a felicidade é maior quando se gasta quase nada, afinal o prazer do shopping não vem acompanhado de consciência pesada e fatura de cartão de crédito. E sempre me pergunto: que história tem por trás daquela roupa e além do mais é uma peça única. No final, gastei 1,50 euros no vide granier. O preço da passagem (só de ida) do metrô para o evento que me fez sair de casa.

Coiffeur Vintage, Paris

Conheça um pouco da cooperativa Roba Amiga (vídeo em espanhol)

Atcha! O figurino e a maquiagem da Juliana Paes eram impecáveis. Um dia queria me caracterizar assim!

Atcha! O figurino e a maquiagem da Juliana Paes eram impecáveis. Um dia queria me caracterizar assim!

Eu sou noveleira assumida, mas poucas vezes escrevi sobre novela aqui. Mas em tempos de twitter, em que leio os comentários em tempo real da Gloria Perez, vou ter que comentar sobre o último capítulo de Caminho das Índias para não encher meu twitter. E é como falaram por lá, final de novela é tipo final do Brasileirão para as mulheres.

Só por isso, porque essa novela não tem nada de tão especial para mim e nem olhava ela no início. Comecei a olhar mesmo durante a reforma do meu apê, já que minha família, como a maioria das famílias brasileiras, se reúne em frente a tv no horário nobre.

Bem, e como jornalista não faço nenhuma obsevação crítica ou mais apurada sobre as novelas. Sou do tipo a Tele-Tonta. Lembra? Aquela personagem da Cláudia Raia em Não Fuja da Raia, que era criada em frente a televisão e assistia a tudo. Já me apelidaram uma vez de arquivo Vídeo Show. Sou meio assim, desligo quando ligo a tv e aproveito para esquecer os problemas e sou levada pela emoção.(E enquanto assistia, baixou aqui o cd de músicas indianas da novela, tem uma que gosto em especial, outras enjoaram. Mas quem não comprou o CD Coração Cigano de Explode Coração que atire a primeira pedra, tá eu tenho esse CD. Não se preocupem que essas febres passam, não o escuto desde o tempo da novela)

Pois bem, o final de Caminho das Índias. Quando o Raj apareceu para reencontrar a Maya meu coração quase parou. Controlei o choro para ver melhor a cena, mas não me empolgou depois. Achei mal feita. Até podia ser interpretada de outro jeito: Maya se jogou no ganges, morreu afogada e encontrou Raj na outra vida. Tudo bem tirar as pessoas que estavam em volta, mas ela se vestir de ouro e ainda por cima chegar assim na casa…

O tão esperado “FIM”, podia ter sido na hora da dança coletiva, bem ao estilo Bollywood e que lembra as novelas antigas. Tinha um tempo que o elenco aparecia todo no final, juntos em uma festa, ou simplesmente dando um tchauzinho. Já que anos  80 tá na moda… eu curtia isso. Talvez porque eu era criança e ali eu conseguia separar ficção da realidade. E o “eu te amo da Maya” e do Raj ficou forçado. Cena dispensável. Parecia novela mexicana (aliás não foi a única vez, talvez a última, nessa novela).

A Tônia casar com o louco do Tarso tudo bem, mas não abrindo mão de uma bolsa de estudos no Exterior, né? E o resto, nada era surpresa. E o Bahuan quase nem apareceu no final, ele que era o protagonista… Mas o Rodrigo Lombardi roubou a cena e mereceu! E gostei dos muitos perdões da família Ananda. O importante é ser feliz, o resto é o resto, e final de novela tem que ser assim mesmo. Até gosto de filmes que não tem final feliz, de vez em quando é bom para cair na real. Mas um filme tem duas horas. Não dá para perder meses para não se emocionar no final. E como diz minha teoria nº 19, o que importa mesmo é o conteúdo, o recheio… neste caso, o caminho!

Por que em lojas de louças e objetos que podem quebrar os preços estão sempre embaixo?

A gente é obrigada a pegar na mão e virar de cabeça para baixo para ver quanto custa. Fico sempre morrendo de medo de ser um elefante na loja de porcelanas.

Conseguir tirar uma mancha de um guardanapo.

Usando recursos antigos (sabão de coco) e modernos (alvejante para peças coloridas). E nem precisei ligar para minha mãe que sempre me dá dicas preciosas para tirar manchas e afins.

Desde que reformei a casa tenho uma proposta: nada de motivos florais. Daí que meus panos de prato viraram pano de chão durante a reforma e precisei comprar novos. E como é díficil encontrar panos de copa que não tenha flores ou frutinhas!

Não cheguei a ver em lojas como a Brickell e a Camicado, sempre esqueço, mas olhei no site dessas lojas e não encontrei, Cada vez que vou ao supermercado eu compro um ou outro pano quando encontro algum que seja liso ou listrado, ou algum desenho que me pareça retrô. Hoje até encontrei um com uma estampa meio hippie. Em tempos de decorações legais para cozinha, não sei por que é tão difícil encontrar panos de pratos modernos.

Normalmente eu escuto “só tu mesmo”. Mas agora estou reconhecendo, só eu para voltar para a academia depois de 54 dias parada, justamente no primeiro dia frio de inverno e ainda por cima um dia chuvoso. A parada foi por causa da obra, férias e depois uma gripe. Mas consegui recuperar os dias.

Bem, no dia em finalmente resolvi encarar a sério a academia também fazia muito frio e chovia. E apesar de algumas “paradas estratégicas”, pela primeira vez tenho mantido uma frequencia e um vínculo maior que apenas pagar a mensalidade. Acho que o clima do dia é um bom sinal.

A professora de Pilates mudou de novo e novamente uma série de exercícios que não conhecia. Meus pés chegaram a suar por dentro de tanta cãimbra, mas fui até o fim. E como cheguei cedo, ainda caminhei na esteira até a aula começar. Amanhã tenho que ir de novo! De volta à ativa.

Pois tive que alterar esse post sem dar maiores explicações por aqui. Pois bem, esse blog sofreu uma ameaça de processo, tudo porque coloquei uma recalamação sobre uma clínica em que fiz um tratamento que não teve o resultado que eu esperava, simplesmente porque não teve resultado nenhum.

Foi assim, coloquei no post que fiz um tratamento de pele como forma de receber o dinheiro de volta por um serviço mal prestado na clínica tal. Me ligou a médica responsável pela clínica dizendo que se eu não modificasse entraria com um processo judicial. Tirei o nome do estabelecimento porque eles já me levaram dinheiro sem que funcionasse o tratatamento, não ia correr o risco de que me levassem mais.

Porém, vejam como as coisas funcionam na tal clínica (quem quiser pode me perguntar o nome em particular ou deixar um comentário que eu respondo de volta, afinal, não podem me privar de falar mal deles em particular e nada pior que uma mau propaganda boca a boca):

Escolhi um tratamento por minha conta, pois consultar com a médica responsável tinha um custo, cerca de R$ 100, se não me engano, não abatido do tratamento. Achei um absurdo, afinal cobrar uma consulta para me indicar um tratamento estético em sua própria clínica! Comecei o tal procedimento e não vendo resultado nas primeiras sessões, pedi que me tirassem as medidas, o que todas as vezes me enrolavam e não faziam. Sempre tinha uma desculpa, até trocaram a pessoa que me atendia. Hoje sei  que pode parecer ingênuo acreditar nesses tratamentos estéticos, mas já tinha feito um, com aparelhagem menos moderna e funcionou. Enfim, não tendo notado nenhuma dferença, na sexta sessão resolvi ver o que poderia ser feito. Eu queria o meu dinheiro de volta pelas sessões que ainda não tinha feito. Justo, não? Eu não estava pedindo por aquelas que fiz e não funcionou, mas pelo serviço que ainda não tinha sido prestado.

Como eu já esperava, não devolveriam o dinheiro e eu tinha assinado um contrato com tal cláusula. Nem com minhas reclamações a médica responsável pela clínica quis me ouvir ou me atender para ver o que tinha acontecido.

Me disseram que eu tinha feito o tratamento por conta própria, sem consultar a médica, então… ficou subtentido que o azar era meu. Perguntei se eles não tinha responsabilidade pelos tratamentos que ofereciam, aí ficaram quietos e me deixaram sem resposta.

Tempos depois me ligaram dizendo para mim aparecer por lá que a médica queria falar comigo. Pensei que tinha resolvido ver o que aconteceu que me deixou insatisfeita. Nada disso, ela me ligou para me avisar que entraria na justiça por causa da reclamação que registrei aqui no blog! Além de ter a falta de ética de jamais ter me ouvido como cliente ou paciente – essa médica nunca pôs os olhos em cima de mim – ainda me vem com uma censura dessas! Total tolimento da liberdade de expressão! Será que ela nunca ouviu falar que o cliente tem sempre razão? Não seria mais correto ter conversado na boa comigo? Pelo jeito porque realmente o negócio não funciona… 

 Olha, meu pai tem comércio e uma conversa já resgatou muitos clientes insatisfeitos. Pelo jeito ela não está preocupada, pois foi bem clara ao me dizer que tinha “dinheiro para mover a ação contra mim”.

Que absurdo! Precisava fazer esse desabafo porque nunca vi tamanha falta de respeito com um consumidor. Qualquer estabalecimento com o mínimo de bom senso faria alguma coisa para, se não resgatar o cliente, ao menos evitar que ele saísse falando mal por aí.

Hoje fui fazer uma limpeza de pele (como forma de receber metade da grana de volta por um serviço mal prestado em uma clínica estética – estou tirando o nome do estabelecimento porque me ameaçaram com um processo judicial. Pode? Vou tirar porque não quero mais perder dinheiro com tal médica).

Pois bem, se fica ali deitada, rola uma massagem facial, é relaxante. Eis que ligam o som, e a trilha sonora é a seguinte:

Meu bem qualquer instante
Que eu fico sem te ver
Aumenta a saudade
Que eu sinto de você
Então eu corro demais
Sofro demais
Corro demais só pra te ver meu bem
E você ainda me pede
Para não correr assim
Meu bem eu não suporto mais
Você longe de mim

(na voz de Adriana Calcanhoto)

depois veio:

Como vai você ?
Eu preciso saber da sua vida
Peça a alguém pra me contar sobre o seu dia
Anoiteceu e eu preciso só saber
Como vai você ?
Que já modificou a minha vida
Razão de minha paz já esquecida
Nem sei se gosto mais de mim ou de você

Vem, que o tempo pode afastar nós dois
Não deixe tanta vida pra depois
Eu só preciso saber
Como vai você

(na voz de Daniela Mercury) 

Há muito tempo eu vivi calada mas agora resolvi falar
Chegou a hora, tem que ser agora e com você não posso 
mais ficar 
não vou ficar não
não, não
Não posso mais ficar não não não
não não
Não posso mais ficar não

Pensando bem
não vale a pena
ficar tentando em vão 
O nosso amor não tem mais condição
Não não não não não não não 

(do Kid Abelha)

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor
Meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens
Não sei!
Mas se tiver
Devolva-me!
Deixe-me sozinho
Porque assim
Eu viverei em paz

(de novo Adriana Calcanhoto)

Meu bem, meu bem
Você tem que acreditar em mim 
Ninguém pode destruir assim um grande amor 
Näo dê ouvidos à maldade alheia e creia 
Sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo

Meu bem, meu bem 
Use a inteligência uma vez só 
Quantos idiotas vivem só sem ter amor 
E você vai ficar também sozinha
Eu sei porque 
Sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo

Quantas vezes eu tentei falar
Que no mundo não há mais lugar
Prá quem toma decisões na vida sem pensar
Conte ao menos até três
Se precisar conte outra vez 
Mas pense outra vez
Meu bem, meu bem, meu bem 
Eu te amo 

Meu bem, meu bem 
Sua incompreensão já é demais 
Nunca vi alguém tão incapaz de compreender 
Que o meu amor é bem maior que tudo que existe
Mas sua estupidez não lhe deixa ver
Eu eu te amo

(com a Gal Costa, a campeã)

Gosto da maioria dessas músicas, mas vamos combinar que não há cutis que aguente uma seleção dessas!

Ele ficou na campanha para angariar adversárias, mas estava lá registrando o momento

Pela primeira vez me meti no meio da mulherada para pegar o buquê sem constrangimento. Antes eu ficava lá meio que por ficar, num embate de pego não pego, como se isso pudesse mesmo decidir meu destino, um destino para qual eu ainda não tinha certeza se queria me atirar (mas que admiti aqui )

Então eu ficava no fundo do bolo, me esquivando para não ser derrubada pela mulherada e fingindo que lá seria o lugar ideal. Dessa vez não, fui lépida e faceira, disposta até a mudar de estratégia, ou seja, ficar na frente, porque com a onda de casamentos tenho notado que as noivas não tem força suficiente para jogar as flores além da primeira fila. Bom, não demorou para as desesperadas ficarem na minha frente e eu estar de novo no final. Com salto altíssimo eu não estava muito disposta a disputar os primeiros lugares e muito menos me tapear com as outras convidadas pelo buquê despedaçado, como a rosa que brigou com o cravo na cantiga. Nessas alturas eu comemorava mesmo é o fato de assumir que sim, eu estou querendo pegar o buquê. Pois bem, ao som de “elas estão descontroladas” ele parou na lateral da primeira fila aos pés de uma menina que tá longe do compromisso mas que se agachou e pegou antes da leva de mulheres que se jogou aos seus pés. Humilhação também não, né?

Mas o fato que essa minha disposição tem a ver com meu momento de vida. Algumas mulheres desde os 15 anos já pensam nisso, inclusive ganham coisas para o enxoval nessa data. Eu não, só agora, aos 27 anos, tendo conquistado algumas coisas é que me sinto apta a assumir isso. E o principal é ter alguém ao lado com quem se quer compartilhar a vida, sem isso não há glamour de festa que enseje o desejo de ter a sua. Sou muito mais movida pelos meus sentimentos do que pelas convenções.  E rituais só tem sentindo quando representam o que se sente. 

Também estou influenciada pela moda, casamento está em alta e não há quem não se empolgue ao ver duas pessoas unindo suas vidas, até eles ficam influenciados… E estou na fase dos casamentos (nossa vida é dividida pelas festas: os 15 anos, depois vem as formaturas… e os casamentos dos amigos e familiares – quando começar as festas de 1 aninho aí sim vou achar que estou ficando para titia), se não pintar mais ninguém, a próxima é minha melhor amiga e aí não tem como não se envolver. Desde o da minha irmã tem aparecido muitas festas de casamento, comparando aos últimos, sei lá, 20 anos…

Mas todos os dias eu abro o jornal e olho os anúncios e ainda suspiro por uma bicicleta!

Eu só fiquei sabendo que esse vestido existia há pouco tempo atrás, quando o Yves Saint Laurent morreu. E adorei! Queria ter uma roupa com a estampa de um dos quadros de um dos meus pintores preferidos! O vestido é simples, assim como as obras de Mondrian. Mas é na simplicidade de suas obras e no seu rigor formal que está a sua grandiosidade. Daí lembrei de postar isso depois que vi a coluna do Xico Gonçalves no último Donna que ele fala justamente sobre estilistas que usam a arte como inspiração.

Ironicamente nunca tive nenhuma aula de História da Arte sobre Piet Mondrian, ou porque não peguei seu período, ou por que foi alguma aula que tive que faltar.

Além do vestido, também queria ter uma estante inspirado na obra do artista, como foi feito na embaixada dos Países Baixos que saiu numa matéria do Casa&Cia uma vez.

Hoje enquanto pedalava de língua de fora e suava de calor e de constrangimento pensei com os cardaços do tênis: não há situação mais humilhante e frágil do que um sedentário começando uma atividade física. Senti-me com 80 anos, o fôlego engasgando minha respiração na boca do esôfago, a língua para fora torta e as pernas inchando como se fossem toras de madeira. Cinco minutos pareciam uma eternidade, e dei graças por chegar 20min atrasadas na aula, eu não aguentaria uma hora de RPM, buscaria a Ecco Salva que eu via passando lá na Érico.

Do alto dos meus 27 anos eu me perguntava: como é que eu fui ficar assim? Começou nas aulas de educação física na escola, em que a minha única maratona era dar um jeito de garantir a presença e escapar dos exercícios. Repassei na mente todas as vezes que entrei numa academia. Desde a natação que foi onde mais persisti (talvez porque a língua de fora não ficasse visível e eu podia flutuar na água enquanto não sentia as pernas) até a musculação que nunca passou de um mês, de pagamento, não de freqüência. Na última vez investi na bicicleta, até a terceira aula, quando fui direto do trabalho, depois das 20h, só com o almoço e esqueci da água, quase tive um treco e por sorte não voei da bicicleta quando o pedal soltou e eu estava em pé neles.

Mas agora estou convicta, irei na academia nem que seja para andar na esteira. Comecei na sexta, com todo aquele frio e chuva. 30 min de esteira e (só) 200 calorias. Depois fiz uma avaliação para entrar num programa para pessoas que como eu não conseguem ir em frente: face2face. É só 30 minutinhos de musculação e mais 30min de esteira, por exemplo. Não deu para começar hoje, porque a aula de RPM acabou com  minhas pernas. Bem que tentei, mas o professor me mandou descansar. Tudo bem, amanhã vou de novo, neste caso, devagar e sempre é melhor opção.

No quesito cabelo sou uma pessoa conservadora. Até não tenho problema em mudar de corte, mas nunca pintei e sempre uso o mesmo xampú e condicionador. Quando uso outro por motivo de força maior (estar fora de casa sem minha necessaire) sinto meu cabelo diferente! As mulheres talvez me entendam… ele fica com outra consistência, outro peso…

Então sempre uso o Elsève para cabelos normais ou cabelos normais que ficam oleosos ao longo do dia. Pois estava no Makro atacado acompanhando meu pai e resolvi comprar o que tinha avulso e estava faltando em casa (num atacado não é bem um lugar muito apropriado para quem mora sozinha). Aí na área de higiene pessoal encontrei várias coisinhas bem mais baratas, como meu sabonete preferido em todos os aromas – às vezes é difícil encontrá-lo no supermercado, e xampú, que estava precisando. Comprei o de cabelos normais e não tinha nenhum dos condicionadores que costumo usar. E então começou uma saga. Não encontrei na farmácia, no segundo supermercado que busquei é que me dei conta: havia uma fileira de alto a baixo da prateleira só de condicionadores da marca Elsève: para cabelos coloridos ou com mechas, cabelos desidratados, armados e difíciei de controlar, cabelos médios a longos, opacos e sem energia (nutri-gloss!), cabelos secos, rebeldes e difícil de disciplinar, cabelos cacheados, cabelos expostos ao sol, vento, mar e piscina, liss intense… e nada para cabelo normal! Só fui encontrar no quinto estabelecimento que procurei e já estava espremendo o tubo em casa, tendo que tirar a tampa para pegar o restinho do condicionador.

Como eu tinha dito num post em setembro de 2004, estou ficando ultrapassada… até gosto de coisas diferentes, mas assim como não pinto os cabelos, não tenho tatuagem, não coloco piercing, enfim, nem falso, não consigo ser outra coisa ou parecer aquilo que não sou. E vivas as diferenças! Chegamos a um tempo em que ser normal também é ser diferente.

Como o teste para saber quem é você em Sex and the City que a Camila recomendou não está mais no ar, procurei no google e encontrei um da revista Quem.

Fiz e adivinhem quem eu seria? Não preciso falar, né? Só que o mais engraçado, todos os outros empataram, pois claro, levo um pouco das quatro!

Esse empate aconteceu quando fiz o teste do Lost também.

E você, é quem? Faz lá e me conta!

 

Dia 6 de junho, às 21h eu estava lá, na sala do cinema, mais ansiosa do que nunca para ver Sex and the City – O Filme. E só esperei até esse horário porque Mr. Big fez questão de me levar. E foi bom, assim enquanto fiquei na fila ele comprou as pipocas, porque o ingresso eu já tinha comprado antecipado. E para isso serviam os homens, a maioria a contragosto, que estavam na sessão.

Achei que o trailer não mostrasse realmente o filme. Não, não, Big não podia ter feito aquilo. Eu queria ver o casamento na biblioteca, ainda daria tempo, afinal ele se deu conta da besteira,  mas claro, já não teria o mesmo encanto. Por que tinha que ser assim?

Eu me identifico com a Carrie quando ela folga em si mesma, dizendo que usou até um pássaro na cabeça e ele não pode descer do carro, depois de dez anos. Às vezes também sinto que faço tanto e o mínimo que quero de volta não tenho. Mas será que não somos nós só pensando na gente? Ela se deu conta que a coisa toda ficou maior que eles.

Enfim, as coisas acontecem como tem que ser. Perdoar é difícil, muito, deixar de repassar pela cabeça mil vezes aquilo que nos fizeram não é fácil… Mas quando quem a gente ama está ali, não se importanto com mais nada além de ter você, não há razão e o coração esquece rápido. A Carrie fez isso várias vezes com o Big, se deu mal, mas ainda bem que ela arriscou mais uma para ter seu final feliz, só com aquela grife que não sai de moda.

Na quinta passada assisti ao filme novamente. Claro, assim como já vi reprises e mais reprises dos episódios, tenho que ver o filme muitas vezes. Como ganhei a trilha, revistei as cenas com as músicas excelentes. Em princípio, não me agradou que o filme tenha estética de filme. Relembrando coisas para quem não viu a série (azar de quem perdeu), acostumada com os episódios, que duram poucos, parece que as piadas são demais e algumas coisas para agradar o grande público. Mas enfim, é muito bom ficar duas horas e meia com as quatro, sem aquela impressão de que logo vai terminar. Foi bom tê-las de volta, chorar com elas e principalmente, ver o final feliz da Carrie e Mr. Big.

A história da redecoração do apê também tem a ver com o meu momento, tô perto dos 30, espero não chegar aos 40 para ter uma “casa de adulto”. Mas dá pena saber que logo depois ela vai deixar tudo aquilo.

Em uma reportagem que saiu no dia da estréia do filme dizia que a assistente dela não teria feito falta no filme. Discordo, pois antes, tendo a obrigação de escrever a coluna, seus escritos e pensamentos eram seus interlocutores. Sem ter que escrever todos os dias, ela ficaria falando sozinha para que soubéssemos o que está se passando? As quatro já não se encontram mais com a mesma freqüencia de antes… e eu queria ser sua assistente!

Figurino

Adorei a meia!!

Tirando o vestido da flor gigante, amei o figurino. Em Gramado fiquei com vontade de comprar aquelas meias xadrez para usar com saia e vestido. Não só bolsas, mas carteiras são minhas novas meninas dos olhos. Não curto muito essas sandálias estilo romana, embora até tenha uma mais ou menos que vou poder usar mais agora, mas tenho uma quedinha pelas bootsandal. E adoro os vestidos balonês “fofinhos” e aqueles vestidos que parecem levar  armação embaixo. Adorei os vestidos do ensaio de noiva, usaria o do Oscar de la Renta, aquele curtinho que não lembro de quem é e até o da Vivienne Westwood. Não achei nada de mau gosto, só o penteado, o que ela usou no ensaio fotográfico estava muito melhor. E claro, mesmo que eu tivesse um guarda-roupas daqueles, só em NY para circular com tanto estilo! Mas é como a Paola falou nesse vídeo, a Carrie não é do tipo mulherão, mas ela se valoriza, usando coisas diferentes e isso de certa forma estimulou mulheres no mundo inteiro e eu me sinto assim, procuro às vezes usar algo diferente, ser mais fashion… só falta as grifes!

 Mesmo não sendo fã de noiva

O homem certo, o vestido certo e o penteado certo!!! Agora acho que acabou de vez, né? Poderia ter um filme parte II… Queria ver eles morando naquela cobertura incrível, será que conseguiram ficar com ela? Finalmente os dois viajando juntos, pois na primeira viagem que fariam a Carrie terminou com ele pela primeira vez na porta de casa e com as malas prontas. Em Paris, ele só a buscou… enfim me resta comprar as temporadas da série que ainda não tenho, o livro de fotos sobre o filme, o roteiro de viagem Sex and the City para quando for a Nova York e o DVD do filme quando estiver à venda. Alguém sabe de mais algum produto? Ah! Quero ler as cartas de amor de grande homens e um dia ouvir:

“Para sempre teu, para sempre meu. Para sempre nosso”…

ou qualquer outro voto do grande homem que conquistou meu coração para sempre.

 

Ando sumida… tenho deixado meus pensamentos mais livres e aí não guardo tudo que poderia escrever. Também me ocupei bastante na última semana. Retomei a terapia, voltei para as aulas de História da Arte  e entrei numa academia, ainda que só tenha ido em duas aulas no mesmo dia na semana passada, e essa ando com a agenda cheia e os horários de trabalho ainda oscilando. Mas hoje é só terça-feira.

Na sexta passada folguei para dobrar nas duas madrugadas do fim de semana. Aproveitei o ócio no dia útil e me dei um dia de burguesinha, como na música do Seu Jorge. Fui no esteticista, na manicure (em vez do cabelereiro)… não malhei o dia inteiro para aguentar as noites sem dormir, mas troquei o suquinho de maçã por um filé com vinho no almoço em uma calçada da Pe. Chagas, sem ter que pegar no batente depois. Ai, realmente me senti muito bem. São coisas até fúteis, claro que levo um livro para a sala de espera do salão de beleza, mas tenho pensado um pouco menos e isso é bom. Também preciso cuidar de mim, coisas que deixei de lado para estudar, trabalhar, correr atrás.

Foi a Clarice Lispector que me fez companhia no meu almoço de sexta-feira. Terminei A Hora da Estrela, mas não gostei tanto assim. Trata-se de uma mulher que não existe porque sequer pensa na sua própria existência. Por mais que eu tente me livrar desse monte de dúvidas, indagações e certezas que eu propago dentro da minha mente sem ter certeza nenhuma, mas para justificar aquilo que eu penso e não queria pensar, ainda assim não posso negar isso como condição que me faz ser o que eu sou. Para isto o livro serviu, aprender a fazer bom uso dos meus pensamentos, não dar bola para eles de vez em quando, mas jamais negar que eles é que me fazem existir.

E como gosto de tirar o melhor das coisas, tem frases que gostei na obra que colocarei aqui. Aí vai a primeira, do comecinho do livro:

“Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos – sou eu que escrevo o que estou escrevendo. Deus é o mundo. A verdade é sempre um contato interior e inexplicável. A minha vida a mais verdadeira é irreconhecível, extremamente interior e não tem uma só palavra que a signifique. Meu coração se esvaziou de todo desejo e reduz-se ao próprio último ou primeiro pulsar”.

melissa.jpgJamais pensei que aos 26 anos eu voltaria a usar dois ícones da minha infância: melissa e tiara.

Já faz um tempinho que as “melissinhas” voltaram com tudo, vários modelos e cores para as meninas que cresceram com ela. Mas só agora me rendi a Desire + Triton. Vi uma colega com uma vermelha e me apaixonei. Quando fui comprar não tinha dessa cor, mas me apaixonei por outra, a fucsia/violeta.

Outra coisa, que comprei hoje, foi uma tiara. Voltei a usar tiara! Por causa da franja. Tá difícil de encontrar faixinhas específicas para o meu corte, com as da Alinne Moraes na novela e tiaras como as dela também. Também pudera, ela voltou de Paris! Não sei onde li que as tiaras estavam em alta por lá ou em NY. Aqui vai levar dez mil anos, pois as pulseiras e colares que comprei em Buenos Aires em novembro de 2006 agora que viraram moda por aqui.

Mas não sei bem quando foi que as melissas surgiram, acho que foi na década de 80, porque conta a senhora minha mãe que este seria meu nome e aí lançaram as sandálias e ela resolveu trocar para não me chamarem de sapato! E tem muita gente da minha faixa de idade que tem esse nome.

bruni.jpgAdoro a Carla Bruni. Faz pouco tempo que descobri a cantora, sim, cantora. Curto as músicas, sobretudo as em francês. Não sabia nada dela até então. Mas hoje, estampado em todos os noticiários o romance dela com o presidente da França, Nicolas Sarkozy!

E todos enfatizaram sua carreira de modelo, e assim ela será conhecida por acá. Mesmo sendo uma mulher bonita, ela se supera como cantora, mas muita gente nem vai saber disso, afinal só se veio a conhecer por aqui por causa de fofoca.

Para fazer justiça, ouçam Carla Bruni! Ela é muito mais que um rostinho bonito e um affair de alguém famoso. 

  

Blusa da Zara, óculos da Arezzo, corte de cabelo com o hair stylist preferido e que andava sumido. Um novo estilo tem preço, auto-estima não.

Não estou sofrendo de patricissi, não. Só estou querendo ser uma mulher mais elegante e misturando estilos para ter o meu próprio. Até porque adoro uma roupinha velha e vivo pendurada na Renner e na C&A. E o novo cabelo, provado e aprovado.

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Fernanda 2007, modelo 2008

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Comprei minha primeira ecobolsa. Nessa onda de diga não ao plástico, mas foi muito mais pelo lado fashion do que ecológico (a Gi vai me matar com esse comentário).

É que há tempos quero uma bolsa com estampa de jornal, e ontem a Mauren Motta (pois é) apareceu lá no jornal vendendo as bolsas, pois a Mari tinha colocado no blog. Eu e mais quatro colegas compramos as ecobolsas com estampa de jornal. Agora é combinar para não andar igual.

Mas olha o meu pensamento de quem vive na era do plástico: logo fui atrás de uma sacolinha para guardar a bolsa nova, para não sujá-la dentro da minha bolsa que está um caos.

A bolsa é prática, a etiqueta tem um elástico que transforma a sacola em um pequeno rolinho. Mas com certeza não levarei ela para o súper ou feira. No máximo comprinhas no shopping.  Não que eu não ache a idéia boa, mas para essa finalidade é melhor comprar aquelas sacolas no Mercado Público, com um gaúcho estampado, lembra?

Verde não, porque não sou periquita. Junto com amarelo é dar muita bandeira.

Mas mesmo para uma amante da cor do céu, o tal azul bic não me convence!

O problema dessas cores é que nem todo mundo tem bom senso para usá-las. Já vi cada coisa…

Mas vamos ver até quando resisto aos apelos da moda…

Hoje um colega com quem tenho muito pouco contato disse que estou “magrinha”.

Que mulher não gosta de ouvir isso?

É o novo regime de trabalho-spa!

Além de todas as coisas que me deixam feliz no meu novo trabalho tem também o fato de eu não ter tempo para comer. Saio de casa correndo e não tenho comida porque não dá tempo de ir no súper. Chego lá e como um sanduíche no meio do expediente e só.

No dia seguinte, tudo de novo, e sexta eu consegui entrar na minha calça medida! Aquela calça que não serve mais, mas que a gente guarda porque adora e tem esperança de um dia entrar nela novamente. A minha é uma tamanho 36, cheia de bolsos e zípers. Nem está muito na moda, mas acho ela despojada. Então fiquei bem feliz! Ainda estava um pouco apertada, soltando umas gordurinhas do lado, mas ela já era assim quando a comprei. E só fui sentir mesmo depois que comi alguma coisa. Eu a comprei logo que comecei a trabalhar com internet há 4 anos, quando comecei a ganhar quase sete quilos que agora já perdi uns quatro. Difícil é ter que descartar todas as outras calças.

Nem precisei ter um filho como a Miranda do Sex and the City que naquele episódio do post-it consegue entrar na sua calça por ser mãe e trabalhar 14h por dia. Eu só precisei voltar a trabalhar com web. A minha noite só não terminou como a delas porque novamente fiquei trabalhando até muito tarde.

No episódio All or Nothing, da terceira temporada de Sex and the City, Samantha dá uma festinha para as amigas em seu novo apartamento e brinda: “Nós temos bons empregos, bons apartamentos, amigas e sexo” E grita na janela: “Manhatan, nós temos tudo”. As falas estão entre aspas mas foram mais ou menos assim.

Depois ela pega uma gripe e nenhum dos homens com quem transou pode ajudá-la. Desesperada ela confessa: “Se não temos um homem que nos ama, não temos nada”. Claro que depois ela vai dizer que isso foi um delírio, do contrário não seria Samantha. Charlotte diz que só se sente feliz agora que tem alguém com quem compartilhar tudo que tem…

É redundante dizer que me identifico com a série. Atualmente, fui obrigada a estar mais para Samantha que Charlotte, e como tudo tem ido muito bem, o brinde dela serve para mim também.

Está é me faltando Manhatan! Mesmo assim: tin tin


A sensação é de vazio, abismo, para onde vou? O que está acontecendo comigo? Eu não sei mais de mim, nem o que quero. Só sei que quero chorar… ops, as lágrimas já estão caindo, e são incontroláveis.

O alívio só vem mesmo quando me dou conta de que pode ser a TPM.

Será que esse dia podia acabar logo para eu chorar as minhas lágrimas de TPM em casa?

As minhas calças estão largas, caindo na cintura, mas eu estou acima do peso, me sentindo gorda.

Eu estou mesmo. E não, não estou neurótica.

Impossibilitada de fazer depilação com cera devido a um tratamento que estou fazendo para o rosto, descobri a depilação com fios de seda. Hoje fui fazer com a afegã Rogia Atbiy e adorei! Dói menos, a pele fica menos irritada e o resultado é excelente, não precisa nem de retoques com pinça.

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