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Talvez eu nunca publique um livro (nem tenha um filho ou plante uma árvore), mas a inspiração me persegue. Eu tinha tirado o bloco e a caneta da cabeceira da cama. Foi pior, tive que levantar e buscá-los.

Como Nietzsche, ainda não descobri outra maneira de me livrar de meus pensamentos.

E o galo já canta lá fora.

Quando eu tinha uns 10 anos e achava que seria escritora, e de fato, eu vivia escrevendo histórias com finais felizes em que a protagonista sempre tinha filhos gêmeos, e poesias de doer, cheguei a fazer uma que se chamava: Sou poeta sem descanso, que falava da inspiração me assaltava a todo momento. Até que era bonitinha, tudo rimando, mas não sei onde foi parar.

Bom, se algum dia eu me tornar uma escritora, tenho que preservar a minha máquina de escrever, que enchi o saco do meu pai para comprar, e não podia ser portátil. Tem que ver o tamanho do trambolho!

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“Assim como computadores dão pau, pessoas morrem e relacionamentos acabam. Aí é preciso reiniciar. Um zip drive pode dar o conforto de que você precisa. Ou um namorado, se você deixar”.

 Carrie, no episódio My Motherboard, My Self, do Sex and the City

Me perdoem se não estiver ipsis litteris, mas é que não tenho ainda a 4° temporada em DVD (nem a terceira) e vi na tevê e anotei de memória. Natal tá aí, não custa avisar.

E sou como a Carrie, ando cansada dos Mrs. Big por aí. O Aidan é o the best, mas como ela, eu agiria parecido. É o mal de ser independente e de não estar acostumada com quem nos trate bem e nos dê o valor que realmente temos. Mas amor da vida é o amor da vida. Ainda bem que eles não estragaram tudo, né?!

A música Andando, do Diego Torres, tem várias significados para mim. A letra não se resume ao trecho que vou comentar, mas estes dias é que prestei atenção nele:

Hay gente que se pierde de tanto buscar y andar

livro.jpgTerminei de ler no final de semana Paris é uma festa. Fazia tempo que não lia um livro tão rápido (nem tão rápido assim, mas do jeito que minha leitura anda atrasada…). Depois de andar com o Hemingway para cima e para baixo levei 20 dias para devorar as 236 páginas da obra.

A atmosfera da cidade luz nos anos 20 é algo encantador. Já tinha um carinho por essa época, devido aos acontecimentos artísiticos, mas ao ler com que paixão Ernest escreve sobre sua vida na cidade, é mais surpreendente ainda. Um tempo em que as pessoas deixavam de comprar roupas para comprar quadros (hoje em dia nem que eu vendesse todos os meus bens e trabalhasse pelos próximos 30 anos poderia comprar as obras daquela época, nem ganhando na Mega-Sena!). Um tempo que mesmo sendo muito pobres, aproveitavam a vida pelos cafés ou em viagens pela Europa. Uma tempo em que o idealismo de viver de escrever era real, mesmo que o preço fosse passar fome. Acho que é por isso que nada mais se torna clássico, hoje em dia se escreve comercialmente.

Apesar de descobrir que F. Scott Fitzgerald era um chato e até paranóico, adorei ler sobre a convivência de Hem com o autor logo depois dele ter escrito O Grande Gatsby, um livro que me prendeu tanto, que na época que o li, certa vez, estava numa festa e fiquei com vontade de tê-lo comigo para continuar lendo.

E além desse trecho que postei, destaco outras frases de Paris é uma festa:

“Tudo aquilo em que se precisa apostar para ter emoções não vale a pena de se ver”.

“Nunca se deve viajar com uma pessoa a quem não se ame.”

E acho que Paris é o que é porque essa frase escrita nos anos 20 ainda deve fazer sentido para quem conhesse a cidade:  “Paris vale sempre a pena e retribui tudo aquilo que você lhe dê”.

imagem-108.jpg

Comprei minha primeira ecobolsa. Nessa onda de diga não ao plástico, mas foi muito mais pelo lado fashion do que ecológico (a Gi vai me matar com esse comentário).

É que há tempos quero uma bolsa com estampa de jornal, e ontem a Mauren Motta (pois é) apareceu lá no jornal vendendo as bolsas, pois a Mari tinha colocado no blog. Eu e mais quatro colegas compramos as ecobolsas com estampa de jornal. Agora é combinar para não andar igual.

Mas olha o meu pensamento de quem vive na era do plástico: logo fui atrás de uma sacolinha para guardar a bolsa nova, para não sujá-la dentro da minha bolsa que está um caos.

A bolsa é prática, a etiqueta tem um elástico que transforma a sacola em um pequeno rolinho. Mas com certeza não levarei ela para o súper ou feira. No máximo comprinhas no shopping.  Não que eu não ache a idéia boa, mas para essa finalidade é melhor comprar aquelas sacolas no Mercado Público, com um gaúcho estampado, lembra?

basta.jpg

çläu

Era ainda dia 20 quando me dei conta: puxa! já estamos em 21 de novembro!Aí agora de madrugada, estava pensando nos planos para amanhã, ou melhor, hoje de manhã, e que provavelmente eu não consiga cumprir, de novo, e me dei conta de outra coisa:

O bom de estarmos no final do ano é que não é mais preciso se cobrar pelas resoluções que não cumprimos ou aquelas que sequer começamos.

Agora fica tudo para o ano que vem!

Verde não, porque não sou periquita. Junto com amarelo é dar muita bandeira.

Mas mesmo para uma amante da cor do céu, o tal azul bic não me convence!

O problema dessas cores é que nem todo mundo tem bom senso para usá-las. Já vi cada coisa…

Mas vamos ver até quando resisto aos apelos da moda…

Tu sais que je sais que tu ne sais plus qui tu es.

Descobri porque as gueixas ficam com a face tão rosada. Só pode ser o efeito do saquê.
Foi só tomar e o calorão subir, ainda bem que eu não uso blush.

Taí, amei a caipirinha de morango de saquê, e o próprio saquê puro, que gentilmente ganhei como um extra.

flores.png“Quando a primavera chegava, mesmo que se tratasse de uma falsa primavera, nossos problemas desapareciam, exceto o de saber onde se poderia ser mais feliz. A única coisa capaz de nos estragar um dia eram  pessoas, mas se se pudesse evitar encontros, os dias não tinham limites. As pessoas eram sempre limitadoras da felicidade, exceto aquelas poucas que eram tão boas quanto a própria primavera”.

Paris é uma festa, Ernest Hemingway

Eu sempre amei a Espanha. Aí vem o rei Juan Carlos e larga essa para o Chávez: “Por que no te callas!”.

Hoje nosso presidente me dá essa declaração infeliz:

“Podem criticar o Chávez por qualquer outra coisa. Inventem uma coisa para criticar o Chávez. Agora por falta de democracia na Venezuela não é. O que eu sei é que a Venezuela já teve três referendos, já teve três eleições não sei para onde, já teve quatro plebiscitos”.

Dá ou não dá vontade de ir embora?

“Compreendo como é se sentir pequeno e insignificante como ser humano. Como isso dói em lugares que nem sabíamos existir lá dentro. E não importa seus novos cortes de cabelo, suas novas academias, nem os copos de Chardonnay que bebe com as amigas, quando se deitar, continuará relembrando cada detalhe e se perguntando o que fez de errado ou por que não percebeu. E como pôde, por aquele breve momento, achar que era feliz?

Pode até se convencer que ele vai se tocar e aparecer na sua porta. E depois de tudo isso, seja lá o tempo que demorar você vai para um lugar diferente e conhece gente que a faz se sentir querida e os pequenos pedaços da sua alma finalmente retornarão. E toda aquela bagunça, todos aqueles anos que você perdeu na sua vida começarão a desaparecer.”

Do filme O Amor não tira fériasO Jude Law está lindo e muito fofo neste filme!

Este filme é a prova de que cortar relações é preciso. Três anos mantendo contato com o ex-namorado e colega de trabalho até que ela fica sabendo, na frente de todos os colegas da redação do jornal, tinha que ser numa redação, que ele está noivo de uma colega. E que ela vai cobrir o casamento! E olha que ele dizia que era seu amigo… Coisa de filme? Eu diria que não. Mais ainda bem que eu sou protagonista da minha própria vida e olha… o final feliz, sem final, está próximo.

Mais uma frase do filme:

“Nos filmes temos as protagonistas e temos a melhor amiga. Posso afirmar que você é uma protagonista, mas por alguma razão está agindo como melhor amiga.”

manhattan.jpgDiferente da Carrie eu não tenho Nova York
Mas sempre posso ter Manhattan

E essa estava longe de ser a melhor coisa da noite.
Nada como ter atitude!

Ninguém merece numa mesma noite dois cornos com luz alta atrás de você. Na ida, mais cedo, com movimento, fiquei parada duas vezes no mesmo sinal com aquela luz forte refletindo no espelho. Como é que se sinaliza para essa gente?! Porque se tu quer mandar algum recadinho para quem está na frente é só ligar e desligar o farol…

Na volta, madrugada, eu a mil, e eis que mais uma luz alta! Quem é que precisa de luz alta em plena cidade? Confesso que na estrada à noite, às vezes uso, pois não enxergo de longe, mas só se não tiver ninguém na minha frente. Mas como eu vinha com o som a todo volume cantando

Wouldn’t it be nice if we were older
Then we wouldn’t have to wait so longgggggggg adam.jpg

E eu balançava a cabeça e cantava igual o Adam Sandler na cena do filme Como se fosse a primeira vez (na foto ao lado). A diferença é que ele estava num barco e eu num carro. Ele chorando e eu sorrindo. Vai ver a pessoa com o farol alto queria me avisar algo.

Eu voltava do aniversário de uma amiga, comemorado este ano com um dia de atraso. Ano passado eu tinha ido correndo para voltar e terminar de arrumar as malas para ir para Buenos Aires. Dessa vez, na volta, pensei onde eu estava nesta noite há um ano atrás: em Puerto Madero, e surprise surprise, com a mesma blusa que eu estava hoje! Acho que foi inconsciente.

Só fiquei enciumada de ver que no mural da minha amiga tinha a foto dela com uma outra amiga e nenhuma comigo, que sou a n° 1. Daí ela me disse que teve que tirar a foto, pois tinha um fantasma nela. É a minha teoria 51. Pô, justo na foto dos padrinhos de casamento da minha irmã!

Mas voltei de lá com um livro de Barcelona. Já vou começar a ler.

Hoje faz um ano que fui para Buenos Aires. Este post estava escrito e guardado. Acho que é um bom dia para encerrar os capítulos a parte de Buenos Aires. Logo virão capítulos de outros lugares do mundo. O projeto segue em andamento. Mais um passo.

dsc02509.JPG

Uma das minhas grandes expectativas em ir a Buenos Aires era para ver “o homem que come”.

Não se assustem, estou falando de Abaporu, uma das obras mais conhecidas da artista brasileira Tarsila do Amaral, que está no Malba – Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires. O nome do quadro, que em tupi-guarani significa homem que come, foi um presente de Tarsila para seu marido Oswald de Andrade, que o batizou.

Logo que entrei na sala da coleção permanente já dei de cara com a obra, mas duas pessoas estavam paradas na frente. Para não ver “metade” da pintura, desviei o olhar correndo para um Rivera que estava a minha esquerda.

Quando os intrusos saíram pude contemplar toda a beleza e a grandiosidade de Abaporu. Fiquei muito tempo na frente dele. Daí fui perguntar para a monitora se eu podia “sacar una foto”, sem flash, só para recordação (como eu tinha feito no outro museu). Mas fui terminantemente proibida. Olhei mais um pouco e segui pela exposição, controlando a ansiedade de olhar logo para outra obra máxima do Malba, o quadro Autoretrato  con chango y loro (em espanhlo) de Frida Kahlo.

Quando estava perto de chegar nesse, vi um grupinho de turistas tirando uma máquina fotográfica da bolsa. Sinalizei que era proibido e alertei a monitora. Ah, se eu não poderia tirar uma foto, ninguém poderia! E sabe-se lá se ao menos teriam o cuidado de tirar o flash.

Flutuei por toda a exposição, maravilhada. Interagi com as obras cinéticas, inclusive uma do artista brasileiro Abraham Palatnik. Vi muitas obras de brasileiros que já tinha estudado, conheci um pouco mais da arte latinoamericana de períodos que adoro. Acho que olhei tudo umas três vezes e depois dei uma olhada rápida nas exposições que estavam por lá na época. Dos brasileiros tem Di Cavalcanti, Portinari, Hélio Oiticica, Lygia Clark (trepante e bichos!), Nelson Leirner, Antônio Dias e Mira Schendel.

A exposição é muito bem organizada, por perídos, desde o moderno ao concretismo e obras mais contemporâneas. Por lá, a visita é mais tranqüila, afinal é preciso pagar 12 pesos. Plata que não gastei, pois consegui entrada livre com minha carteira de jornalista. Mas teria sido um dinheiro bem empregado. A parte de trás da fachada é toda envidraçada, então quando se entra e sobe-se as escadas rolantes até o andar das obras há uma luminosidade incrível.

Depois, a obrigatória visita a lojinha do Museu. Tem produtos bem diferenciados feito por artistas e numa outra parte muitos livros. Me contentei com uma caneta, dois postais (um de Abaporu e outro do Metaesquema de Helio Oiticica) e o catálago do Malba, que é bem carinho, 65 pesos, mas vale muito a pena. Tem duas páginas para cada obra, uma com explicação e outra com reprodução, que dá para ver bem os quadros e esculturas, além de biografias e linha do tempo da arte latinoamericana (um ano e ainda não terminei de ler, mas não me canso de olhar para ele).

E aí está: Abaporu, Tarsila do Amaral, óleo sobre tela, 1928
A obra é importante porque marca o início do movimento antropofágico, manifestação artista da década de 20. E ah! Tarsila não participou da Semana de Arte Moderna. Vi a própria falando, em um vídeo, claro.

abaporu.jpg

Buenos Aires – Capítulos a parte VI
Buenos Aires – Capítulos a parte V
Buenos Aires – Capítulos a parte IV
Buenos Aires – Capítulos a parte III
Buenos Aires – Capítulos a parte II
Buenos Aires – Capítulos a parte I
Surpresa da viagem

Não ser hipócrita me rouba um bocado de felicidade.
Pelo menos é uma tristeza não fingida.

Então eu acordei do coma e fui na Feira do Livro e na Bienal no sábado.

Queria comprar algum guia de viagem, até pareceu interessante o Guia para o Viajante Independente na Europa Europa, mas achei mais prudente ir uma hora dessas na Cultura e olhar tudo que tiver na seção de viagem para poder avaliar melhor.

Resolvi procurar por E se fosse verdade. Eu parecia um ET, ninguém sabia do livro. Aí lembrei de Paris é uma festa, do Hemingway, que o Seth dá para a Maggie no filme Cidade dos Anjos. Em uma banca novamente o desconhecimento, até que estou andando a esmo e vejo o livro jogado em cima dos lançamentos em uma banca. E foi tudo que comprei, e já comecei a ler. Depois de meses abandonando os livros o reencontro com as letras tem sido muito bom. Além de conhecer a Paris de Hemingway, ainda ele fala da arte da época, a arte de Picasso, Matisse, Braque…

Já a Bienal foi uma decepção. No Santander eu pensei: “vamos estudar história da arte para sempre” porque o que estão fazendo… francamente! Tá, que mesmo estudando eu ainda não entendo muito, ainda mais da arte contemporânea. Tá, que eu perdi a aula no Santander. Mas eu também tenho a mente aberta. Mesmo assim o Jorge Macchi não me convenceu. Algumas boas sacadinhas que só me liberaram um sorriso mental (não gastei músculos nem para um sorrisinho de canto de boca). E tem lugar mais solitário que aquelas salas de vídeos que para entrar se passa por um corredor escuro, aí tem uma cortina de veludo preta e ainda assim tem que dar mais uma entradinha?

No Margs respirei aliviada. Ufa! Tinha pintura. Mas não gosto de arte inspirada nos pré-colombianos como a do Francisco Matto. Já que estava cansada, olhei correndo as obras dele e do Öyvind Fahlström. O que me impressionou mesmo foram os quilos e quilos de tinta de Iberê Camargo nas salas negras.

Tudo isso pode ser porque não me informei sobre nada desta Bienal, abandonei minhas aulas e também não tem saído muita coisa no Segundo Caderno. Na 5ª Bienal (que Bienal!), lembro que tinha matéria quase diária com os artistas. Ficou mesmo à margem do rio.

Tem souvenirs legais do evento, mas como não me empolguei… Eu ainda não fui no Cais, mas espiei no dia que fui na exposição No Ar – 50 anos de vida e não me interessei muito. Mas quero ver aquela obra do Cildo Meireles. E chatinha desse jeito, a história de projeto pedagógico vai é afastar os pequenos.

Nas livrarias dos museus é que vi o livro do filme O Passado. Acho que vi nas bancas, mas depois não encontrei mais. Quero ver o filme (e o Gael), fiquei com vontade de comprar o livro, mas não sei se é bom. Eu não sou louca como a mulher, mas esquecer para nós é mesmo mais difícil.

Vire e mexe eu pesco frases de filmes e seriados. Às vezes eu nem olhei o filme, mas estava passando e ouvi algo interessante. Daí eu anoto no meu moleskine e vou ir publicando aqui. Para começar uma frase de final de filme:

“Toda história tem um final. Mas na vida, todo final tem um novo começo.”
 

Do filme Grande Menina, Pequena Mulher

E o The Cure vem mesmo (pelo menos diz que vem) para Porto Alegre. Tá lá no Bloger Lerina. Acho que no começo de abril ainda estarei por essas bandas. Já tô arrecadando a galera. Ah e os garotos vão chorar, se vão!

tropa-de-elite02.jpg

Tendo com que assistir tenho visto muitos filmes nos últimos tempos.

Ontem assisti no cinema o polêmico Tropa de Elite. Se falou tanto, eu li tudo meio por alto, e sei lá, o cara tá certo e tá errado, se é que esses conceitos ainda existem na nossa sociedade. Mas gosto da música do Tihuana, na época eu escutava, e também do funk “pápárapápara”. E a gente sai do cinema com vontade de ter uma síndrome de tourette e não parar mais de falar palavrão, caralho!

Vi também Tudo sobre minha mãe. O Almodóvar é mesmo mestre em relatar o universo feminino. Conheci um pouco mais de Barcelona e agora já posso comprar aquela famosa almofada do filme.

Peguei o Labirinto do Fauno e quase assisti com meu irmão pequeno. Ainda bem que não deu. Nossa! É muito triste e desesperançoso. Decepcionei.

Desvendei um mistério. Disposta a ver Woody Allen dos bons tempos peguei Tudo o que você sempre quis saber sobre sexo mas tinha medo de perguntar. E lá estavam o seio gigante assassino e o cara que se apaixona pela ovelha. Tenho lembranças fragmentadas dessas cenas na minha infância. Agora só falta descobrir que filme é aquele que o cara (Steven Martin, se não me engano) faz um passeio romântico de barco com um cérebro, pelo qual se apaixonou.

Ainda revi À procura da felicidade e Volver.

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