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Since I’ve come home

Well, my body’s been a mess

And I miss your ginger hair (en fait, tes long cheveux bruns)

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Adoro o Zeca romântico, adoro a poesia do Zeca, seja de amor ou de crueza. A solidão de quase todo o álbum Baladas do Asfalto & Outros Blues que me fez companhia numa fase que eu estava  so alone e quis ir para  Babylon… au revoir ralé.

Adoro a originalidade de Bienal, o escracho de Samba do Approach. Quantas vezes suspirei por alguém de que eu não sabia Quase Nada e quantos Bichos de Sete Cabeças se criaram.

E quantas não foram as incontáveis vezes que quis ir no show dele, opa, contáveis, tá aqui no blog. Só consegui vê-lo uma vez, no Bailão do Baleiro, não teve o brilho de sua trajetória musical, mas foi divertido…

… mas nesta sexta eu vou! Finalmente, vou ver um show inteirinho, dessa vez não será proibido para mim

Mas tudo começou com essa música aqui, adoro esse havy metal debochado das guitarras com o regionalismo nordestino das cordas do violão:

O primeiro amor não é importante.

Importante mesmo é o último.

Est celle qui restera toujours avec nous…

A inspiração desta teoria, que não deve ser nada original, veio enquanto escutava Berry no show que assisti hoje em Porto Alegre… Acho que foi durante La Chanson D’Hélène.

Quase desisti de ir pois não consegui companhia. Ainda bem que fui, adorei o show, ela é très sympathique. E muito engraçado, no final, enquanto aplaudiamos de pé, um dos músicos sacou uma câmera fotográfica e começou a nos filmar. Não sei se fiquei mais surpresa por ser alguém do palco filmando a platéia e não o contrário, ou se por ser um francês fazendo isso. Que coisa, pas français, tava mais para coisa de brasileiro!

Melodias doces, uma voz linda na língua mais linda do mundo e dois violões. Fui longe com suas canções, mais precisamente para a França, rencontre avec mon coeur est toujours là…

http://www.dailymotion.com/swf/video/x6xjnu?theme=none
Berry & Daniel Darc – la chanson d’hélène por zecharlieez

http://mediaservices.myspace.com/services/media/embed.aspx/m=9171852,t=1,mt=video

Pourrais-je vous croire un moment
Mon ami, mon amant
Serais-je vous laisser le temps
De dompter mes tourments
De temps que je me souvienne
Premier pas, première peine
J’ai surement connu d’autres joies
D’autre toi dont je ne me rappelle pas

Nous nous reverrons je crois
Peut être une autre fois
Nous nous reverrons j’espère
Mais ce soir nous en resterons là

(Inutile)

“Eh petite fille on est jamais deux a partir”…

Da música Au Port, de Camille.

That love never lasts
And we’ve got to find other ways
To make it alone or keep a straight face
And I’ve always lived like this
Keeping a comfortable distance

And up until now I swored to myself
That I’m content with loneliness,
Because none of it was ever worth the risk

… but you are the only exception…

Engraçado, pensei no título do post e nem sei se essa expressão é correta em inglês. Coloquei no google e apareceu outra música da mesma banda, que eu acabo de descobrir…

Update: tá entro no myspace e o que descubro? Eles vão tocar no Brasil, várias cidades, vou descendo, descendo e bingo: Porto Alegre!

When the soundtrack of the movie became the soundtrack of your life. And Paris is also the scenario…

The music is perfect except about promises. Jesse also made no promises. Us, Celines, we use the moments as promises.

More about Before Sunset

 

L’amour toujours nous suit
L’amour toujours nous fuit
L’amour toujours nous détruit
Comme la pluie et l’oubli,
Comme des cris dans la nuit

J’aime prendre la route avec la bande sonore parfaite, très élevé. Ce que j’ai fait aujourd’hui

Sweet, sweet forever
I’ll comfort myself in my next life…

Foto que tirei em Saint-Germain-des-Prés, Paris, setembro de 2010

Paris, Regina Spektor

I could’ve settled down in Paris
But the man who came for me
Took me by the hand
And said it was time to leave
Margaret atwood, she could not stop him
Virginia woolf, she could not stop him
The truth is I wanted to go
He is all I know, he is all I know…

I got back home from Paris
And he told me what I’d done was wrong
And though his speech was rather long
I listened like an obedient child
The light was coming in through the windows
It was a most familiar type of night
How I loved every streetlight
And I wanted him to kiss me

Margaret atwood, she could not stop me
Virginia woolf, she could not stop me
The truth is I wanted to go
He is all I know, he is all I know…

Sweet, sweet forever
I’ll comfort myself in my next life…

He told me that he couldn’t live without me
And I told him the same thing too
And though we knew it wasn’t true
We both knew it wasn’t a lie
The light was coming in through the window
It was a most familiar type of night
How I loved every streetlight
And I wanted him to kiss me

Margaret atwood, she could not stop me
Virginia woolf, she could not stop me
The truth is I wanted to go
He is all I know, he is all I know…

Sweet, sweet forever

I’ll comfort myself in my next life…


Home

Another summer day
Has come and gone away
In Paris and Rome
But I wanna go home

Maybe surrounded by
So million people I
Still feel all alone
I just wanna go home
I miss you, you know

And I’ve been keeping all the letters that I wrote to you
In each one a line or two
“I’m fine baby, how are you?”
Well I would send them but I know that it’s just not enough
My words were cold and flat
And you deserve more than that

Another airplane
Another sunny place
I’m lucky I know
But I wanna go home
I’ve got to go home

Let me go home
I’m just too far
From where you are
I wanna come home

And I feel just like I’m living someone else’s life
It’s like I just stepped outside
When everything was going right
And I know just why you could not
Come along with me
Cause this was not your dream
But you always believed in me

Another winter day has come
and gone away
And in Paris and Rome
And I wanna go home
Let me go home
And I’m surrounded by
A million people
I Still feel alone
Let me go home
Oh, I miss you, you know

Let me go home
I’ve had my run
Baby, I’m done
I gotta go home

Let me go home
It all will be alright
I’ll be home tonight
I’m coming back home

(Composição: Michael Buble, David Foster, Bill Ross)

Eu assisti ao filme Il y a Longtemps que Jet’aime e me identifiquei muito com Juliette. Recomeçando a vida, sem se importar muito com ela ou tendo que ser muito paciente para suportar cada minuto, cada desafio, sem reclamar, tendo que aceitar o que é independente do que se quer. Mas o pior, não se quer nada, ou o que se quer não se pode ter de volta. E sobretudo, introspectiva, pois ninguém sabe o que se passa dentro de mim e eu não tenho nem vontade de extravasar. Coisas do tipo que não se podem explicar com palavras. Quero guardar em mim, pois essa é a única maneira de manter vivo algo que já foi. Et de souffrir pour ce qui est perdu.

E a música do filme, que dit tout!

Dis quand reviendras-tu?
(Jean-Louis Aubert)

Voilà combien de jours, voilà combien de nuits,
Voilà combien de temps que tu es reparti
Tu m’as dit: “Cette fois, c’est le dernier voyage”
Pour nos coeurs déchirés, c’est le dernier naufrage

Tu m’as dit : Au printemps, je serai de retour
Le printemps, c’est joli pour se parler d’amour
Nous irons voir ensemble les jardins refleuris
Et déambulerons dans les rues de Paris!”

Dis, quand reviendras-tu?
Dis, au moins le sais-tu
Que tout le temps qui passe
Ne se rattrape guère…
Que tout le temps perdu
Ne se rattrape plus!

Le printemps s’est enfui depuis longtemps déjà
Craquent les feuilles mortes, brûlent les feux de bois
À voir Paris si beau en cette fin d’automne
Soudain je m’alanguis, je rêve, je frissonne
Je tangue, je chavire, et comme la rengaine
Je vais, je viens, je vire, je tourne, je me traîne
Ton image me hante, je te parle tout bas
Et j’ai le mal d’amour, et j’ai le mal de toi

J’ai beau t’aimer encore, j’ai beau t’aimer toujours
J’ai beau n’aimer que toi, j’ai beau t’aimer d’amour

Si tu ne comprends pas qu’il te faut revenir
Je ferai de nous deux mes plus beaux souvenirs
Je reprendrai la route, le monde m’émerveille
J’irai me réchauffer à un autre soleil
Je ne suis pas de ceux qui meurent de chagrin
Je n’ai pas la vertu des femmes de marins

Depois de seis dias sozinha naquele modus operandi: dorme tarde, acorda tarde, hoje acordei mais cedo, fiquei lendo um pouco na cama com a janela aberta (adoro), tomei meu café da manhã tranquilamente e fiz várias coisas que rendem vários posts. Era feriado na França, 14 juillet, comemoração pela Queda da Bastilha, eu não tinha aula.

Assisti ao Fabuloso Destino de Amélie Poulain com um outro olhar, fui à praia, assisti Sex and the City 2 e assisti ao fogos de artíficio no Vieux-Port  em Marseille pela importante data nacional na França (comentei no meu twitter).

Hoje lembrei de levar meu mp3 para praia e a trilha não poderia ser melhor e mais mulherzinha: começou com Beatles e a música que disparou na minha cabeça quando cheguei a Liverpool e ficou comigo todo tempo lá: I need you (e não é à toa que era a primeira do play list). Depois veio U2 com All I want is youEverlasting Love. Julie Delpy com An Ocean ApartJe T’aime Tant. Jason Mraz & Colbie Caillate e a fofa Lucky. Michael Bublé com Everything. The Temper Trap e a doce Sweet DispositionHere comes your man, cantada pela Meaghan Smith, There is a light that never goes out, do The Smiths. As francesas Camille com Ta douleur e Anaïs com Mon Coeur, Mon Amour.

E por fim a música que me fez esquecer todo resto, era só eu, o sol,  o mar, e meus pezinhos remexendo a areia numa leve dança, porque eu não consigo ficar parada:

Essa música entrou para a lista daquelas que ouço mil vezes, como as citadas acima. Em Londres eu dançava nas escadas do tube, aqui danço na praia. A companhia da música foi bem melhor que da outra vez em que dormi no sol escaldante da Provence e quando acordei era um falatório em francês que bateu aquela sensação: quem sou? onde estou? onde está wally?

A prova da minha teoria, tá que eu posso ser meio desinformada, porque tô longe de entender qualquer coisa sobre música, mas esses dias fui surpreendida com a versão, ou melhor, a música original Helter Skelter, dos Beatles. Eu só conhecia a versão do U2.

Hoje escutando Sweet Disposition, me lembrei de como gosto da palavra surrender. Depois ouvi U2 e tenho a impressão de que eles usam muito em suas músicas também. Tem em pelo menos duas que já levam a palavra no título: Surrender and  Moment of Surrender.

Gosto da palavra e do conceito de “surrender”, porque eu sempre me entrego, me rendo… Na música do Temper Trap eu gosto desse trecho:

And while our bloods still young
It’s so young
It runs
And we won’t stop til it’s over
Won’t stop to surrender

This is the ideia!

Aí lembrei que o Nenhum de Nós usa muito a palavra estranho nas suas canções. Além da música Extraño, que versa sobre isso, também tem em “Desculpe estranho /Eu voltei mais puro do céu” (O Astronautas de Mármore), “Nada mais do que um caminho que se passa / Tão estranho pra quem fica… pra quem fica” (Jornais), “Chegando a lugares que de longe eu enxergava /Um estranho, encostado na parede mostrou os braços” (Eu Caminhava). Em Diga a Ela também tem essa palavra…

E tudo isso me fez lembrar de uma teoria antiga que tenho e acho que nunca postei: todas as músicas vem de Beatles ou Chico Buarque.

Claro, salve o meu exagero, mas já reparou quantas músicas vem desses aí? Seja a letra, regravações… Durante minha vida, desde criança, quando ia descobrindo as músicas, várias vezes me surpreendi ao saber que aquela música que eu gostava tanto cantada por alguém ou era dos Beatles ou do Chico… como diz o Michel Melamed num trecho que publiquei aqui: “por isso se acredito no futuro da humanidade é porque sempre haverá uma canção inédita dos beatles.”

(achei que já tinha escrito aqui sobre como tem música também com a expressão “me abraça e me beija”, “eu quero te beijar, te abraçar”, mas na verdade escrevi sobre várias músicas que fazem a pergunta Onde está você?. Também tem muitas com a expressão: close my eyes…)

There is a light that never goes out

… mine is lit!

Essa imagem me lembrou aquilo que o Paulo Coelho escreveu em Brida:

“As pessoas dão flores de presente porque nas flores está o verdadeiro sentido do amor: quem tentar possuir uma flor, verá a sua beleza murchar. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Porque ela combina com a tarde, com o pôr do Sol, com o cheiro da terra molhada e com as nuvens do horizonte”.

É nesta sexta!

Je suis de partir sur route du vent
Je suis la jeune fille aux cheveux blancs

Na quarta passada eu assisti novamente (500) Days of Summer, e sei lá, dessa vez achei ela meio filha da puta. Acho que é porque estou em outro momento agora, há uma luz que nunca se apaga…

Eu sempre amei trilhas de filmes. As músicas tem outro significado para mim depois que fazem parte de uma história. Com a facilidade de ter músicas hoje em dia, tenho as trilhas de todos filmes que gosto e quando revejo presto atenção nas cenas em que a música se encaixa. Adoro todas desse filme… You make my dreams uhuhuhu oh yeah!

Mas dessa vez prestei atenção na cena do elevador que ela destaca o seguinte trecho da música There is a light that never goes out, dos Smiths:

To die by your side, such a heavenly way to die

Já eu destaco essa:

I never never want go home
because I haven’t got one
anymore

E essa música tocou na festa da última sexta, que é assunto para outro post… a seu tempo.

Eu ganhei a trilha do filme Le Fabuleux Destin D’Amelie Poulain e o DivX  com o filme de um ex-colega de trabalho. Ouvi muito aquele cdzinho gravado especialmente para esta fã que não parava de cantarolar as valsas do Yann Tiersen durante as madrugadas no offline. Depois com tantos mp3s e para não arranhar o CD no carro, acabou que as músicas ficaram esquecidas na trilha dos meus dias.

Aí agora, ouvindo algumas coisas em francês e comentando no twitter, minha amiga Gi baixou várias músicas da França e mais outras que seus colegas franceses de ONG compartilharam com ela. Como eu não tinha baixado ainda o que andava descobrindo, antes dela partir carreguei meu pen drive com essas canções e mais uma pastinha com a trilha do filme em mp3. E essa semana voltei a ouvir, no fone de ouvido, antes de dormir, porque eu não estava na minha casa para colocar em alto e bom som. Tentei achar no blog se tinha algum motivo para eu ter desistido de querer dançar a Valse d’Amelie, que para mim significa isso aqui. Não encontrei uma razão aparente, mas fiquei feliz com alguns enganos. Como ter achado que meu fabuloso destino já estava completo porque eu tinha encontrado meu Nino Quincampoix. Não era, e nem deveria ser se era para ser daquele jeito. Eu ainda não dancei a Valse d’Amelie. J’espère que merveilleux.

Les projets que je fais
Presque sans trêve
Les beaux soirs ou l’espoir
Berce mon rêve

(trecho de Si Tu N’étais Pas La, da trilha do filme. A música que o ceguinho escuta em uma vitrola na estação de trem)

Os sonhos que criei
Quase sem dar trégua
A bela noite ou esperança
Balança o meu sonho


Tenho sido apresentada a diversos músicos franceses ou que estão na cena cultural da França. Ainda não tive tempo para me aprofundar em cada um deles. Essa semana estou ouvindo Camille. Ela é especialista em beat box e me identifiquei muito com suas letras.

Esta abaixo traduz o meu momento. É assim que me sinto, uma jovem, mas com experiência e partindo para viver coisas para as quais já sou considerada, peut-être, velha, alguém de cabelos brancos…

http://tipika.blogspot.com/

Je suis à l’age où l’on ne dort nulle part
Les seuls lits dont je rêve sont des quais de gare
J’ai loué un placard pour mes robes d’hiver
J’ai tué les parents

Oh je veux partir sur la seule route où il y a du vent
Je suis la jeune fille aux cheveux blancs

Mon amoureux dit qu’il ne me connaît pas
Il vit loin de tout, il vit trop loin de moi
Sur le plus haut volcan où l’amour est éteint
Il reviendra demain

Oh je veux partir sur la seule route où il y a du vent
Je suis la jeune fille aux cheveux blancs

Oh je veux partir sur la seule route où il y a du vent
Je suis la jeune fille aux cheveux blancs

Je suis la jeune fille aux cheveux blancs
Je suis la jeune fille aux cheveux blancs
Je suis la jeune fille aux cheveux blancs

http://tipika.blogspot.com/

Eu estou na idade em que a gente não dorme mais em qualquer lugar
Os únicos leitos nos quais eu sonho são plataformas de estações

Eu aluguei um armário para os meus vestidos de inverno
Eu assassinei os pais

Eu quero partir na única estrada onde tem o vento
Eu sou a jovem menina de cabelos brancos

O meu amor diz que não me conhece
Ele vive longe de tudo, ele vive longe demais de mim
No vulcão mais alto que o amor extingüiu
Ele retornará amanhã

Eu quero partir na única estrada onde tem o vento
Eu sou a jovem menina de cabelos brancos

Eu quero partir na única estrada onde tem o vento
Eu sou a jovem menina de cabelos brancos

Eu sou a jovem menina de cabelos brancos
Eu sou a jovem menina de cabelos brancos
Eu sou a jovem menina de cabelos brancos…

Teve uma época, logo que eu vim morar sozinha em Porto Alegre (bom vendo o post sobre isso foi dois anos depois que já estava morando aqui), que o meu hino e das minhas amigas era: Vou deixar, a vida me levar… agora é I Gotta Feeling. Na última semana, praticamente levei ao pé da letra o Party every day. De quinta a domingo foi uma maratona em que dormi umas 16h no total. Segunda dei uma parada estratégica, mas fiz uma faxina na casa que valeu por uma balada.

Fazendo uma retrospectiva, foi uma festa na quinta, regada a chopp e cosmpolitan. Na sexta, o dia mais especial, dancei muito sertanejo universitário, forró, funk, dance, de tudo. Me diverti horrores movida a caipira de morango, ceva e excelente companhia. Batata frita no café da manhã, umas 6h de sono e chimarrão no parque de aquecimento para um churras onde, além de ele ter preparado uma carne pra lá de especial, tomei vinho, cerveja, espumante, marguerita e absolut de frutas vermelhas. No domingo, para não perder o costume, uma jornada de 8h de trabalho, seguida de uma ida até São Leopoldo para um aniversário de família. Aí não teve jeito, um expresso bem forte foi o meu combustível. Um colega pediu para trocar de horário na segunda e lá fui eu trabalhar às 8h, saí mais cedo, faxinão em casa e fui deitar meio zonza. Na terça, cinema seguido de chopp.  Na quarta o aniversário da Maria, que fui já bem cansada, mas não podia deixar de estar ao lado dessa mais nova amiga que foi uma grata surpresa deste ano, assim como a Nessa, a Mônica, a Camila e a Janaína. E claro que a diversão estava garantida.

Foi uma semana em que recarreguei as pilhas  com muita diversão e carinho. E como alguém disse lá no twitter, quando eu não durmo, fico hiperativa…

Ufa! Cansei. Acho que depois de todo o estresse da outra semana, quando acordei com o susto de meu irmão estar no hospital, eu estava precisando desopilar.

E acho que essa montanha-russa também me ajuda a não pensar em coisas boas que de certa forma me assustam. É uma leve brisa que surgiu numa das noites mais divertidas de todas que antecedeu essa semana maluca. É uma brisa que pode se tornar aquele vento gostoso de chuva. Prefiro ir sentido o vento bater de leve e torcendo para que não seja nenhum vendaval desastroso ou um tornado devastador.

http://www.willekedeboer.web-log.nl/

Pelas ruas, flores e amigos,
Me encontram vestindo meu melhor sorriso,

Eu passei um tempo andando no escuro,
Procurando não achar as respostas,
Eu era a causa e a saída de tudo,
E eu cavei como um túnel meu caminho de volta.

E quando ouvir alguém falar no meu nome,
Eu te juro que pode acreditar nos rumores.

Temporada das Flores, Leoni

Incrível o timing do lançamento dos CDs dela com a minha vida.

Tá essa tá um pouco passada, mas tem ali duas frases perfeitas.

Mas essa baladinha… ah, essa sim. O clipe oficial está aqui (não dá para embedar)

Never an honest word
But that was when I ruled the world

Coldplay

mamma

Sempre tive um pouco de preconceito com musicais. Nem sei se assisti algum até o fim, mas Mamma Mia! é maravilhoso!!! A Meryl Streep está ótima, boa história, bom romance, boa comédia e tem Abba. A melhor cena do filme é quando cantam e dançam Dancing Queen (clique aqui para assistir, vale a pena).

Perfeito. Consegui ver o que sempre tive vontade de fazer quando ouço essa música: sair cantando e pulando como a personagem da Meryl! Normalmente escuto no carro e o máximo que dá para fazer é levantar os braços se estou na carona ou balançar os ombros quando dirigindo. Com certeza vou ensaiar essa coreografia, porque sim, eu danço sozinha pela sala, embora a vontade seja mesma de sair dançando por aí. Entrou para minha lista (imaginária) de melhores cenas do cinema. E a Grécia também, outro item na lista de desejos.

O episódio “Águas Turvas – Parte 2″, da terceira temporada de Brothers & Sisters surpreendeu pela trilha. A música Bridge Over Troubled Water na voz de uma mulher ficou emocionante, aliás, adoro versões de músicas em vozes femininas.

Lembrei que tinha essa música numa fita k7 do Simon & Garfunkel que eu pedi de dia da criança para meu pai. Precoce, antes dos 10 anos eu pedi essa fita, uma da Madonna (Like a Prayer) e Que país é esse, do Legião Urbana. Legião foi me marcar alguns anos depois. Da Madonna nem lembro que músicas tinha no k7. O que me definiria melhor hoje é mesmo a fitinha da dupla.

Eu não lembro se era o álbum Greatest Hits 1972 ou The Concert in Central Park 1982, mas além da música que me refiro ali em cima, tinha Mrs. Robinson, Sound of Silence e Boxer. Na minha remota lembrança não era nenhuma das capas desses discos, mas começava com Mrs. Robinson como esses dois.

Ah e como eu lembro dos meus porta fitas! Primeiro com caixas de papelão imporovisadas, até que meu pai mandou fazer ou ele mesmo fez – não lembro – uma caixa de madeira, envernizada e que tinha a largura certinha das fitas. E a tampa era de correr. Nossa eu andava com aquilo para cima e para baixo, levava nas viagens para a praia e submetia a família às minhas trilhas exquisitas a caminho do litoral norte.

No blog da série descobri que a música do episódio é interpretada por Quincy Coleman. Olha que linda ficou:

ep66_big_carrieSaí do trabalho, fui na academia e cheguei em casa a tempo de pegar o episódio de Sex and The City que toca Moon River, do Henry Mancini. Como só vi Bonequinha de Luxo no mês passado, a música me marcou pelo episódio I Heart NY.

A música foi trilha de um episódio triste para mim, mas ela sempre me emociona, consegue ser maior que aquela tristeza.

Por que será que quando estamos infelizes a gente faz mudanças que não necessariamente nos tornará felizes?

luna2

Diego Torres siempre!

Quiero que escuches bien
Tú debes saber
Que yo me iré

Será muy lejos para volver
Nos volveremos a encontrar
Tarde o temprano así será

Te dejaré sólo aquí
Todo lo que tú sabes de mí

Búscame en un lugar
Donde duerme las estrellas
Donde el sol va a descansar

Por eso
Búscame en un lugar
Búscame cuando estés triste
Y no te quieras levantar
No te quieras levantar

Yo sé que todo fue muy fugaz
De repente esta vida
Nos tuvo que separar

Nos dimos tiempo, nos dimos fé,
Nos dimos tantas cosas
Que nos hicieron tanto bien

Te dejaré sólo aquí
Todo lo que tú sabes de mí

Por eso
Búscame en un lugar
Donde crecerán las flores
Donde pueda ver el mar

Por eso
Búscame en un lugar
Donde se acuestan los dolores
De ese amor que no se va
De ese amor que no se va

Viajando hacia el pasado
Pude recordar
Las cosas que vivimos
En mí van a quedar

Estaré siempre a tu lado
Para cuando estés mal
Pendiente de tu vida
Y de todo lo demás

Por eso
Búscame en un lugar
No, no
Donde se acuestan los dolores
De ese amor que no se va

Ese amor que no se vaÂ…

Por eso
Búscame en un lugar
Donde crecerán las flores
Donde pueda ver el mar

O vídeo dessa música não está muito bom, mas é do mesmo show que fui em Buenos Aires, só que fui um dia antes!

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