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Quer ter o dom das línguas? Tome um porre!

Bêbado todo mundo se entende.

No casamento que fui sábado, até inglês eu falei (sem saber) e entendi francês.

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Teve uma época, logo que eu vim morar sozinha em Porto Alegre (bom vendo o post sobre isso foi dois anos depois que já estava morando aqui), que o meu hino e das minhas amigas era: Vou deixar, a vida me levar… agora é I Gotta Feeling. Na última semana, praticamente levei ao pé da letra o Party every day. De quinta a domingo foi uma maratona em que dormi umas 16h no total. Segunda dei uma parada estratégica, mas fiz uma faxina na casa que valeu por uma balada.

Fazendo uma retrospectiva, foi uma festa na quinta, regada a chopp e cosmpolitan. Na sexta, o dia mais especial, dancei muito sertanejo universitário, forró, funk, dance, de tudo. Me diverti horrores movida a caipira de morango, ceva e excelente companhia. Batata frita no café da manhã, umas 6h de sono e chimarrão no parque de aquecimento para um churras onde, além de ele ter preparado uma carne pra lá de especial, tomei vinho, cerveja, espumante, marguerita e absolut de frutas vermelhas. No domingo, para não perder o costume, uma jornada de 8h de trabalho, seguida de uma ida até São Leopoldo para um aniversário de família. Aí não teve jeito, um expresso bem forte foi o meu combustível. Um colega pediu para trocar de horário na segunda e lá fui eu trabalhar às 8h, saí mais cedo, faxinão em casa e fui deitar meio zonza. Na terça, cinema seguido de chopp.  Na quarta o aniversário da Maria, que fui já bem cansada, mas não podia deixar de estar ao lado dessa mais nova amiga que foi uma grata surpresa deste ano, assim como a Nessa, a Mônica, a Camila e a Janaína. E claro que a diversão estava garantida.

Foi uma semana em que recarreguei as pilhas  com muita diversão e carinho. E como alguém disse lá no twitter, quando eu não durmo, fico hiperativa…

Ufa! Cansei. Acho que depois de todo o estresse da outra semana, quando acordei com o susto de meu irmão estar no hospital, eu estava precisando desopilar.

E acho que essa montanha-russa também me ajuda a não pensar em coisas boas que de certa forma me assustam. É uma leve brisa que surgiu numa das noites mais divertidas de todas que antecedeu essa semana maluca. É uma brisa que pode se tornar aquele vento gostoso de chuva. Prefiro ir sentido o vento bater de leve e torcendo para que não seja nenhum vendaval desastroso ou um tornado devastador.

Eu posso não ser muito boa na cozinha, mas fazer drinks e bebidinhas sempre dá certo. Entrou para o meu repertório o quentão. Ótimo para os dias frios. Ainda prefiro o vinho sozinho, mas para reunir uma galera é uma ótima opção de fazer o vinho render.

 

a melhor coisa do frio, se não a única!

Vinho: a melhor coisa do frio, se não a única!

Uma das coisas que me faz ser uma mulher de 20 poucos anos com atributos de 30 é saber escolher um vinho. Não sou do tipo enochata, mas vou além do tinco seco ou suave (ah sim, meus preferidos são os tintos).

Beber vinho tem um pequeno ritual, pelo menos em restaurantes, e isso mostra um pouco do avanço ou não dos tempos que vivemos: o garçom envolve a garrafa com um guardanapo, abre o vinho, oferece a rolha e passa para o homem provar. Pois é, para o homem! Uma atitude bem conservadora. Porém, esses tempos uma garçonete perguntou quem provaria, se eu ou o namorado. Pela primeira vez isso aconteceu e para mim é a atitude mais correta.

Outro dia só perguntaram se eu provaria porque ele tinha ido ao banheiro… Mas no último fim de semana recebi a pergunta mais antiquada que já ouvi: a moça vai beber vinho? E era o garçom mais atrapalhado que já vi. O guardanapo era curto e ele não conseguia prender em volta da garrafa. Depois de várias tentativas, se irritou e se afastou. Quando voltou virou a garrafa para servir sem ter aberto! Aí depois de, enfim tirar o rótulo e sacar a rolha, ele serviu e levou a rolha embora. Fiquei sem essa para minha coleção… e era de uma data especial!  

Compartilhando algumas experiências com vinho

Sou muito mais de um Merlot a um Cabernet Sauvignon. E amo Carménère, que é exclusivo do Chile, e agora, dando uma pesquisada para o post descobri que já foi confundido com o Merlot e só um exame de DNA comprovou a diferença, vai ver por isso gosto mais desses dois. Malbec, Shiraz e Tannat para mim são muito incorpados, mas gosto também, não suporto vinhos adocicados. Tomo com freqüência algumas marcas, mas escolhendo um chileno e um argentino é sempre boa escolha e as diferenças de preços são pequenas em relação aos nacionais.

Claro que num restaurante não é preciso entender muito de vinho para escolher, com os preços custando três vezes mais do que no supermercado, fique com o mais barato, mas de novo, às vezes por dois ou três reais vale mais a pena um importado do que um nacional.

E vinho é tão bom que o bom mesmo é estar sempre experimentando!

E como diz uma das minhas toerias preferidas, a de número 43:

Que o que não seja leve,
O vinho leve.

E qual o seu vinho ou bebida preferida? Aceito dicas de vinho branco e espumantes…

Eu não sei se in vino veritas ou se o que não seja leve o vinho leve.

Mentiras não são leves e nem algumas verdades. Só o tempo é capaz de dar respostas.

O fim de semana de folga perfeito é como este: calor na sexta, bom para uma ceva. Friozinho no domingo, bom para um vinho!

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