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O que as pessoas não se dão conta não é apenas que, por ser deficiente, necessita tratamento especial, vaga disponível por sua condição. Mas simplesmente não dá para um cadeirante desembarcar de um carro numa vaga comum, nem arranhando o carro que estiver à volta. Experiência própria. É necessário espaço e não raro temos que trancar o fluxo no corredor para o desembarque e só então colocar o carro numa vaga qualquer.

Já ouvi a desculpa do “volto em um minuto”. Mas cadeirante está sempre tendo que esperar por tudo. É uma mãozinha aqui para entrar em lugares sem rampa, outra lá para alcançar alguma coisa num mundo de planos “corpo inteiro”. Se vai pegar ônibus, tem que esperar por determinados horários quando passa o adaptado. Se usa o carro, tem que esperar pelos cara-de-pau que ocupam a vaga. É um mundo de espera para quem atravessar de uma calçada a outra torna-se uma maratona porque a maioria dos lugares não é adaptado.

Então, é muito mais fácil ocupar uma das trocentas vagas do estacionamento do que aquela uma para deficientes. Matemática complicada? Então sinto informar que você sofre de alguma deficiência cognitiva, ou pior, deficiência de bom senso. Essa, às vezes, incurável.

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Depois de descobrir o azul safira – verde esmeralda do mediterrâneo, preciso conhecer os azuis, verdes e brancos da Patagônia!

O primeiro amor não é importante.

Importante mesmo é o último.

Est celle qui restera toujours avec nous…

A inspiração desta teoria, que não deve ser nada original, veio enquanto escutava Berry no show que assisti hoje em Porto Alegre… Acho que foi durante La Chanson D’Hélène.

Quase desisti de ir pois não consegui companhia. Ainda bem que fui, adorei o show, ela é très sympathique. E muito engraçado, no final, enquanto aplaudiamos de pé, um dos músicos sacou uma câmera fotográfica e começou a nos filmar. Não sei se fiquei mais surpresa por ser alguém do palco filmando a platéia e não o contrário, ou se por ser um francês fazendo isso. Que coisa, pas français, tava mais para coisa de brasileiro!

Melodias doces, uma voz linda na língua mais linda do mundo e dois violões. Fui longe com suas canções, mais precisamente para a França, rencontre avec mon coeur est toujours là…

http://www.dailymotion.com/swf/video/x6xjnu?theme=none
Berry & Daniel Darc – la chanson d’hélène por zecharlieez

http://mediaservices.myspace.com/services/media/embed.aspx/m=9171852,t=1,mt=video

Pourrais-je vous croire un moment
Mon ami, mon amant
Serais-je vous laisser le temps
De dompter mes tourments
De temps que je me souvienne
Premier pas, première peine
J’ai surement connu d’autres joies
D’autre toi dont je ne me rappelle pas

Nous nous reverrons je crois
Peut être une autre fois
Nous nous reverrons j’espère
Mais ce soir nous en resterons là

(Inutile)

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