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livro.jpgQuando comecei ler As armas secretas, do Cortázar, me perguntei: porque diabos comprei este livro?! Não que seja ruim, mas é que compro os livros e começo a ler muito tempo depois de ter adquirido. Tentei lembrar o motivo que me fez ir até uma livraria, pedir por ele ou simplesmente vê-lo em uma prateleira e me chamar atenção, sacar o cartão de crédito e desembolsar o valor, que na época representava mais, já que eu ganhava menos.

Será que era porque ele era o autor de O jogo da Amarelinha? Este, que por sinal, esperei acumular pontos na Livraria Cultura para adquirí-lo, porque ouvi uma amiga dizer que foi o livro que mudou a sua vida. Eu só li ele uma vez, na ordem correta e não a sugerida, e não achei grande coisa, exceto por uma frase salvadora.

Aí lembrei: quando estava lendo Imagem – Cognição, Semiótica, Mídia, para meu trabalho de conclusão, dois livros eram sugeridos pois tinham relação com o que tratava na obra: El Hacedor, do Jorge Luis Borges (que foi difícil encontrar) e As armas secretas

Resolvi então ver que referências tinha no livro dessas obras e descobri que eram contos específicos de cada livro. No do Borges, La rosa amarilla e no do Cortázar, Las babas del diablo, que na forma de romance fala do ato de fotografar. Antes de começar a ler o conto, fui ler o que o livro teórico dizia. E a indicação era a melhor possível. Foi o conto que li mais rápido. Hoje terminei a obra, mas definitivamente, Cortázar não consegue prender minha atenção. O seu jeito de narrar me confunde, nunca sei quem está falando o quê. E Paris fica tão depressiva. Duvido que seja assim.

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Criei mais uma página no blog. Agora quem quiser ver todas minhas exquisitas e esquizofrenicas teorias, é só clicar aqui (ou ali em cima na palavra Teorias).

Algumas não são minhas, mas as adotei e estas estão devidamente creditadas. Tem umas que nem lembrava e agora já não fazem tanto sentido, tinham a ver com o momento, mas fazem parte da antologia do exquisioTeorias!

No elevador observo que os homens mais velhos mantém o cavalheirimo de deixar as mulheres passarem na frente, mesmo que eles estejam grudados na porta e quase são expelidos para fora quando ela se abre. Os mais novos não. São práticos.

Daí cheguei a conclusão de que esse era o jeito de olhar o bumbum das mulheres à moda antiga.

Eu me sinto desconfortável quando tenho que passar pela vão apertado entre a porta e o homem que está ao lado bancando o “cavalheiro”.

Eu e o Rodrigo gostamos de cultivar coisas simples. E temos gostos semelhantes. Um pequeno momento de relax para mim pode ser um pãozinho com manteiga, ou até mesmo um pão puro. É algo como tomar uma taça de vinho.

Hoje, escapamos da redação e fomos na lojinha de conveniência que tem em frente para comer cacetinhos feitos na hora, assim, abrindo com a mão e deixando sair aquela fumacinha. Foi um momento para ficar um pouco juntos e desopilar do ambiente de trabalho.

Quando retornávamos, ele me disse porque tinha tido essa vontade repentina de comer pão. Estava fazendo a matéria sobre o atentado em Israel que aconteceu numa padaria. E constatou: “uma coisa tão triste quase do outro lado do mundo, provocou uma coisa boa aqui”.

E fiquei feliz, por mais uma vez ter alguém ao meu lado, que valoriza pequenos momentos e gosta de dividir um pãozinho, mesmo que sem recheio. A vida assim é um pain sucré.

eolicos.jpgTive um ótimo fim de semana de folga na praia. Eu que nunca fui de ir para o litoral só para passar o fim de semana, fui pela terceira vez este ano. O amor pode não mudar as pessoas, mas algumas atitudes.

E de novo, perdi um show do Zeca Baleiro. E não era porque estava fora da Capital. O show foi justamente no litoral, em Torres, de graça. Eu tinha até companhia. Mas faltaram circunstâncias, e desta vez me conformei.

Mas espero que ele venha este ano a Porto Alegre!

balao2.gifMais uma semana sem televisão e eu já estava surtando em casa. Todo dia ligo para o estabelecimento que está fazendo o conserto e a resposta é sempre a mesma: esperando a peça que pifou. Quinta liguei e num ataque quase de fúria pedi que montassem a minha tevê e me devolvessem estragada. Aí resolveram me emprestar uma. Ufa! Meu desespero maior é que não assistiria, de novo, ao último capítulo de Chocolate com Pimenta.

Fui buscar e eis que recebo uma tevê de 10 polegadas. Primeiro estava funcionando no canal 3, depois no 2, até que saiu do ar e demorei um pouco a descobrir que o sinal estava no canal zero! Mas as vozes voltaram a povoar meu lar e não precisei mais escutar o silêncio insano das paredes.

Perdi a revelação do que eu desconfiava, de que o presidente Logan é um traidor. Agora leio resumo dos capítulos do 24 Horas também.

E hoje, assisti ao final feliz da minha novela. Chorei, mas com um sorriso nos lábios. Eram aqueles finais não mais tão clichês: todo mundo se casando e tendo filhos. Um final, parece, fadado ultimamente, às histórias de época. Mas era como o final da primeira história que escrevi na intenção de ser um livro, quando eu tinha uns 12 anos. Ah, os sonhos adolescentes…

Mas fiquei pensando que no fundo é isso que buscamos. Podemos não traduzir para casamento e filhos, mas queremos o amor e estar rodeado de quem gostamos. É por isso, que às vezes temos que recorrer às vozes televisivas. Já dizia Tom Jobim, é impossível ser feliz sozinho.

mae.jpgA ética jornalística foi colocada em pauta nesta semana com a seqüencia de fotos do desespero de uma mulher que salvou seu filho que se afogava num poço, de autoria de Tiago Brandão, do jornal Comércio da Franca . Depois de ficar impressionada com as imagens, a primeira pergunta que fiz (e todo mundo) é porque o fotógrafo não os ajudou?

O dilema é antigo na profissão. O consenso é que se deve fazer os dois. O fotógrafo disse que tudo aconteceu “muito rápido”‘ e que a única reação que teve foi continuar tirando fotografias. No Jornal Nacional, disse que se não fosse as fotos, ninguém saberia do que é capaz o amor de mãe (podia arranjar uma desculpinha melhor, né? afinal era tudo que lhe restava fazer, dar uma boa desculpa).

Aqui na redação, observei os comentários. A maioria foi em tom de crítica, mas na verdade ninguém disse nada concreto.

Impossível não recordar da história do fotógrafo Kevin Carter que fez a foto de uma criança na África espreitada por um abutre. Ele disse que espantou o animal, mas nada podia fazer e ficou observando a criança morrer, “chorando e fumando”.

A minha opinião é que ética não se aprende nem na faculdade, nem na prática. É uma postura. Também não é com educação, muitas vezes é confundida com moral, que pode variar de cultura para cultura. E vai muito além do profissional. E mesmo que se tenha, na hora, eu mesma não sei que reação teria.

Eu acho que o certo seria fotografar e depois ajudar. Não teríamos a seqüência, talvez apenas uma foto, mas a história poderia ser contada do mesmo jeito. Assim, correu o risco de ser trágica para duas pessoas. Felizmente tudo acabou bem, mãe e filho ganharam ajuda do motorista do jornal para sair da água.

O que me deixa intrigada, é que se o fotógrafo de Franca estivesse na África, talvez teríamos a foto do abutre devorando a criança.

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No trânsito, quem buzina por último, buzina melhor.

Olá! Este é o novo exquisioTeorias!!!

Apesar da renovação, a idéia é de continuação. Vou continuar escrevendo aqui minhas teorias, divagações e relatos cotidianos. Algumas coisa mudaram. O blog ganhou um cabeçalho. Essa foto foi tirada em San Telmo, Buenos Aires.

A minha fotinho de língua de fora que era uma referência ao Einstein, está no perfil do blog. Agora estou mais para O Pensador, de Rodin, do que porra louca de língua de fora. Mas tanto antes, quanto agora, essa incoerência intrínsica vai continuar se manifestando por aqui. Porque esta sou eu, um ser contraditório que adora coerência.

Assim que for possível, vou trazer toda a bagagem da casa antiga para cá. Porque o exquisioTeorias está começando mais uma etapa, ele já tem história… Espero que gostem, e não deixem de me visitar!!!!

P.S.: A janela de comentários só está aparecendo beeeem lá embaixo, quando clica para comentar. Portanto, se quiser deixar seu recado, é só descer a barra de rolagem, não se acanhe!
 Não sei se está assim porque só tem um post ou porque é assim… veremos!

Como anunciado, o exquisioTeorias mudou de endereço:

www.fernandasouza.wordpress.com

O nome do blog continua o mesmo, só o endereço é que ficou mais fácil.

Quem tem o meu blog linkado ao seu, por favor, atualizem a url.

Visitem meu blog novo. Espero que gostem!

Estou sem tevê de novo. Depois desse ocorrido, descobri que o problema era na televisão, só no áudio e vídeo. Foi pro conserto na sexta. Perdi mais um episódio do 24 Horas. Mas pelo menos o computador está em casa agora e posso assistir DVDs.

Ontem assiti quase todo o primeiro disco da 2ª temporada de Sex and City e num dos episódios, a Miranda compra seu primeiro apartamento e me identifiquei muito com a personagem. A corretora e o tabelião perguntam se é só ela que vai morar no apartamento, que é grande. E ela precisa repetir várias vezes que é só ela, e neste período estava sem namorado. Sendo assim, então acreditam que é o pai que fará o depósito de pagamento (no meu caso foi mesmo).

Quando ela se muda, uma vizinha bem velhinha, vai se apresentar e conta que a antiga moradora morreu sozinha no apê e foi encontrada uma semana depois com o rosto comido pelo gato. Comigo, alguns vizinhos mais simpáticos, apenas disseram que era um casal que morava no meu apê e que viviam bem isolados (para ter uma idéia, até hoje eu não tenho interfone e no painel, o número 105 ficava junto com os 300, porque eles não queriam ser incomodados).

O marido adoeceu e depois de a mulher cuidar dele até a morte, enlouqueceu. Às vezes era necessário chamar a polícia porque ela colocava o som alto e ficava dançando pelo apartamento. Me contaram também que por não cuidar da casa, as baratas saíam pelas janelas que nunca eram abertas (foi nesse dia que comprei inseticida pela primeira vez). Aí ela morreu e o apartamento ficou uns dois anos fechados, até eu ir morar lá. E assim que passei a habitá-lo, uma vizinha me chamou na janela e me disse que o espírito da falecida aparecia por lá. “Mas tudo ia dar certo”. Eu, passado o susto, depois que ela se foi, pensei comigo: “Já está dando certo, ora bolas!”. E procurei não mais pensar no assunto, mas algumas noites sozinha eu ouvia alguns barulhos.

A Mirada, do Sex and City, resolveu encher atá transbordar o prato de comida do gato para não correr o risco de, em ficando sozinha, ser enterrada sem metade do rosto.

Aí acontece outra cena com que me identifiquei: ela está jantando assistindo tevê e se engasga. Começa a correr pra lá e pra cá, tentando se livrar do caroço, igualzinho aconteceu comigo e relatei neste post.

Passado o susto, ela liga para a uma amiga, apavorada, que se a encontrassem morta, ela estaria assistindo um programa de tevê ruim. Comigo era bem provável, já que sou uma viciada e assisto qualquer coisa, principalmente durante as refeições, para ter a ilusão que não estou almoçando sozinha.

Esse mundo conectado é mesmo uma loucura, né?

Já me decidi pelo WordPress. Pretendo mudar o blog depois que eu voltar de férias. O Rodrigo embarcou na minha e já está de casa nova. Ele conseguiu, inclusive, importar o blog antigo inteirinho. Fiquei super empolgada com isso. Mas quando tentei, descobri que era somente para quem estava usando o blogger antigo e eu já tinha migrado para o novo.

Resolvi escrever para o suporte do WordPress, e aí que eu digo que esse mundo conectado é louco. Escrevi em português, dando de ombros, achei que nem receberia resposta.

E hoje recebi, em inglês, e entendi (usei um tradutor online só para confirmar):

Hi,

Currently only if you are using the old Blogger. The new Blogger importer is coming soon.
— — — —

Barry @ WordPress.com

Então, logo estarei de casa nova. E daqui há um tempinho, vou conseguir levar todas as minhas malas junto.

Ontem saímos. Primeira parada: Santíssimo. Já descoberto, estava lotado e com fila. Resolvemos voltar e ir até o Entreato, que fazia tempo que não freqüentávamos e deveria ter perdido o status de estar na moda para o primeiro.

Estava cheio, mas ainda tinha uma mesinha. Logo começou a música ao vivo: Horizontes, Amigo Punk, Vento Negro… todas acompanhadas em coro pela galera. Até um Morena Tropicana entrou aí no meio. Eu e o Rodrigo fomos transportados para nossos tempos de grupos de jovens, cada um no seu, em que cantávamos essas músicas numa roda de violão no maior clima de amizade. Bons tempos que marcaram nossa adolescência e nossa personalidade.

Eu valorizo essas pequenas coisas. De repente, num bar, por causa da música, tu tens boas lembranças e todos estão num clima de confraternização.

Terminei de ler A vida como ela é, de Nelson Rodrigues. Ganhei do námor essa coletânea lançada no ano passado pela editora Agir. Eu só tinha lido um dos volumes de A Vida …, da coleção da Companhia das Letras, que foi se esgotando. Essa nova tem 100 crônicas, escolhidas pelo próprio Nelson Rodrigues. Agora já me dou por satisfeita, já que ler todas será impossível e tenho também os DVDs.

Gostei muito dessa edição. Bonita e moderna, mesmo fazendo referências à arte dos anos 50. Se bem que tem alguns errinhos de digitação. E na mesma coleção saiu também O Casamento, que já anda nas gôndolas de lançamentos das livrarias.

Fui ver no sábado Mais estranho que a ficção. É um filme bom. Mas esperava que fosse mais viajandão.

Para mim é descabida a comparação com os filmes do Charles Kaufman, o roteirista de Adaptação, Quero Ser John Malkovich e o melhor deles Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças.

E vendo as matérias sobre cinema que tem saído nos programas sobre cultura, acho que não dá para escapar de Diamante de Sangue e Os Infiltrados .

Mesmo sabendo o final de seus protagonistas, que ontem duas colegas contaram. Tá, pode exultar quem acha que eu entrego final de filme. Mas eu nunca disse quem morre no final. Eu só faço comentários, muitos até reproduzindo apenas o que li sobre o filme, antes de ver. Mas com a minha fama, nem consigo me defender. Taí, minha defesa.

Pois é, temporada pré-Oscar sempre pipocam muitos filmes!!!

Começam a chover vários filmes interessantes nas salas de cinema!

Quero ver:

Mais estranho que a ficção (foto acima)

Babel

Ato Terrorista

Pelo menos o primeiro já está em cartaz em Porto Alegre!

Arrumaram a NET, depois de uma semana. Hoje liguei para pedir ressarcimento dos dias que fiquei sem o serviço e o sistema estava fora.

Perdi 5h da vida de Jack Bauer. Vou ter que me atualizar com alguém.

Aqui no blog ando devagar. Estou arrumando o computador e quero ver se coloco uma banda larga em casa, para poder postar fotos melhor, entrar na onda Youtube… Enfim, dar uma incrementada por aqui e em toda a minha vida virtual, como álbum de fotos, limpar os spams do orkut, entrar no msn (deve fazer uns seis meses que não uso! o que prova essa lista aqui).

Isso se eu não mudar de casa. Já andei lá pelas bandas do WordPress. Farei testes e vamos ver se vai rolar. Alguém tem alguma opinião sobre?

Esqueçam tudo o que eu disse. Bati o carro hoje!

Na verdade, amassei a lateral encostando num carro parado na maldita fila dupla para entrar no estacionamento da empresa. Novamente foi só no meu (o outro só arranhou um pouquinho o pára-choque, mas estava estacionado na rua, nem sei de quem é), não aconteceu nada comigo. Mas mais do que otimista incorrigível, preciso ser realista e desta vez não admito! Rateie total.

Fui dirigindo sozinha até a praia, pela primeira vez, neste final de semana. Já tinha conduzido até o Litoral Norte uma vez e voltado outra, mas acompanhada dos meus avós. Sem rádio, meditei, rezei e controlei o acelerador entre 90/100 km/h durante 1h50min na ida e entre 100/110 km/h na volta que durou 1h35min.

Tentei cantar no trajeto, mas me distraía demais e pisava fundo. Foi quando na ida cheguei pela primeira vez a 110km e achei que era melhor maneirar.

Para me desencorajar, em Porto Alegre próximo a primeira perimetral levei duas buzinadas, coisa que não acontecia mais. Evidente que eram os apressadinhos de plantão. Não coloquei um só pneu na pista da esquera, fui pelo meio e quando tinha alguém muito lento, para não ficar na cola eu ia para a direita e ultrapassava com segurança.

Com o ponteirinho tremendo no 100, quando eu passava por caminhões, o carro sacudia todo. Foi tudo tranqüilo, exceto por dois que trocaram de pista colados em mim e pela irritação que me dá o cara que fica dando sinal para esquerda quando ele já está na pista da esquerda!

Minha habilitação venceu hoje. Cinco anos, mas só há 9 meses me considero motorista.

Lembro que na época que comecei a dirigir, diariamente eu vivia um tormento. Cada vez que chegava em casa, ficava me punindo pelas rateadas e a preocupação se estendia até o dia seguinte, quando eu ia sair novamente com o carro. Aquilo martelava na minha cabeça, dia e noite. E se pudesse saia de ônibus e deixava o carro em casa. Na época eu pensava que talvez nunca chegasse o dia, que como hoje, eu subo no carro para qualquer voltinha e até para viajar, de forma natural. Lembro da minha perna tremer descontroladamente quando eu tirava o carro da garagem e de eu ir implorando que Deus me ajudasse todas as noites quando eu saia do trabalho e mal sabia andar pela Capital.

Claro que ainda, manobrar e estacionar, sempre que possível peço aos outros. Mas já me superei bastante e algumas coisas ainda é só charme para ganhar mordomias.

Falei tanto no Jack Bauer e agora não posso assistir os episódios.

Ontem cheguei em casa e a tevê não ligava. Resolvi tirar da tomada do decodificador da NET e ligou. Porém, nada de sinal da tv a cabo. Liguei para a central de relacionamentos (?) da NET e depois de mofar esperando, nada de resolver e visitas só para sábado. Como vou para praia no findi, ficou só para terça o conserto.

Conformada em perder a série, resolvi ligar o DVD para assistir Sex and City enquanto comia alguma coisa (só como sozinha em frente a televisão). Saiu som e nada de imagem. Li manual, mexi e remexi e nada! Espero que não tenha a ver com a chuva. Desta vez nem luz faltou lá em casa. Espero que seja apenas problema de cabo pra lá e pra cá que não consegui entender. E ainda tenho esperança de chegar em casa e tudo ter voltado ao normal.

E reforço, como já vi muitas reclamações por aí, a NET é mesmo uma droga!

Segunda, hora de voltar de Capão da Canoa para Porto Alegre, abraçada no námor, comecei a cantar:

Eu sinto a falta de você
Me sinto só

E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta
É triste.

(Palpite, Vanessa Rangel)

A canção surgiu de algum lugar do meu subconsciente, onde estava guardada durante anos… Pelo menos dar um pulinho em Capão no fim de semana é possível, diferente de encontrá-lo no Oriente Médio!

Constações sobre Jack Bauer:

Ele é grosso, insensível e mulherengo.
Mesmo assim a mulherada suspira por ele!

Boa hora para relembrar essas pérolas: Fatos sobre Jack Bauer

Depois de um ano aguardando, começa hoje na tevê aberta, a 5ª temporada de 24 Horas.

Para quem é fã do Jack Bauer, deve saber o que é esperar ansiosamente pelo último episódio de cada temporada. Quando ele termina eu dou um soco no ar e digo: “puta que pariu!”, pois fico com uma vontade imensa de continuar olhando, porque depois de 24 dias com finais de episódios que te deixam de boca aberta, o último sempre consegue ser matador.

E para quem não tem uma assinatura de tevê a cabo que contemple a Fox, aí só resta tentar deixar a curiosidade de lado, driblar para não ouvir o comentário de quem a acompanha no canal pago e esperar, esperar…

Mas hoje começa, como está nessa matéria aqui:

23:59:29
Pi. Pi. Pi.

(Ainda vou trabalhar escrevendo para os sites de entretenimento da Globo).

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