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Essa finaleira de ano teve de tudo, posso dizer que foi estressante e emocionante. Trabalhei muito neste feriadão de Natal e aproveitei cada minutinho de folga apertada entre horários malucos. Valeu tudo a pena. Aliás, 2008 valeu muito a pena.

Foi o ano de um reencontro muito importante e que independente do que ele significará no futuro, com certeza já mudou a minha vida. E é por causa dele que estou tendo um fim de ano especial e 2009 virá brindado pelas luzes do amor.

Meu espírito natalino e de réveillon até que anda baixo, mas parando agora e pensando um pouquinho, o que vale são todas as coisas vividas ao longo do ano, é aquela minha teoria, que o que vale é a trajetória. Não foi um ano só de felicidades, teve sofrimentos, sustos, preocupações… mas fiz uma viagem sozinha e outras mais curtas e bem acompanhada, consegui na maior parte do tempo trabalhar em horário de “gente normal”, entrei para uma academia e mais do que isso, estou freqüentando a academia. Agora no final do ano desisti de um sonho, ou adiei ou ele será diferente, sei lá, mas será bom de qualquer forma e espero que em 2009 eu coloque em prática a adaptação deste desejo. E agora na finaleira uma mudança na vida profissional o que de cara já é um novo e grande desafio para o ano que vem aí.  Acho que finalmente estou virando gente grande.

Amo números ímpares e tenho especial simpatia pelo nove,
então que venha 2009!!! E que ele seja intenso para todos nós!

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Pois bem, depois do último post, foi só no findi mesmo que andei na minha bici nova. Uma voltinha pequena na ciclovia em frente ao BarraSul. O calor era demais mas fiz a estréia desse sonho. Depois com a tradicional correria de fim de ano, acabei não andando mais… Quero ver se levo ela para praia no feriadão de Ano-Novo.

… veio o pesadelo.

Na segunda comecei a ligar para as assistências técnicas da Caloi que fariam a montagem gratuita da bicicleta. O primeiro telefone, de uma pertinho do trabalho, caiu num bar. Fui seguindo a lista e as previsões das mais pessimistas: montagem só para o dia 28, para janeiro… O único lugar que faria para quarta ou quinta era em Belém e de tão longe eu não conseguiria levar antes de ir para o trabalho nesse mesmo dia.

Então fui no guia e comecei a procurar outras alternativas e consegui uma loja  perto do jornal que faria para o dia seguinte, pagando, mas o valor não era muito alto. Fiz isso e ela ficou pronta no mesmo dia! Esperaram um pouco mais para dar tempo de eu sair do trabalho e lá estava a minha bicicleta novinha montada!

Mas não dá para acreditar, já está acabando a terça-feira e eu não dei uma voltinha ainda… e pelos compromissos da semana vai ficar só para o findi mesmo. Mas ela tá ali e eu não paro de olhar, babona…

20 anos. Este é mais ou menos o tempo que levei para realizar este sonho. Um dos primeiros da minha vida, com certeza. Não sei bem se foi quando eu tinha sete anos, mas era por aí. 

Lembra da bicicleta que encontrei semana passada? Pois bem, nenhuma outra foi capaz de encher meus olhos a ponto de dizer: é esta! A bicicleta que eu sonhava, com flores, porém bem maior agora. E sem o clichê rosa. Hoje fui até o outro Carrefour, o da Plínio, para ver se tinha… e nem de mostruário. Eram todas feias. Resolvi voltar no Carrefour do Partenon, para levar a que estava exposta, se lá ainda estivesse. Tinha que estar! 

Cheguei e fingi que era a primeira vez. Disse que queria comprar aquela e o vendedor foi até o depósito, primeiro olhou o nome dela: “Caloi Ventura, Aro 26”, disse de cór. Em seguida ele voltou, para levar a plaquinha com o código e não ter erro – acho que era o mesmo cara da semana passada e daquela vez ele não olhou o nome e nem o código. Fiquei de guarda em frente à bike, pois ia levar aquela de qualquer jeito. Uma guria chegou, olhou e se apaixonou, chamou a mãe e fiquei com ciúme quando ela mexeu no espelhinho da minha bicicleta, mas também com orgulho, fiquei com vontade de dizer: eu vou levar esta!

Mais um tempo de espera e eis que o vendedor surgiu  com a caixa na mão! Mal acreditei, fiz ele abrir para ver se era mesmo a bici dos meus sonhos… e era!!! Ele explicou a demora porque ela estava bem no fundo e era a última! 

Era para ser essa, era para ser minha…

Só não entendo o destino que me fez tê-la hoje e não semana passada. Será que optar pela bicicleta quer dizer algo sobre meu futuro? Espero que não…

Particularmente preferia ter levado a semana passada, não só porque ela já estaria montada e teria sido minha companheira neste fim de semana, mas também porque poderia ter mudado o curso de algumas coisas. Ontem, por exemplo, eu estaria pegando sol sobre as duas rodas e não teria me dado conta de algumas coisas, e também porque foi mais um momento que não pude compartilhar… talvez venha muitos outros. Eu já deveria estar acostumada.

Não vejo a hora de vê-la montada e sair pedalando por aí!

Acho que agora vou conseguir ir em frente com meus outros sonhos.

Para sentir o doce prazer da embriaguez é preciso suportar o amargo da bebida.

As batidinhas e caipiras de morango que adoro infelizmente não tem o poder de “adocicar” a vida quando só uma bebida forte dá conta.

Finalmente decidi pela bicicleta. Estava no Carrefour sábado, vi vários modelos e achei uma linda, perfeita! Já estava triste porque até que montassem eu não poderia andar na nova ciclovia aqui perto de casa neste fim de semana. Tudo isso enquando aguardo buscarem no depósito. Não tinha mais…

bici

Eu quero minha Caloi! Será meu presente de Natal, uma bicicleta novinha como sonhei a minha infância e minha adolescência todinha

Outros papos de bicicleta

A primeira não deu certo, mas sexta busquei a nova e agora está que é uma beleza. Ontem já deu para sair dirigindo de óculos escuros.

A comida esfriar na bandeja enquanto se procura uma mesa para sentar na praça de alimentação do shopping.

* A propósito: aquela praça do BarraShoppingSul é minúscula. Quando se encontra mesa, não tem cadeira, e elas ficam a uma distância tão curta que passei o almoço ouvindo uma dupla reclamar sobre o tamanho da praça de alimentação! E antes tinha tentado pegar uma cadeira delas para colocar na mesa grudada ao lado. Estava ocupada, então voltei, deixei a bandeja e fui atrás de uma cadeira. Finalmente depois de várias recusas, uma pessoa simpática me disse que estava desocupada, deveria ter sentado ao lado dela! Certamente seria mais agradável.

Outras dores e delícias

Tem dias que realmente penso em mudar de Gray’s Anatomy para Private Practice. Assim na vida, sabe? Será que eu seria mais feliz ou ficaria frustrada? A verdade é que tem coisas na vida que simplesmente são incompatíveis e aí atrapalha todo o resto. No final o saldo acaba sendo mais negativo.  Mas, cadê coragem?

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