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Cheia de si
procurava disfarçar o vazio que trazia no peito.
Arrogante despeito que fingia-se
toda vez que olhava no espelho.
Cheia de si
Vazia do mundo
Sedenta do Outro

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Aquela que não mata, mas engorda
Também inspira

Li há pouco tempo o livro O Relógio de Pascal – A experiência do primeiro ombudasman da imprensa brasileira, de Caio Túlio da Costa, que foi o próprio, na Folha de São Paulo. Pensei que o blog poderia ter um ombudsman, já que não raro, consulto amigos sobre coisas que vou publicar aqui. Pode ser uma dúvida sobre o tom de um post, ou uma idéia melhor que a minha para um título e assim vai. Claro, que se eu elegesse um deles como ombudsman e de fato encarnassem o papel, eu enlouqueceria. Já bastam os julgamentos que eu mesma faço. Sem contar que não dá para misturar estações. Está certo que escrevo muitas coisas pessoais aqui, mas é preciso separar ficção e realidade.

Por conta da minha pequena veia literária que tem ficado a mostra agora, algumas pessoas podem misturar, achando que isto é eu. Na verdade, é só a minha imaginação. E se os escritores ficassem com pudores, medo deste tipo de confusão, não nos teríam presenteado com suas maravilhosas obras.

Mas há uma pessoa que quero considerar como ombudsman honorário: Marcelo Barreto. Sim, aí está, com nome e sobrenome, já que uma vez criticou não ter seu prenome citado num post . E mais do que isso, o Marcelo foi a primeira e única pessoa a refutar uma teoria minha. Mas tivemos um debate saudável. Seus argumentos também eram convincentes. Não que outras pessoas não tenham feito isso. Mas a maioria é sutil, apenas diz ser contra, não argumenta. Não que eu queira isso. Se todos começassem a fazer ficaria com uma tremenda dor de cabeça (vocês não sabem como me julgo e me cobro). Então fica o Marcelo, que mesmo com pouco tempo, por ser um legítimo cidadão do mundo, sempre que pode me dá suas opiniões contrárias (e diga-se de passagem, a gente pensa muito diferente no que se refere as minhas teorias).

E apesar de não ter muito tempo, já vi que ele encarnou seu papel. Hoje entrou no msn só para me dar seu parecer sobre meu conto. Pelo menos, ele não o faz em público, como os ombudsmans…

Recomeço

Vejo o mundo com outros olhos.
Limpei os óculos.

Jornalista só deixa de ser boêmio quando morre de cirrose.

Não queria acreditar no que aconteceu. De costas ouviu: “TUM”. O som seco da porta fechando-se e ele indo embora. Atirou-se num choro compulsivo em cima da cama, destes que faz o corpo mexer-se involuntariamente. Na sua mente, os versos de um soneto de Camões, dançavam.

Busque Amor novas artes, novo engenho…

Quando não agüentava mais despejar lágrimas, ficou durante um bom tempo como se estivesse amortecida, paralisada. Amortecida. Ei! Esta idéia a agradou. Sem sentindo para viver e cansada de ver a história se repetir, decidiu que iria por fim a própria vida.

…Para matar-me, e novas esquivanças…

Começou a ocupar-se de como daria cabo a própria vida. Logo as lágrimas foram esquecidas. A razão voltou.

Sua primeira idéia foi cortar os pulsos. Mas era muito clichê. Se ainda tivesse uma banheira onde pudesse ficar enquanto seu sangue e sua vida iam literalmente ralo a baixo, ainda vá lá. Seria cinematográfico. Mas não era seu caso. Poderia ir para um hotel. Mas daí sua morte se tornaria pública. Não queria notoriedade e nem a pena de ninguém, muito menos dele.

… Que não pode tirar-me as esperanças,
Que mal me tirará o que eu não tenho…

Enforcar-se? Por que não? Mas onde? Seu apartamento de lisas paredes brancas não tinha nada onde pudesse amarrar uma corda. E corda? Ela não tinha uma corda. Amarrar lençóis só funciona em filmes… E seria uma morte lenta e angustiante. Não, definitivamente assim não.

Deitada em sua cama, olhando para o horizonte vislumbrou a janela a sua frente como uma opção. Atiraria-se do 7° andar. Foi até o parapeito, olhou para baixo. Alguns varais da vizinhança, mais um telhado do apartamento do primeiro andar. Seria suficiente para acabar com sua vida? E se caísse, não morresse e ainda ficasse toda torta e deformada? Além do mais, quantos meses não ficaria em cima de uma cama para se recuperar… pior ainda, só pensando no que não deveria.

… Olhai de que esperanças me mantenho!
Vede que perigosas seguranças!…

Começou a pensar nas possibilidades fora de sua casa. Na rua, como uma estranha, uma anônima, que seria juntada aos olhares de outros estranhos que se chocariam, mas depois dariam as costas e seguiriam seu curso.

… Que não temo contrastes, nem mudanças…

Atiraria-se na frente de um carro. Numa rua movimentada. Melhor, numa encruzilhada. Saiu. Deu-se ao trabalho de calçar os tênis. Foi até o entroncamento mais próximo e que tinha muitos carros. Logo que começou a andar moribunda entre os veículos, os automóveis começaram a desviar e buzinar, aos gritos de “está louca! Quer morrer?!”. Tapou os ouvidos com as mãos e pensou nos acidentes que provocaria. Não era justo que outras pessoas pudessem se machucar ou até mesmo morrer para que ela completasse o plano diabólico que traçou para a sua vida. Além do mais, quando viu a placa que dizia NUNCA tranque o cruzamento, sentiu-se culpada.

… Andando em bravo mar, perdido o lenho…

Voltou para casa. Viu a caixa de calmantes. Mas logo pensou que era muito depressivo e passional tomar comprimidos para se matar. Além do mais, se alguém a encontrasse, seria levada para o hospital, entubada e olhada com cara de dó. A idéia suicida começava a se dissipar. Opções vagas, tentativa trabalhosa. Talvez houvesse uma maneira mais fácil de acabar com o que sentia.

Tomou dois calmantes para dormir. Adormeceu num sono profundo. Acordou com o despertador. Sete horas. Tinha que ir para o trabalho. Titubeou em levantar. Mas como tinha decidido que a vida continua, perder o trabalho não seria um bom recomeço. Meio zonza e com a cabeça pesada, vestiu-se. Ligou o fogo para esquentar um café. Mesmo grogue, lembrou que não tinha pensado no gás de cozinha. Seria tão simples. Era só deixá-lo inundando o ambiente enquanto dormia e ela nunca mais ouviria o despertador tocar. A fumaça do café que embaçou seus óculos a fez recobrar um pouco a consciência e assim como assoprou o líquido para que esfriasse, afugentou as idéias suicidas de vez.

… Mas, conquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde…

Saiu. Pegou o ônibus a caminho do trabalho. Sentiu tudo sacolejar dentro de si com o balanço do coletivo. Quando desceu no seu ponto, atravessou em frente ao ônibus e antes que tivesse tempo de ver que outro vinha em sua direção, caiu no asfalto. Tudo começou a girar a sua volta. Olhou as pessoas que começaram a cercá-la. Via tudo embaçado e avermelhado, como se um filtro tivesse sido colocado em seus olhos. Sentiu algo escorrer no seu rosto. O filtro era o sangue. Fechou os olhos.

… Amor um mal que mata e não se vê…

Leia o soneto completo

Sobre as identificações com Bridget Jones, só esqueci de dizer que não quero chegar aos 33 anos com uma bunda do tamanho de duas bolas de boliche.

Passei o dia comendo e assistindo Bridget Jones – No Limite da Razão. Ri e chorei. Pois como ela consigo ser tão triste e tão alegre. Como bem se define Jacques Derrida e de quem tomei emprestado para minha descrição no orkut:

“Nunca conheci um homem capaz de tamanha alegria e intensidade. Nunca conheci, tampouco, ninguém tão irremediavelmente triste, abatido e melancólico.”

Fiz o teste que tinha no DVD de qual seria o homem certo para mim e o resultado não poderia ser diferente: Mark Darcy (Colin Firth), aquele que ama Bridget do jeitinho que ela é, gordinha e sempre dando suas furadas. Que são na verdade conseqüências de ela querer fazer tudo certo para impressionar seu amado.

Assisti não só ao filme, mas aos bônus de cada personagem, as cenas cortadas e vi todo o filme novamente com os comentários da diretora. No bônus de Mark Darcy me chamou atenção esses cometários:

“A Bridget em sua relação com o Mark tenta estabelecer que ela merece esse tipo de felicidade.
Ela é uma sonhadora e imagina que a sua relação será perfeita. E é esse seu esforço em ser perfeita que a leva ao conflito.”

Preciso aceitar um pouco mais meu lado Bridget e ser mais eu. Não tanto como aqui no blog, onde acho que comento exageros, com essa língua de fora, mas também não tanto essa aqui do outro lado que quer ser amável e atenciosa. Um pouco de foda-se o mundo, sempre que ele precisar ouvir isso de mim.

Não quero mais fazer acontecer
Quero que simplesmente aconteça…

Dependendo
do lado
dois é
mais que
quatro

Para quem ainda não sabe, me tornarei jornalista por formação no dia 27 de janeiro de 2006.

Agora que tinha descoberto um site que era fácil publicar fotos para colocar aqui no blog, eis que descubro, através da Cássia, que o blogger está hospendando imagens. Pois bem, desde ontem, já inaugurei a era das imagens aqui no exquisio.

E para usá-la um pouco mais, olha aí a minha versão South Park

Vocês notaram que trocou a fonte da letra do blog? De repente ficou estranho. Daí notei que colocando o texto para exibir menor, ficava como antes. Será que sempre acessava assim?
Agora estou sempre formatando para Arial Small, mas não está padronizado…

Estou achando que o José Dirceu é leitor deste blog. Foi só ele voltar para a Câmara dos Deputados ontem e olha só o que aparece no meu contador de visitas hoje:

Ontem te vi
e pela primeira vez
reconheci
aquele mesmo
que me despertou
com um beijo
numa tarde
que parecia
manhã

Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há
tempo que volte…

Realiza: eu estou sozinha em casa e quero dar uma volta. Vou até um dos bares da Cidade Baixa. Eu estou numa das comunidades do Dodgeball e mando uma mensagem de texto do meu celular para o respectivo site. O sistema localiza pessoas que fazem parte da minha rede de amigos (como do orkut) e que estejam também no bairro. Aí eu posso mandar mensagens para ver em que boteco a galera está se embriagando e caso eu não saiba o endereço, o sistema localiza para mim também. É o fim da solidão! Mas também, cada vez mais podemos ter um certo controle sobre as pessoas. Voyerismo total.

Isso é caminho inverso do que se pensava da tecnologia quando elas começaram a surgir. Se falava que cada vez mais as pessoas se isolariam, que não iam mais sair de casa para ficar na internet, trocando a conversa interpessoal pelos mecanismos da rede. É verdade em que há momentos em que isso acontece. Eu mesmo, há pouco tempo fiquei numa festa na internet e um domingo inteiro conversando com várias pessoas, que talvez não conseguiria conversar ao mesmo tempo num mesmo ambiente. Tem que saber dosar e aproveitar as vantagens que o meio propicia. Uma delas, sem dúvida, é a facilidade com que nos comunicamos com pessoas que estão muito distantes de nós, pelo mesmo custo que falar com o vizinho ao telefone. Só por isso toda tecnologia já vale.

Veja a explicação melhor no blog do boss.

Mas é fato: a humanidade caminha rumo à segmentação e a tudo que lembre reality show. Às vezes, acho que uso demais o blog como diário pessoal, mas isso interessa as pessoas. Conversando com alguns que fazem parte da minha humilde audiência, vejo que eles acessam este canal justamente para saber o que eu andei fazendo. E confesso: eu leio blog dos amigos por voyerismo, leio scraps dos outros no orkut, só não comprei um binóculo para espionar os vizinhos, porque da minha janela não avisto nenhuma outra. Não isso não. Sou voyer do que é público, do que está acessível a mim. Nem preciso dizer que sou fã do Big Brother.

Cada vez fico mais fascinada pelas tecnologias multimídias e suas possibilidades. Me sinto contente de estar trabalhando já numa área de futuro e ter acesso a estas transformações.

É lugar comum, mas é verdade: quem tudo quer tudo perde!

Fico pensando na pessoa que eu era há um ano atrás e no que me tornei hoje e me sinto como na canção da Adriana Calcanhoto que conheço na voz da Verônica Sabino:


Não te reconheço mais
Tuas roupas são outras
E soltas de mim
As palvras da tua boca
Te vejo e pareço loca
Sem memória sem história…

E no final das contas, o resultado é sempre o mesmo. “No fundo de todas as coisas, só existe esta verdade triste: nós vivemos em solidão”, como já disse Erico Verissimo (em tempos de centenário) no livro Música ao Longe.

Como é bom chegar sóbria em casa. Na verdade, sempre gostei de curar a bebedeira na rua, mas a noite, nem sempre é uma criança. E olha que não me fiz de rogada. Tomei caipirinha, quentão e cerveja, nesta ordem. Confesso que não foram doses muito generosas, mas mistura costuma ser fatal. E além do mais, festa junina de adulto, tirando o álcool, tem as mesmas coisas de criança. Então com passoquinha, cocada e garrapinha de amendoim não tinha bebida que resistisse a tanta glicose.

Mas me tornei incorrígivel. Há 7 dias disse que não saía mais, e eis que hoje me vou para a náite. Lugar bom o Azimute. Mas acho que finalmente descobri a fórmula para uma boa festa: sair só com homens. É, agora que estou numa idade em que me sinto suficientemente (falei sem enrolar a língua desta vez) segura para ir ao banheiro das danceterias sozinha, sair só com amigos não é mais problema. Tem a vantagem deles serem mais discretos em suas conquistas noturnas, sempre sendo cavalheiros com a gente e a maior delas: nenhum chatonildo peganingui vem te encher a paciência. Para mim que já não saio com a intenção de ficar ou caçar, este é um ponto muito importante. Está certo que alguns devem estar achando que eu sou o tipo de amiga que empata os amigos, mas não. Viu guris? Não! A não ser em alguns casos… mas daí aviso que não me levem junto.

Na verdade, desde criança, sempre me dei melhor com os meninos. Na minha adolescência também foi assim. Andava sempre com eles. Me rendeu boas experiências. Além de eu admirar o fato de que homens sempre são mais sinceros entre si do que as mulheres.

Mas para não fugir a regra, para sábado que vem, a pedida é uma saída só com as amigas. Ninguém segura estas garotas… aguardem!

Achei que não encontraria ninguém na internet neste horário. Mas um certo jornalista furou minha pauta.

Fiz uma pergunta neste post. A resposta é: tive oportunidade mas não ocasião. E no final das contas, acho que fui bem honesta comigo.

Não é que o que eu digo se concretizou mais uma vez. As gurias estavam loucas para cantar Dona, do Roupa Nova, na festinha. Levaram o dvdokê, mas esqueceram da tevê (dã, mas aconteceu). Uma delas quis cantar à capela. Resolveu partir para o rádio para trocar de estação e comentou: “bem que podia tocar na rádio”. Falei: “coloca na Continental”. Mexe com o dial para lá e para cá, e eis que ela exlama: “não acredito!” Estava tocando a tal canção da Porcina. E em que rádio? Na Continental.

Já notou como a gente ri nas conversas do messenger? É um tal de hehe, haha, hihi que não pára. Sem contar os *risos* ou sua forma gaúcha abreviada (rs). E tem mais os emoticons 🙂 e as gargalhadas hauhahau…

A gente não ri assim quando fala com as pessoas. Se assim fosse, teríamos câimbra na boca. Ou é porque só falamos besteiras na rede ou queremos parecer hienas felizes.

Talvez os visitantes mais novos do blog não saibam porque uso no meu perfil essa foto aí ao lado, com a língua de fora e em preto e branco. É que antes tinha aquela famosa foto do Einstein… que é um cara de teorias.

Mas o que acho engraçado é que quando faço comentários em outros blogs e aparece a minha foto, parece que eu estou dando a minha opinião e não estou nem aí, botando a língua para quem tem idéias diferentes. É uma impressão que tenho, porque nem sempre é verdade. Às vezes, confesso, até cai bem isso.

E falando em perfil, esse Brazil com z é de matar né? Não dá nem vontande de colocar a minha localidade…

Jogue fora o supérfluo e vá ao coração do assunto. Clareza de pensamento leva naturalmente à clareza de comunicação, que, em troca, conduz a um progresso verdadeiro. Está mais do que na hora de ter um pouco de clareza em situação romântica. O que (ou quem) é estranho? Está sendo honesto com todos os envolvidos, incluindo você?

Dá para acreditar que esse é horóscopo do meu signo, Aquário, segundo a Amada Costa, em Zero Hora, desta sexta?

Dizem que a gente deve acreditar em signo e não em horóscopo. Mas sempre que um jornal cai nas minhas mãos eu leio. E esse tocou no ponto certo para mim.

Será que ainda vale para sábado?

Desconfio que tenho estranho gosto para shows. Na verdade sempre achei um absurdo pagar uma grana para escutar as mesmas músicas que ouço num CD, que nem este pago mais. Ou copio ou escuto mp3. Fui em muito poucos shows na minha vida, a maioria de graça. Quem vai sempre diz que não é a mesma coisa que apenas escutar a música.

Ultimamente tenho tido vontade de ir em alguns, porém nunca encontro companhia. Será que tenho gosto tão estranho assim? Fito Paez, cogitei, mas o bolso já vazio falou mais alto. Zeca Baleiro, ninguém. The Australian Pink Floyd, após conseguir desconto de 50% de desconto também não angariei acompanhante. Meus amigos, por mais que gostem de rock não se entusiasmam com o progressivo, e eu nem sabia… Tá certo, bem como minha editora falou, era show cover no Gigantinho. Mas já que nunca vou ver o Pink Floyd original…

A verdade é que vendo no telão do Opinião o show do Hed Hot Chili Peppers, me deu uma puta vontade de sentir a batida da música no peito e vibrar no meio do povo. A minha lista de shows que não assisti está quase maior do que daqueles que assisti. Olhe e veja se sou tão freak assim:

Shows que já fui:
Gabriel, O Pensador (na época da Loira Burra)
Nenhum de Nós (as mesmas músicas de sempre)
Papas da Língua (na época do Xalalá)
Banda Eva (com a Ivete Sangalo)
Cidade Negra (na época do Erê)
Jazz 6 (a banda do Luis Fernando Verissímo)
Sombrero Luminoso, Gilberto Gil, Mano Chao (no V Fórum Social Mundial – os outros eu não prestei atenção)
Hermeto Pascoal

Agora dia 7 de julho tem Cordel do Fogo Encantado no Opinião. Ainda não divulgaram o valor do ingresso. Preciso decorar as músicas, mas tenho quase certeza que neste vai alguém! Pois aqui no trabalho sei de um povinho que curte.

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