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Incrível o timing do lançamento dos CDs dela com a minha vida.

Tá essa tá um pouco passada, mas tem ali duas frases perfeitas.

Mas essa baladinha… ah, essa sim. O clipe oficial está aqui (não dá para embedar)

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Só os fiéis podem ser passionais.

Mesma fonte de inspiração da teoria nº 71

Never an honest word
But that was when I ruled the world

Coldplay

Tive o fim de semana mais astral da minha vida. Mesmo tendo que trabalhar, me diverti muito. Dei uma de Carrie Bradshaw (com direito a Cosmpolitan e tudo) e fiz um intensivo de nigth para pesquisar como anda a balada e a cidade, e também o sexo e a cidade, por que não?

Algumas observações:

:: Ninguém mais dança. Fato! Só ouvi música boa, seja por DJ, dance ou as bandas que tocaram, mas todo mundo contido, no máximo batendo o pezinho, um leve movimento com o corpo ou com a cabeça. Sair dançando ao estilo Mamma Mia, nem pensar! Eu arrisquei levantar os braços algumas vezes, mas não tive seguidores. Rebolar? Só mesmo no funk. Sério, soltar a franga de uma maneira normal, dançar mesmo está em extinção. Tanto que os bares nem se importam de colocar mesas na pista.

:: Como o povo não dança, um pouco que acabou as “correntes migratórias”. Sabe quando a banda para de tocar ou a música está chata e todo mundo começa a circular, procurando para ver se acha pessoas interessantes? Se bem que ninguém parece querer encontrar pessoas interessantes. Está todo mundo meio blasé. E olha, conversar, puxar assunto e fazer amizades deveria ser obrigatório, tipo couvert. Sem ser chato, claro.

:: Os gaúchos são cada vez mais um povo fechado. Já as gaúchas estão precisando ir à luta. Os caras começam escolhendo já quando passam de carro pela fila do local. Agora os cariocas, ah esses sabem viver. Esses descem as escadas para alcançar seus objetivos sem medo de ser feliz ou levar um não.

:: Se animar com algumas músicas “das antigas”, daquelas que nem é do teu tempo, mas que tu conhece porque teus pais ouviam, isso entrega a idade.

:: Caipirinha de morango em dose dupla é roubada se as amigas não bebem. E homem não toma essas bebidinhas de mulherzinha. Vai sobrar pra ti.

:: Não adianta, em todo o lugar, no final da festa, chega uma hora que a constelação de losers se destaca. E olha, alguns estão bem disfarçadinhos de mauricinhos (ainda existe esse termo?) e também não andam assim mais tão corajosos.

:: Banheiros são sempre um capítulo a parte (já escrevi sobre eles uma, duas, três vezes). Em um deles, a área da pia era coletiva, para homens e mulheres. Tem o baita inconveniente de ter que sair sem antes se olhar no espelho. Mas o mais inacreditável, o cúmulo do metrossexualismo, foi um cara me pedir base emprestada para disfaçar as espinhas! Como eu não tinha, pediu então meu batom, e pelo termo correto: isso é um gloss, me disse ele! Ah não, meu gloss importando não!

:: Vi fila no banheiro dos homens e não tinha no das mulheres.

:: Em dois locais diferentes tocou A Fuego Lento.

:: Eu vi dois homens dançando A Fuego Lento juntos! Juro por Deus. Espero que eles sejam um casal. Sério, não posso acreditar que eles também estão fazendo aquela coisa ridícula que as mulheres fazem em festas de dançar juntas quando nenhum homem as tira. Já dizia Tim Maia: “só não pode dançar homem com homem, e nem mulher com mulher. O resto vale”.

:: Em três locais diferentes tocou Amigo Punk. Festa mais que garantida. Nessa hora até teve alguns braços que sacudiram no ar em punhos. Mas poucos, e confesso que o fiz, ainda que timidamente devido às circunstâncias.

:: Cheguei a uma idade em que coisas que eu achava ridículas antes, agora penso: se a pessoa está se divertindo, vai fundo. Vi uma figura peculiar de idade avançada dançando a valer (como eu gostaria de ter dançando a noite toda, como as pessoas dançavam a noite toda antigamente). Poderia parecer ridículo, espalhafatoso. Mas ele tava aproveitando, se divertindo e é isso que vale.

:: Poucos momentos na pista de música eletrônica e tocou Loves is in the Air (remixado, é claro) e Gala. Isso sim é dance! Não esses psy trance. Me empolguei e senti olhares meio que reprovadores pela minha saliência (mas eu só estava dançando normal!). E claro, até tinha gente dançando um pouco mais nessa pista, que era completamente escura ou com aquela luz piscante e estonteante.

: Bom e no final das contas o caneco (de chopp) vai para…

… um cara que às 4h, em frente a um bar que tem uns 3m de comprimento, me diz que chegou agora e me pergunta se é ali que se pega a cerveja!

Meu primeiro cosmopolitan! E nem precisei ir até Nova York ou no Kong, em Paris. Só fui até a Cidade Baixa!

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Para quem não sabe, é o drink da Carrie e das meninas do Sex and the City. Amei!

Às vezes a gente vira a página, outras fecha o livro.

Admitir que acabou, para você, e não para o outro, é mais difícil. Principalmente para quem não quer desistir e por teimosia fica insistindo naquele capítulo. Pensei que jamais ia perdoar por deixar que eu parasse de sentir. Na verdade, só tenho que agradecer. Só assim pude abrir um livro novo.

E uma história nova, com todo mistério e expectativa que tem, é sempre bem mais interessante que uma história que você já conhece. E nenhuma narrativa muda só porque você parou de ler no meio, o final será sempre o mesmo.

Nada nem ninguém muda sem que também mudem as circunstâncias.

PRIMAVERAdegliuominiAssim é com as estações…

O Léo Saballa Jr. definiu o filme Nome Próprio como um caos angustiante e essas palavras rodaram pela minha cabeça durante
todo filme. E eu acrescentaria solitário. Um caos angustiante e solitário. Dessa solidão que vem todo desespero e os atos que
levam à dor. Dessa solidão é que o outro se torna melhor e mais importante. Um livro enquanto a gente não passa de um rascunho.
A intensidade é mesmo uma doença, não sei se contagiante como ela descreve. Mas é levada às últimas consequências mais na
dor do que na alegria. Ou pelo menos marca mais assim. Porque na alegria nos leva a um estado de furor, topor ou nos deixa tão
fora de si que é como uma dor muito forte, o corpo não aguenta e você desmaia. Desmaia acordado e passa a ver tudo
lentamente, slow motion, uma sensação que vicia, mas ao contrário de outras drogas, não se volta até ela facilmente. E ao menos
tempo, esse desmaio não deixa marcas. A gente sente mais quando fica a cicatriz e este estado de êxtase é fugaz, fugaz como
um orgasmo… Já para os intensos, a dor leva a um labirinto psicodélico monocromático grisê, onde aquela profusão de sentimentos
parece explicar tudo e eles só se legitimam se arrastarmos nosso pesar por todas as nossas entranhas, até que o corpo se
contorsa, até que nossa loucura nos leve à uma dor física.
Não é fácil viver dentro da nossa cabeça. Para estar bem é preciso um esforço diário, tem que se conquistar todos os dias e saber
driblar a crueldade dos nossos julgamentos sobre nós mesmos. Já para se entregar a tristeza, não é preciso muito esforço. É como
silenciar por fora e por dentro. Você deixa de se ouvir lá dentro de sua cabeça, uma estranha sensação toma conta do seu corpo
que parece encolher e mirrar. Eu como sempre, otimista, esperava um final feliz e achava que havia chegado a ele. Pois até a mais
caótica das criaturas busca pelo olhar do outro sobre si. Porque é isso que são os relacionamentos. O olhar que se tem do outro e
o olhar que o outro tem de ti e o quanto tu precisa desse olhar para existir. Porque olhar para si mesmo é um ato de coragem, uma
alegria que dói. Se encarar todos os dias não é fácil, mais fácil é fugir e se ver espelhado numa retina qualquer. E talvez escrever
seja outra forma de fugir de si mesmo, é o caminho dos solitários, onde as quatros paredes da casa vazia viram espelhos.
Refletindo a verdade. Ou as mentiras que contamos para enganarmos a nós mesmos.
Ela termina dizendo: “Sou marcada sim, mas faço valer cada uma das minhas cicatrizes”. É fácil admitir essas marcas, difícil é
transformá-las. Estou nesse processo. Elas não se apagam, mas quero ficar marcada pelo sorrisos que dei, os prazeres que tive,
pelas vezes que o vento bateu no meu rosto e por quem eu sou cada vez que tenho a coragem de olhar para meu nome próprio.

O Léo Saballa Jr. definiu o filme Nome Próprio como um caos angustiante e essas palavras rodaram pela minha cabeça durante todo filme. E eu acrescentaria solitário. Um caos angustiante e solitário. Dessa solidão que vem todo desespero e os atos que levam à dor. Dessa solidão é que o outro se torna melhor e mais importante. Um livro enquanto a gente não passa de um rascunho.

A intensidade é mesmo uma doença, não sei se contagiante como ela descreve, pois nem sempre somos compreendidos. Mas é levada às últimas consequências mais na dor do que na alegria. Ou pelo menos marca mais assim. Porque na alegria nos leva a um estado de furor, topor ou nos deixa tão fora de si que é como uma dor muito forte, o corpo não aguenta e você desmaia. Desmaia acordado e passa a ver tudo lentamente, slow motion, uma sensação que vicia, mas ao contrário de outras drogas, não se volta até ela facilmente. E ao menos tempo, esse desmaio não deixa marcas. A gente sente mais quando fica a cicatriz e este estado de êxtase é fugaz, fugaz como  um orgasmo…

Já para os intensos, a dor leva a um labirinto psicodélico monocromático grisê, onde aquela profusão de sentimentos parece explicar tudo e eles só se legitimam se arrastarmos nosso pesar por todas as nossas entranhas, até que o corpo se contorsa, até que nossa loucura nos leve à uma dor física.

Não é fácil viver dentro da nossa cabeça. Para estar bem é preciso um esforço diário, tem que se conquistar todos os dias e saber driblar a crueldade dos nossos julgamentos sobre nós mesmos. Já para se entregar a tristeza, não é preciso muito esforço. É como silenciar por fora e por dentro. Você deixa de se ouvir lá dentro de sua cabeça, uma estranha sensação toma conta do seu corpo que parece encolher e mirrar.

Eu como sempre, otimista, esperava um final feliz e achava que ela havia chegado a ele. Pois até a mais caótica das criaturas busca pelo olhar do outro sobre si. Porque é isso que são os relacionamentos: o olhar que se tem do outro e o olhar que o outro tem de ti e o quanto tu precisa desse olhar para existir. Porque olhar para si mesmo é um ato de coragem, uma “alegria que dói”. Se encarar todos os dias não é fácil, mais fácil é fugir e se ver espelhado numa retina qualquer. E talvez escrever seja outra forma de fugir de si mesmo, é o caminho dos solitários, onde as quatros paredes da casa vazia viram espelhos.  Refletindo a verdade. Ou as mentiras que contamos para enganarmos a nós mesmos.

Ela termina dizendo: “Sou marcada sim, mas faço valer cada uma das minhas cicatrizes”. É fácil admitir essas marcas, difícil é transformá-las. Estou nesse processo. Elas não se apagam, mas quero ficar marcada pelo sorrisos que dei, os prazeres que tive, pelas vezes que o vento bateu no meu rosto e por quem eu sou cada vez que tenho a coragem de olhar para meu nome próprio.

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Não há sentido nas palavras se não existe coerência nos atos.

Fiz essa teoria enquanto assistia o filme Nome Próprio, bem no comecinho.

Quem é solteiro vale menos para o seguro de vida e custa mais para o seguro do carro.

É, a gente paga caro pela nossa liberdade!

De tanto sonhar acordada, acabei pegando no sono…

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O bom de ser adulto:

  • Poder comer doce antes do almoço.
  • Passar com o carro pelas poças d’água e fazer chuáááá (quando eu era criança eu pedia para o meu pai e ele nunca ia no cantinho da rua para mim ver a água bater no vidro da janela. Vai ver porque os carros que ele tinha naquela época não tinha protetor de cárter e acontecia isso que aconteceu com meu primeiro carro, e essa não foi a única).

Depois de falar sozinha dentro de casa, hoje me peguei falando sozinha dentro do carro. E nem era xingando alguém, que isso não conta. Era falando comigo mesma…

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Sempre tive um pouco de preconceito com musicais. Nem sei se assisti algum até o fim, mas Mamma Mia! é maravilhoso!!! A Meryl Streep está ótima, boa história, bom romance, boa comédia e tem Abba. A melhor cena do filme é quando cantam e dançam Dancing Queen (clique aqui para assistir, vale a pena).

Perfeito. Consegui ver o que sempre tive vontade de fazer quando ouço essa música: sair cantando e pulando como a personagem da Meryl! Normalmente escuto no carro e o máximo que dá para fazer é levantar os braços se estou na carona ou balançar os ombros quando dirigindo. Com certeza vou ensaiar essa coreografia, porque sim, eu danço sozinha pela sala, embora a vontade seja mesma de sair dançando por aí. Entrou para minha lista (imaginária) de melhores cenas do cinema. E a Grécia também, outro item na lista de desejos.

Atcha! O figurino e a maquiagem da Juliana Paes eram impecáveis. Um dia queria me caracterizar assim!

Atcha! O figurino e a maquiagem da Juliana Paes eram impecáveis. Um dia queria me caracterizar assim!

Eu sou noveleira assumida, mas poucas vezes escrevi sobre novela aqui. Mas em tempos de twitter, em que leio os comentários em tempo real da Gloria Perez, vou ter que comentar sobre o último capítulo de Caminho das Índias para não encher meu twitter. E é como falaram por lá, final de novela é tipo final do Brasileirão para as mulheres.

Só por isso, porque essa novela não tem nada de tão especial para mim e nem olhava ela no início. Comecei a olhar mesmo durante a reforma do meu apê, já que minha família, como a maioria das famílias brasileiras, se reúne em frente a tv no horário nobre.

Bem, e como jornalista não faço nenhuma obsevação crítica ou mais apurada sobre as novelas. Sou do tipo a Tele-Tonta. Lembra? Aquela personagem da Cláudia Raia em Não Fuja da Raia, que era criada em frente a televisão e assistia a tudo. Já me apelidaram uma vez de arquivo Vídeo Show. Sou meio assim, desligo quando ligo a tv e aproveito para esquecer os problemas e sou levada pela emoção.(E enquanto assistia, baixou aqui o cd de músicas indianas da novela, tem uma que gosto em especial, outras enjoaram. Mas quem não comprou o CD Coração Cigano de Explode Coração que atire a primeira pedra, tá eu tenho esse CD. Não se preocupem que essas febres passam, não o escuto desde o tempo da novela)

Pois bem, o final de Caminho das Índias. Quando o Raj apareceu para reencontrar a Maya meu coração quase parou. Controlei o choro para ver melhor a cena, mas não me empolgou depois. Achei mal feita. Até podia ser interpretada de outro jeito: Maya se jogou no ganges, morreu afogada e encontrou Raj na outra vida. Tudo bem tirar as pessoas que estavam em volta, mas ela se vestir de ouro e ainda por cima chegar assim na casa…

O tão esperado “FIM”, podia ter sido na hora da dança coletiva, bem ao estilo Bollywood e que lembra as novelas antigas. Tinha um tempo que o elenco aparecia todo no final, juntos em uma festa, ou simplesmente dando um tchauzinho. Já que anos  80 tá na moda… eu curtia isso. Talvez porque eu era criança e ali eu conseguia separar ficção da realidade. E o “eu te amo da Maya” e do Raj ficou forçado. Cena dispensável. Parecia novela mexicana (aliás não foi a única vez, talvez a última, nessa novela).

A Tônia casar com o louco do Tarso tudo bem, mas não abrindo mão de uma bolsa de estudos no Exterior, né? E o resto, nada era surpresa. E o Bahuan quase nem apareceu no final, ele que era o protagonista… Mas o Rodrigo Lombardi roubou a cena e mereceu! E gostei dos muitos perdões da família Ananda. O importante é ser feliz, o resto é o resto, e final de novela tem que ser assim mesmo. Até gosto de filmes que não tem final feliz, de vez em quando é bom para cair na real. Mas um filme tem duas horas. Não dá para perder meses para não se emocionar no final. E como diz minha teoria nº 19, o que importa mesmo é o conteúdo, o recheio… neste caso, o caminho!

NUBLVontade de pegar um avião e ir correndo ver a exposição Matisse Hoje, na Pinacoteca do Estado, em São Paulo.

E vou ter o próximo feriado de folga… poderia ir, não fosse aquele outro “tempo” que nos impede de várias coisas. Algumas obras são do  Centro Georges Pompidou. Ah eu preciso passar uma vida em Paris só vendo arte!

Bom, comecei a gostar de Matisse no dia em que minha vaca colorida da pré-escola finalmente fez sentido para mim. E não é só a vibração de suas cores que me atrai, gosto do traço sensual como nas pinturas dos arcos da Fundação Barnes, suas danças, e Nu Azul (1952), uma das minhas favoritas, que eu queria ter na cabeceira da minha cama.

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O inconveniente da chuva e das
lágrimas são os pingos nos óculos…
uma pelo  lado de fora, outra pelo de dentro…

Eu ando tão bem e de coração tão tranquilo que tenho até medo de vir aqui escrever… Sem divagações, sem nuvens cinzas sobre minha cabeça. Vivendo, sentindo… Apenas. E isso já é bastante coisa.

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bicimapa

Desde 10 de junho que eu não ia no psicólogo, andei muito relapsa, e Freud diria que o cochilo que tirei ontem antes de ir seria meu subconsciente querendo me sabotar para perder a consulta. Acordei eram 20h e minha consulta às 20h30min, no Moinhos de Vento. E eu precisava abastecer. O posto perto de casa e no caminho estava fechado. Aí fiquei parada na sinaleira,  na lomba da Pinheiro Borda, e o tanque parecia estar mais cheio. Desisti de abastecer no posto perto do Beira-Rio. Cheguei no Bom Fim e ligou o alerta da reserva. Então tive que parar no posto mais próximo e me atrasar para a consulta.

Cheguei quase 20h40min, o colega do meu terapeuta estava terminando de atender e foi embora. Fiquei sozinha. Puxa eu já ando me sentindo tão sozinha… E tocava no rádio: “E aí, será que você volta, tudo a minha volta é triste…” Ainda bem que não vivi esse cenário semana passada, que estava bem mais sensível. Pensei: “será que vou ficar traumatizada na ante-sala da terapia?”.

Liguei para o Lúcio e ele estava chegando. Meia-hora de espera. Saí do consultório às 22h, mas nossa, saí renovada! Como é bom entender certas coisas que ficam entre a razão e o coração nos deixando em dúvidas e gerando sofrimento. Era algo que eu já sabia, mas que claro, vivo bloqueando. E aí levei o puxão de orelha por ficar tanto tempo sem ir nas consultas.

E hoje tive a prova de que minha descoberta de ontem faz sentido. Não tive nenhum sobressalto no coração pela manhã. E uma outra bobagenzinha no fim da tarde me deixou bem felizinha.

Pensando no que escrevi aqui, cheguei a conclusão que eu ainda não encontrei a minha morada definitiva e ela pode ser muito melhor, muito mais saudável, daquelas em que a brisa balança a cortina e o sol de calor ameno invade o espaço.

E o meu sonho não morreu. Está adormecido pois eu vou com certeza a Paris, um dia, ainda não sei quando, em 2011 talvez, talvez leve mais tempo, mas ele vai se realizar e tenho certeza que num momento em que todas as lembranças que eu viver lá serão levadas para sempre. Eu andei cuidando da minha casa e ainda tenho coisas para terminar, pois é para cá que eu sempre vou voltar fisicamente e é onde eu vou compartilhar momentos e descobrir talvez esse novo lar.

Fazer invenções gastronômicas na madrugada.

Ontem eu não estava com muita fome, então em vez de fazer uma pizza de frigideira completa, coloquei só a massa e queijo. Hum, ficou delícia. A propósito, finalmente descobri a pizza de frigideira, pois estou sem forno, instalei um cooktop e ainda não comprei forno, tô em dúvida se compro um microondas com dourador ou um micro normal e um forno elétrico. Não sei se esses com dourador deixa os pratos saborosos como num forno tradicional. E enquanto não me decido, meu gás vai durar cada vez mais. Da última vez foi mais de dois anos.

Bem que a vida da gente podia ser como nos seriados. De tempos em tempos tudo se resolve, tudo dá certo, tudo acontece! E não só no final, como nos filmes.

Ugly Betty teve dois caras muito românticos disputando seu coração…
10:21 PM Sep 2nd from mobile web

Ugly Betty teve dois caras muito românticos disputando seu coração…

Kitty de Brothers&Sisters (B&S) é casada com um gato, adota um filho e conhece um pai lindo no parquinho…

Sarah de B&S divorciada e na seca volta trabalhar na empresa da família e tem um monte de caras lindos…

e ela acaba de transar com um deles…

Kevin de B&S reencontra o ex-namorado, um ator sexy. Kevin tá casado, mas ele propõe um ménage…

Nora Walker de B&S no alto de seus 6O anos recebe uma surpresa romântica. O arquiteto charmoso e londrino largou o casamento aberto porque  a ama

Chega! Cansei da realidade!!!

Bem que a vida da gente podia ser como nos seriados. De tempos em tempos tudo se resolve, tudo dá certo e não só no final, como nos filmes.

E Rebecca e Justin de B&S quase voltaram. Em casa um amigo apaixonado lhe esperava com flores…

Thomy de B&S não sabe quem ele é e nem nunca soube e não vai voltar para casa. Enfim uma nesga dessa vida ordinária!

Postado no meu twitter no dia 2 de setembro, enquanto eu assistia Brothers&Sisters

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