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Tem cabeça, mãos, pés e coração
Paul Klee, 1930

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Reclamar, às vezes, adianta.

A nova temporada de Monk, volta hoje para seu horário original, nas quartas, às 23h, no Universal Channel. Quando Psych estreou no canal, colocaram no lugar de Monk que passou a ser transmitido aos domingos, num horário que eu não poderia ver. Então mandei um e-mail reclamando da mudança e de cara depreciando a nova série. Recebi uma resposta que até não parecia padrão. Veja aqui

Mas pelo jeito mais gente andou reclamando.

Apesar de ser o único canal de séries que tenho, não consigo acompanhar todas, assim na seqüência. Gosto de House, Low & Order – SVU e Heroes é num horário impossível. Mas a minha preferida, e a única que eu já ouvira falar quando entrei na era tevê paga, é a do detetive cheio de manias, do qual é impossível, em menor escala, não se identificar.

Bom, mas com a Coca-cola não adiantou… não voltaram a fazer a antiga Coca-cola light! E olha que também reclamei!  

Little Dunces Print

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Responda sem pesquisar no google: O que é dígrafo?

Chego em casa hoje, meu telefone toca. Do outro lado, a vozinha ansiosa do meu irmão que está na 4ª série. “Fê, preciso só de uma coisinha para terminar meu tema. Duas palavras com dígrafo”. Não sei, eu respondo. Enquanto ele decepcionado conta para minha mãe, eu fico pensando: que vergonha, a irmã jornalista e ele vai ir com o tema incompleto porque eu não lembro mais o que é dígrafo.

Sugiro que ele procure no dicionário ou no caderno a explicação da professora que ele, pelo jeito, não tinha copiado, e depois me ligue. Depois de desligar, lembro que comprei uma gramática e então vou pesquisar. Ligo para dar a explicação. Resolvido.

Depois fico pensando, e chego a conclusão que isso é uma baita bobagem. Se eu não lembrava mais é porque nunca me fez falta! Que não passa de nomenclatura que só serve para os bacharéis das letras classificar algo!

E penso como nosso ensino é burocrático. Perdemos tempo com essas coisas inúteis e que nos atemorizam enquanto crianças. Acabamos decorando para garantir uma nota e tantas outras coisas importantes a gente não aprende na escola. Aí vamos para a faculdade, para saber tudo de uma coisa só, mas acontece que a universidade só te aponta o quanto tu és ignorantes numa série de coisas dentro daquela área específica que você resolveu estudar. Minha professora até comentou isso na aula hoje. Se para nós ela precisa de quatro aulas para ensinar Surrealismo, na pós-graduação ela tem que dar em uma noite!

Foi por essas e outras que larguei o magistério. Foi um ato de covardia, foi sim, tenho plena consciência, porque há tanto o que mudar na educação… e aí o resto, já viu, né? Acho que não vai ter jeito mesmo. Veio a revolução industrial, as tecnologias, o computador, a internet e como naquela histórinha do professor que vem do século XVIII para nossos dias e constata que só uma coisa não mudou: os alunos continuma sentados em frente a um quadro negro ouvido e o professor falando, falando… Em tempos de playstation, não é difícil imaginar porque as crianças precisam de ritalina para se concentrar nessa chatice. Era preciso usar as habilidades que elas tem com o video game e o raciocínio dinâmico para lhes dar educação e cultura.

Ah, e pra quem também não lembra o que significa dígrafo, clica aqui na explicação da Wikipédia

“Viajar é fatal para preconceitos, para o fanatismo e para as mentes estreitas. Daqui a 20 anos, você tenderá a ficar mais decepcionado com as coisas que deixou de fazer do que com as coisas que fez. Portanto, lance fora as amarras. Navegue para longe do porto seguro. Deixe que o vento sopre suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.”

Mark Twain no livro The Innocents Abroad

Viajar tornou-se meu sonho de consumo nº 1. Depois da ida a Buenos Aires, cada vez quero descobrir mais e mais lugares. Perto ou longe, no Brasil ou fora, tenho uma imensa vontade de fazer diversos roteiros e ter pelo menos uns cem lugares para conhecer antes de morrer, já que mil acho que só vou conhecer pelo livro mesmo.

 Agora minha turma de História da Arte está programando três viagens voltadas para o assunto: Belo Horizonte (conhecendo o barroco mineiro, Portinari na Pampulha, atelier do Amilcar de Castro, o Caci, que fica num dos jardins de Burle Marx, entre outros), Rio de Janeiro (visitando o MAC, atelier de artistas, entre outras coisas, não me interessei muito por este) e a Bienal de Veneza e Alemanha.

Me interessei pela primeira e com a última nem cheguei a sonhar. E não poderei ir em nenhuma.

Bom seria poder ir nessa viagem e depois ir à Europa só para conhecer os lugares. Assim como gostaria de fazer uma viagem a Paris e depois outra só para ver o Louvre e outros museus importantes. Ou poder ficar tempo suficiente para explorar todas as suas galerias e de preferência numa visita orientada como fez a minha professora que voltou mais angustiada porque em 15 dias não viu tudo.

Gostaria de ver as tulipas na Holanda, caminhar de mãos dadas pela Champs-Elysées, andar de lambreta na carona do meu Nino pelas ruas de Mont Martre, que nem a Amélie Poulain. Cair na noite de Madri. Me banhar nas praias de Havana sob o domínio do barbudo Fidel. Percorrer a América Latina numa motocicleta. Fazer as estações de Cristo em Israel e tentar mergulhar no Mar Morto.

Isso só para citar roteiros dos mais conhecidos, porque quantos cantinhos escondidos devem haver nesse mundo esperando a gente vivê-los?

Eu e a SiMinha irmã se casou no último sábado, numa festa linda e animada. Mas, o que mais me marcou foi a união da minha família.

Para quem viu os pais separados, brigando boa parte da infância e aos poucos, em ocasiões sociais poderem estar reunidos num mesmo ambiente, creio que agora, finalmente, essa relação conseguiu amadurecer e tornou-se adulta, como eu e minha irmã, que agora já tem sua própria família. Como disse o námor, foi uma grande demonstração de tolerância, respeito, carinho, amor e entendimento. Fiquei muito, muito feliz com isso.

Conti um pouco das lágrimas na cerimônia, primeiro ao ver meu pai levando ela até o altar e lhe dando um beijo na testa, como ele fez quando se casou com minha mãe. Depois, ao ver meu irmão, entrando com as alianças, lindo e compenetrado.

Conter as emoções, somado ao calor não foi bom e passei mal. Minha pressão baixou, tudo escureceu e acho que faltou pouco para desmaiar. O námor me levou para a sacristia e quando achei que já estava bem voltei ao altar para assinar o livro da igreja, já que erámos padrinhos. E mais uma vez tudo escureceu e não sei onde assinei! Mas os noivos, ainda bem, não perceberam nada e com mais um pouco de sal melhorei e fui para festa onde dançamos até às 4h da manhã, com todos os convidados na maior animação.

Na foto aí em cima, eu e a noiva, no meio do baile. Minha irmã está toda avermelhada por causa da pluma que ela usou para se divertir e a coroa da cabeça já era uma de brinquedo, com uma luzinha que ficou acesa como ela, que dançou e se divertiu muito.

 Quer ver mais fotos?

Simone, nervosa antes de ir para igreja

Os noivos: Simone e Marcelo na maior animação

Dançando disfarçada

Eu, meu irmão Gabriel e o Rodrigo

Eu e o námor

Fantasiados

Ontem uma colega de trabalho veio comentar comigo que me viu acessando o site da novela Era Uma Vez.

Pois acreditem, faço o cúmulo da noveleira que é ler resumo do Vale a Pena Ver de Novo!!!

É que essa é a única novela que posso assistir, devido ao meu horário de trabalho. E depois de um ano e meio no horário noturno, me desliguei completamente das outras novelas. Eu até fiz uma tentativa de gravar Páginas da Vida, não deu certo, mas lia os resumos e como a internet recussitou a fotonovela dava para acompanhar… Agora estou completamente por fora, só as reprises mesmo.

Com Chocolate com Pimenta eu chegava a não marcar compromissos de tarde para poder ver. Agora era para ser diferente, mas já estou viciada em Era Uma Vez… até porque não lembro da história ou não acompanhei toda e então é como ver uma novela inédita!

Fiquei esses dias sem postar porque ainda estava sob as emoções do casamento da minha irmã. Quero colocar um post com fotos (que já estão até me pedindo), então aguardem!

The First Kiss, Kim AndersonUrban RomanceO beijo, Gustav Klimt

       O beijo une, acarinha, afaga
       O beijo é fogo, acende a alma
       O beijo é vinho, inebria
       É selo, compromisso
       
       O beijo é o resumo
       e a plenitude do amor

       Você já beijou hoje? 
       Beije hoje, amanhã, 
       beije todos os dias!        

Além das atrocidades que estamos habituados a ver nos jornais, a impunidade está fazendo com que as coisas cheguem ao nível do desaforo, da cara-de-pau e se não fosse trágico, seria cômico.

“Alô, aqui é o assaltante”
Uma pessoa atende o telefone dentro uma agência bancária e se identifica: “aqui é o assaltante”. Esse “chame o ladrão” aconteceu nesta quarta, em São Paulo.

E parece que só tende a piorar, pois desde pequenas as crianças já não tem mais limites, disciplinas e principalmente, referências:

Creche destruída por crianças motiva protesto
Meninos de seis a 11 anos depredaram escola na Sexta-feira Santa

Impossibilitada de fazer depilação com cera devido a um tratamento que estou fazendo para o rosto, descobri a depilação com fios de seda. Hoje fui fazer com a afegã Rogia Atbiy e adorei! Dói menos, a pele fica menos irritada e o resultado é excelente, não precisa nem de retoques com pinça.

Hoje acordei atrasada para a aula de História da Arte. Quando lembrei que a aula seria sobre Kandinsky, fiquei mais atucanada e saí apressada.

Aí percebi como é fácil pisar fundo e ganhar velocidade com o carro, da mesma maneira que se apressa o passo quando se anda a pé. Só que neste caso, as conseqüências podem ser mais graves. Já percebi também que quando estou chateada ou emputecida com alguma coisa, meio que começo a descontar no carro, correndo mais. Aí é hora de dizer, para mim mesma, baixar a bola.

http://cadernodedesenhos.blogspot.comO domingo em família foi bem ao estilo do filme Casamento Grego. Faltando uma semana para o enlace da minha irmã mais nova, que será no próximo sábado, ainda há coisas de última hora para fazer. Ajudei ela com as lembrancinhas, hoje fui fazer a prova do meu vestido acompanhada dela e aí passamos em vários lugares para resolver coisas, inclusive na casa nova onde estão dando os retoques finais, os móveis estão chegando e sendo montados, minha mãe e tias limpando. Uma muvuca total e gente pendurada por todos os lados.

Fiquei até alíviada quando voltei para casa sabendo que só volto para Sapucaia no sábado. Só não chego na hora da cerimônia porque vou me arrumar num salão de beleza de lá.

Desde criança, o comentário lá em casa a respeito da minha irmã era: “imagina quando casar!” Sempre demorada para se arrumar, foi noiva a vida toda. Arrumou um namorado tão ou mais demorado. Só quero ver qual dos dois se atrasa no sábado. E é desde pequena que digo também que neste dia eu queria estar bem longe, e só chegar para a cerimônia!

Parece que todos esses bordões e comentários acabou se tornando realidade. Como já não moro mais com minha família, mesmo antes de me casar, pois também sempre soube que esse dia chegaria primeiro para minha irmã, sou a que está mais tranqüila e longe de toda essa confusão.

Mas esse clima também é muito legal, pois apesar de alguns atritos e estresses, acaba que duas famílias se unem para o surgimento de uma nova. A casa dela ficou maravilhosa e o seu objetivo de ter tudo perfeito vai se concretizar, ainda que tenha levado sete anos de namoro e enxoval.

No sábado estarei no altar, como sua madrinha. Depois passarei pelos cumprimentos e já estou preparada para as perguntas que surgirão: e o teu, quando será? Sem contar as torcidas e o lobby que querem que eu faça para conseguir o buquê. Mas nem estou ligando para nada disso, por ora, o que me deixa feliz é saber que já encontrei um amor, o meu amor.

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Tamsin Ainslie

Na seção Auto-Retrato do caderno Donna de ZH, todo domingo tem uma entrevista com uma personalidade. As perguntas são fixas e tem uma que sempre me faz pensar: Qual a sua idéia de um domingo perfeito?

Como trabalho aos domingos, um domingo de folga é sempre muito esperado e dia de colocar as visitas com a família em dia. E olha que os visito toda a semana, mas pais separados é pior depois que a gente sai de casa, pois tem que ficar se dividindo para ver todo mundo. Porém altas expectativas e a vontade de fazer tudo geralmente atrapalha e dificilmente consigo pôr em prática a minha idéia de um domingo perfeito:

  • Acordar ao lado de quem amo e tomar um big café da manhã, tipo aqueles de hotel, só que em casa, de pijama, com a luz do sol batendo na sacada (se eu tivesse uma). Ou se for inverno, ficar um pouco mais embaixo do edredon, lendo um livro com a luz do sol entrando pela janela (tem coisa melhor que ficar debaixo das cobertas com o dia já bem acordado na janela?)
  • Dar uma volta no Brique da Redenção e ir almoçar embaixo das árvores do Barranco, mesmo tendo que enfrentar uma fila enorme. Ou então, um almoço em família, com o arroz de domingo da mãe e torta de bombom de sobremesa.
  • Largatear ao sol num parque, namorando ou lendo, ou as duas coisas. Ou tomando chima com os amigos. No final da tarde uma happy hour, com chopp, café ou sorvete. De preferência num café livraria que é para dar uma espiadela nos livros.
  • E à noite, um cineminha ou DVD, atirada no sofá com muita pipoca!

Simples assim, só que difícil de realizar. Eu até faço, quando dá, uma ou outra. Porém, a minha folga, além da raridade (para mim é) de ser a cada duas ou três semanas, dificilmente coincide com as folgas do námor.

Eu tenho o sábado, poderia transpor tudo isso para o sábado… mas não dá, o dia útil nos obriga a outras coisas que o domingo de portas fechadas e preguiça não consegue.

Mas já que no início do ano não fiquei listando minhas resoluções para 2007, taí uma coisa que vou me dedicar melhor: aos meus domingos de ócio.

Por falar em gás terminar. Não durou tanto como da outra vez. Foi 1 ano, 8 meses e 25 dias. A última troca foi em 29 de julho de 2005!

Depois de atrasar o trabalho por causa do jogo de ontem (pelo menos o Inter perdeu, e mais que isso, tá fora do Gaúchão), saí tarde do jornal. Arranhei a porta do carro na garagem. A jantinha planejada com comidinhas congeladas não deu certo porque o gás acabou enquanto era assada.

Acordo cedo hoje, um novo dia e vou para aula de História da Arte. Conteúdo do dia de véspera da morte de Cristo: expressionismo alemão. Pode ter coisa mais deprê?

Esse movimento é encabeçado por Edvard Munch (da obra O Grito) e James Ensor. Pinturas de caveira, pessoas fantasmagóricas, temas como traição, morte e um auto-retrato do cara no inferno e negro, muito negro no meio dos coloridos como dos fovistas (da mesma época, só que na França) fazem dessas caras pura depressão. E eles influenciaram os artistas do grupo A Ponte, que também estudamos. Era uma tristeza só, slide após slide.

“O sol se punha e as nuvens tornavam-se vermelho-sangue. Senti um grito passar pela natureza; pareceu-me ter ouvido o grito. Pintei esse quadro, pintei as nuvens como sangue real. A cor uivava”, descreveu Munch sobre sua obra máxima. Os expressionistas eram influênciados por alguns filósofos, entre eles, é claro, Nietzsche e todo seu pessimismo.

Mas com todo esse chorôrô de tintas, a professora já apontou uma luz no fim do túnel. Semana que vem vamos estudar o grupo O Cavaleiro Azul, fundado por Kandinsky, que via muito mais de espiritual na arte do que trevas para se opor a essa tristeza. Já me aprumei e comecei a ler o livro que tenho dele. Será uma festa de cores, devaniadas em seu abstracionismo. Como foi a minha tarde de hoje, que aí sim, espantou todos os maus agoros da noite anterior.

Compare:

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Vampira, Munch – 1893

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Amarelo, Vermelho, Azul, Kandinsky – 1925

preguiça para postar…

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Valeria Cis

maria-antonieta07.jpgO filme Maria Antonieta começa com uma cena bem tradicional: a então princesa da Áustria sobre uma cama macia que só os palácios têm e alguém abre a janela para despertá-la. Mas a história dessa personagem do século XVIII será contada de forma nada clássica por Sofia Coppola.

O tom moderno do filme, quer dizer, pós-moderno, que moderno é coisa velha, aparece na trilha sonora que se encaixa perfeitamente. E há música da época quando tem que ter música da época. Nada daquele choque que achei de péssimo gosto na última versão de Romeu e Julieta (lembram? Falam o texto antiguíssimo de Shakespeare, numa época atual).

Quanto às críticas de que o filme deixou de lado a questão histórica, o fato procede, a crítica não. Afinal, era um filme sobre uma versão de Maria Antonieta. Um filme divertido, um filme que me agradou pela exuberância de seus figurinos, por ver Versalhes por dentro, vivo como outrora. Gostei de cenas que remetiam à total solidão da rainha, da câmera que vê coisas do ponto de vista da protagonista, das sutilezas, como sorte no jogo, azar… Um filme. Não precisa ser um tratado histórico. Acaso foi feito licitação e essa personagem só poderá ser retratada no cinema por um único filme? Então, quem quiser que faça outro com questões históricas ou até um documentário. Claro que dá vontade de saber mais da história, que a gente aprendeu no colégio e nem lembra mais. Até porque em um momento o filme conta muito com o conhecimento do espectador.

Olha que minha defesa é isenta, porque costumava dizer que a Coppola filha ganhou o Oscar de roteiro original por Encontros e Desencontros porque fez um filme sem roteiro. Eu não gostei. Embora até hoje desconfie que eu deva olhar de novo, pois o assisti num dia que eu estava estremamente chata, afim de nada e das várias opções na locadora, achei que esse era leve e poderia alterar meu humor.

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