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Desde 1999 na faculdade e finalmente me formo hoje!!!!!!!!!!!

Já estou de férias, mas só agora de malas prontas para ir para a praia e se tudo der certo, para Santa Catarina.

Volto dia 13 de fevereiro. Não deixem de me visitar virtualmente!

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Depois da crítica que fiz da minha profissão, parece que ela conseguiu mudar alguma coisa. Eu me indigno há anos com essas convocações extraordinárias e o custo que elas representam aos cofres públicos.E tenho certeza que não sou a única, se não é que faço parte de uma maioria.

Mas como sou filha da democracia, a minha indignação é silenciosa. E além do mais, como muitos, sou daquelas que não acredita que em política alguma coisa possa mudar. É soltar umas palavras de contrvérsia e ficar por isso mesmo.

Mas este ano, pós-crise mensalão, a coisa mudou de figura. A imprensa resolveu não só dar as mesmas notícias de sempre, de que os parlamentares não votaram nada durante o ano todo e agora fazem convocações extras sendo bem pagos por isso, como também começou a divulgar a lista dos políticos que recusaram o montante. Jogade de marketing desses deputados em ano eleitoral, mas além do dinheiro voltar, acabou culminando com o fim do salário extra.

O deputado Alberto Fraga (PFL-DF), que votou contra o requerimento de urgência, revoltou-se. Segundo ele a votação do fim do pagamento dos salários extras só ocorreu porque o Congresso foi “pressionado” pela imprensa. E ele está certo, mesmo os jornais dizendo que ocorreu por pressão popular. O povo não fez pressão nenhuma. Este é um dos exemplos de que o jornalismo informa para transformar. E eu já nem estava mais acreditando nisto.

E lendo as páginas vermelhas da revista TPM a entrevistada, Dagmar Garroux, fundadora da ONG Casa do Zezinho, diz que a mídia é a única coisa que funciona neste país. E de certo forma é mesmo.

Eu sou menos gorda que a Bridget Jones.
Menos loira.
Pago menos mico desde que decidi ser uma jornalista não-repórter.
Tenho pais um pouco menos complicados.
As coisas que só acontecem comigo, só acontecem às vezes, trapalhadas também é de vez em quando.
Mas mesmo assim eu não estou no páreo para alguns Daniel Cleaver e principalmente para os Mark Darcy…

Sábado a noite assisti ao final do filme Engraçadinha. Uma produção de 1981, ano em que nasci, com a Lucélia Santos no papel título. Ela não convenceu. Alessandra Negrini fez o papel mil vezes melhor. Muito menos o Sílvio, vivido pelo Luiz Fernando Guimarães, 24 anos mais novo e loiro. Mas já naquela época ele não podia ser levado a sério, embora tentasse em sua atuação. Quando ele diz que entre “homem e mulher não há perversão possível”, está tão decorado que perde todo o sentido rodrigueano. Já o Cláudio Corrêa e Castro dá um show fazendo o discurso no enterro do Dr. Arnaldo: “Amantes nunca as teve!”.

Mas a minha surpresa maior foi ver o ator que interpretava o Zózimo, noivo repugnante da Engraçadinha: Daniel Dantas!!!! Que eu pude ver 24 anos mais novo.

Na minissérie feita pela Globo em 1995 este papel foi vivido pelo Pedro Paulo Rangel. O anti-herói, no filme, simplesmente é o meu galã!

Não agüento mais acordar no inferno!

A vida é uma sucessão de posts.
Alguns impublicáveis.

Eu não sei explicar esta atração. Mas acho o Daniel Dantas muito fofo!

Já que hoje é sexta-feira 13

E desta vez não foi só o primeiro dia do mês que caiu no primeiro dia da semana, também foi no primeiro dia do ano.

Será que a bruxa vai estar solta hoje?

Almocei no shopping hoje na companhia de Nelson Rodrigues. Fiquei pensando que amante é uma palavra pouco usada hoje. Ninguém mais tem amantes, têm-se casos. E amante é uma palavra tão bonita. Significa aquele que ama. Bem melhor que esposa, marido ou cônjuge. Amante vem do latim amans,antis ‘que ama’. Já esposa no diacronismo antigo siginifca algemas.

A verdade é que as amantes sempre figuraram como as mais lascivas. E as esposas as recatadas. Ora, até porque se mostrasse muita voluptuosidade o marido poderia achar que não tinha contraindo laços com uma mulher honesta. E esse estereótipo até hoje é reforçado na literatura e no cinema. Ontem mesmo assisti ao filme Perdas e Danos e isto fica evidente.

Mas as relações estão bem mudadas hoje. Se faz sexo não só antes do casamento, como também antes do namoro. E ter caso não é privilégio dos comprometidos. Solteiros também os têm. Caso é o sexo sem amor, é o sexo sem compromisso. Amantes não, estes se amavam como bem diz a palavra. E as mulheres podem ser, sem dores de cabeças, esposas e amantes ao mesmo tempo. Tanto melhor se assim forem.

E por que, mesmo com todas as mudanças, ainda existe a traição?

Porque, como diria Nelson, “a fidelidade devia ser uma virtude facultativa”.

Meu domingo de folga foi frustrado. Queria muito ir à Redenção, pois desde que mudei de emprego, trabalho aos domingos, o que me fez ficar na “redaça” (como bem usou um amigo) ao invés de ir para a Redença.

Pois bem, tomei o ônibus até o Parque Farroupilha já quando as primeiras nuvens encobriram o sol. No caminho, notei pela janela do coletivo elas se organizando em massa e cercando a cidade.

Quando desci o vento levou minhas esperanças de aproveitar para deitar no gramado e ficar lendo um livro ou tomar chimarrão com um amigo. Atravessei o brique, enquanto o pessoal recolhia suas mercadorias, porque este era o único caminho de voltar para casa.

Entrei no ônibus quando os primeiros pingos desciam ao asfalto. Em alguns pontos o veículo parecia surfar num mar de ondas. Desci e quis apressar o passo, mas meus pés escorregavam na sandália. Com o corpo encolhido e a cabeça baixa fui subindo a lomba até minha casa. Então resolvi olhar para cima e aproveitar o banho de chuva, como estavam fazendo as crianças e como eu já fizera quando era uma. Até porque me veio na cabeça aquela música da novela Carrossel “…como é bom ser criança…”
Aproveitei a água escorrendo no meu corpo e me refrescando do calor que até pouco nos castigava. Afinal quem está na chuva é para se molhar.

Olha só que legal. Neste site você coloca sua foto, ele scaneia seu rosto e mostra com que celebridades você se parece. Roubei do Adri

O resultado é surpreendete. Olha os meus aí embaixo:

Apareceram também Elvis Costello, Kajol, Rupert Murdoch. Só pode ser por causa do óculos!

Com uma outra foto, que é uma das minha preferidas a coisa muda de figura. Algumas até bem generosas!

Quando a Neve Campbell fez o filme Pânico todo mundo me chamada de Sidney. Eu tinha o cabelo curto e era parecida mesmo. Já a minha mãe, desde que passou a usar os cabelos curtos é a cara da Lizza Minnelli. Vai ver que por isso ela aparece no resultado. Eu até recortei da Folha de S. Paulo uma vez uma foto da Lizza, a mãe colocou a mostra lá em casa e quem chega sempre acha que é uma foto dela.

É só clicar nas imagens para ver ampliado.

Minha rotina mudou de novo, por isso não escrevi mais aqui no blog.
Estou trabalhando de manhã.

Acho que minha vida seria perfeita se sempre durante o horário de verão eu trabalhasse de dia e no resto do tempo a noite.

Estou lendo O Anjo Pornográfico – A Vida de Nelson Rodrigues, do Ruy Castro, e como ainda estou no início, a infância e a juventude do mestre é permeada pela história de sua família, principalmente na figura do pai Mário Rodrigues e a história da imprensa nacional também.

É fascinante. Acho que no fundo nasci para este tipo de jornalismo. Hoje em dia prefiro ser diagramadora, lidar com a comunicação visual, pois não acho graça em escrever amenidades. Me acomodei pois o nosso jornalismo é acomodado, mas pelo menos não faço parte do cerne da questão, não escrevo dizendo que informo para transformar quando na verdade a imprensa voltou a reproduzir os gabinetes (como na época de Ernersto Cony Filho) já que a reportagem não tem mais foco principal. É um movimento circular, mas que no fundo, anda para trás.

Mas ainda sim gosto da minha profissão. Só não tenho mais a utopia de que transformamos a sociedade e para o bem dela trabalhamos.

Um papa em busca de sua própria imagem

Qual delas?

By Stuck in Sac

By Yaroley

Fim da história? Ou o eterno começo de tudo?

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