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Após descobrir um filme francês na tv educativa, coisa que tem acontecido com certa frequência aos finais de semana, assisti ao documentário Love Interrupted (é possível ver online), sobre a história de dois casais que se separaram na juventude e se reencontraram décadas depois. Muito interessante e dá um certo aperto no coração saber que mesmo com amor duas pessoas podem não ficar juntas pelas circunstâncias ou pela distância.

Uma psicóloga entrevistada disse que quando alguém perde um amor ela nunca mais se reconecta com outra pessoa da mesma forma e até mesmo durante um casamento ela fica contida. Faz sentido para mim. Sempre pode haver o reencontro, como aconteceu aqui e nas histórias contada pelo documentário canadense.  Mas sempre fico com a sensação de que a gente tem que viver o amor agora, enquanto ele está acontecendo, embora tudo ao redor pareça impedi-lo. Por que décadas depois é mais fácil mesmo que ainda existam mais obstáculos, como estar casado e ter filhos? Será a urgência da velhice? Mas então os rompantes da juventude devem servir para nos fazer perder a razão, não? A diferença é que quanto mais velhos, mais donos somos dos nossos próprios narizes. Só pode ser isso. Ou com o tempo seguir seu coração parece mais racional que seguir sua cabeça. Je ne sais pas.

E  fica a música de um dos casais de Love Interrupted:

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Vi Sex and the City 2 e não gostei do filme. Eu sei que sequência de filmes costuma decepcionar, ainda mais originário de uma série. Mas gosto tanto da série que qualquer momento a mais com essas meninas me alegra, depois de ver tantas reprises.

Não sei se realmente é o filme que é ruim ou fui eu quem mudou. Passei a dar valor a outras coisas na minha vida… Achei a casa da Carrie e do Big fria, sem personalidade. Decoração de revista, tudo perfeito e caro, mas sem alma. E o figurino foi mesmo exagerado. Ela anda de salto alto dentro de casa! A série sempre foi conhecida pelo jeito fashion das protagonistas, mas era um fashion do dia a dia, uma coisa mais de acordo com a realidade. O que são aquelas roupas luxuosas para uma viagem ao deserto? Aliás, tudo nessa viagem é meio surreal. E quando fiquei sabendo que teria uma viagem pensei: mesma fórmula repetida do primeiro filme. Mas nesse, além de não ter muito propósito, praticamente todo o filme se passa durante a viagem e vira uma comédia de sessão da tarde, comprovado até pela trilha ao fundo.

O Big sacaneou muito a Carrie, mas teve algumas situações que achei ela bem chatinha. E nesse segundo filme ela está mesmo chata. E resolver os problemas com uma joia?

Para mim, virou tudo muito superficial e sem alma. Uma pena, preferia ter ficado sem essa.

A série sempre foi conhecida pelo jeito fashion das protagonistas, mas era um fashion do dia a dia, uma coisa mais de acordo com a realidade.

Quando fui para França estava chateada só por uma coisa: ia perder a premiere de Sex and the City 2. Até então eu não tinha ido a nenhuma premiere em Londres, mas eu não podia perder de ver o quarteto. Para minha sorte, o lançamento nas terras inglesas foi no dia 27 de maio, quando eu já tinha voltado. Ninguém tinha muita certeza, foi uma amiga falando para outra. Cheguei lá pelas 16h sem nem saber que horas começava. Eu estava usando um vestido e meias parecidas com estas da Carrie, do primeiro filme.

Esperei uma amiga na estação, como ela estava atrasada e a minha outra amiga já estava lá resolvi seguir a legião de solteiras que se encaminhava para Leicester Square. Quando cheguei havia sido aberto um corredor para o pessoal que estava montando o tapete vermelho em frente ao cinema Odeon. Corri para outro lado para encontrar minha amiga e fiquei de olho, quando o corredor fosse fechado eu tentaria ficar mais na frente. E foi o que aconteceu, eu era a segunda, mas abriram o vão novamente e um intrometido se cplocou na minha frente. Ele não tinha nem onde colocar os pés pois ninguém gostou e estava pressionando para que ele saísse… Ali descobri que elas chegariam às 18h pela mesma afro inglesinha que ficou irritada porque de vez em quando eu virava para trás e conversava com minha amiga que tinha ficado mais fora do aperto. O motivo era que a conversa atravessa o seu rosto!

O problema é que fiquei bem perto da entrada do cinema e a premiere, onde elas deram entrevistas e posaram para fotos, aconteceu dentro da praça, que quando cheguei já estava fechada. Foram quase 3h de espera e vendo muitos anônimos e celebridades locais passando pelo tapete vermelho. Então quando a Miranda (Cynthia Nixon) apareceu, desceu as escadas junto com os anônimos, quando me dei conta ela estava lá do outro lado perto dos fãs e quase entrando no cinema. Estava diferente com o cabelo mais comprido e não veio para o nosso lado. Depois veio a Samantha (Kim Cattrall) e como a Cynthia foi direto no lado oposto onde eu estava. Quando o povo do meu lado e eu realizamos que elas não viriam para o nosso lado, começamos a gritar desesperados. Kim veio meio a contragosto e passou rapidamente. Logo em seguida tinha entrado ele: Mr. Big (Chris Noth) que quando ouviu nosso chamado veio correndo e de braços abertos. Muito charmoso!  Eu ainda não tinha me adptado com a câmera da minha amiga e com o empurra-empurra. Resultado: não vi ele tanto quanto gostaria e nem consegui boas fotos. Charlotte (Kristin Davis) estava radiante no seu vestido dourado, mas foi outra que só ficou do outro lado.

Até que ela apareceu: Carrie (Sarah Jessica Parker), super simpática, dando atenção com calma para todos os fãs. Ela não parava de dizer: thank you, thank you, com um sorrisão e linda num negro vestido do Alexander McQueen. Ela eu vi bastante, tirei muitas fotos, mas poucas se salvaram também… E ela é linda, igual se vê na tevê. As revistas usam muito photoshop, mas não precisa…

Eu tinha medo que acabasse a minha ilusão de que elas existem e estão lá em Nova York seguindo suas vidas, não mais solteiras como muitas que foram lá para vê-las. Agora eu sei que elas existem, principalmente porque a Sara Jessica Parker me passou muito a impressão de ser a Carrie Bradshaw que eu conheço e que tantas vezes me inspirou aqui no blog.

Nesta foto publicada pelo Guardian dá para ver meu cabelo. Estou entre a loira e o cabeção do cara que se meteu na nossa frente

Clique aqui para ver mais fotos da premiere

Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis and Kim Cattrall on the red carpet Photograph: Dave M. Benett/Getty - guardian.co.uk

Eu olhei no mapa antes de sair de casa, mas a voz doce do Jorge Drexler me distraiu no meio do caminho e eu me perdi antes de chegar no encontro para fãs de Lost, que foi realizado ontem, na Escola de Design da Unisinos. Fui com a Jana, que tinha direito de levar um convidado. Chegamos cedo para tomar um café e colocar o papo em dia. Deixei o carro estacionado na quadra de basquete, passei pela área da entrada, o saguão, e fomos para o café, que ficava no subsolo, descendo por uma convidativa escadinha.

Olha eu aí twittando durante a palestra

Quando chegamos na recepção e dei meu nome, a Ana Guerra, da Mundocult, disse: “ah, tu twitou que vinha no encontro, e tu tem um blog, né?”. Depois fomos para o auditório, o pessoal comentou que teria brindes no final e eu brinquei: vou ganhar. Aí os palestrantes falavam da ilha e tal  e uma hora comentei, olhando para os janelões, que aquele local parecia uma ilha, pois tinha muitas árvores e um gramado. E então me dei conta: eu já dormi nesse lugar!!!!

A escola ocupa o prédio do antigo Instituto de Pastoral da Juventude (IPJ), onde fui pela primeira vez aos 13 anos para uma assembléia da Pastoral da Juventude Estudantil (PJE). Eu recém tinha entrado no grupo de jovens, e precoce, já fui escolhida para representá-los em instância estadual. Tirando as vezes que dormi em casa de coleguinhas de escola, foi a primeira vez que posei fora de casa. Aí comecei a percorrer os olhos e tudo fazia sentido. O auditório era onde aconteciam as reuniões e as festas, as diversas janelinhas que se via dali eram os quartos. O café era o refeitório que tinha um cardápio fixo sempre que tinha retiros. E aí fui tomada por muitas boas lembranças e fiquei boquiaberta. Muito Lost isso. E como não reconheci? Na época, eu guria da região metropolitana, conhecia muito pouco da Capital. Lembro que tinha marcado que era numa ruazinha “arvorida” que a gente dobrava vindo pela Carlos Gomes, como vim pela Nilo não me dei conta… e tantas memórias acumuladas… a gente vai mesmo esquecendo das coisas.

No meio da palestra comentei com a minha amiga sobre esse meu post sobre Lost e a minha teoria sobre a série: Quando eles se perderam é que se encontraram! E ela achou a frase “profunda e filosófica”. No final, a surpresa era para que olhassemos embaixo da cadeira para ver quem tinha ganhado brindes, e eu, como tinha sentido, fui uma das contempladas… e o prêmio? O livro A filosofia de Lost! Coincidência?

Eu devia ser a única pessoa lá que só viu a série e não participou de mais nada, mas na internet tem um um outro mundo sobre Lost. Tinha fãs empolgados, como um que tatuou a palavra “lost” no braço e todos ficaram com a vontade de conversar entre si e trocar ideias. Então foi criado um ponto de encontro virtual para que a gente possa marcar o próximo encontro real…

A viagem está chegando ao fim e os mistérios continuam… todos nós fãs também estamos perdidos, mas ontem a gente se encontrou.

Outros posts em que falo sobre Lost

Comecei a ver hoje a 6ª temporada de Grey’s Anatomy e uma frase me mercou no final do segundo episódio:

Quando dói até mesmo para respirar, aí você sobrevive.

Nossa, já senti isso. Tanta dor que parecia que não ia suportar… e hoje estou aqui, consciente de que tudo nessa vida passa, que a gente sempre consegue superar tudo e que a esperança sempre volta.
E aí falaram outra frase, que complementa a outra:
O pior de tudo que quando você acha que já passou, começa tudo de novo…

Mas quando a gente está disposto a querer que comece tudo, para então ver no que vai dar, acho que já passamos do estágio de sobreviver. É então que novamente queremos viver a vida, com o peito carregado do otimismo de que o pior já passou e ainda não chegamos aquilo que nos espera.

Meu primeiro cosmopolitan! E nem precisei ir até Nova York ou no Kong, em Paris. Só fui até a Cidade Baixa!

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Para quem não sabe, é o drink da Carrie e das meninas do Sex and the City. Amei!

Atcha! O figurino e a maquiagem da Juliana Paes eram impecáveis. Um dia queria me caracterizar assim!

Atcha! O figurino e a maquiagem da Juliana Paes eram impecáveis. Um dia queria me caracterizar assim!

Eu sou noveleira assumida, mas poucas vezes escrevi sobre novela aqui. Mas em tempos de twitter, em que leio os comentários em tempo real da Gloria Perez, vou ter que comentar sobre o último capítulo de Caminho das Índias para não encher meu twitter. E é como falaram por lá, final de novela é tipo final do Brasileirão para as mulheres.

Só por isso, porque essa novela não tem nada de tão especial para mim e nem olhava ela no início. Comecei a olhar mesmo durante a reforma do meu apê, já que minha família, como a maioria das famílias brasileiras, se reúne em frente a tv no horário nobre.

Bem, e como jornalista não faço nenhuma obsevação crítica ou mais apurada sobre as novelas. Sou do tipo a Tele-Tonta. Lembra? Aquela personagem da Cláudia Raia em Não Fuja da Raia, que era criada em frente a televisão e assistia a tudo. Já me apelidaram uma vez de arquivo Vídeo Show. Sou meio assim, desligo quando ligo a tv e aproveito para esquecer os problemas e sou levada pela emoção.(E enquanto assistia, baixou aqui o cd de músicas indianas da novela, tem uma que gosto em especial, outras enjoaram. Mas quem não comprou o CD Coração Cigano de Explode Coração que atire a primeira pedra, tá eu tenho esse CD. Não se preocupem que essas febres passam, não o escuto desde o tempo da novela)

Pois bem, o final de Caminho das Índias. Quando o Raj apareceu para reencontrar a Maya meu coração quase parou. Controlei o choro para ver melhor a cena, mas não me empolgou depois. Achei mal feita. Até podia ser interpretada de outro jeito: Maya se jogou no ganges, morreu afogada e encontrou Raj na outra vida. Tudo bem tirar as pessoas que estavam em volta, mas ela se vestir de ouro e ainda por cima chegar assim na casa…

O tão esperado “FIM”, podia ter sido na hora da dança coletiva, bem ao estilo Bollywood e que lembra as novelas antigas. Tinha um tempo que o elenco aparecia todo no final, juntos em uma festa, ou simplesmente dando um tchauzinho. Já que anos  80 tá na moda… eu curtia isso. Talvez porque eu era criança e ali eu conseguia separar ficção da realidade. E o “eu te amo da Maya” e do Raj ficou forçado. Cena dispensável. Parecia novela mexicana (aliás não foi a única vez, talvez a última, nessa novela).

A Tônia casar com o louco do Tarso tudo bem, mas não abrindo mão de uma bolsa de estudos no Exterior, né? E o resto, nada era surpresa. E o Bahuan quase nem apareceu no final, ele que era o protagonista… Mas o Rodrigo Lombardi roubou a cena e mereceu! E gostei dos muitos perdões da família Ananda. O importante é ser feliz, o resto é o resto, e final de novela tem que ser assim mesmo. Até gosto de filmes que não tem final feliz, de vez em quando é bom para cair na real. Mas um filme tem duas horas. Não dá para perder meses para não se emocionar no final. E como diz minha teoria nº 19, o que importa mesmo é o conteúdo, o recheio… neste caso, o caminho!

Ugly Betty teve dois caras muito românticos disputando seu coração…
10:21 PM Sep 2nd from mobile web

Ugly Betty teve dois caras muito românticos disputando seu coração…

Kitty de Brothers&Sisters (B&S) é casada com um gato, adota um filho e conhece um pai lindo no parquinho…

Sarah de B&S divorciada e na seca volta trabalhar na empresa da família e tem um monte de caras lindos…

e ela acaba de transar com um deles…

Kevin de B&S reencontra o ex-namorado, um ator sexy. Kevin tá casado, mas ele propõe um ménage…

Nora Walker de B&S no alto de seus 6O anos recebe uma surpresa romântica. O arquiteto charmoso e londrino largou o casamento aberto porque  a ama

Chega! Cansei da realidade!!!

Bem que a vida da gente podia ser como nos seriados. De tempos em tempos tudo se resolve, tudo dá certo e não só no final, como nos filmes.

E Rebecca e Justin de B&S quase voltaram. Em casa um amigo apaixonado lhe esperava com flores…

Thomy de B&S não sabe quem ele é e nem nunca soube e não vai voltar para casa. Enfim uma nesga dessa vida ordinária!

Postado no meu twitter no dia 2 de setembro, enquanto eu assistia Brothers&Sisters

O episódio “Águas Turvas – Parte 2″, da terceira temporada de Brothers & Sisters surpreendeu pela trilha. A música Bridge Over Troubled Water na voz de uma mulher ficou emocionante, aliás, adoro versões de músicas em vozes femininas.

Lembrei que tinha essa música numa fita k7 do Simon & Garfunkel que eu pedi de dia da criança para meu pai. Precoce, antes dos 10 anos eu pedi essa fita, uma da Madonna (Like a Prayer) e Que país é esse, do Legião Urbana. Legião foi me marcar alguns anos depois. Da Madonna nem lembro que músicas tinha no k7. O que me definiria melhor hoje é mesmo a fitinha da dupla.

Eu não lembro se era o álbum Greatest Hits 1972 ou The Concert in Central Park 1982, mas além da música que me refiro ali em cima, tinha Mrs. Robinson, Sound of Silence e Boxer. Na minha remota lembrança não era nenhuma das capas desses discos, mas começava com Mrs. Robinson como esses dois.

Ah e como eu lembro dos meus porta fitas! Primeiro com caixas de papelão imporovisadas, até que meu pai mandou fazer ou ele mesmo fez – não lembro – uma caixa de madeira, envernizada e que tinha a largura certinha das fitas. E a tampa era de correr. Nossa eu andava com aquilo para cima e para baixo, levava nas viagens para a praia e submetia a família às minhas trilhas exquisitas a caminho do litoral norte.

No blog da série descobri que a música do episódio é interpretada por Quincy Coleman. Olha que linda ficou:

barco1Que o twitter é um fenômeno todo mundo já sabe e todo mundo fala e muita gente tá lá. Engraçado que virou um fenômeno meio tardio, né? Quando surgiu não fez tanto sucesso, agora só se fala nele (entendeu o duplo sentido?).

Então, mas o fenômeno vai além de ser falado em revistas especializadas, cadernos sobre informática e até mesmo mídia em geral. Dias desses estou vendo Desperate Housewives e lá está o Tom, marido da Lynette voltando desanimado de uma entrevista de emprego porque não sabia o que era twittar.

Aí nesta semana estou vendo Brothers & Sisters, e a Sara, que está montando uma empresa pela internet com dois nerds (ou geeks, não sei) fez uma apresentação e se deu mal porque não sabia o que era twitter ou facebook. Só a teledramaturgia brasileira é que anda atrasada com essas coisas… ainda lembro quando tardiamente o celular e seus recursos passou a ser usado nas novelas. Em Caminho das Índias tem uma secretária que só fala no Second Life, mas esse teve sua febre e acho que já era. Não sei direito porque foi uma onda a qual não me rendi.

Mas no twitter estou lá, contando em tempo real o que nem sempre coloco aqui, e até fico na dúvida se devo replicar algumas coisas. Cada vez estou usando mais. Começou por causa do trabalho e depois para me distrair na fila do supermercado. Mas agora vire e mexe estou postando. A única celebridade que eu sigo é o Luciano Huck e é engraçado saber o que ele está fazendo.

O que mais me assusta é a quantidade de gente que não sei quem é e que me segue e sabe o que está se passando comigo, o que eu estou fazendo em determinado momento em até 140 caracteres. O blog tem em média 150 visitas diárias, também não faço ideia quem seja essas pessoas, mas lá no twitter elas tem um nick e um perfil e também dizem algo (já que aqui pouca gente comenta). Talvez até sejam pessoas que acompanham o blog (pois tem ali no menu meu endereço) e estão me seguindo por lá… mas vai saber. Se a gente pensar nisso não conta nadinha.

Acho que vou ter que ingressar no facebook também, já recebi vários convites e deletei do e-mail. Não dá para ficar para trás…

Outro fenômeno que a gente sempre ouve falar nas séries e filmes é na Oprah. Mas hoje me surpreendeu que em um filme de 1991 ela fosse citada! Estava revendo Viva! A Babá Morreu – sessão da tarde de adulto é no domingo mesmo – e a garota, uma personagem de 17 anos cita a apresentadora mais famosa da tevê.

Vamos ver se consigo explicar a foto: no centro Clara (Júlia Lemmertz) e Miguel (Marco Ricca). A menina de chapéu é filha da atual esposa do primeiro ex-marido da Clara que é pai da Carol (no fundo). O pequeno no colo dela é o Léo, filho do segundo casamento de Clara. No colo do Miguel a sua filha Júlia. E no carrinho de bebê, o filho do segundo ex-marido de Clara, pai do Léo. Ufa!

Vamos ver se consigo explicar: no centro Clara (Júlia Lemmertz) e Miguel (Marco Ricca). A menina de chapéu é filha da atual esposa do primeiro ex-marido da Clara que é pai da Carol (no fundo). O pequeno no colo dela é o Léo, filho do segundo casamento de Clara. No colo do Miguel a sua filha Júlia. E no carrinho de bebê, o filho do segundo ex-marido de Clara com a nova esposa, portanto irmão do Léo. Ufa!

Há tempos que digo que o conceito de família não é mais pai, mãe e filhos. Provavelmente há uns 15 anos, desde que meu pai casou de novo, aí veio a família da mulher dele, depois minha mãe que tem nova sogra, enteado… e tem a família da família dessas pessoas. Um agregamento de gente.

Pois a televisão finalmente se deu conta e Globo fez a série Tudo novo de novo, que passou a alegrar as minhas noites de sexta-feira.

A história é de Clara (Júlia Lemmertz) uma mulher separada duas vezes e de cada casamento tem um filho. Aí ela começa a namorar Miguel (Marco Ricca) um cara separado que também tem uma filha e é uma confusão de gente, porque tem o filho do ex-marido que é irmão de um dos filhos dela, mas não é nada da outra filha. Os programas de casal com os filhos e as confusões e desajustes entre as crianças de idades diferentes… Olha bem difícil namorar assim… Fora outras confusões que aparecem com os pais deles, ex-mulher que leva golpe do namorado estrangeiro da internet e só se ajeita quando casa com uma outra mulher… Coisas da vida social atual que eu nem pensaria na época que me dei conta que família era algo além dos meus pais e irmãos e demais laços consanguínios, como insistia meu professor de sociologia. Mas é bem um retrato da família atual.

Na última sexta foi o último episódio da temporada. No final estavam todos juntos num passeio e um senhor idoso perguntou para o Léo, um menino muito fofo, se todos aqueles eram seus irmãos quando eles estavam posando para foto. E ele definiu bem: é complicado explicar, mas são todos da minha família.

Espero que venha outras temporadas por aí! O programa é muito bom!

Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos

Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

noticias_19052009121339Eu já esperava que no episódio de hoje de Grey’s Anatomy, quando finalmente Meredith e Derek, o McDreamy, iam se casar, depois de cinco anos de idas e vindas, altos e baixos, o casamento deles não aconteceria, pois eles dariam a vez para Izzie que preparou tudo perfeito, como se fosse seu próprio casamento, em cima de uma cama devido ao câncer. Eu já esperava, só não contava que ia me emocionar tanto. E chorei como não chorava há muito tempo.

O episódio começa com Izzie dizendo que a gente nunca sabe qual vai ser o dia mais importante da nossa vida. O dia que a gente acha que é especial nunca é como a gente imagina. Os dias normais que começam igual a qualquer outro no final são os mais importantes.

É tudo de mentirinha, eu sei, embora essas coisas aconteçam na vida real. Mas é uma metáfora, uma metáfora para que a gente não realize as coisas só quando está chegando no fim, que a gente não perceba o quanto era importante só quando perdeu. É clichê, é. Mas pode ser hoje como pode ser daqui há 50 anos e a gente sempre vai lastimar o que deixou de fazer e a vida que está próxima do fim. Nunca haverá tempo para tudo. Embora Izzie tenha tido dois amores. O primeiro morreu e o segundo apareceu quando ela estava morrendo. O primeiro era um homem determinado. Já Alex se tornou homem ao lado dela.

izzieMeredith não era muito de casamento mesmo, e só aquele pedido do Derek, no jeito mais McDreamy de ser, já valeu, tudo a ver com eles. Esse foi o seu dia especial, quando ela menos esperava. Eles enfim assumiram ficar juntos, não esperaram a vida passar para se arrepender ou ela ser encurtada para se dar conta. Eu penso no tempo que está passando, eu perco tempo me preocupando com o que virá, mas sobretudo eu vivo e me dedico aquele que amo não pensando que terei uma longa vida pela frente e muitas oportunidades, mas como alguém que está morrendo a cada dia. Não importa o que vem pela frente. Se poderia ou posso ter outros amores. Uma certeza existe. Importa o que é. O presente é um presente. O futuro é dádiva, bônus, ou até maldição. Quem sabe? Ninguém, por isso só me arrependo do que deixei de fazer no agora pensando no que seria do amanhã. É o mal dos ansiosos, viver e sofrer por aquilo que nem chegou.

E o mal de quem pensa como eu é que nem sempre bate com o pensamento dos outros. Algumas pessoas precisam que tudo esteja perdido para se dar conta, mas daí também me dói pensar no passado, quando tudo podia ser diferente. É o tipo de coisa que determina entre ser feliz para o resto da vida ao lado de quem se ama ou ser feliz e amar somente no tempo que resta.

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“Não reconhece o dia mais especial da tua vida até que esteja dentro dele. O dia que te entregas a algo ou a alguém. O dia em que teu coração está em pedaço. O dia que encontra tua alma gêmea. O dia que se dá conta de que o tempo nunca é suficiente, porque se quer viver para sempre. São estes os dias mais bonitos, os dias mais perfeitos”.

E eu terminei o meu dia sem fazer a diferença que eu gostaria. Talvez eu tornasse o dia qualquer de alguém especial. Mas eu acho que é a minha vez de ter um dia especial quando eu menos esperar. Um deles eu já tive. Não se trata de uma grande surpresa, nem de casamentos, mas sim de amor…

Deixei de chorar, na verdade. Aquela manteiga derretida que chorava vendo até reportagem do jegue biblioteca se foi.

Aí estava assistindo a novela Paraíso, a freira amiga da Santinha falava que gostava de trabalhar com crianças abandonadas, mas que era muito triste quando um bebê deixava de chorar no berçário. E explicou: é porque ele perdeu a esperança de ser cuidado.

E completou: deixar de chorar é ter consciência do próprio abandono.

E sabe que nem chorei? O tempo passa e a casca só fica mais grossa.

Depois do momento relatado abaixo, resolvi tomar um café com media lunas. No lugar, só velhinhas solitárias. Lembrei dessa cena de Sex and the City:

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Carrie em Paris vivendo com o namorado russo e sentindo-se muito só, solidão a dois. Ela tentou seguir em frente e fazer a vida com outra pessoa que não o seu grande amor (Mr. Big). E ficou solitária… O Mr. Big levou dez anos para se decidir depois de muitas idas e vindas, mas quando é amor não tem jeito. Por mais que tenha obstáculos e dificuldades, ainda vale a pena e não deixa a alma virar pequena.

Então caminhando pelas ruas do Moinhos de Vento vi folhas de plátanos no chão e me dei conta que uma nova estação chegou. Acabou a vida em flores, a primavera das cores. O outono também é colorido, mas de um colorido nostálgico, lembra cor do passado, deixa a paisagem melancólica…

Terça é dia de vacas magras, não tem nenhuma série que olho e aí agradável surpresa, estava reprisando Sob o Sol da Toscana.

Dois pensamentos para guardar do filme, mais ou menos assim:

  • Em algum lugar da Itália os trilhos foram construídos mesmo antes de existir o trem.
  • O passado só prejudica o presente

Ah, não é bem isso. Alguém lembra? Mas dá para pegar a idéia, né?

Vi hoje o primeiro episódio de Private Practice e antes dele um resumo do que acontece com a Addison em Greys Anatomy, série que olho conforme a ordem do Sony Entertainment Television e não tenho coragem de encarar DVDs na ordem porque já vi muitos episódios e tem muitas temporadas, eu acho.

Ontem terminei de ver a 4ª temporada de Lost com uma sensação de dejavú. É impressão minha ou eles aproveitaram muitas cenas da própria temporada? Sei lá se pela greve dos roteiristas… mas claro, tô bem curiosa para ver a próxima, embora acho que assistindo tantas séries já parei com aquela sensação de desespero quando acaba. Desparate Housewives também terminei de ver a quarta e foi assim, de repente, nem fui avisada… Mais uma que aguardo! Aconteceu o mesmo com Lipstick Jungle.

Continuo a ver reprises de Sex and the City (diariamente agora que tá passando mais vezes no 42) e claro acompanhando a segunda temporada de Brothers & Sisters (que o Adri me contou parte do final, mas nós dois estamos querendo entrar para a família Walker).

Ah e quinta-feira estréia a segunda temporada de Ugly Betty, a feia conquistou meu coração. Apesar de não ter sido uma espectadora ortodoxa da primeira, estou bem por dentro e vi o último episódio, que esse sim me deixou com vontade de quero mais… e logo!

Ah! É bom lembrar que substituiu o vício. Eu não assisto mais novelas… só séries.

Wendy, Victory e Nico

A promessa é de que a série seria sucessora de Sex and the City. É da mesma criadora, mas é mais difícil se identificar com essas mulheres… não só pelo fato de serem casadas ou terem filhos. Mas é porque são muito poderosas, muito ricas e beira ao artificial. Não que eu não goste. Agora acabo de descobrir que já assisti toda a primeira temporada (passa todas às segundas, 22h na Fox, e eis que estou aqui esperando mais um capítulo e começa a reprisar o primeiro).

Elas estão sempre maravilhosas! Vestidos no trabalho que aqui na nossa vida em Porto Alegre eu usaria para ir a uma festa de casamento. Mesmo em casa usam penteados como se acabassem de sair do cabelereiro. Trabalham de mais, a Wendy tem filhos e um marido que adora sexo. Chegando em casa tarde do trabalho, tendo noites quentes e indo trabalhar impecável todos os dias, quantas horas essa mulher dorme? Fora as festas que elas vão por motivos de trabalho e os drinks que tomam juntas (bem menos que em Sex… que as quatro amigas parecem ter dias específicos para se encontrar para o brunch). 

Se fosse me comparar, tirando a infidelidade eu acho que preferia ser a Nico, que é chefe de redação de uma revista, mas quem não gosta de ter um lado artístico como a Victory, que é estilista? Mas se fosse escolher o emprego dos sonhos eu preferia ser a Carrie, do Sex and the City. Não adianta, é insubstituível! Eu achei que depois do filme seria o fim, mas não, está mais vivo que nunca, e olha que só tenho duas temporadas em DVD e as reprises do Multishow. A propósito, já saiu DVD do filme?

De qualquer forma fiz o teste do Lipstick e eu sou a Wendy, que é mãezona, até com seus funcionários, do tipo que abraça alguém quando demite. Para a durona Nico isso é o fim. Já a Victory é amiga, acho que sequer demitira alguém, a não ser quando faliu e foi obrigada. Quem sabe um dia não serei com a diretora do estúdio de cinema, uma mãe de família trabalhadora que se vira em quatro? Bom, com o marido em casa cuidando dos filhos fica mais fácil…

Outro ponto contra a série: passa dublado!

Depois do fim de semana sem Net e com apenas um filme da locadora (Onde os fracos não tem vez – não tenho o que dizer sobre o filme, muito estranho), e já que o Lipstick Jungle terminou, ainda bem que peguei a 4ª temporada do Lost! Eu vi os primeiros no computador, mas sempre trancando, foi muito ruim e não vi toda a temporada. Agora com os DVDs na locadora vou finalmente me inteirar. Tô sempre atrasada com a ilha!

Esses dias, conversando com meus colegas de trabalhos que são estudandes ainda, me diziam que tinham pensando em colocar a música do TV Colosso nesse vídeo. Aí começamos a cantar: “ele é um colosso, eu não largo o osso…” e um deles dispara:

– Fernanda, tu era criança nessa época?

Não contente em me sentir uma velha com essa, outras meninas estavam comentando sobre modas passadas e aqueles absurdos que usamos na adolescência, perguntei se elas pegaram a época do redley com fita taipe, me olharam incrédulas. Nem sabiam o que era isso!!!!

O tempo passa… logo, logo os 30 batem a porta… já tá batendo nas pessoas a minha volta.

(Resolvi pesquisar agora e descobri que eu tinha 12 anos quando começou o TV Colosso e 15 quando terminou… é eu não era mais criança, estava entrando na adolescência e já trabalhava quando ainda o programa se passava!)

Eu estou ficando velha 1

Estou há dois episódios de terminar oficialmente de ver todas as seis tempordas de Sex and the City em ordem, episódio por episódio. Já vi os dois último e sei que o príncipe que realiza sonhos pode decepcionar e o príncipe que muitas vezes fora mau pode te buscar em Paris… E isso só me faz pensar, pensar mais, como a Carrie no episódio Splat!, quando foi convidada pelo namorado a morar em Paris, tendo que deixar sua vida para trás. Mas até quando viver sozinha é ter uma vida? É o que ela questiona. Às vezes acho que já cheguei nesse limite sendo 11 anos mais nova que ela, porém não tem ninguém me chamando para ir a Paris, prefiro ficar com aquele que me buscaria e que por conseqüência, como o Big, não está pronto para isso, não faria esse convite. Não agora…

So.. why? Por que nos fazer sofrer tanto antes?! Para ter recompensa? Se é que ele vai recompensar… eu ainda estou esperando.

Dizem que a vida sem pensar não vale a pena ser vivida mas e se sua vida for só pensar? Isso é viver ou protelar a vida? E todos aqueles almoços e conversas ao telefone com amigas foram só conversa fiada em vez de ação? É hora de parar de pensar? (aqui ela troca o ponto de interrogação por ponto final).

É isso. É ponto final: É hora de parar de pensar.

Talvez eu vivesse uma fantasia mas encontrei um homem que a tornava realidade. E eu não queria questionar nada.

Quem está mais certo? O que realiza a fantasia e decepciona? Ou o que decepciona e depois surpreende? Mas só surpreende no fim… e o recheio, que é a melhor parte?

O que está mais certo é primeiro eu pensar em mim. E depois parar de pensar.

 

Descobri que tem coisa pior do que Zorra Total na televisão. É novela com a Preta Gil!

Não adianta, a música diz tudo: todo mundo espera alguma coisa de um sábado a noite! Ainda bem que a tevê nos estimula a fazer outras coisas!

Mais um feriadão que eu passo trabalhando em Porto Alegre alone. Além de não ter escala de feriadão, seria meu final de semana de folga e acabei dobrando… Mas agora já passaram as duas madrugadas que trabalhei, tive uma folga no meio da semana e não vou trabalhar no dia do meu aniversário. Aproveitei para fazer o que comecei nos outros feriadõe: olhar séries! Saí sábado bem na hora da pancada de chuva. Foi assim o dia todo, enquanto eu dormia chovia, quando acordei parecia que nunca havia chovido. Saí no meio da tempestade para ir na locadora (enfim uma boa com tudo que quero, mas claro, preciso pegar o carro para ir até ela) e quando voltei e me enclausurei em casa: sol e um dia lindo. Vai entender? Pelo menos se estivesse na praia estaria frustrada, não fiquei veraneando na 101 e nem enfrentando enchentes! Mas claro que haveria punição: tive que acompanhar as duas noites dos desfiles de Carnaval de Porto Alegre. Acreditem, cantei alguns versos previsíveis.

Bom, voltanto as séries, comecei a segunda temporada de Desperate Housewives e vi todinha a quinta temporada de Sex and the City. Só falta olhar a última na seqüência inteira. Já anotei frases e temas para futuros posts.

Pelo menos dessa vez não ficarei o feriadão todo sozinha. Foi só um fim de semana que todo mundo foi para praia e eu fiquei trabalhando. Amanhã, tudo volta um pouco mais ao normal. Se bem que não é lá muito normal considerando os últimos tempos. Mas é bem melhor. É como estar em casa novamente. Ainda não voltei completamente a morar em mim. Digamos que estou pagando aluguel. Mas quem sabe…

O último episódio de Brothers & Sisters na quarta passada terminou com a Sarah na sala do terapeuta. E ele disse coisas tão bonitas, fortes e verdadeiras que eu gostaria de ter anotado. Daí sábado teve maratona, olhei um dos episódios que tinha perdido e ia ficar ligada no último, já tinha separado o bloco e a caneta para anotar. Daí lembrei que navegando no google para ver se achava a frase fui parar no blog da série e deixei um comentário pedindo pelo trecho, e não é que eles postaram? E até me citaram. Pelo jeito não sou só eu que faço alguma coisa pelos leitores internéticos. Aí vai:

Sarah: Por que você não pode dizer nada? Qualquer coisa que me faça sentir melhor?

Dr. Jude: Não há atalhos, Sarah, na vida ou no amor. Essa dor precisa ser sentida. A alternativa é muito pior. É isso que nos faz ser especial, que nos faz ser lindos, que nos faz ser dignos: a dor de como amamos. A dor é acompanhada por outra coisa, não é mesmo? Com a sua dor há esperança. E é aí que você se encontra: em algum lugar entre a agonia, o otimismo e a fé… Então, você é humana. Você está viva! E é isso que nós temos.

Outras citações que eu gosto de filmes e séries

A tevê estava no mundo mas eu vi que segunda começa mais uma temporada do 24 horas! E desta vez espero poder olhar do início ao fim sem interrupções! A vantagem de estar atrasada com algumas séries é que não sofro com a greve dos roteiristas!

23:59:29
Pi. Pi. Pi.

desperate.jpgBom, fiquei todos esses dias sem aparecer porque aproveitei mais um findi em que fui abandonada e não pude ir para praia como todo mundo podia nesse para continuar olhando Desparate Housewives.

Mais uma série entrou na minha vida e virei  fã e agora tenho que sair desesperada atrás das outras temporadas. Foi no feriadão de Ano-Novo quando fui numa locadora pequena que tem aqui perto de casa (a única agora, pois a grande fechou) e aparentemente mudou de dono que levou todos os filmes. Com poucas opções, peguei a série para olhar. Foram oito capítulos da primeira vez e de sábado até hoje, madrugada de terça, assisti os 14 episódios restantes. E como já imaginava, o final me deixou com vontade de quero mais.

Embora não me identifique muito com essas donas de casas casadas, a série tem um humor que eu gosto, além de seus mistéeerios que não são tão difícieis assim de sacar e aí tu se sente bem por ir desvendando. Além de ser meio bizarro e humor negro ligth. E tem Susan Mayer (lembra da Lois Laine?), como eu gosto da Susan! Cada confusão que ela se mete, o seu jeito desastrado – aí eu me identifico um pouco, mas nossa, como a sorte não anda do lado dela!

Estou com uma listinha de coisas para postar, inclusive sobre outra série… logo logo vou colocando…

ep63_carrie_aidan.jpg

Nos endurecemos a ponto de não reconhecermos um conto de fadas?

Estou sufocando igual a Carrie naquele vestido de noiva horroroso. Acabei de assistir o final da 4ª temporada de Sex and the City, desde que estou olhando em ordem. Na verdade, descobri que já tinha visto a maioria fora de contexto. Mas chorei, chorei… desde o episódio 15, Mudança de Planos.

E estou escrevendo esse post ao som de By Your Side, da Sade. Lembra, no final do episódio que a Samantha decide se entregar ao amor do Richard na borda da piscina? E que no final da temporada ela descobre o que sempre soube: que não dá para se entregar ao amor, só a uma boa transa.

Mas estou sufocada, sem respirar, porque no fundo também fico pensando se não sou do tipo casaudora, se não estou ficando como a Samantha, que ainda quando tenta quebra a cara, muito mais feliz ser fria e distante? I do not know. Mas se a Miranda pôde ter um filho, do jeito que eu me sinto em relação a isso e ela foi até o fim, then

Será que já não deixei passar algum Aidan, porque era perfeito demais? Na verdade, eu ainda preciso encontrá-lo, porque tudo que tive foi Bigs, mas não, hoje eu entendi porque ele faz parte da vida da Carrie e é o seu verdadeiro amor: porque ele é um cara resolvido, com tudo. E ela, como nós mulheres, nem sempre. Mas não sei se perdoaria ele ter se casado, mas sei lá o que vou pensar aos 35. E ela acabou sendo o pivô da separação dele. Hum, dou de ombros nesse momento e entorto a boca, como a Carrie. Quem vai saber?

É isso, eu não quero saber, mas a minha cabeça está sempre girando, e girando… saudade do meu psicólogo. Mesmo sem ver ele há um tempinho não consigo parar de pensar. E hoje fiquei sabendo de algo muito triste que aconteceu com uma amiga, simplesmente desisti.

E já nem falo de amor, mas de humanidade. Onde foi parar? Ninguém mais se importa, é tudo passageiro. Confesso que o permanente, o durável me assusta também, só que ainda não gelei a ponto de parar antes para não sofrer depois. Minha humanidade me diz que nesses casos é melhor nem arriscar. Mas isso é se importar com o outro. E quem se importa? Dá licença, vou ali cuidar de mim.

Consegui sair mais cedo do trabalho hoje, empolgada, porque em três anos, finalmente poderia acompanhar o Big Brother desde o início. Eis que chego em casa e a Net continuava fora do ar. Tinha recebido um torpedo às 12h31min avisando que a previsão de retorno era 20h e depois teve essa notícia de que o sinal estava sendo restabelecido. Peguei o telefone disposta a ligar e esperar muito na linha até que alguém me atendesse e eu pudesse reclamar. Mas… meu telefone também é Net! Não adiantava nem ligar o computador para tentar me distrair na rede…

Para não jantar “sozinha” resolvi assistir O Fabuloso Destino de Amélie Poulain de novo. Já o assisti outras tantas pelo mesmo motivo.  Fiquei todo tempo vendo se o sinal não tinha voltado para eu ver o BBB e nada. Eis que quando o filme acabou, troco para a tv e está funcionando e o programa já tinha acabado. Passei para o Multishow e assisti aquele pedaço chato, ao vivo, sem edição e sem entender nada. Que saco. Não é a primeira vez que a Net falha em dia de estréia. Decepcionante.

“Assim como computadores dão pau, pessoas morrem e relacionamentos acabam. Aí é preciso reiniciar. Um zip drive pode dar o conforto de que você precisa. Ou um namorado, se você deixar”.

 Carrie, no episódio My Motherboard, My Self, do Sex and the City

Me perdoem se não estiver ipsis litteris, mas é que não tenho ainda a 4° temporada em DVD (nem a terceira) e vi na tevê e anotei de memória. Natal tá aí, não custa avisar.

E sou como a Carrie, ando cansada dos Mrs. Big por aí. O Aidan é o the best, mas como ela, eu agiria parecido. É o mal de ser independente e de não estar acostumada com quem nos trate bem e nos dê o valor que realmente temos. Mas amor da vida é o amor da vida. Ainda bem que eles não estragaram tudo, né?!

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