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Eu não sei onde começa o sonho e onde termina a imaginação. O que sei é que no coração de toda Amélie se alimentam pequenos gestos, grandes atitudes e um final cinematográfico para alguns impasses da vida.

No meu, ele usa um terno preto com a gravata roxa, vem com as mãos cheias de delicadezas e um pedido de perdão que há muito já foi perdoado. Traz um olhar de certeza e que cega tudo a nossa volta, já não importando mais nada, somente o estar ali, comigo. Pode não ser o momento ideal, nem eu sei se é o momento certo, mas com certeza seria um momento surpreendente e eu escutaria uma trilha sonora, não de final, talvez, final de filme, mas uma trilha de começo, começo de outro momento da história.

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Descobri que tem coisa pior do que Zorra Total na televisão. É novela com a Preta Gil!

Não adianta, a música diz tudo: todo mundo espera alguma coisa de um sábado a noite! Ainda bem que a tevê nos estimula a fazer outras coisas!

E não desisto nunca!

Depois de levar o computador para casa do meu pai e descobrir que o problema era no meu monitor, fiquei três dias com a máquina sacolejando dentro do carro, pois com a chuva ou chegando tarde em casa não dava para ficar carregando a CPU. Eu achava que era o micro porque antes de parar de funcionar ele trancou…

Aí hoje montei de novo e ia pegar um monitor que meu pai tem sobrando, mas resolvi fazer um teste, apertar um pouco o cabo do monitor. E funcionou! De volta!

Estou sem computador em casa. Ele está vivo, descobri que foi o monitor… Em breve estarei de volta! Espero lembrar tudo que quero escrever. Vou ali anotar…

Centro Cultural Islâmico Rey Fahd

Ninguém se arriscou a um chute para dizer onde eu estava neste post aqui.

Enfim, uma das coisas que me encanta na capital portenha é sentir-se em diversos lugares do mundo em uma única cidade.

E assim, tive a oportunidade de conhecer o Centro Cultural Islâmico Rey Fahd, ou a mesquita de Palermo, como é conhecida também. Não é a mesquita azul de Istambul, mas é bem imponente. Era perto do local onde estava hospedada. Fui a pé até lá, tirei várias fotos do lado de fora e confirmei que a visita guiada seria naquele dia, ao meio-dia, e só fiquei na dúvida se minha capri seria considerada roupa comportada. Para matar o tempo fui dar uma volta no Jumbo Palermo, o shopping de ferragens e artigos para casa, mas errei a entrada e parei no súper e o livro que eu carregava (A Sombra do Vento, que tinha aquela coisa de segurança da livraria Cultura) mais uma vez apitou na máquina (aconteceu também na El Ateneo) e desisti de olhar a loja. Fui então para o rosedal no Parque Tres de Febrero esperar o tempo passar lendo na margem do laguinho.

Quando voltei, uma fila já se formava para a visita na porta do templo. Assim permanecemos, depois de nos identificarmos com uso de documentos, até que uma pessoa veio nos dar instruções severas de como andar por dentro do centro. Em nenhum momento poderíamos nos separar do grupo, mesmo que algo nos chamasse atenção. Será que eles tem medo que alguém se separe para colocar uma bomba no prédio? Bom, tem muito radical do lado deles… enfim, melhor seguir as regras. Fotos, só quando eles dissessem que era o momento.

Entramos e fomos para um pequeno auditório onde nas cadeiras nos esperavam um guia ilustrado do islã, um livro sobre “Muhammad” e folders da programação e preceitos (um dia vou ler esse material…). Bem, a pequena explanação sobre a religião estava me fascinando, já que é uma religião aberta a todas as pessoas, sem preconceitos… não é a toa que é a que mais cresce no mundo. Vimos fotos de Meca e da Medida e aprendemos os cinco pilares do islamismo. Descobri que Jesus é considerado um de seus profetas também.

Depois, hora de tirar os sapatos e entrar na mesquita! Estivemos somente na ala dos homens, que era o salão principal. Decoração simples, quase inexistente, para não tirar a atenção das orações. Só tapetes persas com os espaços demarcados para as orações e um grande lustre na cúpula, que tem esse formato único e exclusivo para facilitar a iluminação.

Eu na minha total ignorância sobre a religião, achava que não poderia adentrar no espaço dedicado aos homens, a parte das mulheres ficava em cima, num outro ambiente. Aí descobri que essa separação existe única e exclusivamente para não tirar a atenção das orações. Como é preciso fazer vários movimentos corporais, os homens poderiam ficar olhando para o bumbum das mulheres, nas minhas palavras.

Depois disso não teve mais muita coisa interessante, avistamos a biblioteca, um salão e a escola que tem dentro do centro. Perguntei como a religião poderia ser aberta se as orações são feitas em árabe e tem que ler o Alcorão… simples: decorando as falas com livros de fonética para a sua língua. De qualquer forma, minha empolgação com a religião não durou até o fim da visita, afinal, dá muito trabalho ter que aprender árabe e fazer cinco orações por dia.

Mas o local é lindo, vale a pena a visita e faz a gente se sentir no Oriente.

Buenos Aires capítulos a parte

No Cinemark quando apresentam o vídeo de segurança, dizem que o cinema tem uma brigada de incêndio.

Dá para acreditar que fica uns bombeirinhos sentados numa salinha para nos salvar em caso de a sala prender fogo?

Outras mentiras

Estar tonta de gripe e ter que ficar em volta do fogão preparando sua própria sopa e chá de limão.

Outras dores e delícias de morar sozinha

Uma semana sem escrever!

Nem de férias fiquei tanto tempo assim!

Mas fui acometida por uma gripe que me deixou literalmente em stand by.

A única coisa que fiz desde domingo foi trabalhar (a gripe começou na quinta passada, mas domingo mostrou mais as garrinhas, a foto ao lado explica).

O resto da minha vida está parada. Vou postar algo aqui e ir ali correr atrás do tempo perdido embaixo do edredon.

Mas cem litros de chopp não dava para recusar, né?

Feliz em Feliz

Fiz uma confissão lá no Toda Mulher.

Depois vou postar aqui, afinal, assumi algo.

Mas vê se lá você comenta, hein?

Ainda não deu para ir a Paris por duas semanas, mas deu para ir 2 dias em Paris e bem acompanhada.

O filme dirigido e protagonizado pela Julie Delpy (que no final acho que tem uma música dela, adoro as músicas dela dos filmes Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-sol) se passa em Paris, como diz o título. Depois de uma viagem pela Europa com o namorado americano, com quem ela vive em Nova York, eles resolvem passar em Paris, para ficar no apartamento dela que fica no mesmo prédio que os dos pais e assim ele já conhece a família da namorada (o que também é sempre uma experiência estranha).

O filme mostra bem como a gente não conhece totalmente uma pessoa sem conhecer o seu meio. Como nos relacionamentos pode ser decepcionante quando descobrimos que as coisas que a pessoa faz para gente pode não ser exclusivas e originais e mostra Paris, na visão de quem viveu lá, querendo fazer compras no mercado e dançar pelas ruas no tal dia da música (alguém sabe a freqüência desse dia? pois é mais uma cena de filme que quero realizar em Paris).

E o filme serviu para me mostrar que acho que não estava mesmo preparada para ir à cidade luz agora. Não sozinha. O cara é americano, fala inglês e já passa por umas saias justas… imagina eu com meu portunhol que não convence nem hermano…

E no final, fica a reflexão: será a idade e o cansaço de estar em busca da pessoa certa ou o amor nos faz capaz de adorar ser acordado com um espirro desde que seja daquele com quem se quer acordar junto para sempre? Eu fico com a segunda hipótese. Amor é tolerância, aceitação, entender e aceitar que se quer aquele sorriso para sempre em nossa vida sem medo de querer olhar em volta. E isso  talvez só a idade nos faça enxergar.

Melissas são de plásticos, certo? Mas tive que descalçar a minha para passar no detector de metais do aeroporto de Garulhos a (des) caminho de Buenos Aires.

E foi de pés no chão que adentrei a sala de embarque, em frente à Polícia Federal.

A viagem estava só começando…

… e não foi a única ocasião que fiquei de pies descalzos.

Alguém adivinha onde eu estou aí embaixo?

De pies descalzos y de sueños blancos

Aguardem cenas dos novos capítulos a parte de Buenos Aires

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