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Pois fiquei uns dias sem aparecer porque estava na Ilha de Comandatuba. Fui para fazer uma matéria para o caderno de turismo. Ahhh como é duro o trabalho na Bahia… Assim que essa preguiça que se instalou no meu corpo passar, posto aqui alguma coisa.

E em função da viagem, me obriguei a colocar o carro na garagem lá de casa. Deu certo! Tá que enconstei na muretinha, mas uma ré e tudo perfeito. E hoje, precisando do carro para trabalhar, fui obrigada a sair do aperto, e depois de umas aceleradas exageradas saí com o meu e, o carro dos vizinhos, ilesos! Ufa!

Mas o principal: sexta, dia 26 de maio, este blog completou dois anos!

Vamos apagar as velinhas!!!!

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Ontem compeltou-se um 1 mês e um dia que estou com o carro, e trancaram ele com a chave dentro, no estacionamento da empresa. R$ 30 pelo trabalho de 1 segundo do chaveiro. A culpa não foi minha, embora o guardador não admita que o erro foi dele. Tá certo que deixei mesmo a chave na ignição, para ele manobrar depois, mas não sou a única que faz isso. Mais uma lição aprendida. Essa eu não faço mais. E depois de me conformar com o tufo, vou providenciar uma cópia da chave, que custa apenas R$ 8.

Mas esta não foi a única coisa que aconteceu…

• Poucos dias com o carro e com excesso de confiança fui estacionar próximo a outros carros e enfiei meu pára-choque dianteiro numa bolota de reboque. Quebrou, é claro. No precipício que é minha rua, e como não tinha a manha de dar ré num lomba íngreme, o carro correu pra frente e aconteceu o primeiro fatídico. Otimista incorrigível, me dei por satisfeita por não ter estragado o carro alheio e contar com a boa vontade de um vizinho que passava e que tirou meu Uninho deste aperto.

• Fui avisada que deveria calibrar os pneus, mas esqueci. No dia seguinte, já havia me programado para procurar um mecânico, pois a lenta baixa que era para facilitar a minha vida acabou desaparecendo com as minhas barberagens. Para ter idéia, quando eu pisava no freio na sinaleira o carro apagava! Bom, quando fui sair para ir na oficina, o pneu estava no chão… Como era perto, saí rasgando a borracha. O mecânico encheu-o , mas me aconselhou a procurar um borracheiro, pois o furo podia ser pequeno e murchar de novo. No borracheiro, nenhum problema com o pneu. Mas estacionaram atrás do meu carro, e, embora um velhinho português que andava ali às voltas, tenha tentado me ajudar a manobrar sem sucesso na ré apertada, o mecânico acabou tirando o carro da sua oficina para mim. E aí tive um dia de João! Quando passo o dia faxinando a casa, digo que é dia de Maria…

• Duas batidas em 12h: No estacionamento da empresa tenho contado com a prestimosa ajuda dos manobristas (tirando é claro, o incidente citado acima). Eles sempre manobram pra mim, porém na saída eu tiro, porque está mais vazio aí posso dar a minha ré torta à vontade. Porém uma noite ele havia ficado ao lado do portão e quando fui sair não havia espaço suficente, dei uma ré, andei pra frente e ainda não acertara. Na segunda tentativa, achando que a ré estava engatada, o carro andou pra frente e bateu no pilar de sustentação do portão. Amasso no capô, vidro da sinaleira quebrada e a certeza de que as palavras do meu pai, de que não adiantava eu ter um carro muito novo, eram mesmo verdade!
No dia seguinte, no mesmo portão, entro apertada e a chancela roça na traseira do carro… Otimista incorrigível, me dei por satisfeita por não ter estragado nenhum carro além do meu, por não ter me machucado, etc, etc…

• Dias depois vou na aula de inglês, deixo o carro num estacionamento. Quando volto, sou comunicada de que meu pneu está furado! Peço um conselho ao manobrista se posso encher num posto de gasolina até chegar ao borracheiro. Aí ele me informa que já trocou para mim. Sorte! Tenho contado muito com a bondade da humanidade.

• Um dia à noite estou pela José de Alencar, logo depois que passa a Getúlio e ainda sem muita noção de espaço vou passar para a direita e meio que corto a frente do carro atrás. Como meu Uninho é rebaixado, tem vidros escuros e é todo invocadinho, o cara deve ter achado que era provocação. Aí passou na minha frente, ficou me segurando, freiando em cima, me enchendo.

• Direção trancada, um capítulo a parte: uma noite tranquei a direção mas no outro dia com um jeitinho voltou ao normal. Aí uma outra vez tentei sair e a direção não se mexia. Sequer conseguia ligar o carro. Desconfiei que pudesse ser porque a roda estava dentro do bueiro da calçada (é que no declive onde moro é bom deixar as rodas viradas para o cordão). Fiz algo que podia ser perigoso. Soltei o freio de mão na lomba com o carro desligado. E nem assim andou!!!! Aí vejo um vizinho saindo da garagem com um Uno também e peço sua ajuda. Realmente a direção estava trancada, mas porque ela tranca sempre que mexer nela e virar a chave, agora fiquei sabendo que a maioria dos carros tem esse “sistema”.

E ontem, para comemorar a data, pela primeira vez a sinaleira na lomba estava aberta e pude passar sem ter que fazer uma alta concentração para o carro não andar para trás.

Mas apesar de tudo, estou orgulhosa de mim. Ando em média a 60Km/h na cidade, sendo que achava que jamais conseguiria “correr” e dar paradinhas no trânsito de Porto Alegre. Parei de levar buzinadas dos outros motoristas no segundo dia. A preguiça de andar de ônibus superou a de dirigir. Não ando comendo fumaça de coletivo, desvio deles quando necessário. Porém, ainda não coloquei o carro na garagem da minha casa nenhuma vez, pois tenho medo de entrar no aperto e, muito mais, de depois não conseguir sair dele.

E o mais importante de tudo isso: minha capacidade de rir de mim mesma e de todas essas peripécias. Eu tenho a teoria de que é melhor eu mesma folgar em mim antes que os outros façam. E só andando e errando é que a gente aprende.

Venci o preconceito e fui assistir, no fim de semana de estréia, ao filme O Código Da Vinci. Nunca me interessei pelo livro. O motivo: é um best-seller. Já ver o filme, mesmo blockbuster, como bem definiu o Rodrigo, mesmo com as filas como ele relata, em sua boa companhia que queria assisti-lo já é um ótimo motivo… E o filme é bom, admito. Funciona como suspense, thriller policial. Como gosto de simbologias e artes, foi interessante ir desvendando, fazendo relações até se tornar previsível e na metade já havia matado a charada. Pelo menos não precisei ler todas aquelas páginas para descobrir que estava certa. Com o filme só precisei esperar uma hora e meia. Assim como essa história de Maria Madalena, que não me escandalizou pois já sabia muito antes do livro do Dan Brown. Mas gostei das interpretações sobre as obras de Da Vinci que essas eu não conhecia. Além do mais, achei bem filmado, dispensando é claro as piadinhas meio ridículas, que provocam sorrisinhos de canto de boca, que parece, não estão no livro.

Normalmente me dá vontade de ler a obra depois de ver o filme, mas claro que ainda me falta coragem de aparecer num fila ou no trem com ele em punho. E além do mais, agora já conheço a história, posso aproveitar o meu tempo lendo coisas mais cults. Mas nada contra a quem gosta. Até porque sou fã do Harry Potter… na verdade, é só pose de uma pretensa intelectual.

Normalmente não coloco este tipo de coisa no blog, mas depois de dois dias estafantes só tenho que afirmar que a maldição é completamente verídica!

Reza a lenda que, quando Deus liberou para os homens o conhecimento sobre como ser jornalista , determinou que aquele “saber” ficaria restrito a um grupo muito pequeno e selecionado. Mas neste pequeno grupo, onde todos se achavam “semi-deuses”, já havia aquele que iria trair as determinações divinas. Então, aconteceu o pior!!!
Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:

1 – Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental;
2 – Não verás teu filho crescer;
3 – Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga;
4 – Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais, terás úlcera;
5 – Terás tendinite nos pulsos;
6 – A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o China in Box;
7 – Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos;
8 – Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho;
9 – Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás;
10 – Trabalho será teu assunto preferido; talvez o único;
11 – A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te farás mais efeito;
12 – Terás sonhos, com clientes, e não raro, resolverás problemas de trabalho neste período de sono;
13 – Exibirás olheiras como troféus de guerra;
14 – E o pior: inexplicavelmente, gostarás de tudo isso

E não dá para esquecer aquela máxima de que jornalista, ao contrário dos ursos pandas, se reproduz em cativeiro!

Muito boa a coluna A dama e os brincos, do Liberato Vieira da Cunha, no Segundo Caderno desta terça.

Lembrei da minha Teoria nº 39.

Se entregar também é uma forma de se despir… se despir de seus medos.

Adorei A Casa dos Budas Ditosos! Valeu cada centavo. O camarote era um dos mais bem localizados de todos em que já fiquei nas poucas vezes que fui ao Theatro São Pedro.

Antes mesmo de saber ao que eu seria apresentada, lembrei de Nelson Rodrigues… A peça era muito mais escandalosa que as suas, mas para o bem e para o mal, os tempos são outros.

Eu dei risada das coisas que me identifiquei, de termos bem empregados, de ajetivos não pensados, de associações que fiz, de expressões que também já usei. Mas em geral, havia também os risos nervosos, os risos não dados em sinal de contestação.

A interpretação premiada da minha xará não precisa nem ser comentada: impecável.

Quase advinhei a última frase da peça e até acho que a minha é melhor:
A vida é foda!

A facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), que desde sexta provoca uma onda de rebeliões e ataques em São Paulo, foi criada em 1993. Um dos seus objetivos era “vingar a morte dos 111 presos,” em 2 de outubro de 1992, no episódio que ficou conhecido como “massacre do Carandiru”.

Será que todo este terror não vai acabar quando contabilizar 111 mortos? Até agora já foram 52…

A partir de agora temos uma organização terrorista declarada no Brasil. Se podem tudo isso contra órgãos de segurança, o que resta para nós, civis?

Comprei hoje os ingressos para a peça A Casa dos Budas Ditosos, monólogo com a Fernanda Torres.

Paguei quatro vezes a mais o que tinha planejado porque não tinha mais lugar nas galerias… E ainda assim ficarei naquele camarote que é quase dentro do palco! Eu quero muito ver a peça, mas não imaginava que estaria com preços tão salgados… Enfim, é um monólogo, acho que o que vale é escutar, portanto estou apostando que a grana foi bem empregada.

A peça me chamou atenção depois que vi uma entrevista da minha xará no Programa do Jô. Só que na época ela já tinha passado por Porto Alegre, portanto este é mais um dos argumentos para justificar os R$ 40 de ingressos. Ela não deve voltar mais à Capital dos Gaúchos…

Eu tenho fases com um CD. Depois de escutar muitas vezes a faixa 1 e 2 do novo disco da Marisa Monte, Infinito Particular, pulei para 8, que me identifico com algumas coisas, outras queria ser… Farei meus comentários entre ( ).

Ela que descobriu o mundo
E sabe vê-lo do ângulo mais bonito (eu tento)
Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes
Sente e vive intensamente (o ideal que persigo diariamente)

Aprende e continua aprendiz (esta sou eu, tenho sede de saber sempre mais)Ensina muito e reboca os maiores amigos (aí são eles que têm que me dizer)
Faz dança, cozinha, se balança na rede
E adormece em frente à bela vista (tem que tirar a parte do cozinha…)
Despreocupa-se e pensa no essencial (isto sim!)
Dorme e acorda (e isto também!)

Conhece a Índia e o Japão e a dança haitiana (um dia quem sabe?)
Fala inglês e canta em inglês (adoraria saber por dom de línguas, aprender inglês é um saco!)
Escreve diários (yes!), pinta lâmpadas, troca pneus (nunca tentei, espero não precisar, só sei como é na teoria e dei apoio moral para o námor trocar)
E lava os cabelos com shampoos diferentes (yes!)

Faz amor e anda de bicicleta dentro de casa (está faltando a bici)
E corre quando quer
Cozinha tudo, costura, já fez boneco de pano
E brinco para a orelha, bolsa de couro, namora e é amiga (já fiz brinco, namoro e sou amiga)

Tem computador e rede, rede para dois (nem rede de computador, nem rede para deitar…)
Gosta de eletrodomésticos, toca piano e violão (gosto do primeiro item porque gosto de coisas que facilitem a vida, toco parabéns a você no piano e já tentei tocar violão)

Procura o amor e quer ser mãe, tem lençóis e tem irmãs (achei o amor; acho que daqui uns 15 anos vou querer ser mãe; tenho lençóis e uma irmã)
Vai ao teatro, mas prefere cinema (ah gosto dos dois!)

Sabe espantar o tédio (na maioria das vezes)
Cortar cabelo e nadar no mar (nado, no mar são outros quinhentos)
Tédio não passa nem por perto, é infinita, sensível, linda
Estou com saudades e penso tanto em você (bom, isso já tenho de quem ouvir)

Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda

Gerânio, de Marisa Monte
Composição: Nando Reis, Marisa Monte, Jennifer Gomes

Eu não sei o que me deu hoje… Eu não queria ficar sozinha, mesmo que por algumas horas. Eu estou com vontade de chorar e tem até algumas lágrimas teimando em rolar aqui.

Eu não sei o porquê disto. Cheguei a pensar que minha reserva de lágrimas está transbordando, porque faz muito tempo que não choro. A não ser pelo fim de semana passado quando derrubei umas lágrimas vendo a matéria sobre o Jegue-biblioteca (sim isto mesmo, chorei vendo esta reportagem) no Jornal Hoje e no Fantástico sobre a cirurgia para separar irmãos siameses.

Daí fiz uma pausa enquanto escrevia este post e até retornar a ele, me dei conta: é TPM. Eu raramente tenho, mas raramente mesmo, de levar anos. Tanto que custei a identificar. Mas quando tenho… a última vez foi um excesso de irritação, agora, de sentimentalismo…

Bom, descoberto o motivo, já me sinto bem melhor agora. Porque aconteceu mais uma coisa boa na minha vida, e tudo que não tenho são motivos para chorar, a não ser de alegria. Mas eu passo, acho que meus olhos brilham mais quando estou sorrindo.

Tristes tempos o nosso em que nada mais é surpreendente…

Este pensamento me veio na última aula de História da Arte quando estudamos sobre o arquiteto e artista Flávio de Carvalho. Vanguardista em pessoa, tudo que ele fazia chochocava sua época (ele viveu entre 1899 e 1973), mas foi durante os anos 30 que mostrou suas obras, na arquitetura, pintura, escultura, teatro e até moda ele quis inventar. Criou o traje de verão, composto por uma saia que ele desfilou nas ruas em 1957. Para ele, o saiote era a roupa mais adequada para os homens que vivem nos trópicos. Para esconder as varizes, ele usou uma meia-calça arrastão.

O artista construiu em seu sítio uma casa imensa no formato de mastaba (a base das pirâmides, formato dos túmulos egípcios) e no lugar da porta havia cortinas coloridas e esvoaçantes.

Projetou um conjunto de casas em São Paulo que de tão esquisitas vinha com manual de instruções!

Há inúmeras histórias deste figuraça. Algumas escutamos de uma colega que foi retratada por ele quando esteve em Porto Alegre.

Foi um ousado! Como poucos…

Este texto aí embaixo me fez lembrar o tempo em que eu queria ser editorialista, escrever artigos de opinião. Isto antes de entrar na universidade, e acho que entrei com esse pensamento. Mas esta função é de muita responsabilidade. Nasci mesmo para escrever em blog, descompromissadamente, desabafadamente…

Eu sempre considerei minha posição política como anti-direita, mas andava me preocupando com essas esquerdas tortas, socialistas, que andam tomando conta da América Latina, como Hugo Chávez, Evo Morales e o possível presidente do Peru Ollanta Humala. Daí ontem tive certeza que minha preocupação procede, com esta história de nacionalizar a exploração de gás e petróleo da Bolívia que prejudica diretamente o Brasil. Não que estas questões me tirem o sono (só ontem, enquanto pensava neste post). E também sei que estes conceitos de esquerda e direita estão ultrapassados, mas ninguém os abandona, não sou eu que não entendo muito é que vou fazer.

O Brasil está figurando para a Bolívia como imperialista. Nós seríamos os EUA deles…

Se pensarmos bem, nosso país é o que menos tem contrastes, povo de ânimos menos acirrados e é mais conservador em alguns aspectos que os vizinhos de continente. Lula aqui só se elegeu depois que aparou a barba, parou de cuspir aos berros seus discursos e passou a usar Armani.

Não colocamos fogo nas ruas protestando contra o mensalão. Aqui tudo é paz e amor, oba-oba, bundalêlê. E às vezes parece que o governo também age assim. Não que não deva ser diplomático como sempre vem sendo. Esta é uma virtude importantíssima, mas a opinião do sociólogo e professor universitário na Venezuela, Carlos Sabino, que esteve em Porto Alegre durante o Fórum da Liberdade me preocupou. Ele disse em entrevista a Zero Hora, em 4 de abril, que na Venezuela pensa-se que Lula se aproveita de Chávez:

“Chávez está um pouco isolado, necessita de alguém que o torne mais apresentável. E Lula, digamos assim, diz sim a Chávez em algumas coisas, faz outras, e vai conseguindo bons contratos de energia. Essa é a nossa impressão. Lula é muito vivo a favor do Brasil, mas contra a Venezula. Essa é um pouco a sensação que há em muita gente. Digo a verdade, mas não sei se é verdade.”

E como conseqüencia disso ele diz: “Tenho medo de confrontação continental, que toda a América Latina fique dividida em duas partes, que haja violência. Porque a Colômbia tem uma guerrilha que é apoiada por Hugo Chávez, e há movimentos mais ou menos violentos também na Bolívia.”

A repórter pergunta: Inclusive com apoio a movimentos sociais em ações de ataque à propriedade privada?

“Sim, se Chávez puder ter algum contato com algum movimento violento, contra o sistema, ele vai ajudar. Já faz isso no México, na Guatemala, na Nicarágua, em El Salvador, na Colômbia e no Peru. Por que não no Brasil? Acho que a chancelaria brasileira deveria, com diplomacia, fazer esta gente sentir que, com o Brasil, não se joga.”

Foi a partir desta entrevista que comecei a ter medo. E agora nesta situação em que o país se encontra, acho que com diplmacia o Brasil deve mostrar para a Bolívia que com o nosso país não se brinca. Talvez com um pouco mais de rigidez. Talvez fazendo a Bolívia enxergar que ela tem mais a perder com isto. Eles vão vender pra quem, afinal? E também porque se parecemos imperialistas, a grana que o Brasil investiu e pode perder, certamente trará graves conseqüências para nosso país, diferente do que aconteceria com um país desenvolvido.

Lula reconhece que o ato é inerente à soberania do país. Tem razão. Aliás, que golpe do destino, já que um dia também dissemos que o petróleo é nosso! Não sei em que conjuntura, mas agora eles estão fazendo o mesmo…

Mas acredito que a América Latina deve retomar a união e mostrar sua garra como sempre fez, mas adequada ao mundo capitalista e neo-liberal em que vivemos hoje. Essa é uma viagem sem volta. É preciso fazer correr em suas veias o sangre caliente que sempre teve, mas para seu próprio bem.

Me superei.

Depois de já dormir de óculos, já levar as mãos ao rosto para lavá-lo de óculos e de entrar no banho de óculos, tentei enfiar o óculos de sol por cima dos óculos de grau. E o que é pior, feita a troca, entrei num estabelecimento com os óculos de sol e estava tão claro que tirei e espiei porque achava que estava com o outro!

Ouvi efusivas gargalhadas vindo do centro da Redação neste domingo outonal, véspera de feriado com um friozinho de inverno dando as caras em que estou trabalhando. A editora-chefe também ri e muito. Olho para tevê: Vídeo Cassetada no Faustão.

Senti uma nostalgia dos raros fins de tarde de domingo em que passei com minha família nos últimos tempos quando todo mundo se reúne na sala só para ver as Videos Cassetadas e gargalhar à vontade. Muitas vezes foram esses vídeos engraçados que nos arrancaram da mesa do café da tarde onde colocávamos o papo em dia.

Mas este quadro do programa além de ser única coisa que presta no Domingão do Faustão, é a hora também em que finalmente o Faustão vai sair do ar. Isso já é um bom motivo para rir à toa.

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