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L’INFINITÉ TOUT PRÈS Kaurinui/Vienna, 1994 – Fondation Hundertwasser, Vienne

Visitei hoje a colorida exposição “Le rêve de la couleur” do artista austríaco Friedensreich Hundertwasser au Centre de la Vieille Charité, no coração do antigo e mítico bairro du Panier de Marselha.

São 4 salas em que a gente se surpreende cada vez em que entra com a explosão de fosforescente, de verdes, azuis e composições de cores surpreendente em desenhos simples com toques de tintas douradas e prateadas que parecem o próprio metal derretido, tal sua capacidade de fazer brilhar. São cores que iluminam, que retumbam, que vibram.

Além de pinturas, algumas bem figurativas do início de sua carreira, também estão expostas serigrafias e tapeçarias, sim tapeçarias vibrantes, vivas e coloridas, “enormes”, não somente pelo tamanho, mas no sentido da palavra em francês – extraordinárias!

Além de pintor, Hundertwasser também foi arquiteto e militante ecologista. O humano e seu ambiente foi o centro de suas obras. Ele fez prédios com árvores nas janelas e criou o manifesto Ton droit à la fenêtre (Teu direito à janela) em que numa habitação coletiva, as pessoas deveriam ser mestres do que esperar de sua janela, quem concebe um imóvel deveria levar em conta os desejos de quem vai lhes ocupar. Com outros arquitetos ele criou imóveis sociais originais com alinhamentos irregulares de janelas, linhas ondulantes, integração de árvores nas sacadas e claro, suas cores explosivas.

Além da exposição, um projeto inspirado na filosofia do artista, propõe ateliers para mulheres do bairro Belsunce, no centro de Marseille. A ideia da associação Viens à Marseille é trabalhar o tema da janela e motivar os moradores e comerciantes a colocar floreiras em 600 janelas, revitalizando o bairro.  Em paralelo, a biblioteca Alcazar, ela mesma no bairro Belsunce, propõe uma exposição de livros e posters originais do artista.

MAISONS JAUNES – JALOUSIE Venise, 1966 – Fondation Hundertwasser, Vienne

Próximo ao Grand Magasin, um novo espaço cultural com café /restaurante solidário, que está em fase de construção, o Petit Magasin. Um estabelecimento  foi revitalizado para receber uma centena de selos criados pelo artista onde o visitante é convidado, com a juda de uma lupa, a conhecer esses quadros miniaturas. Além disso, depois da visita é possível fazer uma pausa café num terraço com direito a cup-cakes et cheescakes. Além de encontrar diversos produtos para levar para casa um pouco das cores de Hundertwasser.

É possível visitar a exposição até 9 de setembro, das 10h às 18h, exceto segunda-feira. Na sexta-feira até 22h. O custo é 8 euros e 5 euros (reduzida) e a visita comentada (que ainda voltarei para fazer), custa 3 euros.


RENCONTRES ÉTRANGES Nouvelle-Zélande, 1994 – Fondation Hundertwasser, Vienne

“Certains disent que les maisons sont
faites de murs. Je dis qu’elles sont faites de fenêtres.” – “Alguns dizem que as
casas são feitas de 
paredes. Eu digo que elas são feitas de janelas. “

Olhando as obras e seus desenhos de casas simples, fica a reflexão de uma amiga que estava comigo: na vida o mais importante é amar e ser amado e uma casa em meio ao verde. Coisas simples, tão difíceis de alcançar hoje em dia.

En regardant ses oeuvres et ses dessins de maisons simples, je garde la réflexion d’une amie qui était avec moi: dans la vie le plus important est aimé et être aimé et une maison parmi le vert. Des choses simples,très difficile de avoir aujourd’hui.

Mais fotos das obras do artista, aqui

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