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Vou guardar a data de hoje. O dia em que fez 10 anos da morte da Princesa Diana. Há 10 anos atrás, Amélie Poulain ao ver essa notícia deixou cair a tampa do seu vidro de perfume, descobriu uma caixinha de brinquedos de um antigo morador de seu apartamento em Montmartre e decidiu que se Dominique Bretodeau se emocionasse quando encontrasse suas reminiscências ela iria se imiscuir na vida das pessoas e a vida lhe retribui com o seu Nino.

Há alguns dias atrás eu estava desiludida com esse fabuloso destino. Será que o Nino soube retribuir e valorizar o amor da Amélie? Mas resolvi virar o jogo e pensar nos sonhos que escolhi para mim. Até agora fiquei dormindo, esperando o príncipe vir me acordar e ir viver comigo meus planos. Mas não tem cavalo branco, nem olhos azuis e os cabelos da cor do trigal. E a vida não nos dá a chance de dormir cem anos para esquecer…

Hoje marca o dia em que comecei a traçar um sonho. Levaram meu anão de jardim e então me dei conta! É só o rascunho do plano de conhecer o lugar onde Amélie viveu seu fabuloso destino e Diana encontrou o fim da sua vida de princesa, tudo porque deixou um sapo atravessar seu caminho.

Terei um recanto em Poitiers, às margens do Rio Clain, e é bom aproveitar a oportunidade. E aí os planos começam a se agigantar. O segredo é não ficar esperando para o dia em que der para fazer tudo, mas começar a pôr em prática. Vou começar recortando, colando, montando esse sonho até ver o traço ganhar contornos de realidade.

Mãos à obra!

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Andei sumida esta semana… muito, muito trabalho. Mas está muito, muito legal.

Tenho ficado pouco tempo em casa por conta disso e das outras atividades que tenho. E isso tem sido bom, o trabalho sempre foi antídoto universal para esquecer as coisas tristes, mas não tem sido válvula de escape, porque estou realmente motivada nessa nova etapa da minha profissão.

É um dos melhores momentos da minha vida. Vou aproveitá-lo pois sei que vai valer a pena para sempre, ao contrário de outras coisas que são efêmeras e que não 231.gifadianta querer manter sozinha, pois não dependem só de mim. Mas daqui um tempo, quando eu olhar para trás, vou ter certeza de que fiz tudo para dar certo, que eu tentei e não desperdicei algo que talvez nunca mais tenha, não da maneira forte e permanente como agora parece ser. 

No fundo, eu espero um dia vir a perceber que tudo foi um equívoco e que a vida me dará a chance novamente de viver essa condição única e eterna chamada amor.

coisas mínimas

dol32.jpgFoi o melhor show da minha vida!

Eu fiquei bem pertinho do palco, de frente para o microfone da Dolores O’ Riordan! Ela chegou arrebentando com Zombie. Depois emendou uma música do novo disco e tocou mais uma das antigas. E assim foi o show todo. Que voz, que olhos! Ela é muito fofa. Tem sonoridade na voz ora doce, ora agressiva. Canta muito.

Na primeira parte do espetáculo, ela entrou com esse casaco aí. Tava meio durona. Mas ao mesmo tempo eu via ela se mexendo conforme a música, como eu costumo fazer, nuns movimentos que parecem sem sentido para o corpo, mas que acompanham a melodia e as batidas. E cantei com ela, fazendo todos os laráaas que sei de cor de cantar junto com o CD. Emocionante. Aí começaram a pedir Linger. E prontamente ela atendeu. Pensei que não ia agüentar. Essa é uma das poucas músicas que me fazem parar. Quase chorei. Filmei um pedacinho e curti o resto. A emoção era tanta que poucas lágrimas vieram. E ainda pulamos ao som de Animal Instinct.

dol1.jpgPoderosa, já tinha tomado conta de todos e então deixou o palco por alguns instantes. Seus músicos, sendo dois cabeludos meio bizarros, ficaram animando a galera. E ela voltou, com as tatuagens a mostra e com uma blusa que tinha o recorte de uma teia de aranha nas costas. Um arraso! E Dolores arrasou mais uma vez. Fez a gente sacudir e cantar tanto que eu cheguei a perder o folêgo em  I Can´t Be With You. Ela pulou no palco, mostrou uma presença que estivera escondida por trás do violão e da flauta. Ela literalmente saiu do casaco, virou roqueira e cantou umas do único CD que não tenho como Salvation, Free To Decide, When You´re Gone, mas super conhecidas. As músicas novas, já estavam misturadas ao repertório de tal maneira que eu nem diferenciava mais. Todo mundo ali era fã do Cranberries e ela não decepcionou. Nem sei se chegou a cantar todas as novas, e pra quem achava que Linger e Dreams já valia a pena, eu pagava de novo para ir no show.

Depois do bis programado, ela voltou com Ode to my family e o pessoal na minha frente encheu balões vermelhos, o que a surpreendeu. Tem músicas que ouvindo no disco nem dá para acreditar que embalou o público, mas é que ao vivo elas ganharam uma roupagem nova e mais embalada. Foi show, show, show! Citei as músicas de cabeça, tentei checar em casa mas foi se embaralhando tudo.

Quando ela cantou Dreams, o clima era de festa. E aí o sonho acabou… mas realizei um sonho de adolescente e é o tipo de coisa que nunca mais. Foi só essa vez. Acho que nem indo à Irlanda…

Olha a distância que eu estava sem o zoom

Mulher aranha!

Hoje foi um dos dias mais tristes da minha vida, se não o mais. Morreu alguém que eu amava muito. De certa forma eu também descobri que tinha morrido. A pior morte que tem, desse jeito aqui que o Oscar Wilde falou. Acabou-se a esperança, que é a última coisa que se tira de alguém, principalmente quando lhe dá um sopro dela.

Fico com Camões: Onde esperança falta, lá me esconde

Eu não acredito mais no amor, eu não acredito mais nas pessoas. Eu não acredito que as pessoas dêem valor para as coisas que eu dou e que fazem parte da minha essência. Eu não quero ficar sozinha, por um ato egoísta, e quer saber, os outros também são e não estou preocupada se alguém vai sofrer por isso… estúpida, não vê que é só tu que se preocupa tanto assim?

Mas eu tinha o show da Dolores O’ Riordan para ir. Enxuguei as lágrimas, abafei os gritos de dor e prometi que não derramaria mais nenhuma gota. E assim foi.

Eu viajei pouco, fiz poucos amigos
Sorri, mas também chorei muito
Amei e essa palavra sempre se associou a outras mais tristes
Ou eram sinônimos e ninguém me avisou
Me entreguei muito no pouco que fiz 
Não é tempo de pensar se houve arrependimentos ou não

Em 26 anos eu ainda estou esperando a vida bater na minha porta.

If you, if you could return
Don’t let it burn, don’t let it fade
I’m sure I’m not being rude
But it’s just your attitude
It’s tearing me apart It’s ruining everything
I swore, I swore I would be true
And honey so did you
So why were you holding her hand
Is that the way we stand
Were you lying all the time
Was it just a game to you

But I’m in so deep
You know I’m such a fool for you
You got me wrapped around your finger
Do you have to let it linger
Do you have to, do you have to,
Do you have to let it linger
Oh, I thought the world of you
I thought nothing could go wrong
But I was wrong, but I was wrong

If you, if you could get by
Trying not to lie
Things wouldn’t be so confused
And I wouldn’t feel so used
But you always really knew
I just wanna be with you

(Linger, The Cranberries – tá no set list do show da Dolores O’riordan e eu já estou chorando agora)

E não é que o Zeca Baleiro também vai fazer show em Porto Alegre? Meus cantores preferidos e de senso nem tão comum estão aparecendo. Dessa vez tenho que ir! Já perdi três shows dele. Vai ser no dia 5 de setembro, no Opinião.

E não é só um show, o Zeca quer botar a gauchada para arrastar pé ao lado de músicos daqui que vão dividir o palco com ele.

A vontade de não perder mais um show do maranhense tem que me fazer ir a cata de um par, ou será que dá para levar uma vassoura? Bom, depois de ter comprado ingresso de pista para o show da Dolores O’ Riordan sem saber de mais ninguém que iria, só me resta torcer para conseguir sair do trabalho a tempo de botar o esqueleto para dançar nesse baile!

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Olha o Zeca aí, parece que está dizendo:
“Quero ver todo mundo com o pé que é um leque”

“A arte de viver supõe antes de tudo alguma vocação para o desencontro entre o que fomos e o que somos.”

Da coluna do Liberato Vieira da Cunha no Segundo Caderno de ZH desta terça.

  

Você, macio e só
Você, perdido e solitário
Você, estranho como anjos
Dançando nos oceanos mais profundos
Girando na água
Você é como um sonho
Você é como um sonho

Devo ter estado adormecido por dias
E mexendo os lábios pra respirar o nome dele
Eu abri meus olhos
E me encontrei sozinho sozinho
Sozinho sobre um mar furioso
Que roubou o único garoto que amei
E o afogou dentro de mim

(Just Like Heaven, Katie Melua – do filme E se fosse verdade)

Depois de não conseguir ouvir mais que 30s na last.fm, até conseguir baixar essa música “escutei” o vídeo um zilhão de vezes. Mas assistí-lo também vale a pena.

Comprei hoje meu ingresso para o show da Dolores O’ Riordan!

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Eu gravei um seleção de músicas do Cranberries para escutar no carro, e aí fiquei recordando como foi que eu conheci a banda. Tudo começou com a música Linger, que era tema dos personagens Lisa (Andréa Beltrão) e Téo (Maurício Mattar), na novela A Viagem. Guria que não sabia nada de música lá pelos idos de 94 (e ainda sei muito pouco), ficava sonhando com a canção, até que vi um clip na MTV e anotei o nome da banda. Depois comecei a participar daquele clube do CD da Abril, se não me engano. Era assim, comprava-se pela primeira vez três CDs bem baratinhos, depois tinha-se o compromisso de comprar pelo menos seis em um ano, pelo preço de mercado. Foi assim que adquiri  No Need to Argue (o meu preferido, mas ainda sem Linger),  Everybody Else Is Doing It, So Why Can’t We? (aí sim, com a música que me faz parar e Dreams, do filme Mensagem para Você) e  Bury The Hatchet (que acho que foi um dos últimos inéditos). 

Durante anos me perguntei o que significava Cranberries. Sem encontrar em dicionários, na era pré-googleana era quase impossível. Até que anos depois, conversando com o Fábio, resolvemos pesquisar no oráculo e descobrimos que tinha a ver com a frutinha cranberry, típica da ilha irlandesa.

Bem, e agora irei ouvir essa voz de perto, com sorte, bem de perto, pois meu ingresso é para a pista. E também vou conhecer o novo teatro da cidade.

Mais alguém vai?

Não dá para acreditar que tem gente que prefere ficar piscando os faróis ao invés de usar o freio!

Com essa de sair pelas 18h do trabalho, sempre tenho algum lugar para ir. Terça atravessei a Ipiranga e vivi a experiência de trancar um cruzamento! Ainda bem que não foi desse jeito.

Mas isso está me tornando uma motorista melhor, tenho aprendido com essas experiências. E olha que esse nosso rushizinho tem me deixado cansada. Não consigo imaginar como deve ser dirigir por São Paulo. Só de ler no blog da Lu me sinto cansada.

O filme dos Simpsons está entrando em cartaz. Embora goste dessa família louca, não acompanho muito o desenho, mas entrei na onda e olha eu aí. Roubei da Ane

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Simpsonize-se

Enquanto escrevia o post abaixo, apareceu na tv uma propaganda do show que a Dolores O’ Riordan, do Cranberries, vai fazer em Porto Alegre no dia 26. Quase tive um troço! Gritei o título do post. Meu sonho sempre foi ver o Cranberries!!! Nunca fui muito de ir a shows, sempre avalio o custo x prazer que me proporcionaria, mas essa banda era exceção. Ela vem sozinha, mas ela é a voz do grupo. Preciso comprar o CD, os ingressos… ainda bem que não estou trabalhando aos domingos!!!

22h10min. Meu celular toca. Um número estranho. Atendo. Do outro lado minha amigona Gi. Essa gaúcha corajosa que se aventurou lá para Alta Floresta e agora está na capital do Mato Grosso. O sotaque é de longe o da nossa Porto Alegre. A Gi virou uma mulher da mata!

O motivo da ligação, uma proposta que mudaria minha vida radicalmente, tanto quanto mudou a dela. Ir trabalhar com comunicação na área ambiental láaaa onde ela está. Fiquei surpresa, disse não logo de cara, mas fiquei feliz por ela ter lembrado de mim. A Gi é dessas pessoas que em pouco tempo se torna família, e tenho certeza que me sentiria muito acolhida lá. Ela já sabia o que eu responderia, mas ligou mesmo assim, porque como eu acredita naquilo que sente e vai que… se fosse há um tempinho atrás, acho até que eu era capaz de considerar a proposta. A gente sempre tem aquelas vontades de fugir, fugir, largar tudo e fugir. Mas diante disso fiquei pensando o quanto sou urbana, corporativa, blergh! Espero um dia na vida largar tudo isso para cima e enfiar o pé na mata. E lá não tem inverno, foi o argumento dela.

Em pensar que estive nesse show. Saudade… muita saudade. Dessas de apertar o peito até faltar o ar.

Eu não lembro da última vez que fiz um happy hour, muito menos numa sexta-feira, que era o dia que eu mais trabalhava. Ao invés de sair pelas 23h, saía pelas 2h. Com essa mudança de horário no trabalho, deu para tomar um chopp ontem no final da tarde no Natalício, um desses botecos que estão em alta. Comida farta e bebida gelada. Só faltava ser verão.

paris-eu-te-amo06.jpgParis, Je T’Aime é formado por diversos curtas com histórias de amor de todo o tipo na cidade-luz.  Queria ter visto mais Paris no filme e algumas histórias não me agradaram muito. Tem coisas inverossímeis: algumas fofas, outras bizarras. Mas tem histórias para rir, para chorar e para cutucar a  vida da gente.

“Se a deixar partir morrerá. E a morte do coração é a morte mais horrível que existe.” É Oscar Wilde, dando conselhos para um homem que acabou de brigar com a noiva no Cemitério do Père-Lachaise, em frente ao seu túmulo. Morrer no coração de alguém é a morte mais horrível que existe e me pergunto se não estou morrendo um pouco todos os dias…

E o curta de Faubourg Saint-Denis conta a história de uma atriz que namora um rapaz cego (foto): mostra todo o relacionamento deles rapidinho, bem como a gente vê tudo quando  existe um rompimento. Ele entendeu mal, também queria que eu estivesse escutado errado.

Chorei com a história da Places de Fetes, curta que tem a música mais linda do filme. Dizem que nunca é tarde. Mas a gente não sabe. Sempre pode ser tarde para um café com alguém.

A carteira americana na 14th arrondissement mostrou algo que há um ano e cinco meses eu descobri: não quero ficar só. Talvez até vá a Paris sozinha e quando ver a cidade do alto, sinta o mesmo que ela, aquela vontade de ter com quem compartilhar um momento que nos tira o folêgo. Espero pelo menos ir a Paris numa idade onde eu ainda tenha expectativas de me apaixonar e não só pela cidade ou ela por mim.

*Escrevendo o post é que descobri que nem precisava ir ao cinema, já que tem os vídeos no youtube. Quem não viu o filme, assista alguns que vale a pena. Além dos que citei acima, também gostei do que se passa em Parc Monceau

Fui ao cinema ontem. Assisti Paris, te amo (falerei dele no próximo post). Não teve pipoca, mas uma tortinha de castanha. Delícia!

Fiquei olhando os CDs de trilhas que tem para vender no Guion e prestei bastante atenção neles para me livrar de uma abordagem ruim e insistente. Tinha CDs de vários filmes que gosto, até de Sexo com Amor. Mas como são caros! Nunca tinha visto tantos juntos e com a etiqueta ali. A maioria em torno de R$ 70. E advinha se não me apaixonei por duas canções do filme que assisti? A gente sai do cinema querendo escutar aquela música mil vezes. Mas elas nunca são muito acessíveis…

E na lista de próxima ida ao cinema: A Vida Secreta das Palavras. Pelo trailler parece bom e o elenco é ótimo.

No episódio All or Nothing, da terceira temporada de Sex and the City, Samantha dá uma festinha para as amigas em seu novo apartamento e brinda: “Nós temos bons empregos, bons apartamentos, amigas e sexo” E grita na janela: “Manhatan, nós temos tudo”. As falas estão entre aspas mas foram mais ou menos assim.

Depois ela pega uma gripe e nenhum dos homens com quem transou pode ajudá-la. Desesperada ela confessa: “Se não temos um homem que nos ama, não temos nada”. Claro que depois ela vai dizer que isso foi um delírio, do contrário não seria Samantha. Charlotte diz que só se sente feliz agora que tem alguém com quem compartilhar tudo que tem…

É redundante dizer que me identifico com a série. Atualmente, fui obrigada a estar mais para Samantha que Charlotte, e como tudo tem ido muito bem, o brinde dela serve para mim também.

Está é me faltando Manhatan! Mesmo assim: tin tin

Minha nova mania.

Voltando ao meio online. Preciso me atualizar sobre os novos brinquedinhos do mundo virtual.

Eu vi o Luciano Huck de perto. Não que eu quisesse, embora goste dele, mas resolvi passear no shopping justamente ontem. Quase desisti, pois só tinha vaga naquele estacionamento minhoca, no terceiro andar do Praia de Belas, e lá eu não subo. Tentei a outra entrada e novamente quando chegou a minha vez fui impedida de entrar no subsolo.

Resolvi ir embora e até eu conseguir entrar na rua liberaram a passagem. Aí resolvi voltar. Esperei a fila passar, tive que dar ré no meio dos carros, enfim, muito mais trabalhoso que ter subido os três andares. 

Achei que lá dentro seria difícil estacionar, mas não foi. Se tivesse olhado melhor poderia até conseguir vaga a moda Fernanda. Quando o lugar da frente está livre eu avanço e depois posso sair sem precisar usar a ré. Só não troquei de lugar porque pensei no trabalho dobrado que sempre tenho por causa dessas manias…

Bom, o Luciano estava falando para uma galera bem heterogênea. Só vi ele nas passadas que dei por perto do palco e quando desci para ir embora – a escada rolante passava pertinho.

Ah, o título é porque vindo para o trabalho durante o dia consigo ter uma vida mais normal… só que não vai durar muito.

Tenho tido uma rotina muito diferente nos últimos dias. Estou indo trabalhar durante o dia, descobri o rush, e que nem sempre o caminho de casa utilizado à noite é o mais indicado no final do dia.

Treinamentos, novos desafios no trabalho e novas experiências. Está sendo muito legal.

Em breve volto full time, pois com a mudança no sistema de cobrança dos telefones, me obriguei a colocar banda larga em casa, só que tá difícil achar um espaço na agenda para instalação.

http://www.etsy.com/shop.php?user_id=991Outra coisa simples que me faz ver que cresci e até que estou mesmo é ficando velha, é o uso de meias.

Quando eu era adolescente, lembro do meu pai e da minha vó dizendo: “vai botar umas meias guria”. Inverno, eu deitada no sofá com os pés descobertos e nem aí. A peça, para mim,só servia para calçar os tênis, porque nessa época eu só usava tênis.

Hoje, nesses frios, não consigo ficar em casa sem meias, mesmo enrolada no cobertor, e as uso até para dormir. Parece que os pés não esquentam mais como antigamente.

Vejo meus avós, com 80 e poucos anos precisando cada vez mais de meias grossas e meias de lã para esquentar os pés e se as minha soquetes ainda dão conta do recado é porque não envelheci tanto, mas que o peso desses anos já caíram sobre meus frios pés, ah caíram.

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