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Uma vez escrevi sobre o que seria um domingo perfeito para mim. Mas no dia 16 de maio tive um domingo tão gostoso que me fez relembrar o que escrevi e ver que eu podia ter um outro tipo de domingo perfeito, e dessa vez não idealizado, mas sim realizado!

Ele começa igualzinho ao outro, a diferença é que é um café da manhã francês com baguetes e várias misturas deliciosas além de croissants, brioches…

Depois fui para uma feira em Gardanne onde compramos comidas frescas para  almoço e doces como macarons. O almoço foi num sítio de plantação de uvas. Em frente da casa (foto abaixo), com uma toalha xadrez verde na mesa coberta de delícias para o apéro como baguetes, pastas de oliva, azeitonas, legumes frescos, pastis, vinhos e mais vinhos… e a vista, para nada mais nada menos que a Montagne Sainte-Victoire, imortalizada em diversas obras de Paul Cézanne.

Depois do almoço e dessert (claro, porque isso não pode faltar), uma caminhada pelo campo até ficar de frente para a montanha. Subi num morro menor a frente, ventava muito, mas deu para fazer uma bela panorâmica da principal inspiração de Cézanne.

O dia foi tão bom, que nem lembro o que fiz depois. No retorno do sítio deixamos uma amiga na estação para retornar para Paris, depois não lembro mais. Mas uma coisa eu lembro, de ter passado o dia curtindo cada momento e pensando: agora estou vivendo um domingo perfeito.

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Eu comecei a escrever um post e antão me dei conta que eu deveria escrever esse primeiro para explicar um pouquinho. Na última segunda voltei de uma viagem de 12 dias pelo sul da França. Esse é um dos principais motivos do blog ter ficado tão abandonado. Mas foi de lá que atualizei o texto do meu perfil no blog. Além da idade estar ultrapassada, relembrei que tinha essa frase: “Quero e vou conhecer o mundo”. Bem, eu comecei…

Vi paisagens incríveis em lugares que precisei caminhar e subir montanhas até perder o folêgo. Quando eu avistava aquele azul esverdeado do Mediterrâneo eu precisava de ajuda para olhar, que nem naquela historinha do Galeano. E então eu descobri porque essa é a minha cor preferida.

Além de tanta beleza natural em Marseille, L’Estaque e  Cassis, curti o clima de cidades onde viveram Van Gogh e Cézanne, o luxo de Cannes em pleno Festival de Cinema e visitei cidadezinhas pequenas, de interior, que devem ficar de fora da maioria dos roteiros turísticos mas que me levaram ao real estilo de vida francês com apéros, almoços, jantares e churrascos entre amigos franceses… Não foi dessa vez que fui para Paris, porque daqui de Londres acaba sendo mais perto, mas vi tanta coisa linda que minha única ansiedade agora para conhecer a cidade luz é poder curtir um pouco mais os ares da França e suas comidas maravilhosas.

Marseille

L'Estaque

Cassis

Îles du Frioul

A versão London da foto do topo do blog.

A que está aí em cima tirei em San Telmo, Buenos Aires. Essa aqui na Abbey Road, ao lado dos estúdio de mesmo nome onde os Beatles gravaram e tiraram a famosa foto atravessando a faixa de segurança. Acho que cada uma tem bem a ver com cada lugar…

A Gi comentou que gosto de tirar fotos em portas, tenho outras, mas essas duas é que são mais parecidas. De repente vira uma mania, vou começar a tirar nos lugares diferentes que eu conhecer.

A prova da minha teoria, tá que eu posso ser meio desinformada, porque tô longe de entender qualquer coisa sobre música, mas esses dias fui surpreendida com a versão, ou melhor, a música original Helter Skelter, dos Beatles. Eu só conhecia a versão do U2.

Hoje escutando Sweet Disposition, me lembrei de como gosto da palavra surrender. Depois ouvi U2 e tenho a impressão de que eles usam muito em suas músicas também. Tem em pelo menos duas que já levam a palavra no título: Surrender and  Moment of Surrender.

Gosto da palavra e do conceito de “surrender”, porque eu sempre me entrego, me rendo… Na música do Temper Trap eu gosto desse trecho:

And while our bloods still young
It’s so young
It runs
And we won’t stop til it’s over
Won’t stop to surrender

This is the ideia!

Aí lembrei que o Nenhum de Nós usa muito a palavra estranho nas suas canções. Além da música Extraño, que versa sobre isso, também tem em “Desculpe estranho /Eu voltei mais puro do céu” (O Astronautas de Mármore), “Nada mais do que um caminho que se passa / Tão estranho pra quem fica… pra quem fica” (Jornais), “Chegando a lugares que de longe eu enxergava /Um estranho, encostado na parede mostrou os braços” (Eu Caminhava). Em Diga a Ela também tem essa palavra…

E tudo isso me fez lembrar de uma teoria antiga que tenho e acho que nunca postei: todas as músicas vem de Beatles ou Chico Buarque.

Claro, salve o meu exagero, mas já reparou quantas músicas vem desses aí? Seja a letra, regravações… Durante minha vida, desde criança, quando ia descobrindo as músicas, várias vezes me surpreendi ao saber que aquela música que eu gostava tanto cantada por alguém ou era dos Beatles ou do Chico… como diz o Michel Melamed num trecho que publiquei aqui: “por isso se acredito no futuro da humanidade é porque sempre haverá uma canção inédita dos beatles.”

(achei que já tinha escrito aqui sobre como tem música também com a expressão “me abraça e me beija”, “eu quero te beijar, te abraçar”, mas na verdade escrevi sobre várias músicas que fazem a pergunta Onde está você?. Também tem muitas com a expressão: close my eyes…)

Estava escutando There Goes The Fear Again, do Doves, trilha de (500) Days of Summer. All about… E resolvi entrar no myspace da banda. Além de escutar as músicas, o myspace tem outra utilidade agora que estou no velho mundo: ver datas de shows. E os caras vão fazer um show em Londres no próximo dia 6! Essa é das coisas amazing de estar aqui.

Busco mais informações, o local do concerto é perto da minha casa…

… mas os ingressos estão esgotados.

O lado ruim de uma cidade cosmopolita.

Mas daí dessas coincidências e coisas nada a ver, procurando no meu blog se tinha a citação do Paulo Coelho que coloquei no post abaixo, caí nesse post aqui. Sobre o medo, como a música.  Mais engraçado ou irônico, ou sei lá o quê, é o comentário…

A verdade é que sempre temos medo, mas a paixão não deixa ele paralisar nossas ações e a gente se atira sem rede de proteção e feliz. O medo nos protege. Mas quem quer ser protegido do amor? É por isso que arriscamos e assumimos as consequências e os riscos… No momento, o medo acaba sendo só mais uma adrenalina. Quando ele tinha razão de ser, vira sofrimento. E quando já é passado, vira lição, aprendizado, experiência.

A música do Doves…

There is a light that never goes out

… mine is lit!

Essa imagem me lembrou aquilo que o Paulo Coelho escreveu em Brida:

“As pessoas dão flores de presente porque nas flores está o verdadeiro sentido do amor: quem tentar possuir uma flor, verá a sua beleza murchar. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Porque ela combina com a tarde, com o pôr do Sol, com o cheiro da terra molhada e com as nuvens do horizonte”.

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