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Estou precisando é de um cachorro.

Bicicleta não é a solução.

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Aí vai o vídeo:

São 3h37min e estou esperando exportar o vídeo que fiz como trabalho final do curso de Jornalismo 2.0 para então ser publicado. Não dormi nas últimas noites num embate para conseguir editar o vídeo. Produzir e editar foi relativamente fácil, no meio disso é que complica. A novela, ou melhor, minha saga, está descrita aqui.

E nisso, mais uma para a série “Eu estou ficando velha“: eu já sou um dinossauro da informática! Sabe quando a gente vê que as pessoas mais velhas não entendem algumas coisas ou não tem manha? Pois eu estou assim para a era multimídia! E já fui referência, quando era estudante como os colegas que pentelhei para conseguir ir até o fim com o trabalho, eu sabia várias coisas! No Correio do Povo, além de tratar fotos (no Photoshop 4.0!!) eu dava suporte técnico para a redação de vez em quando! Mas também, eu sou do tempo do Dos, dos cursos de IPD – Dos, do Windows 3.11.

Estou contanto as horas para ir para Gramado no próximo fim de semana. E não tem nada a ver e tem com o Festival de Cinema. Por causa do evento, ele está lá, e por causa dele é que vou.

Sempre achei o Festival de Gramado uma chatice, não entendia nada, é verdade. Não que entenda muito agora, mas tenho acompanhado pelo Camarote e alguns filmes parecem muito interessantes. Difícil vai ser conseguir vê-los. Tô bem a fim de ver Nome Próprio, inspirado nas obras da Clara Averbuck e alguns curtas, como Hiato e Blackout. Mas não agora. Nesse fim de semana vou ficar bem longe da sala de cinema. Quero mais é matar a saudade, tomar vinho, comer fondue, curtir uma vibe, tomar vinho…

Nossa última passagem pela Serra, em São Chico

Essa foto é da última vez que fui à Serra, em São Chico

Essa ninguém merece! Nem por ouro, nem por gato, nem por sangue de lagarto!

Essa ninguém merece! Nem por ouro, nem por gato, nem por sangue de lagarto!

Esta é a terceira noite que estou dormindo no sofá para acompanhar um pouco dos Jogos Olímpicos de Pequim. Comecei vendo a ginástica, ontem natação e mesmo com os berros do Bernardinho dormi. Hoje sigo vendo a natação e a ginática, e é impossível não ter vontade de ser atleta quando a gente começa a acompanhar as competições (menos de luta greco-romana, né, por favor).

Sei que não tenho nenhuma habilidade esportiva, praticamente morro do coração com uma simples corrida para não perder o ônibus, mas me identifico com a natação, não só porque gosto dos atletas pelados, aqueles corpões, sem pelo, mas porque foi o esporte que, somando todas as vezes que pratiquei, parei e voltei a nadar, foi o que mais fiz em toda vida. Nunca passei do crawl e costas, meu objetivo era avançar todas as vezes que retomei, mas a pausa me trazia imperfeições nos movimentos e não fui adiante. Eu estava aprendendo peito quando parei a a primeira vez, aos 13 anos, derrotada pela  minha garganta que no inverno sulista não suportava as saídas da piscina. Foi indo, indo, até que arrefeci à preguiça de andar com roupa molhada na mochila, as trocas constantes de horário no trabalho, o problema da garganta no inverno e à falta de fôlego mediante os colegas adolescentes, já que nunca conseguia praticar num horário de adulto.
Phelps, o mágico do cubo

Phelps, o mágico do cubo

Lendo o texto do David sobre o Phelps, percebi que se eu fosse atleta, no máximo nadaria de costas, que parece não ser uma modalidade muito cobiçada. Só vi o Phelps praticando-a agorinha, no medley, quando conseguiu a 7ª medalha, feito histórico. Não nasci para querer o melhor, nem para ser a melhor em alguma coisa. Lendo sobre o fenômeno da natação, descobri o motivo. Não conseguiria dedicar todo tempo da minha vida a uma só coisa. Phelps acorda às 6h e odeia, mas ele vai treinar, pois tem o objetivo de vencer, e ele tem razão em não gostar de perder, afinal, ele não tem nem namorada porque só tem tempo para nadar. Tudo que ele faz é nadar. O cara não curte nem os méritos desse feito. Ovacionado pela torcida, ele não perde a concentração para acenar antes da prova. Tudo que ele faz é nadar, nadar. Meus interesses são tão diversos, que não gostaria de viver para uma coisa única. Está certo que ando com dificuldade de realizar algumas coisas porque não consigo fechar o foco, mas enfim, também tenho que aprender que uma coisa de cada vez.

Popov forever

Popov forever

Enfim, nisso lembrava que já acompanhei mais as olimpíadas, agora mal consigo acompanhar tudo que está sendo produzido em função dos jogos. Por exemplo, eu sabia que Camarões já tinha ferrado com o Brasil no futebol em uma Olimpíada, não lembrava bem o ano, depois descobri que foi em Sydney, outra que era na madrugada. Na época, eu trabalhava no horário insone e chegava em casa e assistia até o hipismo, aprendi as regras, inclusive! Acompanhava muito mais na época do Alexander Popov, quando me derretia por ele. Hoje essas roupas de astronauta da natação mal permitem que nos refastelemos com os atletas. Tem mais roupa na piscina que na areia. E por falar em Popov, ele estava agorinha na entrega de medalhas do Phelps (menos encantador de terno).

Mudei o canal e estou vendo a ginástica. Descobri que não gosto mais da música clássica no solo. As modernas são mais interessantes. O Brasileirinho da Daiane já encheu o saco, mas jamais esquecerei de uma música contemporânea, que não sei qual é  (mas ela faz versos na minha mente) quando vi um atleta nas argolas. O tango eletrônico tem tocado nessas Olimpíadas e agora mesmo uma chinesinha fez uma apresentação vibrante com uma música diferente.

Momento mulherzinha

E amei o modelito das chinesas que ficam ao lado do pódio no cubo mágico! Um modelo evasê (ou seria sereia?) branco com gola chinesa e detalhes em azul. As moças que entregam as flores usam um semelhante, em modelo godê. Sensacional, quero para mim. Não encontrei fotos e tirei da tevê. Olha aí embaixo:

Eu quero para mim!

Eu quero para mim!

No engarrafamento, a fila ainda mais com o sinal fechado do que com ele aberto.

Reparem.

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