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No quesito cabelo sou uma pessoa conservadora. Até não tenho problema em mudar de corte, mas nunca pintei e sempre uso o mesmo xampú e condicionador. Quando uso outro por motivo de força maior (estar fora de casa sem minha necessaire) sinto meu cabelo diferente! As mulheres talvez me entendam… ele fica com outra consistência, outro peso…

Então sempre uso o Elsève para cabelos normais ou cabelos normais que ficam oleosos ao longo do dia. Pois estava no Makro atacado acompanhando meu pai e resolvi comprar o que tinha avulso e estava faltando em casa (num atacado não é bem um lugar muito apropriado para quem mora sozinha). Aí na área de higiene pessoal encontrei várias coisinhas bem mais baratas, como meu sabonete preferido em todos os aromas – às vezes é difícil encontrá-lo no supermercado, e xampú, que estava precisando. Comprei o de cabelos normais e não tinha nenhum dos condicionadores que costumo usar. E então começou uma saga. Não encontrei na farmácia, no segundo supermercado que busquei é que me dei conta: havia uma fileira de alto a baixo da prateleira só de condicionadores da marca Elsève: para cabelos coloridos ou com mechas, cabelos desidratados, armados e difíciei de controlar, cabelos médios a longos, opacos e sem energia (nutri-gloss!), cabelos secos, rebeldes e difícil de disciplinar, cabelos cacheados, cabelos expostos ao sol, vento, mar e piscina, liss intense… e nada para cabelo normal! Só fui encontrar no quinto estabelecimento que procurei e já estava espremendo o tubo em casa, tendo que tirar a tampa para pegar o restinho do condicionador.

Como eu tinha dito num post em setembro de 2004, estou ficando ultrapassada… até gosto de coisas diferentes, mas assim como não pinto os cabelos, não tenho tatuagem, não coloco piercing, enfim, nem falso, não consigo ser outra coisa ou parecer aquilo que não sou. E vivas as diferenças! Chegamos a um tempo em que ser normal também é ser diferente.

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Bem, como tinha dito aqui, uma das tarefas do curso online que estou fazendo era criar um blog. E então, meu segundo blog é o Jornalismo 2.0. Ainda não postei por lá, nem personalizei a barra, mas quem se interessa pelo assunto, pode acompanhar nossas discussões do curso. Quero ver se depois continuo mantendo para colocar o que encontrar de interessante por aí sobre o assunto.

Esses dias, conversando com meus colegas de trabalhos que são estudandes ainda, me diziam que tinham pensando em colocar a música do TV Colosso nesse vídeo. Aí começamos a cantar: “ele é um colosso, eu não largo o osso…” e um deles dispara:

– Fernanda, tu era criança nessa época?

Não contente em me sentir uma velha com essa, outras meninas estavam comentando sobre modas passadas e aqueles absurdos que usamos na adolescência, perguntei se elas pegaram a época do redley com fita taipe, me olharam incrédulas. Nem sabiam o que era isso!!!!

O tempo passa… logo, logo os 30 batem a porta… já tá batendo nas pessoas a minha volta.

(Resolvi pesquisar agora e descobri que eu tinha 12 anos quando começou o TV Colosso e 15 quando terminou… é eu não era mais criança, estava entrando na adolescência e já trabalhava quando ainda o programa se passava!)

Eu estou ficando velha 1

A outra coisa boa do fim do fim de semana e do começo da semana foi o show do Jorge Drexler. Desde que li que ele faria um show em Porto Alegre por R$ 20, marquei na agenda para não perder o dia da venda de ingressos. Mas deu confusão, tinha gente mais disposta que eu a conseguí-los, madrugaram para isso e nem tentei. Também porque o show seria numa segunda-feira e não poderia ir com quem queria. Depois veio a notícia da sessão extra e a venda de ingressos foi na sexta, um dia complicado para mim, que tinha um importante assunto de saúde e família. Não demorou e os ingressos acabaram também. Tudo parecia estar perdido até o telefonema que recebi na madrugada de domingo: estávamos convidados para o show! Saltei um gritinho de alegria. Enfim, no final da noite deste domingo passei mais de duas horas ao som eclético e a voz doce de Jorge Drexler. Embalada por suas poesias em forma de música e das lembranças de quando comecei a ouvir suas canções e descobrir suas letras alrededor de um ano. E o melhor, pude compartilhar com quem as palavras das músicas faziam sentido e com quem eu queria compartilhar essa minha nova descoberta musical que há tempos eu tinha mas não dava atenção.

Ao vivo é mais fácil de compreender suas letras, Jorge é fofo e tem um certo charme ao colocar e tirar os óculos conforme precisa ler algumas letras. E é versátil, sozinho, num banquinho com um violão, ele consegue fazer vários sons e até ecoar suas própria voz e a nossa na platéia. Tem seus amigos de sons bizzaros e engraçados, mas tudo só aumenta o encanto da poesia que toca no nosso coração. Faltou cantar uma das músicas que eu gosto, mas tudo bem, ele deixou que fizéssemos um pedido e não usei minha voz. Mas a principal, que retrata melhor os novos tempos se fez presente entre nós (Todo se Trasnforma), e acho que poderei publicar um post que deixei guardado e achei que não poderia publicar dedicado a quem o inspirou. Um post que tinha a letra de Me Haces Bien, também do Jorge, que não figurou nesta noite, mas em vários momentos nos últimos seis meses.

Tu beso se hizo calor,
Luego el calor, movimiento,
Luego gota de sudor
Que se hizo vapor, luego viento
Que en un rincón de la rioja
Movió el aspa de un molino
Mientras se pisaba el vino
Que bebió tu boca roja.

Tu boca roja en la mía,
La copa que gira en mi mano,
Y mientras el vino caía
Supe que de algún lejano
Rincón de otra galaxia,
El amor que me darías,
Transformado, volvería
Un día a darte las gracias.

Cada uno da lo que recibe
Y luego recibe lo que da,
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde,
Todo se transforma.

Uma das coisas boas é que neste domingo, comecinho da semana, fiquei sabendo que fui selecionada para o curso à distância Jornalismo 2.0 do Knigth Center for Journalism, da University Of Texas At Austin. Dos 180 inscritos, estou entre os 30 que cursarão. Comigo, alguns colegas e ex-colegas de trabalho que durante um mês vamos aprender e compartilhar sobre esse novo jeito de fazer jornalismo. Ops, vi que a primeira aula já foi disponibilizada… Talvez isso me deixe ausente aqui por mais um tempinho… Mas devo produzir em outro blog para o curso. Enfim, espero não me afastar mais tanto aqui do exquisio…

A semana terminou com um saldo bem positivo, e começou com outros mais ainda. Voltarei para minha rotina e como a semana começou bem, bem eu conto em seguida…

Depois de uma semana envolvida pelo menos 12h com trabalho e cursos do trabalho, esta semana continuei trabalhando a tarde, fiquei uns dias sem internet por uma besteira, várias preocupações na cabeça… e ainda invento umas bobagens no meio do caminho… e a vida tá mais parada que esse blog aqui. Não consigo começar nada, adoro rotina e não consigo mais ter uma… e isso está me chateando, e muito. Minha única esperança é que eu possa voltar para o horário de trabalho que estava fazendo, ainda que muitas e muitas vezes tenha que mudar.

Como o teste para saber quem é você em Sex and the City que a Camila recomendou não está mais no ar, procurei no google e encontrei um da revista Quem.

Fiz e adivinhem quem eu seria? Não preciso falar, né? Só que o mais engraçado, todos os outros empataram, pois claro, levo um pouco das quatro!

Esse empate aconteceu quando fiz o teste do Lost também.

E você, é quem? Faz lá e me conta!

 

Dia 6 de junho, às 21h eu estava lá, na sala do cinema, mais ansiosa do que nunca para ver Sex and the City – O Filme. E só esperei até esse horário porque Mr. Big fez questão de me levar. E foi bom, assim enquanto fiquei na fila ele comprou as pipocas, porque o ingresso eu já tinha comprado antecipado. E para isso serviam os homens, a maioria a contragosto, que estavam na sessão.

Achei que o trailer não mostrasse realmente o filme. Não, não, Big não podia ter feito aquilo. Eu queria ver o casamento na biblioteca, ainda daria tempo, afinal ele se deu conta da besteira,  mas claro, já não teria o mesmo encanto. Por que tinha que ser assim?

Eu me identifico com a Carrie quando ela folga em si mesma, dizendo que usou até um pássaro na cabeça e ele não pode descer do carro, depois de dez anos. Às vezes também sinto que faço tanto e o mínimo que quero de volta não tenho. Mas será que não somos nós só pensando na gente? Ela se deu conta que a coisa toda ficou maior que eles.

Enfim, as coisas acontecem como tem que ser. Perdoar é difícil, muito, deixar de repassar pela cabeça mil vezes aquilo que nos fizeram não é fácil… Mas quando quem a gente ama está ali, não se importanto com mais nada além de ter você, não há razão e o coração esquece rápido. A Carrie fez isso várias vezes com o Big, se deu mal, mas ainda bem que ela arriscou mais uma para ter seu final feliz, só com aquela grife que não sai de moda.

Na quinta passada assisti ao filme novamente. Claro, assim como já vi reprises e mais reprises dos episódios, tenho que ver o filme muitas vezes. Como ganhei a trilha, revistei as cenas com as músicas excelentes. Em princípio, não me agradou que o filme tenha estética de filme. Relembrando coisas para quem não viu a série (azar de quem perdeu), acostumada com os episódios, que duram poucos, parece que as piadas são demais e algumas coisas para agradar o grande público. Mas enfim, é muito bom ficar duas horas e meia com as quatro, sem aquela impressão de que logo vai terminar. Foi bom tê-las de volta, chorar com elas e principalmente, ver o final feliz da Carrie e Mr. Big.

A história da redecoração do apê também tem a ver com o meu momento, tô perto dos 30, espero não chegar aos 40 para ter uma “casa de adulto”. Mas dá pena saber que logo depois ela vai deixar tudo aquilo.

Em uma reportagem que saiu no dia da estréia do filme dizia que a assistente dela não teria feito falta no filme. Discordo, pois antes, tendo a obrigação de escrever a coluna, seus escritos e pensamentos eram seus interlocutores. Sem ter que escrever todos os dias, ela ficaria falando sozinha para que soubéssemos o que está se passando? As quatro já não se encontram mais com a mesma freqüencia de antes… e eu queria ser sua assistente!

Figurino

Adorei a meia!!

Tirando o vestido da flor gigante, amei o figurino. Em Gramado fiquei com vontade de comprar aquelas meias xadrez para usar com saia e vestido. Não só bolsas, mas carteiras são minhas novas meninas dos olhos. Não curto muito essas sandálias estilo romana, embora até tenha uma mais ou menos que vou poder usar mais agora, mas tenho uma quedinha pelas bootsandal. E adoro os vestidos balonês “fofinhos” e aqueles vestidos que parecem levar  armação embaixo. Adorei os vestidos do ensaio de noiva, usaria o do Oscar de la Renta, aquele curtinho que não lembro de quem é e até o da Vivienne Westwood. Não achei nada de mau gosto, só o penteado, o que ela usou no ensaio fotográfico estava muito melhor. E claro, mesmo que eu tivesse um guarda-roupas daqueles, só em NY para circular com tanto estilo! Mas é como a Paola falou nesse vídeo, a Carrie não é do tipo mulherão, mas ela se valoriza, usando coisas diferentes e isso de certa forma estimulou mulheres no mundo inteiro e eu me sinto assim, procuro às vezes usar algo diferente, ser mais fashion… só falta as grifes!

 Mesmo não sendo fã de noiva

O homem certo, o vestido certo e o penteado certo!!! Agora acho que acabou de vez, né? Poderia ter um filme parte II… Queria ver eles morando naquela cobertura incrível, será que conseguiram ficar com ela? Finalmente os dois viajando juntos, pois na primeira viagem que fariam a Carrie terminou com ele pela primeira vez na porta de casa e com as malas prontas. Em Paris, ele só a buscou… enfim me resta comprar as temporadas da série que ainda não tenho, o livro de fotos sobre o filme, o roteiro de viagem Sex and the City para quando for a Nova York e o DVD do filme quando estiver à venda. Alguém sabe de mais algum produto? Ah! Quero ler as cartas de amor de grande homens e um dia ouvir:

“Para sempre teu, para sempre meu. Para sempre nosso”…

ou qualquer outro voto do grande homem que conquistou meu coração para sempre.

 

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