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Imagem do BD Châteaux Bordeaux, de Cobeyran / Espé

“Regardez autour de vous, c’est bien connu: le vin parle! (…)
Il crie, le vin, il vocifère, il vous chuchote à l’orreille.

Il fait de vous le confident des choses admirables et des projets magnifiques, de tragiques histoires d’amour et de trahisons terribles. (…)

Chaque bouteille vous découvre le parfum d’autres temps et d’autres pays. Et chacune vous offre son bouquet de souvenirs.”

Joanne Harris (j’ai trouvé la citation dans le BD Châteaux Bordeaux – 1. Le Domaine)

Olhe ao seu redor, é bem conhecido: o vinho fala! Ele grita, ele vocifera, ele te sussura ao ouvido. Ele faz de você seu confidente de coisas admiráveis e de projetos magníficos, de trágicas histórias de amor e de traições terríveis. Em cada garrafa você descobre o sabor de outros tempos e de outros países. E cada uma te oferece seu bouquet de lembranças.”

Joanne Harris (encontrei a citação na Bande dessinée Châteaux Bordeaux – 1. Le Domaine  – ver leituras)

Minha teoria sobre o vinho: Teoria nº 43 

Final de janeiro recebemos nosso última cesta de legumes da Amap. O local onde buscávamos encerrou a distribuição pois após três anos o número de participantes diminuiu ao invés de aumentar, como era esperado. O sistema de Amap é uma ótima opção de compra de legumes bio, direto do produtor. Você pode pagar por cesta, mas normalmente é pago anualmente para adiantar o dinheiro da produção e a cada semana você busca a sua cesta de legumes em um ponto de distribuição perto de sua casa (eu buscava numa creche), evitando assim a emissão de carbono e poluição com possível deslocamento em carro.

Por cerca de 20 euros você tem direito aos legumes (às vezes frutas também) da estação, outro ponto importante na preservação ambiental. Na distribuição é marcado a quantidade que você pode pegar de cada legume, como por exemplo: 1 quilo de batata, 2 alfaces, 3 abobrinhas… e por aí vai. Uma cesta por semana é suficiente para uma família de quatro pessoas. É possível fazer meia-cesta, basta combinar com uma outra pessoa que será seu companheiro de “panier”.

O desafio é conhecer receitas para os legumes de cada estação. Como o último verão aqui foi o meu segundo verão francês já tirava de letra fazer ratatouille, beringela recheada, lasanha de beringela, molho de abobrinha, abobrinha recheada com carne moída e saladas, muitas saladas, com arroz, cereais ou somente combinação de legumes, normalmente com três variedades de tomates. E também fazer molho de tomate para guardar para o inverno, pois assim se respeita o ciclo de cada estação. Somos acostumados a comer de tudo o ano todo pois por questões de mercado muitas vezes os legumes são cultivados de forma não natural ou são importados (o que acarreta transportes poluentes). No Brasil acho que isso ocorre com menos frequencia, já que é um país tropical em que “se plantando, tudo dá”.

Enfim, mudança de estação e a cesta da Amap era uma verdadeira surpresa a cada semana. Legumes que existem no Brasil e eu nem sabia como traduzir o nome pois não o conhecia, como a acelga. Muitos legumes a base de raízes como nabo, beterraba, aipo e  rabanetes de várias espécies que se confundem com outros legumes e só experimentado para saber o que é. Muitos desses legumes eu jamais tinha comido, vai dizer, nabo é uma coisa que a gente faz cara de nojo antes mesmo de experimentar. Mas a surpresa não era só minha não, conversei com franceses que me disseram desconhecer diversos legumes e a solução: fazer uma sopa! Mas o que fazer com as duas peças de erva-doce que recebíamos toda semana? Sim, aqui é um legume!

E a propósito do último post, posso dizer que enfim estou habituada aos legumes de inverno. O cardápio essa semana por exemplo, não foi nada assim de muito elaborado, mas para quem não cozinhava… teve sopa de abóbora com cenoura, batata e creme fresco; quiche de espinafre com bacon; salada de repolho, cenoura e beterraba com nozes, cubos de queijo e croûtons de alho; acelga enrolada no presunto com molho bechamel e queijo; crepe com molho branco e espinafre. O crepe ou panqueca, foi a solução para terminar o leite que abri para fazer o bechamel. Aqui tem garrafinha de meio litro, mas mesmo assim fica estragando na geladeira. Já o molho branco para os espinafres foi para terminar o creme de leite aberto para fazer a  quiche e utilizei um pouco do creme fresco da Normandia que vai na sopa. E tudo sempre acompanhado de salada verde: alface e “mache” e queijo. Consegui bem equilibrar todos os ingredientes da cesta e os outros restantes na geladeira e fazer um cardápio elaborado – esse é o maior desafio, pois sem conhecer a gastronomia francesa e com os mesmos ingredientes, às vezes é difícil variar. Ser criativo também é difícil pois nem sempre sei que legume vai bem com o quê. Como a acelga com presunto, um improvisado, pois conhecia a receita com endívias.

E agora que não tem mais Amap, sábado é dia de feira. Mesmo com as temperaturas negativas lá fora, amanhã de manhã vou no “marché” onde os mesmos produtores comercializam seus produtos. A ideia é colocar no lugar das cestas um sistema de crédito. Podemos continuar pagando adiantado e cada semana eles descontam o que compramos na feira. No fim acho que será melhor pois podemos escolher os legumes e a quantidade e não vamos acumular batata, cebola e  ovos, que tinha toda semana em porções consideráveis e às vezes era difícil comer tudo, mesmo que eles durem um pouco mais.

Enfim, a dica que fica é que comer saudável e comer bem é fácil. Exige um pouco de esforço no começo, é verdade, ainda mais para quem não sabia cozinhar… E no Brasil é ainda mais fácil, pois a variedade de produtos frescos é muito maior e infinitamente mais barato. Com legumes saborosos reduzi o consumo de carne, melhor para a saúde e melhor para o meio ambiente, é nossos boizinhos do churrasco nosso de cada domingo e do bife de todo dia são grandes responsáveis por emissão de Co2. Adoro uma carne, mas não sinto mais tanta falta e quando como durante todo um fim de semana por exemplo, me sinto mal depois, pesada… O importante é sempre o equilíbrio. Como dizia uma professora de química que tive “tudo é veneno, nada é veneno, depende da quantidade”.

Amadurecer é cozinhar todos os dias com o que tem na geladeira sabendo dosar para que tudo dure toda a semana.

Outros posts da série:

 

Férias a gente sempre come mais do que o habitual, certo? No Interior, sempre se come mais do que na cidade, certo? Agora imagine férias no interior, só que na França, onde bien manger faz parte da cultura! Aqui o ritual de apéro, entrada, prato principal, salada, queijo, sobremesa e café com chocolate é seguido à risca todos os dias, no almoço e no jantar. Porém na última sexta-feira deu-se o acaso de haver um almoço com os tios da minha família francesa e sermos convidados para jantar na casa de uma das primas. Encontro de família no interior pede refeição especial e eis a minha maratona à mesa:

Tudo começou com um café da manhã normal em Poitiers: baguete de cereais, brioche, manteiga, geléia de morango feita na fazenda, um bolo tradicional de queijo da região de Vienne que sobrou do apéro da noite anterior, café e suco de laranja. Chegamos na casa da família perto das 13h onde os tios já esperavam e começamos o apéro: salgadinhos, amendoim, frutas secas, cubos de queijo ao sabor de frutos do mar, tudo regado a pineau, bebida típica de Charentes, bem como o cognac, pastis (a bebida típica de Marseille) e outras bebidas não alcóolicas como Schweppes e sucos. Cada um faz sua escolha. Eu optei pelo pineau para variar.

Após os aperitivos, melão de entrada. O primeiro prato principal (sim, teve dois, pois era uma ocasião especial) uma folha de alface com um pedaço de peixe e tomates, regado a maionese feita em casa, como para a salada de batata no Brasil. As porções francesas tem tradição de serem pequenas, mas ainda bem! Mesmo quando alguma comida é muito boa eu não repito, pois sei que se eu o fizer, não vou aguentar chegar até o fim da refeição. E muitas vezes já é servido empratado, então tem que comer até o fim. Para acompanhar a carne branca, vinho rosé. E o pão, claro, que acompanha toda a refeição, mas mesmo amando pão, tenho deixado somente para limpar o prato a cada tipo de comida diferente, pois se não fico ainda mais empanturrada.

O segundo prato, carne de vitela com abobrinhas refogadas e feijão verde, uma espécie de vagem mais fininha. Nem tinha terminado minha taça de rosé e para acompanhar a carne vermelha, vinho tinto. Um Bordeaux de 1995. Há 16 anos na minha vida eu nem pensava em beber…

Hora da salada verde. Alface acompanhada de uma travessa com quatro tipos de queijos diferentes (isso é normal todos os dias). Não sou muito fã de queijo, mas uma vez na França, estou tentando abrir um pouco meu paladar, então provei os de vaca, tirei a casca que normalmente é a parte onde tem os fungos e sei lá o quê que deixam famosos aquele tipo de queijo. Já queijo de cabra não descem de jeito nenhum. E aí a hora mais esperada: sobremesa! Uma porção bem generosa de compota de pêssego vermelho com um biscoito ou cookie para acompanhar, já que a compota é um pouco ácida. Para beber? Champagne, bien sûre.

Terminado o almoço, quase 3h após ter sentado à mesa, hora do café acompanhado de barras de chocolate meio-amargo.

Saí pesada da mesa e preocupada se o jantar naquele mesmo dia também seria assim. Já eram 16h, não teria tempo para a digestão! Mas no final da tarde, um lanchinho, sorvete (cornetto e magnum) e bebidas (cerveja, ice tea, sucos).

Depois das 20h seguimos para o jantar. De aperitivo, amendoins e fatias de baguete com patê de coelho. Dessa vez bebi meu tradicional pastis, pois o pineau é adocicado e o cognac um pouco forte para mim.

Começa o jantar, de entrada melão com presunto defumado. O verão é a época da fruta e eles são tão docinhos que às vezes como na entrada e na sobremesa. Com o presunto, que vale lembrar que aqui não é como os fatiados no Brasil que parecem de plástico, o sabor adocicado do melão com o salgado do presunto tem um gosto particular e muito bom. O prato principal (ufa dessa vez era só um!): fatias de pato assado, bem mal passado, ao natural e marinados em mel e figo (delícia), suflê de cenoura e batata refogada/frita. Para beber, vinho tinto de 2004. De sobremesa Torta Charlotte, que é feita com a tradicional bolacha champagne, de morango e chocolate. A noite pulamos a parte do café para bem dormir, mas depois de toda essa comilança a noite não foi tão plácida.

E agora me pergunto: como os franceses são tão magros???

Ele queria ver Julie & Julia porque é sobre culinária. Eu não sabia muito sobre o filme, mas daí ouvi falar que era mais sobre blogs que gastronomia. Então pensei: ou vai agradar os dois ou pelo menos um sai satisfeito. Na verdade fala sobre os dois e nos divertimos muito.

O filme é adorável, cute, engraçadíssimo e falar do talento da Meryl Streep é chover no molhado tanto quanto esta expressão, mas ela se superou. E não é todo dia que a gente vê um filme baseado em DUAS históriais reais.

Me identifiquei muito com a Julie. Perto dos 30, sem muita perspectiva em alguns aspectos da vida, com o sonho de ser escritora. Ela se propõe ao desafio de cozinhar as 524 receitas do livro de Julia Child, “Mastering the Art of French Cooking” durante um ano, 365 dias. A experiência é toda relatada em um blog, isso lá em 2002, quando a coisa tava começando. E tem todas as coisas que qualquer blogueiro já passou, como a mãe tirando conclusões a partir das coisas que você escreve, essa exposição que não se sabe bem para quem, mas quando menos se espera é para alguém que está bem perto de ti e tu nem tem muito contato. A alegria de receber comentários, a dúvida de quem são as pessoa por trás dos números das estatísticas.

Enquanto prepara as receitas, ela tem Julia como sua interlocutora. (Para quem lê meu blog há mais tempo já deve ter percebido que minhas interlocutoras são a Amélie Poulain, Celine e Carrie Bradshaw). E aí o filme conta a história dela, que foi viver com o marido na Paris dos anos 50 e aprendeu a cozinhar para ter uma ocupação, já que gostava de comer e como tinha casado aos 40 anos não teve filhos. Não sei se Julia Child era assim na vida real, mas sua personagem é uma pessoa incrível, a única pessoa que realmente não era chata nesse mundo e que encontrou na maturidade um amor tranquilo, mas não menos caliente, com um furor adolescente até. Bonito de se ver. E a declaração de amor: você é meu pão com manteiga. Adoro. Tem coisa mais gostosa e simples? É o tipo de coisa que eu penso quando estou estressada: vontade de estar em casa comento um pão com manteiga.

Enfim, eu escrevo, ainda não sei para quê. A Julie demorou para descobrir e isso veio junto com a culinária. Ela queria se tornar escritora, mas ela era uma boa cozinheira. Isso é um talento, uma arte. Encontrei alguém que tem esse dom, quem sabe a gente não faz uma ótima parceria?

Além de usar meias, comer feijão e brócolis, mais um item para a minha lista de coisas que me fazem ver que virei mesmo adulta e amadureci:

Minha mãe veio me visitar e eu que fiz o almoço de domingo!

Eu que não cozinho (não cozinhava), fiz uma massa carbonara e só contei com a assessoria dela para perguntar se a massa e o bacon estavam no ponto. Mas assim, nada que fizesse diferença no resultado final, porque nem na cozinha ela ficou.

Não tem tristeza ou problema no mundo que eu não esqueça com uma bacia de pipoca!

E ultimamente tem que ser doce ainda por cima. Estou ficando especialista em pipoca caramelada. E sabe que descobri um jeito facinho de limpar a panela?

Eu posso não ser muito boa na cozinha, mas fazer drinks e bebidinhas sempre dá certo. Entrou para o meu repertório o quentão. Ótimo para os dias frios. Ainda prefiro o vinho sozinho, mas para reunir uma galera é uma ótima opção de fazer o vinho render.

Como eu mudei! Esse pensamento me veio a cabeça hoje durante o almoço enquanto eu comia brócolis. Sim, brócolis. Eu, uma chata para comer confessa.

Bem, eu já passei a gostar e até adorar comida chinesa e japonesa. Passei a comer feijão de vez em quando e agora que tenho freezer penso até em congelar o da mãe. Sem contar a salada que é protagonista no meu prato.

Queijo que eu só comia derretido, ontem numa jantinha com vinho e queijos provei vários sabores e hoje até comprei um pedaço de queijo minas, e já comi. Não vou deixar estragar na geladeira. Sem contar que aprendi mais um prato prático e delicioso para quem mora sozinho. Já comprei os temperos! Será que vou me aventurar na cozinha nesse fim de semana?

Uma coisa é certa, só o amor é capaz de me levar para pilotar um fogão.

E quanto as mudanças: nossa já foram tantas… quando criança eu dizia que nunca ia me maquiar, usar salto ou fazer a cutícula – achava isso algo desnecessário e absurdo. Não me importo de mudar, aliás, eu tô sempre mudando, mudando até o que eu faço.

Mas agora eu estou mesmo precisando é me reinventar.

 

a melhor coisa do frio, se não a única!

Vinho: a melhor coisa do frio, se não a única!

Uma das coisas que me faz ser uma mulher de 20 poucos anos com atributos de 30 é saber escolher um vinho. Não sou do tipo enochata, mas vou além do tinco seco ou suave (ah sim, meus preferidos são os tintos).

Beber vinho tem um pequeno ritual, pelo menos em restaurantes, e isso mostra um pouco do avanço ou não dos tempos que vivemos: o garçom envolve a garrafa com um guardanapo, abre o vinho, oferece a rolha e passa para o homem provar. Pois é, para o homem! Uma atitude bem conservadora. Porém, esses tempos uma garçonete perguntou quem provaria, se eu ou o namorado. Pela primeira vez isso aconteceu e para mim é a atitude mais correta.

Outro dia só perguntaram se eu provaria porque ele tinha ido ao banheiro… Mas no último fim de semana recebi a pergunta mais antiquada que já ouvi: a moça vai beber vinho? E era o garçom mais atrapalhado que já vi. O guardanapo era curto e ele não conseguia prender em volta da garrafa. Depois de várias tentativas, se irritou e se afastou. Quando voltou virou a garrafa para servir sem ter aberto! Aí depois de, enfim tirar o rótulo e sacar a rolha, ele serviu e levou a rolha embora. Fiquei sem essa para minha coleção… e era de uma data especial!  

Compartilhando algumas experiências com vinho

Sou muito mais de um Merlot a um Cabernet Sauvignon. E amo Carménère, que é exclusivo do Chile, e agora, dando uma pesquisada para o post descobri que já foi confundido com o Merlot e só um exame de DNA comprovou a diferença, vai ver por isso gosto mais desses dois. Malbec, Shiraz e Tannat para mim são muito incorpados, mas gosto também, não suporto vinhos adocicados. Tomo com freqüência algumas marcas, mas escolhendo um chileno e um argentino é sempre boa escolha e as diferenças de preços são pequenas em relação aos nacionais.

Claro que num restaurante não é preciso entender muito de vinho para escolher, com os preços custando três vezes mais do que no supermercado, fique com o mais barato, mas de novo, às vezes por dois ou três reais vale mais a pena um importado do que um nacional.

E vinho é tão bom que o bom mesmo é estar sempre experimentando!

E como diz uma das minhas toerias preferidas, a de número 43:

Que o que não seja leve,
O vinho leve.

E qual o seu vinho ou bebida preferida? Aceito dicas de vinho branco e espumantes…

http://claudinehellmuth.blogspot.comTem coisas bem simples que me fazem perceber que eu cresci, que eu me tornei adulta e que aprendi a cuidar de mim.

Uma delas é que de vez em quando eu me obrigo a comer feijão. Minha mãe sempre dizia que é bom para saúde, que tem ferro, etc, etc. E eu relutava. Quando criança, tínhamos um acordo: eu comeria de vez em quando, mas só o caldinho e separado do resto da comida. Por isso, muitas vezes aquele gosto amargo que eu sentia do feijão estava associado ao RBS Notícias e ao Elói Zorzetto, porque eu não queria comer no almoço então era obrigada a comer no jantar.

Hoje, quando tenho oportunidade, como feijão, porque me preocupo comigo e porque como me alimento mal muitas vezes, então penso que pode dar uma compensada.

Desperdicei durante anos o feijãozinho gostoso da minha mãe para comer o do restaurante da empresa. Mas ainda assim, só o caldinho.

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Miojo de talharim!

Hoje, com preguiça de ir no súper, com pressa para sair e sem mais nada comível dentro de casa, apelei para o miojo.

Tinha comprado esse de talharim para ver qual era. E não é que é bom? Coloquei a quantidade de água indicada, mas pareceu pouca. Achei que nem iria cozinhar direito, pois ela evaporou rápido. Despejei o molho em pó que acompanha (não todo) e mexi bem. Ficou sem aquela água que parece mais uma sopa e que só minha mãe conseguia fazer ficar gostosa.

Delícia! Para esse dá para quebrar a regra citada nesta teoria.

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