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“You have to give up  the life you planned to find the life that awaits you. All our life we grow by giving up things by loss and move on. Big things, little things. How we deal with these losses, defines who we are.”

De um episódio de Brothers & Sisters

“Você precisa esquecer a vida que planejou para encontrar a vida que te espera. Toda nossa vida crescemos desistindo de coisas por perda e seguimos em frente. Coisas importantes, coisas pequenas. Como lidamos com essas perdas, define quem somos.”

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Vi Sex and the City 2 e não gostei do filme. Eu sei que sequência de filmes costuma decepcionar, ainda mais originário de uma série. Mas gosto tanto da série que qualquer momento a mais com essas meninas me alegra, depois de ver tantas reprises.

Não sei se realmente é o filme que é ruim ou fui eu quem mudou. Passei a dar valor a outras coisas na minha vida… Achei a casa da Carrie e do Big fria, sem personalidade. Decoração de revista, tudo perfeito e caro, mas sem alma. E o figurino foi mesmo exagerado. Ela anda de salto alto dentro de casa! A série sempre foi conhecida pelo jeito fashion das protagonistas, mas era um fashion do dia a dia, uma coisa mais de acordo com a realidade. O que são aquelas roupas luxuosas para uma viagem ao deserto? Aliás, tudo nessa viagem é meio surreal. E quando fiquei sabendo que teria uma viagem pensei: mesma fórmula repetida do primeiro filme. Mas nesse, além de não ter muito propósito, praticamente todo o filme se passa durante a viagem e vira uma comédia de sessão da tarde, comprovado até pela trilha ao fundo.

O Big sacaneou muito a Carrie, mas teve algumas situações que achei ela bem chatinha. E nesse segundo filme ela está mesmo chata. E resolver os problemas com uma joia?

Para mim, virou tudo muito superficial e sem alma. Uma pena, preferia ter ficado sem essa.

A série sempre foi conhecida pelo jeito fashion das protagonistas, mas era um fashion do dia a dia, uma coisa mais de acordo com a realidade.

Quando fui para França estava chateada só por uma coisa: ia perder a premiere de Sex and the City 2. Até então eu não tinha ido a nenhuma premiere em Londres, mas eu não podia perder de ver o quarteto. Para minha sorte, o lançamento nas terras inglesas foi no dia 27 de maio, quando eu já tinha voltado. Ninguém tinha muita certeza, foi uma amiga falando para outra. Cheguei lá pelas 16h sem nem saber que horas começava. Eu estava usando um vestido e meias parecidas com estas da Carrie, do primeiro filme.

Esperei uma amiga na estação, como ela estava atrasada e a minha outra amiga já estava lá resolvi seguir a legião de solteiras que se encaminhava para Leicester Square. Quando cheguei havia sido aberto um corredor para o pessoal que estava montando o tapete vermelho em frente ao cinema Odeon. Corri para outro lado para encontrar minha amiga e fiquei de olho, quando o corredor fosse fechado eu tentaria ficar mais na frente. E foi o que aconteceu, eu era a segunda, mas abriram o vão novamente e um intrometido se cplocou na minha frente. Ele não tinha nem onde colocar os pés pois ninguém gostou e estava pressionando para que ele saísse… Ali descobri que elas chegariam às 18h pela mesma afro inglesinha que ficou irritada porque de vez em quando eu virava para trás e conversava com minha amiga que tinha ficado mais fora do aperto. O motivo era que a conversa atravessa o seu rosto!

O problema é que fiquei bem perto da entrada do cinema e a premiere, onde elas deram entrevistas e posaram para fotos, aconteceu dentro da praça, que quando cheguei já estava fechada. Foram quase 3h de espera e vendo muitos anônimos e celebridades locais passando pelo tapete vermelho. Então quando a Miranda (Cynthia Nixon) apareceu, desceu as escadas junto com os anônimos, quando me dei conta ela estava lá do outro lado perto dos fãs e quase entrando no cinema. Estava diferente com o cabelo mais comprido e não veio para o nosso lado. Depois veio a Samantha (Kim Cattrall) e como a Cynthia foi direto no lado oposto onde eu estava. Quando o povo do meu lado e eu realizamos que elas não viriam para o nosso lado, começamos a gritar desesperados. Kim veio meio a contragosto e passou rapidamente. Logo em seguida tinha entrado ele: Mr. Big (Chris Noth) que quando ouviu nosso chamado veio correndo e de braços abertos. Muito charmoso!  Eu ainda não tinha me adptado com a câmera da minha amiga e com o empurra-empurra. Resultado: não vi ele tanto quanto gostaria e nem consegui boas fotos. Charlotte (Kristin Davis) estava radiante no seu vestido dourado, mas foi outra que só ficou do outro lado.

Até que ela apareceu: Carrie (Sarah Jessica Parker), super simpática, dando atenção com calma para todos os fãs. Ela não parava de dizer: thank you, thank you, com um sorrisão e linda num negro vestido do Alexander McQueen. Ela eu vi bastante, tirei muitas fotos, mas poucas se salvaram também… E ela é linda, igual se vê na tevê. As revistas usam muito photoshop, mas não precisa…

Eu tinha medo que acabasse a minha ilusão de que elas existem e estão lá em Nova York seguindo suas vidas, não mais solteiras como muitas que foram lá para vê-las. Agora eu sei que elas existem, principalmente porque a Sara Jessica Parker me passou muito a impressão de ser a Carrie Bradshaw que eu conheço e que tantas vezes me inspirou aqui no blog.

Nesta foto publicada pelo Guardian dá para ver meu cabelo. Estou entre a loira e o cabeção do cara que se meteu na nossa frente

Clique aqui para ver mais fotos da premiere

Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis and Kim Cattrall on the red carpet Photograph: Dave M. Benett/Getty - guardian.co.uk

Eu olhei no mapa antes de sair de casa, mas a voz doce do Jorge Drexler me distraiu no meio do caminho e eu me perdi antes de chegar no encontro para fãs de Lost, que foi realizado ontem, na Escola de Design da Unisinos. Fui com a Jana, que tinha direito de levar um convidado. Chegamos cedo para tomar um café e colocar o papo em dia. Deixei o carro estacionado na quadra de basquete, passei pela área da entrada, o saguão, e fomos para o café, que ficava no subsolo, descendo por uma convidativa escadinha.

Olha eu aí twittando durante a palestra

Quando chegamos na recepção e dei meu nome, a Ana Guerra, da Mundocult, disse: “ah, tu twitou que vinha no encontro, e tu tem um blog, né?”. Depois fomos para o auditório, o pessoal comentou que teria brindes no final e eu brinquei: vou ganhar. Aí os palestrantes falavam da ilha e tal  e uma hora comentei, olhando para os janelões, que aquele local parecia uma ilha, pois tinha muitas árvores e um gramado. E então me dei conta: eu já dormi nesse lugar!!!!

A escola ocupa o prédio do antigo Instituto de Pastoral da Juventude (IPJ), onde fui pela primeira vez aos 13 anos para uma assembléia da Pastoral da Juventude Estudantil (PJE). Eu recém tinha entrado no grupo de jovens, e precoce, já fui escolhida para representá-los em instância estadual. Tirando as vezes que dormi em casa de coleguinhas de escola, foi a primeira vez que posei fora de casa. Aí comecei a percorrer os olhos e tudo fazia sentido. O auditório era onde aconteciam as reuniões e as festas, as diversas janelinhas que se via dali eram os quartos. O café era o refeitório que tinha um cardápio fixo sempre que tinha retiros. E aí fui tomada por muitas boas lembranças e fiquei boquiaberta. Muito Lost isso. E como não reconheci? Na época, eu guria da região metropolitana, conhecia muito pouco da Capital. Lembro que tinha marcado que era numa ruazinha “arvorida” que a gente dobrava vindo pela Carlos Gomes, como vim pela Nilo não me dei conta… e tantas memórias acumuladas… a gente vai mesmo esquecendo das coisas.

No meio da palestra comentei com a minha amiga sobre esse meu post sobre Lost e a minha teoria sobre a série: Quando eles se perderam é que se encontraram! E ela achou a frase “profunda e filosófica”. No final, a surpresa era para que olhassemos embaixo da cadeira para ver quem tinha ganhado brindes, e eu, como tinha sentido, fui uma das contempladas… e o prêmio? O livro A filosofia de Lost! Coincidência?

Eu devia ser a única pessoa lá que só viu a série e não participou de mais nada, mas na internet tem um um outro mundo sobre Lost. Tinha fãs empolgados, como um que tatuou a palavra “lost” no braço e todos ficaram com a vontade de conversar entre si e trocar ideias. Então foi criado um ponto de encontro virtual para que a gente possa marcar o próximo encontro real…

A viagem está chegando ao fim e os mistérios continuam… todos nós fãs também estamos perdidos, mas ontem a gente se encontrou.

Outros posts em que falo sobre Lost

Ando com vontade de relatar coisas do meu cotidiano aqui. Desacostumei mesmo a morar sozinha, ou o mais provável é que estou passando muito tempo em casa, e nem é que esteja me sentindo sozinha, mas estou de novo na fase do “Socorro não estou sentindo nada”, sabe, como na poesia de Alice Ruiz. E isso, invariavelmente, me afasta de pessoas com quem eu poderia estar dividindo meus dias.

Pois bem, hoje começou o vestibular da UFRGS que estou prestando para História da Arte. Fazer vestibular 11 anos depois da primeira vez merece um post com várias observações que deixarei para o final, embora algumas tenha colocado no meu twitter.

Na terça eu vou encontro Orientação Dharma – O Culto a Lost acompanhando uma amiga. Nem estava muito ligada nesse tipo de evento e olho Lost sem fazer divagações ou análises, mas acho que vai ser interessante. Se alguém que me ler for, se apresente por favor!

Nunca pensei que eu gostasse tanto de praia! Não sei se é o calor que parece sempre pior a cada ano, o fato de estar quase todo mundo lá, de familiares a amigos e até as melhores festas, mas queria não ter voltado. Me arrependi de não ter escolhido prestar o vestibular lá. Mas pelo menos a noitada de sexta, na Porto vazia, rendeu. Estava cheia e boa como sempre. O pilequinho meu e de uma amiga nos garantiu muita diversão dançando e conheci pessoas. Só não pude usar meu status de vip porque não tinha fila… aí já era pedir demais. Mas isso já foi o suficiente para me aquietar no sábado de noite. Até quarta, é vestibular. Embora não tenha estudado, pelo menos dormir cedo para não perder o horário é meu compromisso.

E passei a ouvir Lady Gaga. Sei que é faísca atrasada, mas gente, o que é esse clipe de Paparazzi?

Comecei a ver hoje a 6ª temporada de Grey’s Anatomy e uma frase me mercou no final do segundo episódio:

Quando dói até mesmo para respirar, aí você sobrevive.

Nossa, já senti isso. Tanta dor que parecia que não ia suportar… e hoje estou aqui, consciente de que tudo nessa vida passa, que a gente sempre consegue superar tudo e que a esperança sempre volta.
E aí falaram outra frase, que complementa a outra:
O pior de tudo que quando você acha que já passou, começa tudo de novo…

Mas quando a gente está disposto a querer que comece tudo, para então ver no que vai dar, acho que já passamos do estágio de sobreviver. É então que novamente queremos viver a vida, com o peito carregado do otimismo de que o pior já passou e ainda não chegamos aquilo que nos espera.

Eu queria ser a Meredith só para encontrar meu McDreamy no dia seguinte no mesmo local de trabalho…

Meu primeiro cosmopolitan! E nem precisei ir até Nova York ou no Kong, em Paris. Só fui até a Cidade Baixa!

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Para quem não sabe, é o drink da Carrie e das meninas do Sex and the City. Amei!

Ugly Betty teve dois caras muito românticos disputando seu coração…
10:21 PM Sep 2nd from mobile web

Ugly Betty teve dois caras muito românticos disputando seu coração…

Kitty de Brothers&Sisters (B&S) é casada com um gato, adota um filho e conhece um pai lindo no parquinho…

Sarah de B&S divorciada e na seca volta trabalhar na empresa da família e tem um monte de caras lindos…

e ela acaba de transar com um deles…

Kevin de B&S reencontra o ex-namorado, um ator sexy. Kevin tá casado, mas ele propõe um ménage…

Nora Walker de B&S no alto de seus 6O anos recebe uma surpresa romântica. O arquiteto charmoso e londrino largou o casamento aberto porque  a ama

Chega! Cansei da realidade!!!

Bem que a vida da gente podia ser como nos seriados. De tempos em tempos tudo se resolve, tudo dá certo e não só no final, como nos filmes.

E Rebecca e Justin de B&S quase voltaram. Em casa um amigo apaixonado lhe esperava com flores…

Thomy de B&S não sabe quem ele é e nem nunca soube e não vai voltar para casa. Enfim uma nesga dessa vida ordinária!

Postado no meu twitter no dia 2 de setembro, enquanto eu assistia Brothers&Sisters

O episódio “Águas Turvas – Parte 2″, da terceira temporada de Brothers & Sisters surpreendeu pela trilha. A música Bridge Over Troubled Water na voz de uma mulher ficou emocionante, aliás, adoro versões de músicas em vozes femininas.

Lembrei que tinha essa música numa fita k7 do Simon & Garfunkel que eu pedi de dia da criança para meu pai. Precoce, antes dos 10 anos eu pedi essa fita, uma da Madonna (Like a Prayer) e Que país é esse, do Legião Urbana. Legião foi me marcar alguns anos depois. Da Madonna nem lembro que músicas tinha no k7. O que me definiria melhor hoje é mesmo a fitinha da dupla.

Eu não lembro se era o álbum Greatest Hits 1972 ou The Concert in Central Park 1982, mas além da música que me refiro ali em cima, tinha Mrs. Robinson, Sound of Silence e Boxer. Na minha remota lembrança não era nenhuma das capas desses discos, mas começava com Mrs. Robinson como esses dois.

Ah e como eu lembro dos meus porta fitas! Primeiro com caixas de papelão imporovisadas, até que meu pai mandou fazer ou ele mesmo fez – não lembro – uma caixa de madeira, envernizada e que tinha a largura certinha das fitas. E a tampa era de correr. Nossa eu andava com aquilo para cima e para baixo, levava nas viagens para a praia e submetia a família às minhas trilhas exquisitas a caminho do litoral norte.

No blog da série descobri que a música do episódio é interpretada por Quincy Coleman. Olha que linda ficou:

barco1Que o twitter é um fenômeno todo mundo já sabe e todo mundo fala e muita gente tá lá. Engraçado que virou um fenômeno meio tardio, né? Quando surgiu não fez tanto sucesso, agora só se fala nele (entendeu o duplo sentido?).

Então, mas o fenômeno vai além de ser falado em revistas especializadas, cadernos sobre informática e até mesmo mídia em geral. Dias desses estou vendo Desperate Housewives e lá está o Tom, marido da Lynette voltando desanimado de uma entrevista de emprego porque não sabia o que era twittar.

Aí nesta semana estou vendo Brothers & Sisters, e a Sara, que está montando uma empresa pela internet com dois nerds (ou geeks, não sei) fez uma apresentação e se deu mal porque não sabia o que era twitter ou facebook. Só a teledramaturgia brasileira é que anda atrasada com essas coisas… ainda lembro quando tardiamente o celular e seus recursos passou a ser usado nas novelas. Em Caminho das Índias tem uma secretária que só fala no Second Life, mas esse teve sua febre e acho que já era. Não sei direito porque foi uma onda a qual não me rendi.

Mas no twitter estou lá, contando em tempo real o que nem sempre coloco aqui, e até fico na dúvida se devo replicar algumas coisas. Cada vez estou usando mais. Começou por causa do trabalho e depois para me distrair na fila do supermercado. Mas agora vire e mexe estou postando. A única celebridade que eu sigo é o Luciano Huck e é engraçado saber o que ele está fazendo.

O que mais me assusta é a quantidade de gente que não sei quem é e que me segue e sabe o que está se passando comigo, o que eu estou fazendo em determinado momento em até 140 caracteres. O blog tem em média 150 visitas diárias, também não faço ideia quem seja essas pessoas, mas lá no twitter elas tem um nick e um perfil e também dizem algo (já que aqui pouca gente comenta). Talvez até sejam pessoas que acompanham o blog (pois tem ali no menu meu endereço) e estão me seguindo por lá… mas vai saber. Se a gente pensar nisso não conta nadinha.

Acho que vou ter que ingressar no facebook também, já recebi vários convites e deletei do e-mail. Não dá para ficar para trás…

Outro fenômeno que a gente sempre ouve falar nas séries e filmes é na Oprah. Mas hoje me surpreendeu que em um filme de 1991 ela fosse citada! Estava revendo Viva! A Babá Morreu – sessão da tarde de adulto é no domingo mesmo – e a garota, uma personagem de 17 anos cita a apresentadora mais famosa da tevê.

noticias_19052009121339Eu já esperava que no episódio de hoje de Grey’s Anatomy, quando finalmente Meredith e Derek, o McDreamy, iam se casar, depois de cinco anos de idas e vindas, altos e baixos, o casamento deles não aconteceria, pois eles dariam a vez para Izzie que preparou tudo perfeito, como se fosse seu próprio casamento, em cima de uma cama devido ao câncer. Eu já esperava, só não contava que ia me emocionar tanto. E chorei como não chorava há muito tempo.

O episódio começa com Izzie dizendo que a gente nunca sabe qual vai ser o dia mais importante da nossa vida. O dia que a gente acha que é especial nunca é como a gente imagina. Os dias normais que começam igual a qualquer outro no final são os mais importantes.

É tudo de mentirinha, eu sei, embora essas coisas aconteçam na vida real. Mas é uma metáfora, uma metáfora para que a gente não realize as coisas só quando está chegando no fim, que a gente não perceba o quanto era importante só quando perdeu. É clichê, é. Mas pode ser hoje como pode ser daqui há 50 anos e a gente sempre vai lastimar o que deixou de fazer e a vida que está próxima do fim. Nunca haverá tempo para tudo. Embora Izzie tenha tido dois amores. O primeiro morreu e o segundo apareceu quando ela estava morrendo. O primeiro era um homem determinado. Já Alex se tornou homem ao lado dela.

izzieMeredith não era muito de casamento mesmo, e só aquele pedido do Derek, no jeito mais McDreamy de ser, já valeu, tudo a ver com eles. Esse foi o seu dia especial, quando ela menos esperava. Eles enfim assumiram ficar juntos, não esperaram a vida passar para se arrepender ou ela ser encurtada para se dar conta. Eu penso no tempo que está passando, eu perco tempo me preocupando com o que virá, mas sobretudo eu vivo e me dedico aquele que amo não pensando que terei uma longa vida pela frente e muitas oportunidades, mas como alguém que está morrendo a cada dia. Não importa o que vem pela frente. Se poderia ou posso ter outros amores. Uma certeza existe. Importa o que é. O presente é um presente. O futuro é dádiva, bônus, ou até maldição. Quem sabe? Ninguém, por isso só me arrependo do que deixei de fazer no agora pensando no que seria do amanhã. É o mal dos ansiosos, viver e sofrer por aquilo que nem chegou.

E o mal de quem pensa como eu é que nem sempre bate com o pensamento dos outros. Algumas pessoas precisam que tudo esteja perdido para se dar conta, mas daí também me dói pensar no passado, quando tudo podia ser diferente. É o tipo de coisa que determina entre ser feliz para o resto da vida ao lado de quem se ama ou ser feliz e amar somente no tempo que resta.

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“Não reconhece o dia mais especial da tua vida até que esteja dentro dele. O dia que te entregas a algo ou a alguém. O dia em que teu coração está em pedaço. O dia que encontra tua alma gêmea. O dia que se dá conta de que o tempo nunca é suficiente, porque se quer viver para sempre. São estes os dias mais bonitos, os dias mais perfeitos”.

E eu terminei o meu dia sem fazer a diferença que eu gostaria. Talvez eu tornasse o dia qualquer de alguém especial. Mas eu acho que é a minha vez de ter um dia especial quando eu menos esperar. Um deles eu já tive. Não se trata de uma grande surpresa, nem de casamentos, mas sim de amor…

Vi hoje o primeiro episódio de Private Practice e antes dele um resumo do que acontece com a Addison em Greys Anatomy, série que olho conforme a ordem do Sony Entertainment Television e não tenho coragem de encarar DVDs na ordem porque já vi muitos episódios e tem muitas temporadas, eu acho.

Ontem terminei de ver a 4ª temporada de Lost com uma sensação de dejavú. É impressão minha ou eles aproveitaram muitas cenas da própria temporada? Sei lá se pela greve dos roteiristas… mas claro, tô bem curiosa para ver a próxima, embora acho que assistindo tantas séries já parei com aquela sensação de desespero quando acaba. Desparate Housewives também terminei de ver a quarta e foi assim, de repente, nem fui avisada… Mais uma que aguardo! Aconteceu o mesmo com Lipstick Jungle.

Continuo a ver reprises de Sex and the City (diariamente agora que tá passando mais vezes no 42) e claro acompanhando a segunda temporada de Brothers & Sisters (que o Adri me contou parte do final, mas nós dois estamos querendo entrar para a família Walker).

Ah e quinta-feira estréia a segunda temporada de Ugly Betty, a feia conquistou meu coração. Apesar de não ter sido uma espectadora ortodoxa da primeira, estou bem por dentro e vi o último episódio, que esse sim me deixou com vontade de quero mais… e logo!

Ah! É bom lembrar que substituiu o vício. Eu não assisto mais novelas… só séries.

Wendy, Victory e Nico

A promessa é de que a série seria sucessora de Sex and the City. É da mesma criadora, mas é mais difícil se identificar com essas mulheres… não só pelo fato de serem casadas ou terem filhos. Mas é porque são muito poderosas, muito ricas e beira ao artificial. Não que eu não goste. Agora acabo de descobrir que já assisti toda a primeira temporada (passa todas às segundas, 22h na Fox, e eis que estou aqui esperando mais um capítulo e começa a reprisar o primeiro).

Elas estão sempre maravilhosas! Vestidos no trabalho que aqui na nossa vida em Porto Alegre eu usaria para ir a uma festa de casamento. Mesmo em casa usam penteados como se acabassem de sair do cabelereiro. Trabalham de mais, a Wendy tem filhos e um marido que adora sexo. Chegando em casa tarde do trabalho, tendo noites quentes e indo trabalhar impecável todos os dias, quantas horas essa mulher dorme? Fora as festas que elas vão por motivos de trabalho e os drinks que tomam juntas (bem menos que em Sex… que as quatro amigas parecem ter dias específicos para se encontrar para o brunch). 

Se fosse me comparar, tirando a infidelidade eu acho que preferia ser a Nico, que é chefe de redação de uma revista, mas quem não gosta de ter um lado artístico como a Victory, que é estilista? Mas se fosse escolher o emprego dos sonhos eu preferia ser a Carrie, do Sex and the City. Não adianta, é insubstituível! Eu achei que depois do filme seria o fim, mas não, está mais vivo que nunca, e olha que só tenho duas temporadas em DVD e as reprises do Multishow. A propósito, já saiu DVD do filme?

De qualquer forma fiz o teste do Lipstick e eu sou a Wendy, que é mãezona, até com seus funcionários, do tipo que abraça alguém quando demite. Para a durona Nico isso é o fim. Já a Victory é amiga, acho que sequer demitira alguém, a não ser quando faliu e foi obrigada. Quem sabe um dia não serei com a diretora do estúdio de cinema, uma mãe de família trabalhadora que se vira em quatro? Bom, com o marido em casa cuidando dos filhos fica mais fácil…

Outro ponto contra a série: passa dublado!

Depois do fim de semana sem Net e com apenas um filme da locadora (Onde os fracos não tem vez – não tenho o que dizer sobre o filme, muito estranho), e já que o Lipstick Jungle terminou, ainda bem que peguei a 4ª temporada do Lost! Eu vi os primeiros no computador, mas sempre trancando, foi muito ruim e não vi toda a temporada. Agora com os DVDs na locadora vou finalmente me inteirar. Tô sempre atrasada com a ilha!

Como o teste para saber quem é você em Sex and the City que a Camila recomendou não está mais no ar, procurei no google e encontrei um da revista Quem.

Fiz e adivinhem quem eu seria? Não preciso falar, né? Só que o mais engraçado, todos os outros empataram, pois claro, levo um pouco das quatro!

Esse empate aconteceu quando fiz o teste do Lost também.

E você, é quem? Faz lá e me conta!

 

Dia 6 de junho, às 21h eu estava lá, na sala do cinema, mais ansiosa do que nunca para ver Sex and the City – O Filme. E só esperei até esse horário porque Mr. Big fez questão de me levar. E foi bom, assim enquanto fiquei na fila ele comprou as pipocas, porque o ingresso eu já tinha comprado antecipado. E para isso serviam os homens, a maioria a contragosto, que estavam na sessão.

Achei que o trailer não mostrasse realmente o filme. Não, não, Big não podia ter feito aquilo. Eu queria ver o casamento na biblioteca, ainda daria tempo, afinal ele se deu conta da besteira,  mas claro, já não teria o mesmo encanto. Por que tinha que ser assim?

Eu me identifico com a Carrie quando ela folga em si mesma, dizendo que usou até um pássaro na cabeça e ele não pode descer do carro, depois de dez anos. Às vezes também sinto que faço tanto e o mínimo que quero de volta não tenho. Mas será que não somos nós só pensando na gente? Ela se deu conta que a coisa toda ficou maior que eles.

Enfim, as coisas acontecem como tem que ser. Perdoar é difícil, muito, deixar de repassar pela cabeça mil vezes aquilo que nos fizeram não é fácil… Mas quando quem a gente ama está ali, não se importanto com mais nada além de ter você, não há razão e o coração esquece rápido. A Carrie fez isso várias vezes com o Big, se deu mal, mas ainda bem que ela arriscou mais uma para ter seu final feliz, só com aquela grife que não sai de moda.

Na quinta passada assisti ao filme novamente. Claro, assim como já vi reprises e mais reprises dos episódios, tenho que ver o filme muitas vezes. Como ganhei a trilha, revistei as cenas com as músicas excelentes. Em princípio, não me agradou que o filme tenha estética de filme. Relembrando coisas para quem não viu a série (azar de quem perdeu), acostumada com os episódios, que duram poucos, parece que as piadas são demais e algumas coisas para agradar o grande público. Mas enfim, é muito bom ficar duas horas e meia com as quatro, sem aquela impressão de que logo vai terminar. Foi bom tê-las de volta, chorar com elas e principalmente, ver o final feliz da Carrie e Mr. Big.

A história da redecoração do apê também tem a ver com o meu momento, tô perto dos 30, espero não chegar aos 40 para ter uma “casa de adulto”. Mas dá pena saber que logo depois ela vai deixar tudo aquilo.

Em uma reportagem que saiu no dia da estréia do filme dizia que a assistente dela não teria feito falta no filme. Discordo, pois antes, tendo a obrigação de escrever a coluna, seus escritos e pensamentos eram seus interlocutores. Sem ter que escrever todos os dias, ela ficaria falando sozinha para que soubéssemos o que está se passando? As quatro já não se encontram mais com a mesma freqüencia de antes… e eu queria ser sua assistente!

Figurino

Adorei a meia!!

Tirando o vestido da flor gigante, amei o figurino. Em Gramado fiquei com vontade de comprar aquelas meias xadrez para usar com saia e vestido. Não só bolsas, mas carteiras são minhas novas meninas dos olhos. Não curto muito essas sandálias estilo romana, embora até tenha uma mais ou menos que vou poder usar mais agora, mas tenho uma quedinha pelas bootsandal. E adoro os vestidos balonês “fofinhos” e aqueles vestidos que parecem levar  armação embaixo. Adorei os vestidos do ensaio de noiva, usaria o do Oscar de la Renta, aquele curtinho que não lembro de quem é e até o da Vivienne Westwood. Não achei nada de mau gosto, só o penteado, o que ela usou no ensaio fotográfico estava muito melhor. E claro, mesmo que eu tivesse um guarda-roupas daqueles, só em NY para circular com tanto estilo! Mas é como a Paola falou nesse vídeo, a Carrie não é do tipo mulherão, mas ela se valoriza, usando coisas diferentes e isso de certa forma estimulou mulheres no mundo inteiro e eu me sinto assim, procuro às vezes usar algo diferente, ser mais fashion… só falta as grifes!

 Mesmo não sendo fã de noiva

O homem certo, o vestido certo e o penteado certo!!! Agora acho que acabou de vez, né? Poderia ter um filme parte II… Queria ver eles morando naquela cobertura incrível, será que conseguiram ficar com ela? Finalmente os dois viajando juntos, pois na primeira viagem que fariam a Carrie terminou com ele pela primeira vez na porta de casa e com as malas prontas. Em Paris, ele só a buscou… enfim me resta comprar as temporadas da série que ainda não tenho, o livro de fotos sobre o filme, o roteiro de viagem Sex and the City para quando for a Nova York e o DVD do filme quando estiver à venda. Alguém sabe de mais algum produto? Ah! Quero ler as cartas de amor de grande homens e um dia ouvir:

“Para sempre teu, para sempre meu. Para sempre nosso”…

ou qualquer outro voto do grande homem que conquistou meu coração para sempre.

 

Estou há dois episódios de terminar oficialmente de ver todas as seis tempordas de Sex and the City em ordem, episódio por episódio. Já vi os dois último e sei que o príncipe que realiza sonhos pode decepcionar e o príncipe que muitas vezes fora mau pode te buscar em Paris… E isso só me faz pensar, pensar mais, como a Carrie no episódio Splat!, quando foi convidada pelo namorado a morar em Paris, tendo que deixar sua vida para trás. Mas até quando viver sozinha é ter uma vida? É o que ela questiona. Às vezes acho que já cheguei nesse limite sendo 11 anos mais nova que ela, porém não tem ninguém me chamando para ir a Paris, prefiro ficar com aquele que me buscaria e que por conseqüência, como o Big, não está pronto para isso, não faria esse convite. Não agora…

So.. why? Por que nos fazer sofrer tanto antes?! Para ter recompensa? Se é que ele vai recompensar… eu ainda estou esperando.

Dizem que a vida sem pensar não vale a pena ser vivida mas e se sua vida for só pensar? Isso é viver ou protelar a vida? E todos aqueles almoços e conversas ao telefone com amigas foram só conversa fiada em vez de ação? É hora de parar de pensar? (aqui ela troca o ponto de interrogação por ponto final).

É isso. É ponto final: É hora de parar de pensar.

Talvez eu vivesse uma fantasia mas encontrei um homem que a tornava realidade. E eu não queria questionar nada.

Quem está mais certo? O que realiza a fantasia e decepciona? Ou o que decepciona e depois surpreende? Mas só surpreende no fim… e o recheio, que é a melhor parte?

O que está mais certo é primeiro eu pensar em mim. E depois parar de pensar.

 

Mais um feriadão que eu passo trabalhando em Porto Alegre alone. Além de não ter escala de feriadão, seria meu final de semana de folga e acabei dobrando… Mas agora já passaram as duas madrugadas que trabalhei, tive uma folga no meio da semana e não vou trabalhar no dia do meu aniversário. Aproveitei para fazer o que comecei nos outros feriadõe: olhar séries! Saí sábado bem na hora da pancada de chuva. Foi assim o dia todo, enquanto eu dormia chovia, quando acordei parecia que nunca havia chovido. Saí no meio da tempestade para ir na locadora (enfim uma boa com tudo que quero, mas claro, preciso pegar o carro para ir até ela) e quando voltei e me enclausurei em casa: sol e um dia lindo. Vai entender? Pelo menos se estivesse na praia estaria frustrada, não fiquei veraneando na 101 e nem enfrentando enchentes! Mas claro que haveria punição: tive que acompanhar as duas noites dos desfiles de Carnaval de Porto Alegre. Acreditem, cantei alguns versos previsíveis.

Bom, voltanto as séries, comecei a segunda temporada de Desperate Housewives e vi todinha a quinta temporada de Sex and the City. Só falta olhar a última na seqüência inteira. Já anotei frases e temas para futuros posts.

Pelo menos dessa vez não ficarei o feriadão todo sozinha. Foi só um fim de semana que todo mundo foi para praia e eu fiquei trabalhando. Amanhã, tudo volta um pouco mais ao normal. Se bem que não é lá muito normal considerando os últimos tempos. Mas é bem melhor. É como estar em casa novamente. Ainda não voltei completamente a morar em mim. Digamos que estou pagando aluguel. Mas quem sabe…

O último episódio de Brothers & Sisters na quarta passada terminou com a Sarah na sala do terapeuta. E ele disse coisas tão bonitas, fortes e verdadeiras que eu gostaria de ter anotado. Daí sábado teve maratona, olhei um dos episódios que tinha perdido e ia ficar ligada no último, já tinha separado o bloco e a caneta para anotar. Daí lembrei que navegando no google para ver se achava a frase fui parar no blog da série e deixei um comentário pedindo pelo trecho, e não é que eles postaram? E até me citaram. Pelo jeito não sou só eu que faço alguma coisa pelos leitores internéticos. Aí vai:

Sarah: Por que você não pode dizer nada? Qualquer coisa que me faça sentir melhor?

Dr. Jude: Não há atalhos, Sarah, na vida ou no amor. Essa dor precisa ser sentida. A alternativa é muito pior. É isso que nos faz ser especial, que nos faz ser lindos, que nos faz ser dignos: a dor de como amamos. A dor é acompanhada por outra coisa, não é mesmo? Com a sua dor há esperança. E é aí que você se encontra: em algum lugar entre a agonia, o otimismo e a fé… Então, você é humana. Você está viva! E é isso que nós temos.

Outras citações que eu gosto de filmes e séries

A tevê estava no mundo mas eu vi que segunda começa mais uma temporada do 24 horas! E desta vez espero poder olhar do início ao fim sem interrupções! A vantagem de estar atrasada com algumas séries é que não sofro com a greve dos roteiristas!

23:59:29
Pi. Pi. Pi.

desperate.jpgBom, fiquei todos esses dias sem aparecer porque aproveitei mais um findi em que fui abandonada e não pude ir para praia como todo mundo podia nesse para continuar olhando Desparate Housewives.

Mais uma série entrou na minha vida e virei  fã e agora tenho que sair desesperada atrás das outras temporadas. Foi no feriadão de Ano-Novo quando fui numa locadora pequena que tem aqui perto de casa (a única agora, pois a grande fechou) e aparentemente mudou de dono que levou todos os filmes. Com poucas opções, peguei a série para olhar. Foram oito capítulos da primeira vez e de sábado até hoje, madrugada de terça, assisti os 14 episódios restantes. E como já imaginava, o final me deixou com vontade de quero mais.

Embora não me identifique muito com essas donas de casas casadas, a série tem um humor que eu gosto, além de seus mistéeerios que não são tão difícieis assim de sacar e aí tu se sente bem por ir desvendando. Além de ser meio bizarro e humor negro ligth. E tem Susan Mayer (lembra da Lois Laine?), como eu gosto da Susan! Cada confusão que ela se mete, o seu jeito desastrado – aí eu me identifico um pouco, mas nossa, como a sorte não anda do lado dela!

Estou com uma listinha de coisas para postar, inclusive sobre outra série… logo logo vou colocando…

ep63_carrie_aidan.jpg

Nos endurecemos a ponto de não reconhecermos um conto de fadas?

Estou sufocando igual a Carrie naquele vestido de noiva horroroso. Acabei de assistir o final da 4ª temporada de Sex and the City, desde que estou olhando em ordem. Na verdade, descobri que já tinha visto a maioria fora de contexto. Mas chorei, chorei… desde o episódio 15, Mudança de Planos.

E estou escrevendo esse post ao som de By Your Side, da Sade. Lembra, no final do episódio que a Samantha decide se entregar ao amor do Richard na borda da piscina? E que no final da temporada ela descobre o que sempre soube: que não dá para se entregar ao amor, só a uma boa transa.

Mas estou sufocada, sem respirar, porque no fundo também fico pensando se não sou do tipo casaudora, se não estou ficando como a Samantha, que ainda quando tenta quebra a cara, muito mais feliz ser fria e distante? I do not know. Mas se a Miranda pôde ter um filho, do jeito que eu me sinto em relação a isso e ela foi até o fim, then

Será que já não deixei passar algum Aidan, porque era perfeito demais? Na verdade, eu ainda preciso encontrá-lo, porque tudo que tive foi Bigs, mas não, hoje eu entendi porque ele faz parte da vida da Carrie e é o seu verdadeiro amor: porque ele é um cara resolvido, com tudo. E ela, como nós mulheres, nem sempre. Mas não sei se perdoaria ele ter se casado, mas sei lá o que vou pensar aos 35. E ela acabou sendo o pivô da separação dele. Hum, dou de ombros nesse momento e entorto a boca, como a Carrie. Quem vai saber?

É isso, eu não quero saber, mas a minha cabeça está sempre girando, e girando… saudade do meu psicólogo. Mesmo sem ver ele há um tempinho não consigo parar de pensar. E hoje fiquei sabendo de algo muito triste que aconteceu com uma amiga, simplesmente desisti.

E já nem falo de amor, mas de humanidade. Onde foi parar? Ninguém mais se importa, é tudo passageiro. Confesso que o permanente, o durável me assusta também, só que ainda não gelei a ponto de parar antes para não sofrer depois. Minha humanidade me diz que nesses casos é melhor nem arriscar. Mas isso é se importar com o outro. E quem se importa? Dá licença, vou ali cuidar de mim.

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