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Ando com vontade de relatar coisas do meu cotidiano aqui. Desacostumei mesmo a morar sozinha, ou o mais provável é que estou passando muito tempo em casa, e nem é que esteja me sentindo sozinha, mas estou de novo na fase do “Socorro não estou sentindo nada”, sabe, como na poesia de Alice Ruiz. E isso, invariavelmente, me afasta de pessoas com quem eu poderia estar dividindo meus dias.

Pois bem, hoje começou o vestibular da UFRGS que estou prestando para História da Arte. Fazer vestibular 11 anos depois da primeira vez merece um post com várias observações que deixarei para o final, embora algumas tenha colocado no meu twitter.

Na terça eu vou encontro Orientação Dharma – O Culto a Lost acompanhando uma amiga. Nem estava muito ligada nesse tipo de evento e olho Lost sem fazer divagações ou análises, mas acho que vai ser interessante. Se alguém que me ler for, se apresente por favor!

Nunca pensei que eu gostasse tanto de praia! Não sei se é o calor que parece sempre pior a cada ano, o fato de estar quase todo mundo lá, de familiares a amigos e até as melhores festas, mas queria não ter voltado. Me arrependi de não ter escolhido prestar o vestibular lá. Mas pelo menos a noitada de sexta, na Porto vazia, rendeu. Estava cheia e boa como sempre. O pilequinho meu e de uma amiga nos garantiu muita diversão dançando e conheci pessoas. Só não pude usar meu status de vip porque não tinha fila… aí já era pedir demais. Mas isso já foi o suficiente para me aquietar no sábado de noite. Até quarta, é vestibular. Embora não tenha estudado, pelo menos dormir cedo para não perder o horário é meu compromisso.

E passei a ouvir Lady Gaga. Sei que é faísca atrasada, mas gente, o que é esse clipe de Paparazzi?

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Depois de passar uma semana com a família antes do Natal e quase duas semanas na praia, hoje cheguei a conclusão que meio que desacostumei a morar sozinha. Pela primeira vez não tive aquela vontade de “estar só eu no meu canto fazendo minhas coisas”. Talvez eu já esteja me preparando para uma nova fase que vem por aí.

É madrugada de quinta-feira, volto hoje para Porto Alegre e vamos ver como vou me sentir. Já estou lamentando as festas que vou deixar de fazer no fim de semana, a cantoria na varanda, o chimarrão no final da tarde e as conversas na rede… Sem falar no banho de mar que ainda não tomei este ano, o agito na areia, as pedaladas no calçadão a beira-mar, os banhos de piscina e a brisa que bate aqui.

Mas ainda tenho o dia de hoje para aproveitar. Espero que o sol apareça mais cedo e eu levante mais cedo do que nos últimos dois dias.

2009 termina de um jeito bem especial para mim, pois o novo ano que começa será diferente, não só porque é um ano novo. É o primeiro fim de ano com expectativas de grandes mudanças. E em 2009 já foi o ano em que tudo mudou.

Minha vida começou de um jeito e terminou diferente em todos os setores: amor, trabalho… e um  novo e importante capítulo se abriu: amigos. Não que eu não os tivesse antes e esses continuam na minha vida, porém conquistei novas e importantes amizades responsáveis pelos momentos mais divertidos desse ano. As gurias foram fundamentais para a minha “virada”.

Eu achava que sabia viver bem comigo mesma, mas só agora me sinto assim. Porque não é só sozinha em casa se aturando que a gente percebe isso. Mas também na diversão e se ocupando com as “tuas coisas”, como diria meu psicólogo. Depois de cinco anos na terapia, finalmente aprendi a me ocupar com as “minhas coisas” e não ficar em função do outro. Acho que por isso que posso dizer que vivi bastante coisas nesse 2009. Eu achava que ter alguém do meu lado e amar já era o suficiente para estar vivendo. Não é.

Foi o ano em que fui na academia com regularidade, passei a encarar a terapia com regularidade, voltei a me divertir dançando, tomei meu primeiro cosmopolitan e o ano em que cheguei a conclusão de que eu sofri muito nos relacionamentos, mas o que veio nesses intervalos… ahhhh ainda que fugazes valeram muito a pena, que o digam os franceses!

Foi o ano em que o twitter passou a fazer parte do meu cotidiano e com isso eu também me divirto e conto não só o que estou fazendo, mas agora, o que está acontecendo na minha vida. Meu apê ganhou cara nova e durante a reforma eu voltei a morar com o meu pai, VINTE ANOS depois. E minha mãe perdeu o pai dela e eu vi que não devo repetir o mesmo erro com o meu. Passei um feriadão na praia, minha melhor amiga se casou, derramei menos lágrimas, o blog sofreu uma ameaça de processo. Meu irmão teve uma convulsão e foi internado, negligência que nem relatei por aqui, mas o pior foi o susto de viver o pavor de estar com ele em hospitais novamente. Mas melhor nem falar do que é ruim.

A bicicleta, o presente que me dei no Natal passado, só estou aproveitando agora quando estou tendo o melhor fim de ano em anos!

Desde que sei onde ficou o passado, não vejo problemas em olhar para trás. Afinal é isso que nos faz não repetir erros no futuro. E em um ano repleto de coisas boas, tenho mais é que brindar não só o novo ano que começa, mas também agradecer por tudo que aconteceu em 2009 que me trouxe até aqui!

Não vou fazer listas e resoluções de ano novo. Como adoro boas surpresas, meu único objetivo é ir e deixar a vida me surpreender em 2010.

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Cadeia alimentar da balada

Uma noite dessas conheci um xará que tinha uma teoria que na balada as pessoas agem como os animais quando querem atrair o sexo oposto. Dançam, balançam os braços, assim como as aves batem as asas e os leões exibem sua juba.

Pois identifiquei também um outro comportamento semelhante ao dos animais. Trata-se dos amigos feios do cara bonito. Eles estabelecem uma relação conhecida na cadeia alimentar como comensalismo.

A definição para o termo é: associação em que um indivíduo aproveita restos de alimentares do outro, sem prejudicá-lo. É o que acontece entre tubarão e rêmoras. O pequeno peixe fica grudado no grande predador dos mares aprveitando as sobras desse que está no topo da cadeia.

Intensivo de nigth

Ir numa festa no sábado e na segunda ainda mal poder andar de dor na panturrilha de tanto pular e dançar. Mesmo que você tenha jogado os sapatos de salto altíssimos ao lado da mesa do DJ logo que  chegou na pista. E olha que nem fui na cama elástica que fiquei sabendo que tinha por lá…

E estar ficando velha é… pensar nesse post e esquecer na hora que foi postar e só lembrar dele quando se levantou porque a panturrilha doeu.

Update: continuou doendo na terça…

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