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Je suis allée au cinéma voir Camille Claudel 1915. Cette femme me fascine et me fait peur. Le film montre 3 jours de la vie de l’artiste après deux ans de son internement forcé dans un asile pour des malades mentaux près d’Avignon, là où elle ne sculptera plus.

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J’ai bien aimé la façon que le réalisateur Bruno Dumont nous remets dans cet univers claustrée et au même temps paisible. Ses cameras fixes et les portraits qu’il fait des patientes de l’hospice nous donne une idée de l’ennuyeusement qui vivait Camille et les dégoûts d’être proche de ceux qui émettent des bruits constante sans réussir a une vraie communication, qui font des crises, qui sont dehors de la réalité  L’enfer d’être surveillée tout le temps « comme une criminel », d’y avoir perdre sa intimité et de plus qui n’avoir aucun confort, aussi être mal nourrit. Et Juliette Binoche magistral dans son rôle à visage dépourvu de maquillage où ses regardes jouent le rôle principal. J’ai écouté une interview à la radio où Binoche raconte qu’elle avait sur le mur de sa chambre d’adolescente la photo de Claudel, la seule photo qui on connais, c’est marron mais aussi naturel qui une actrice de son porte prendre ce rôle, joue avant dans autre film sur la vie de la sculptrice.

Mais Camille m’a fait peur à cause de les emprisonnement que l’amour pour nos mettre, volontaire ou involontaire, physique ou psychique, en couple ou tout seule. La fin de sa liaison avec Rodin, quand elle avait 30 ans, qui a épouse une autre femme lui mis à un claustre, d’abord volontaire, puis qu’elle a vécu 10 ans recluse dans son atelier au quai de Bourbon avant d’être enfermer dans un asile où elle passe 30 ans, jusqu’à sa mort.

Le film montre une passage où 2 personnages répètent une scène de théâtre, l’homme demande la fille en mariage et elle dit oui sous la condition de n’être pas trompé et Camille tombe en larmes, des larmes que je connais, qui nous brise au moins des souvenirs, au moins de références. Cette amour amer qui nous possède, enlève la raison et nous mettre en prison même quand on vit en liberté.

Após descobrir um filme francês na tv educativa, coisa que tem acontecido com certa frequência aos finais de semana, assisti ao documentário Love Interrupted (é possível ver online), sobre a história de dois casais que se separaram na juventude e se reencontraram décadas depois. Muito interessante e dá um certo aperto no coração saber que mesmo com amor duas pessoas podem não ficar juntas pelas circunstâncias ou pela distância.

Uma psicóloga entrevistada disse que quando alguém perde um amor ela nunca mais se reconecta com outra pessoa da mesma forma e até mesmo durante um casamento ela fica contida. Faz sentido para mim. Sempre pode haver o reencontro, como aconteceu aqui e nas histórias contada pelo documentário canadense.  Mas sempre fico com a sensação de que a gente tem que viver o amor agora, enquanto ele está acontecendo, embora tudo ao redor pareça impedi-lo. Por que décadas depois é mais fácil mesmo que ainda existam mais obstáculos, como estar casado e ter filhos? Será a urgência da velhice? Mas então os rompantes da juventude devem servir para nos fazer perder a razão, não? A diferença é que quanto mais velhos, mais donos somos dos nossos próprios narizes. Só pode ser isso. Ou com o tempo seguir seu coração parece mais racional que seguir sua cabeça. Je ne sais pas.

E  fica a música de um dos casais de Love Interrupted:

That love never lasts
And we’ve got to find other ways
To make it alone or keep a straight face
And I’ve always lived like this
Keeping a comfortable distance

And up until now I swored to myself
That I’m content with loneliness,
Because none of it was ever worth the risk

… but you are the only exception…

Engraçado, pensei no título do post e nem sei se essa expressão é correta em inglês. Coloquei no google e apareceu outra música da mesma banda, que eu acabo de descobrir…

Update: tá entro no myspace e o que descubro? Eles vão tocar no Brasil, várias cidades, vou descendo, descendo e bingo: Porto Alegre!

When the soundtrack of the movie became the soundtrack of your life. And Paris is also the scenario…

The music is perfect except about promises. Jesse also made no promises. Us, Celines, we use the moments as promises.

More about Before Sunset

 

Pois não é que tem um provérbio italiano bem parecido com minha teoria nº 88?

“Um homem não está onde mora, mas onde ama”.

E tem várias ilustrações como esta abaixo. Os sintomas de quem ama são mesmo sempre os mesmos…

Casa é onde está o nosso coração, o nosso amor.

A vida é muito curta para jogar xadrez e ter hesitações.

Lovely! Never is too late!

But don’t forget to enjoy the present. It’s a gift in your life, it can be hard, but have the same flavor that will have in  60 years. I think and I belive is more exciting to enjoy 60 years by his side, after all, than to lose this opportunity…

* Se você ainda não assistiu 500 Dias com Ela e não gosta de spoiler, melhor não ler esse post.

Fui na sessão da meia-noite e cinco assistir (500) Days of Summer. Quando cheguei no shopping estava tocando Just Like Heaven, na voz da Katie Melua, trilha do filme E se fosse verdade*. Apesar da hora e do feriadão, tinha uma fila grande no cinema, pra tudo: comprar ingresso, comprar pipoca e entrar no cinema. Menos para ver 500 Dias com Ela, claro. Éramos seis pessoas na sala e amei o filme. Tá na categoria Amélie Poulain pra mim, bem como E se fosse Verdade. Só que esse é bem mais verossímel, mas não deixa de ser cute, cute, cute.

Primeiro me identifiquei muito com a Summer. Pais separados, medo de relacionamentos. Só que ao contrário dela nunca admiti daquela forma, negando que o amor existisse. Primeiro demorei muito para me envolver com alguém. Meu primeiro beijo foi aos 17 anos, o segundo quase um ano depois. Só tive um relacionamento mesmo aos 19 anos, quase 20, e daí em diante me entreguei completamente, sofri e continuei me entregando porque acreditava que tudo de ruim que eu temia já tinha acontecido, então porque ter medo da próxima vez?

Em vez de admitir como ela, sempre afastei caras como o Tom, que quisessem de verdade ficar ao meu lado. Preferia aqueles que estavam mas não estavam… E ter medo da próxima vez seria prudente, porque o raio caiu duas vezes no mesmo lugar. Primeiro admirei a atitude dela, como diria o Marcos, “não se comprometer é bem mais difícil”. Pior são as pessoas que assumem namoro, dizem todas as coisas lindas que a gente quer ouvir e caem fora. Em relacionamentos não há consistência, como ele queria. Assumindo ou não, rotulando ou não, todo mundo pode acordar um dia e não sentir mais. Assumir isso é mais cruel, porém mais realista.

Mas como nessa área tudo é muito mais complicado, como as pessoas mudam de ideia e se o amor existe mesmo e a chega uma hora que realmente a gente sabe, e precisa de uma coincidência para isso (o outro sentir a mesma coisa), a pior coisa que pode acontecer é pessoas que não queriam compromisso se casarem depois de terminar contigo. Foi isso que aconteceu comigo duas vezes. Hoje sei que eu é que não sentia que elas eram “a pessoa com quem eu queria passar o resto da vida” e que nem estava preparada para algo sério. Mas a visão míope da paixão confunde um pouco. Depois veio uma pessoa que pela primeira vez eu achei ter certeza, era “ele”, mas eu não era. Faltou a coincidência e hoje estou meio como a Summer. Isso depois de me sentir como o Tom, quando tudo que a gente acredita não existe. Mas sei que foi mais uma pessoa que passou e que só me desviou de perceber o que estava na minha volta, como  a Autumn.

E se ele tivesse pedido? E se ao tentar não pressionar e fazer o que ela queria ele tivesse perdido a mulher da sua vida? Acho que quando “é” não há esse tipo de complicação e contradição – pelo menos ainda tenho fé que o amor seja assim, tranquilo. Primeiro preciso dar a chance a alguém de passar 500 dias comigo, de verdade.

Há muitas coisas incertas nessa vida, o amor é uma delas. Mas tem muitas coisas das quais a gente tem certeza. Uma delas é que depois do verão sempre vem o outono.

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E acredito, que por mais especial e importante que tu tenha sido na vida de alguém, você será esquecido e perderá esse status. Pois aquela pessoa com quem você vai viver a louca experiência de acreditar que é para sempre na forma de um casamento, ou com quem você terá filhos, será a mais marcante de todas. Para o bem ou para o mal.

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Adorei o visual retrô da Summer, a trilha sonora e Carla Bruni, nossa quando tocou Quelqu’ un m’ a dit (escrevi esse post ouvindo) eu viajei. Lembrei do fim do ano retrasado quando as canções dela embalavam um sonho que abandonei por alguém. Mas o sonho voltou, diferente, mas voltou.

Queria descobrir em que ano se passa o filme (ah depois de escrever isso li o texto que indico no pé do post e lembrei que eles jogam wii, então deve ser bem recente), e é em Los Angeles? Sei lá, pelas referências que tenho do cinema não parece ser Los Angeles. E deve ser legal trabalhar escrevendo mensagens em cartões. Embora o que ele diz sobre isso é bem verdade. Também adorei a expressão “abdome de Jesus” usada pela irmã do Tom, uma pré-adolescente que dá ótimos conselhos para ele. Vou adotar! Não me perguntem mais se gosto de lavar roupa, por favor. Um dos ótimos conselhos dela é que ele só está se concentrando nas coisas boas, por isso a dificuldade em esquecê-la. Sabe que quando passa a paixão, o suposto amor, a gente lembra das coisas boas e elas não machucam mais. Mas antes disso, se concentrar nas ruins como um mantra ajuda muito.

Na saída a Nessa comentou sobre a quantidade de gente que tinha no cinema, eu disse que provavelmente era para assistir Avatar. Aí ela disse que não gosta de filmes que viajam muito. Eu disse que também não, por isso que gostei de 500 Dias com Ela, tão real que termina daquele jeito.

E a verdade é que quando alguém está a fim de você, faz acontecer. É por isso que nem pego mais telefone ou ligo no dia seguinte.

Eu quero o DVD desse filme, e aí lendo sobre o que escrevi sobre E se fosse verdade*, também disse isso e até hoje não tenho…

Ah e quem nunca se sentiu assim como o Tom na cena abaixo (mais ou menos como na música Telegrama, do Zeca Baleiro)? Ele estava apaixonado e , depois de passou a primeira noite com ela. Apesar de estar adorando esse meu espírito de liberdade, desprendimento e casualidade, quero sentir isso muitas outras vezes na vida, ou pelo menos mais uma, se eu encontrar “o cara”.

Aqui tem um texto legal e com várias curiosidades sobre o filme

Uma pessoa estava com o coração partido no twitter hoje. A desesperança e a decepção do “pra sempre” ter chegado ao fim. Quando a gente gosta de alguém de verdade acredita que isso possa ser real. A paixão inverte a lógica. E mesmo quem já tenha passado por isso, na hora é difícil ver com clareza. Só quem está de fora consegue dizer que passa. E foi o que eu fiz. E tão bom quanto acreditar no amor eterno é descobrir que a gente estava enganado. É libertador descobrir que salvamos a nossa breve existência de um amor errado.

Ele respondeu:

Passa mesmo. Mas continuo acreditando no “para sempre”.Enquanto isto,o jeito é esperar, caminhar, nadar, ler e outros verbos

E eu:

O jeito é viver, esse é o melhor verbo. O resto é consequencia, inclusive o amor. E deixa ele estar para sempre em ti

Nunca tinha pensado nisso. Na hora me veio algo como: podemos ter amor para sempre, o destinatário é que não precisa ser um só. O amor precisa estar em nós e é esse amor “para sempre” que temos que cultivar.

E de vez em quando a gente compartilha com alguém, porque faz bem. Vale a pena arriscar, mesmo que possa virar dor depois, porque quando temos o amor dentro de nós, ele só multiplica quando a gente divide.

Hoje lembrei das minhas conversas com o Nelson Rodrigues em 2005… sempre atual, as minhas palavras e as dele.

Isso porque li no twitter do @rodriguesnelson:

A pior forma de ódio é o ex-amor. Ninguém perdoa aquele ou aquela que deixou de ser amado.

Ai, isso tudo é tão complicado que prefiro nem pensar.  É tão boa a vida com só o que ela tem de bom. É passageira, efêmera, instável, mas pulsa mais em minhas veias.

É como estar numa montanha russa, o frio na barriga é mais constante, mas também passa rápido. Não há a sensação do fim, estou sempre em loopings e com a eterna expectativa dos começos.

Já que eu decidi pela bicicleta, agora me falta alguém com quem compartilhar pedaladas.

Quando a comprei eu tinha, mas veja que coisa, nunca pedalamos juntos.

Aquela minha antiga teoria* de que estar solteira não significa estar sozinha, está valendo mais do que nunca.

E o inverso também pode ser proporcionalmente verdadeiro: estar namorando não significa não estar solitária.

* não sei porque não postei por aqui, pelo menos não achei pela busca

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Escrevi também no blog Toda Mulher, um post que confessei que queria casar, desde que fosse com alguém que preenchesse certos requisitos (confere lá).

Terminei o post assim:

“Depois de admitir isso e ainda publicamente, só falta eu me livrar de uma coisa: minhas reflexões. Não dizem que quem pensa não casa? E eu ando doidinha para comprar uma bicicleta.”

Na época eu achava que tinha reencontrado essa pessoa, mas como ainda não encontrei, pedalar sentindo o vento fresco que vem do Guaíba percorrendo todo meu corpo, emoldurada pelo pôr-do-sol é tudo que quero agora. Com sorte, com uma boa companhia, nem que seja a dos meus pensamentos.

Muitas vezes é melhor mesmo pensar e comprar uma bicicleta, até ter alguém que se encaixe na tua carona, porque por mais amor que possa existir, duas pessoas só ficam juntas quando se quer pedalar para a mesma direção.

Bicicletas na minha vida

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