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André Lima (dos vestidos maravilhosos) com Adriane Galisteu e Naomi Campbell

André Lima (dos vestidos maravilhosos) com Adriane Galisteu e Naomi Campbell

Um desfile de moda é uma coleção de tipos: pessoas querendo impressionar, pessoas fashions que se sentem em casa, gente saindo do armário e outras querendo entrar para dentro dele. É a fauna e a flora: a fina flor da temporada e até gatos e cachorros no colo de pré-madames, mas que a julgar pela a mãe ao lado vão mesmo evoluir para peruas.

Algumas pessoas exageram tanto que não parecem tiradas de uma passarela ou capa de revistas, elas simplesmentes ficam artificiais. Há lugares para pessoas muito esquisitas, com estilo, é claro. Mas por ora é tanta tendência em cima de uma criatura só que não parece manequim, mas aquele cabide no quarto onde a gente vai jogando uma roupa em cima da outra.

Não sou muito entendida, é verdade. Sou antenada, só não dá para perceber muito porque falta verba mesmo. Mas quem entende estava lá elegantemente sem parecer ícone, no sentido amplo da palavra. E a própria passarela, que mostra roupas de lojas ao alcance dos mortais, é bem mais minimalista, com roupas que se usa para ir ao trabalho todos os dias (pelo menos no que eu assisti). E claro que passarela sim é para mostrar tendências, o exagero e a criatividade servem para isso, não para fantasiar ninguém sob o código de fashion.

Os modelitos projetados por estudantes de moda são muito mal acabados. É assim mesmo? Essa gente não sabe costurar ou foi a costureira que não conseguiu fazer o que estava deslumbrante no desenho? Mas com os profissionais isso não acontece… ou é o jogo de luz da passarela?

Moda pode ser arte, pode ser código, passa e volta. Estilo e atitude, ainda que dos mais simples, não é qualquer um que consegue sustentar, geralmente eles não estão nos modelos, mas nos estilistas em seu pretinho básico.

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Eu só fiquei sabendo que esse vestido existia há pouco tempo atrás, quando o Yves Saint Laurent morreu. E adorei! Queria ter uma roupa com a estampa de um dos quadros de um dos meus pintores preferidos! O vestido é simples, assim como as obras de Mondrian. Mas é na simplicidade de suas obras e no seu rigor formal que está a sua grandiosidade. Daí lembrei de postar isso depois que vi a coluna do Xico Gonçalves no último Donna que ele fala justamente sobre estilistas que usam a arte como inspiração.

Ironicamente nunca tive nenhuma aula de História da Arte sobre Piet Mondrian, ou porque não peguei seu período, ou por que foi alguma aula que tive que faltar.

Além do vestido, também queria ter uma estante inspirado na obra do artista, como foi feito na embaixada dos Países Baixos que saiu numa matéria do Casa&Cia uma vez.

Fui comentar sobre O Livro dos Abraços, do Galeano, lá no Usina e descobri que essa mania aqui tem um adendo:

O marcador que veio da loja, dentro deixo do livro, marcando algo que gosto ou na página que ele estava antes de eu chegar ao fim da leitura.

Eu já tinha visto no blog da Fernanda Zaffari e fiquei curiosa para ver se eu ficaria com jeito de pin-up. Depois do desafio da Lu, tenho que postar o resultado aqui. Olha só como eu seria em diversos anos que gostaria de ter vivido: 

Tentei com umas três fotos, mas é difícil encontrar uma que encaixe perfeitamente, principalmente por causa da franja, que de um jeito ou outro, eu sempre tenho nas fotos e tem essa manchas, mas enfim dá para ter uma idéia.

E no caso dos anos 70, quatro anos fazem diferença, hein?

Quer te ver com um visu black power, clica aqui

Fui ver o tal cinema 3D. Primeiro foi o susto na bilheteria: 40 reais por duas entradas. Não sei que tipo de ingenuidade eu tenho que me fez pensar que essa novidade não custaria mais que a entrada para um filme normal.

Assisti U2 3D e parece que se está no palco e às vezes na platéia. Se a tela fosse até um pouco mais para baixo, a sensação de estar dentro seria maior. O Bono fica tão perto que dá para ver seus cabelos ensebados e o suor escorrendo-lhe pescoço abaixo. A ponto de refutar essa teoria aqui. É difícil não perder a noção e querer tentar tocar, tanto que aguns davam gritinhos e falavam adjetivos para a banda

Levantei o óculos, que apesar do preço, é devolvido no final, e é como se eu estivesse sem os meus óculos, fica tudo meio borrado.

Enfim, rever o show do Vertigo dessa maneira só fez eu me arrenpender mais ainda de não estar lá e de preferência, bem pertinho do palco!

Andei numa maré de azar aqui em casa: estragou o computador, o dvd, o telefone e a câmera digital. Sem contar que passei um fim de semana na Serra e liguei o secador na voltagem errada.

Pois bem, de todos esses itens, o único que precisei mandar arrumar foi o dvd. Todas as outras coisas sobreviveram. Tá, o computador estragou, voltou a funcionou e parou de funcionar e resolvi trocar, ainda que o problema era só a placa de vídeo.

Depois foi o telefone sem fio. De quebra galho voltei a usar o telefone velho que funcionava, só que não tocava. Já estava ficando irritada com a situação quando, antes de sair e comprar um telefone novo, resolvi ver se não era a bateria. Não encontrei nenhuma compatível até que um dia “bip”, voltou a funcionar e está até hoje.

O secador, apesar de ter como trocar a voltagem e por isso eu ter levado na viagem, na hora liguei direto e só me dei conta quando senti o cheiro de queimado. Pensei que só assim eu criava vergonha e comprava um secador decente, pois esse eu paguei 19 reias no supermercado. Dias depois resolvi ligar em casa e o danado está funcionando até hoje.

Pois bem, fim de semana passado peguei minha câmera digital, que já anda meio temperamental, não coordenando o botão com o que aparece na tela, e simpliemente dava uma mensagem pedindo para desligar e a lente não voltava. Ontem fiz mais uma tentativa e eis que ela estava como antes, funcionando normalmente… Que coisa.

 

a melhor coisa do frio, se não a única!

Vinho: a melhor coisa do frio, se não a única!

Uma das coisas que me faz ser uma mulher de 20 poucos anos com atributos de 30 é saber escolher um vinho. Não sou do tipo enochata, mas vou além do tinco seco ou suave (ah sim, meus preferidos são os tintos).

Beber vinho tem um pequeno ritual, pelo menos em restaurantes, e isso mostra um pouco do avanço ou não dos tempos que vivemos: o garçom envolve a garrafa com um guardanapo, abre o vinho, oferece a rolha e passa para o homem provar. Pois é, para o homem! Uma atitude bem conservadora. Porém, esses tempos uma garçonete perguntou quem provaria, se eu ou o namorado. Pela primeira vez isso aconteceu e para mim é a atitude mais correta.

Outro dia só perguntaram se eu provaria porque ele tinha ido ao banheiro… Mas no último fim de semana recebi a pergunta mais antiquada que já ouvi: a moça vai beber vinho? E era o garçom mais atrapalhado que já vi. O guardanapo era curto e ele não conseguia prender em volta da garrafa. Depois de várias tentativas, se irritou e se afastou. Quando voltou virou a garrafa para servir sem ter aberto! Aí depois de, enfim tirar o rótulo e sacar a rolha, ele serviu e levou a rolha embora. Fiquei sem essa para minha coleção… e era de uma data especial!  

Compartilhando algumas experiências com vinho

Sou muito mais de um Merlot a um Cabernet Sauvignon. E amo Carménère, que é exclusivo do Chile, e agora, dando uma pesquisada para o post descobri que já foi confundido com o Merlot e só um exame de DNA comprovou a diferença, vai ver por isso gosto mais desses dois. Malbec, Shiraz e Tannat para mim são muito incorpados, mas gosto também, não suporto vinhos adocicados. Tomo com freqüência algumas marcas, mas escolhendo um chileno e um argentino é sempre boa escolha e as diferenças de preços são pequenas em relação aos nacionais.

Claro que num restaurante não é preciso entender muito de vinho para escolher, com os preços custando três vezes mais do que no supermercado, fique com o mais barato, mas de novo, às vezes por dois ou três reais vale mais a pena um importado do que um nacional.

E vinho é tão bom que o bom mesmo é estar sempre experimentando!

E como diz uma das minhas toerias preferidas, a de número 43:

Que o que não seja leve,
O vinho leve.

E qual o seu vinho ou bebida preferida? Aceito dicas de vinho branco e espumantes…

Como dizem, é viciante. Entrei no twitter. É uma boa para fazer aquele comentário sobre algo que está passando na tevê e se está sozinha em casa.

Entra lá e siga-me! www.twitter.com/fernandasouza

* aproveitei a noite de atualizações para baixar o google chrome. Tô vendo qual é ainda. Sou acomodada tecnologicamente, windows e internet explorer, já vem prontinho, mas também sou fã do Google.

Abri mais um capítulo no meu caderno de História da Arte. Achei que esse semestre teria que parar de vez por causa do horário de trabalho, eu já tinha desistido de História da Arte Brasileira e foi um drible para ir até o final do semestre passado de Vanguardas Históricas. Mas abriu uma turma no turno da noite e enfim seria desde o “começo”. Iniciou com o Renascimento. Uma chatice, confesso, não sou muito dessa arte acadêmica, mas com certeza o dia que for à Itália, vai ser muito bom conhecer melhor. E indo do começo, aos poucos chego nos modernos e enfim estudo numa seqüência cronológica.

Hoje enquanto pedalava de língua de fora e suava de calor e de constrangimento pensei com os cardaços do tênis: não há situação mais humilhante e frágil do que um sedentário começando uma atividade física. Senti-me com 80 anos, o fôlego engasgando minha respiração na boca do esôfago, a língua para fora torta e as pernas inchando como se fossem toras de madeira. Cinco minutos pareciam uma eternidade, e dei graças por chegar 20min atrasadas na aula, eu não aguentaria uma hora de RPM, buscaria a Ecco Salva que eu via passando lá na Érico.

Do alto dos meus 27 anos eu me perguntava: como é que eu fui ficar assim? Começou nas aulas de educação física na escola, em que a minha única maratona era dar um jeito de garantir a presença e escapar dos exercícios. Repassei na mente todas as vezes que entrei numa academia. Desde a natação que foi onde mais persisti (talvez porque a língua de fora não ficasse visível e eu podia flutuar na água enquanto não sentia as pernas) até a musculação que nunca passou de um mês, de pagamento, não de freqüência. Na última vez investi na bicicleta, até a terceira aula, quando fui direto do trabalho, depois das 20h, só com o almoço e esqueci da água, quase tive um treco e por sorte não voei da bicicleta quando o pedal soltou e eu estava em pé neles.

Mas agora estou convicta, irei na academia nem que seja para andar na esteira. Comecei na sexta, com todo aquele frio e chuva. 30 min de esteira e (só) 200 calorias. Depois fiz uma avaliação para entrar num programa para pessoas que como eu não conseguem ir em frente: face2face. É só 30 minutinhos de musculação e mais 30min de esteira, por exemplo. Não deu para começar hoje, porque a aula de RPM acabou com  minhas pernas. Bem que tentei, mas o professor me mandou descansar. Tudo bem, amanhã vou de novo, neste caso, devagar e sempre é melhor opção.

Eu consegui parar de pensar, e me tornei bem mais feliz por isso. Mas não é algo de que a gente consiga se livrar facilmente, e de vez em quando alguns pensamentos rondam minha mente.

Na verdade são reflexões que sabotam os pensamentos ilusórios com os quais me ocupo. É saudável, mas é difícil saber a medida. Na verdade preciso deixar de ter ilusões disfarçadas de sonhos. Sonho é o que acontece quando a gente não pensa e é por isso que só parece real quando a gente está dormindo.

Como eu disse no post que linkei ali em cima: “O que está mais certo é primeiro eu pensar em mim. E depois parar de pensar.” Bem, está na hora de fazer o ciclo novamente.

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