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Já reparou que em novelas os personagens sempre conseguem estacionar bem na frente do local a qual se dirigem? Pois ontem aconteceu comigo.

Saí de casa para ir a uma formatura e a Avenida Padre Cacique estava parada. Consegui rapidamente entrar entre os primeiros que aguardavam para seguir pela Beira-Rio e desviar do engarrafamento.  Sorte!

Cheguei na Ufrgs depois das 20h, a formatura começou às 18h. Fui determinada a estacionar dentro da Universidade, por segurança e porque sempre que passo ali em dias de formatura os flanelinhas chegam a bater nos carros para atacar. Bom, ontem não tinha filas de carro estacionado na rua de trás, onde a gente faz a curva e até tinha algumas vagas perto do viaduto. Mas chovia e achei perigoso eu sair caminhando e ter que dar a volta a pé para entrar.  Só tinha um problema: eu não sabia por onde entrar no estacionamento da reitoria.

Resolvi perguntar para um flanela ali em frente e ele de olho nos meus trocados disse que eu teria que fazer a volta na Mauá e que ali eu estava bem em frente ao portão de entrada. Me convenci e ele me “manobrou”.  Sorte!

Desci do carro e disse obrigado e saí sob protestos. Afinal ele queria o pagamento adiantado e eu disse que só depois. Na saída, é claro, o flanela não estava por ali e não paguei nada. E ainda por cima, o táxi que estava em filha dupla abriu caminho para mim sair. Sorte! 

Depois segui para o local da recepção, enquanto eu procurava o restaurante ia deixando para trás várias vagas disponíveis, mas quando cheguei ao nº70 da Florêncio Ygartua tinha uma vaga bem em frente. Sorte!

Cheguei em casa depois das 3h. O estacionamento é rotativo e normalmente depois das 22h é difícil conseguir uma vaga. Em dia frio e chuvoso então… o pessoal fica em casa. Mas tinha uma vaguinha me esperando! Mais sorte.

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No engarrafamento, a fila ainda mais com o sinal fechado do que com ele aberto.

Reparem.

Pela primeira vez bateram no meu carro! Foi domingo, eu saí dormindo em pé da redação, pois trabalhei na madrugada de sábado para domingo, fui no casamento sábado e domingo às 8h eu estava no trabalho. Saí depois das 17h, passei no super e na locadora e aí me dei mal. Peguei a saída do jogo. Resolvi ir pela Silverio para cortar parte da Pe. Cacique. A rua que precisava entrar havia sido fechada por causa do jogo. Um policial com um fuzil na mão me mandava seguir quando ouvi o som de um carro em alta velocidade. Olhei para trás e esperei pela batida, isso mesmo, vi que ia bater e fiquei sem reação, mas acho que foi segundos, nem daria tempo mesmo de arrancar.

Desci, pronta para o pior. Só a placa amassada. O carro do velho apressadinho: farol e sinaleiras qubradas e pára-choque todo torto. Aí um dos vários policiais que estavam ali disse assim: só vou dizer duas coisas, a senhora segue em frente que a torcida está vindo aí e o senhor encosta, porque a culpa foi toda sua. Aí o cara quis argumentar, dizendo: “mas ela estava parada na rua!” Assim e aí a gente passa por cima, né? Por acaso freio foi feito só para quando a gente quer parar?

Apressada pelo fuzil a um pequeno palmo de distância segui meu rumo e nem sei o que foi feito do apressado. Pelo menos ele errou, mas também levou o prejuízo.

Foi sem querer. Eu vinha cuidando se algum carro ia cruzar a avenida Praia de Belas para poder passar o sinal fechado. Quando vi tinha uma barreira na minha frente. Vazia, só com os brigadianos ali. E o que eu fiz? Desviei rapidamente da barreira e passei o sinal fechado na frente dos policiais!

Pelo jeito eu e meu carro não levantavam nenhuma suspeita, pois sabe lá Deus o que poderia ter acontecido!

Kelmurphy

Na estrada, atrasada para trabalhar, o ponteiro apontava 100 km/h.

Lá fora chovia e nos meus olhos também. Essa TPM que me mata e ainda inventei de baixar o álbum Andando do Diego Torres e de vez em quando ele aparece perdido entre outras tantas músicas (mas é melhor do que olhar para o CD que tenho).

Escutei a única canção que ainda faz sentido para mim Hasta Cuándo:

Mi cabeza da vueltas
De tanto pensar
Y yo sigo parado
En el mismo lugar

Detrás de ti un abismo
Del que no puedo salir
Ya no quiero más seguir viviendo así
No, no, no!!!!!!!!!

Quando me dei conta, estava em cima de um carro.
TPM e diração pode ser uma combinação letal! Ainda mais em dia de “chuvas”.

Não dá para acreditar que tem gente que prefere ficar piscando os faróis ao invés de usar o freio!

Com essa de sair pelas 18h do trabalho, sempre tenho algum lugar para ir. Terça atravessei a Ipiranga e vivi a experiência de trancar um cruzamento! Ainda bem que não foi desse jeito.

Mas isso está me tornando uma motorista melhor, tenho aprendido com essas experiências. E olha que esse nosso rushizinho tem me deixado cansada. Não consigo imaginar como deve ser dirigir por São Paulo. Só de ler no blog da Lu me sinto cansada.

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