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Acabo de assistir no cinema o filme De rouille et d’os, um dos primeiros filmes a ser exibido hoje no Festival de Cannes (leia matéria da RFI em português sobre o filme). Do diretor Jacques Audiard, que fez também O Profeta (2009) e De tanto bater meu coração parou (2005), como esses dois últimos tem luta e combate como um dos cenários de fundo, mas não o tema principal.

O filme é a adaptação de um livro, a história começa quando Ali, um segurança de uma boate em Nice cruza seu destino com a treinadora de baleias Stéphanie, interpretada pela atriz francesa Marion Cotillard, que recebeu o Oscar por seu papel em Edith Piaf. Após um acidente Stéphanie tem as pernas amputadas e vai encontrar em Ali uma maneira de superação e aceitação de sua nova vida, seu novo corpo, sua nova condição. Ali é um pai solteiro, pobre e que mora na garagem da irmã e tem uma relação difícil com o filho de cinco anos. De uma maneira realista esses dois mundos tão diferentes vão se encontrar e os três tornam-se sobreviventes de suas próprias histórias.

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O blog anda meio abandonado, mas continuo atualizando a lista de Leituras e a nova seção “Filmes

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Não basta compartilhar o mesmo teto, a mesma cama, a pasta de dente. Mesmo que cada um tenha seu computador, neste mundo de gigas, em que espaço nunca é suficiente, é preciso também compartilhar HD externo.

Outra teoria sobre a vida a dois

Na aula de hoje descobri que exquis en francês significa requintado, excelente, algo notável em seu genro, delicioso, muito saboroso, distinto, delicado, charmoso, amável, de um charme particular!

O nome do blog e as minhas exquisitices e esquizofrenias que vêm por trás aqui na França tem um sentido todo novo, antônimo, um sinal, um refresh, uma inversão, uma radicalidade, um mudança para essa nova vida.

Voilà! Nunca sonhei com uma vie en rose, mas talvez essa seja minha vida em azul. Minha cor favorita. Le bleu, pode mudar como o azul do céu muda de anil de um dia lindo ensolarado para um azul grisé quando a chuva se aproxima, bleu noir quando vem tempestade, azul escuro intenso quando cai a noite. Como a vida, em seus diversos tons que podem mudar todos num mesmo dia ou no passar dos anos. As tonalidades de cada dia é que constroem os celestes anos de nossas juventudes e vão continuar mantendo nosso céu azul mesmo quando o blue dark cair na noite de nossa existência.
exquis

 adjectif masculin singulier 

1 délicieux, très savoureux (un gâteau exquis)
2 distingué, délicat (politesse exquise)
3 charmant, aimable (un enfant exquis)
4 d’un charme particulier (une promenade exquise)
  expressions 
♦  douleur exquise  (médecine) douleur vive et nettement localisée
Dictionnaire Français Définition  
exquis, e 
  adjectif masculin singulier délicieux, savoureux, agréable, délectable, charmant, délicat, bon, adorable
[antonyme] amer, aigre
2 agréable, charmant, plaisant, piquant, captivant, désirable, séduisant, adorable, aimable, ensorcelant, ravissant, attirant, intéressant, gentil, attachant, baisable
[antonyme] désagréable, rebutant, assommant, repoussant, abasourdissant, déplaisant, dégoûtant, répugnant

As divas morrem cedo.

RIP Amy Winehouse.

Il ya des choses dures à avaler, à défendre nos valeurs, sans entrer dans le choc, nous avons besoin d’avaler. Puis vient la révolte dans l’estomac.

*coincidentemente a 90 é a primeira em francês!

O primeiro amor não é importante.

Importante mesmo é o último.

Est celle qui restera toujours avec nous…

A inspiração desta teoria, que não deve ser nada original, veio enquanto escutava Berry no show que assisti hoje em Porto Alegre… Acho que foi durante La Chanson D’Hélène.

Quase desisti de ir pois não consegui companhia. Ainda bem que fui, adorei o show, ela é très sympathique. E muito engraçado, no final, enquanto aplaudiamos de pé, um dos músicos sacou uma câmera fotográfica e começou a nos filmar. Não sei se fiquei mais surpresa por ser alguém do palco filmando a platéia e não o contrário, ou se por ser um francês fazendo isso. Que coisa, pas français, tava mais para coisa de brasileiro!

Melodias doces, uma voz linda na língua mais linda do mundo e dois violões. Fui longe com suas canções, mais precisamente para a França, rencontre avec mon coeur est toujours là…

http://www.dailymotion.com/swf/video/x6xjnu?theme=none
Berry & Daniel Darc – la chanson d’hélène por zecharlieez

http://mediaservices.myspace.com/services/media/embed.aspx/m=9171852,t=1,mt=video

Pourrais-je vous croire un moment
Mon ami, mon amant
Serais-je vous laisser le temps
De dompter mes tourments
De temps que je me souvienne
Premier pas, première peine
J’ai surement connu d’autres joies
D’autre toi dont je ne me rappelle pas

Nous nous reverrons je crois
Peut être une autre fois
Nous nous reverrons j’espère
Mais ce soir nous en resterons là

(Inutile)

Pois não é que tem um provérbio italiano bem parecido com minha teoria nº 88?

“Um homem não está onde mora, mas onde ama”.

E tem várias ilustrações como esta abaixo. Os sintomas de quem ama são mesmo sempre os mesmos…

Casa é onde está o nosso coração, o nosso amor.

A vida é muito curta para jogar xadrez e ter hesitações.

A prova da minha teoria, tá que eu posso ser meio desinformada, porque tô longe de entender qualquer coisa sobre música, mas esses dias fui surpreendida com a versão, ou melhor, a música original Helter Skelter, dos Beatles. Eu só conhecia a versão do U2.

Hoje escutando Sweet Disposition, me lembrei de como gosto da palavra surrender. Depois ouvi U2 e tenho a impressão de que eles usam muito em suas músicas também. Tem em pelo menos duas que já levam a palavra no título: Surrender and  Moment of Surrender.

Gosto da palavra e do conceito de “surrender”, porque eu sempre me entrego, me rendo… Na música do Temper Trap eu gosto desse trecho:

And while our bloods still young
It’s so young
It runs
And we won’t stop til it’s over
Won’t stop to surrender

This is the ideia!

Aí lembrei que o Nenhum de Nós usa muito a palavra estranho nas suas canções. Além da música Extraño, que versa sobre isso, também tem em “Desculpe estranho /Eu voltei mais puro do céu” (O Astronautas de Mármore), “Nada mais do que um caminho que se passa / Tão estranho pra quem fica… pra quem fica” (Jornais), “Chegando a lugares que de longe eu enxergava /Um estranho, encostado na parede mostrou os braços” (Eu Caminhava). Em Diga a Ela também tem essa palavra…

E tudo isso me fez lembrar de uma teoria antiga que tenho e acho que nunca postei: todas as músicas vem de Beatles ou Chico Buarque.

Claro, salve o meu exagero, mas já reparou quantas músicas vem desses aí? Seja a letra, regravações… Durante minha vida, desde criança, quando ia descobrindo as músicas, várias vezes me surpreendi ao saber que aquela música que eu gostava tanto cantada por alguém ou era dos Beatles ou do Chico… como diz o Michel Melamed num trecho que publiquei aqui: “por isso se acredito no futuro da humanidade é porque sempre haverá uma canção inédita dos beatles.”

(achei que já tinha escrito aqui sobre como tem música também com a expressão “me abraça e me beija”, “eu quero te beijar, te abraçar”, mas na verdade escrevi sobre várias músicas que fazem a pergunta Onde está você?. Também tem muitas com a expressão: close my eyes…)

A moment, a love
A dream aloud


So stay there
‘Cause I’ll be comin’ over

Sweet DispositionThe Temper Trap, da trilha do filme 500 Days of Summer

Essa música tocou na festa Buttoned Down Disco da Koko no último sábado, nem acreditei! Porque em Porto Alegre essa música jamais tocaria numa balada… acho que nem no rádio. E é tão bom ouvir uma música que você gosta de um jeito particular e não porque está na moda ou no dial a todo momento.

Acabei de assistir Crepúsculo (Twilight) e claro estou suspirando pelo mocinho do filme.

E aí cheguei a uma conclusão: acho que só tendo 108 anos para um homem ser assim tão cute, gentil, amável e assumir de verdade quem ama, como o Edward Cullen…

Então são dois tipos de suspiros: um por querer ter um Edward e outro por saber que eles não existem. Mas filmes são bons por isso: sempre nos fazem sonhar.

E entendo a Bella, quando apaixonada não se deve medir consequências. Ou melhor, não se consegue.

p.s.: e se alguém disser que seu namorado ou marido é assim é porque está apaixonada… good for you!

A distância de casa aproxima as pessoas.

Que o velho mundo me traga novas teorias.

A primeira teoria de 2010:

O que está por vir é sempre melhor do que passou.

Bunda de homem tem limite.

Quando faz calor, nunca parece ser tarde.

Cadeia alimentar da balada

Uma noite dessas conheci um xará que tinha uma teoria que na balada as pessoas agem como os animais quando querem atrair o sexo oposto. Dançam, balançam os braços, assim como as aves batem as asas e os leões exibem sua juba.

Pois identifiquei também um outro comportamento semelhante ao dos animais. Trata-se dos amigos feios do cara bonito. Eles estabelecem uma relação conhecida na cadeia alimentar como comensalismo.

A definição para o termo é: associação em que um indivíduo aproveita restos de alimentares do outro, sem prejudicá-lo. É o que acontece entre tubarão e rêmoras. O pequeno peixe fica grudado no grande predador dos mares aprveitando as sobras desse que está no topo da cadeia.

Intensivo de nigth

Quer ter o dom das línguas? Tome um porre!

Bêbado todo mundo se entende.

No casamento que fui sábado, até inglês eu falei (sem saber) e entendi francês.

Já que eu decidi pela bicicleta, agora me falta alguém com quem compartilhar pedaladas.

Quando a comprei eu tinha, mas veja que coisa, nunca pedalamos juntos.

Aquela minha antiga teoria* de que estar solteira não significa estar sozinha, está valendo mais do que nunca.

E o inverso também pode ser proporcionalmente verdadeiro: estar namorando não significa não estar solitária.

* não sei porque não postei por aqui, pelo menos não achei pela busca

s4

Escrevi também no blog Toda Mulher, um post que confessei que queria casar, desde que fosse com alguém que preenchesse certos requisitos (confere lá).

Terminei o post assim:

“Depois de admitir isso e ainda publicamente, só falta eu me livrar de uma coisa: minhas reflexões. Não dizem que quem pensa não casa? E eu ando doidinha para comprar uma bicicleta.”

Na época eu achava que tinha reencontrado essa pessoa, mas como ainda não encontrei, pedalar sentindo o vento fresco que vem do Guaíba percorrendo todo meu corpo, emoldurada pelo pôr-do-sol é tudo que quero agora. Com sorte, com uma boa companhia, nem que seja a dos meus pensamentos.

Muitas vezes é melhor mesmo pensar e comprar uma bicicleta, até ter alguém que se encaixe na tua carona, porque por mais amor que possa existir, duas pessoas só ficam juntas quando se quer pedalar para a mesma direção.

Bicicletas na minha vida

Foi uma pessoa que vem de uma cidade que nem está no mapa que me fez refutar uma das minhas teorias.

E quebrei uma das minhas regras.

Mas eu sei da minha história e o quanto foi bom se deixar levar pelo momento, pelo menos uma vezinha. Portanto não estou me importando com julgamentos.

Saber quem eu sou: muito tempo e $$ de terapia.

As justificativas para essa pequena loucura: muita dor e sofrimento já passado.

Sentir o que estou sentindo hoje: não tem preço!

Amores só são diferentes enquanto existem.
Quando acabam, são todos iguais.

Tem coisas que a gente fez no passado que a idade nos absolve. E acho que poderemos dizer a mesma coisa no futuro.

Faço dieta para poder beber.

O ódio precisa de dedicação, tanto quanto o amor.

Ele até arriscou a fazer uma teoria
sobre a guria das teorias.

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