madame-matisse.jpgHoje, na aula de História da Arte, estudamos o Fovismo através da vida e obra do artista que mais se destacou no movimento: Henri Matisse.

Com suas cores exuberantes provocou polêmica e foi incompreendido, como todo modernista, ao pintar pessoas com cores que não representavam a realidade como vermelho ou verde (exemplo o retrato de mademe Matisse aí ao lado).

As crianças quando avançam de suas garatujas para os desenhos e pinturas costumam ver o mundo com cores próprias também. Pintam o sol de azul, um cachorro de verde e, normalmente, são corrigidas pelos adultos, que inibem a sua criatividade. A professora comentou isso na aula e aí me citei como exemplo.

Na pré-escola pintei uma vaca bem colorida. Eu pegava um lápis pintava um pouquinho na vertical, quase como um risco, e em seguida trocava de cor. Assim fui indo e voltado em todas as cores disponíveis até o fim da vaca. Quanto ao método de pintura, posso dizer que não evoluí muito, sempre pintei mal. Pois bem, a vaca multicolor rendeu uma conversa em particular com minha mãe na reunião de pais. E até hoje tenho problemas com cores. A turma, de hoje, riu. Em uníssono

A verdade é que tenho mesmo. Sou muito criteriosa na mistura com roupas. Se a saia é colorida, a blusa só pode ser branca ou preta. No trabalho também. Todas às vezes em que tive que fazer um projeto gráfico ou usar mais de uma cor, fico na dúvida, não sei o que escolher, não gosto de algumas combinações… Chego ao exagero de não tolerar, de achar feio mulher de olhos azuis com batom vermelho. Essas duas cores, definitivamente não funcionam juntas. Mas daí, já é uma outra história. Pelo menos aqui no Sul.

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