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Sumi, né? Mas estava precisando desligar total. Primeira semana nem noticiário na tevê eu assisti. Mas as férias tem sido muito proveitosas. Resolvi coisas práticas, descansei, fiz passeios, superei limites…

Fiquei muito embaixo das cobertas nos dias de chuva, comi muita pipoca, comecei a ver Lost desde o comecinho, a terceira temporada de Sex and the City, acompanhei as novelas, esqueci do relógio, me perdi nos dias, dancei embriagada de vinho, a música entrou na minha vida de motorista, tomei muito chimarrão, li menos do que gostaria, fiz uma pequena viagem em família, descobri Goya com o auxílio de uma lupa…

Mas o mais importante, é que nestas férias, eu redescobri a mim mesma.

 E ainda não acabou… essa semana ainda vou ver Sherek Terceiro, tenho uma aula no museu, ainda não vi o Iberê no Margs e tem passeios que ainda quero fazer.

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http://artistamuvek.blogspot.com/Então eu vim trabalhar no feriado e saí com minhas férias

Eu havia pedido para tirar alguns dias mas só tinha conseguido em agosto, por causa das mudanças de sistema e força-tarefa do Pan-Americano. Já estava achando que ia ser como foi a novela do ano passado quando adiei o descanso devido a uma atividade extra e por causa da Copa e das eleições fui gozar meus dias de ócio somente em novembro.

Mas agora, digamos que aconteceu uma reviravolta no caso, e estou saindo para 20 dias de pleno descanso e lazer por Porto Alegre nesta sexta, como foi daquela outra vez! Mas agora, muito melhor. 

Tem muita coisa para ver, só no Margs tem Goya e Iberê Camargo. E faz tempo que as taças de vinho que comprei na última vez que tirei férias no inverno são usadas para um brinde a dois.

P.S.: E estava mesmo precisando dessas férias! Hoje tive enxaqueca pela primeira vez na vida.     

http://soniaesplugas.blogspot.com/2006_07_01_archive.htmlDepois recebi uma boa notícia!

 Mudanças se aproximam. Mudanças que me motivam.

E eu tô bem felizinha!http://soniaesplugas.blogspot.com

http://soniaesplugas.blogspot.com

Cheguei no trabalho hoje colocando fogo pelas ventas. Literalmente, se fosse possível.

Saí um pouco mais cedo de casa para passar no hospital e no Correio. Os dois lugares são próximos, mas ruim de estacionar se não for pago, e estacionar na rua para mim ainda é uma dificuldade em alguns casos. No primeiro, buscaria o resultado de um exame de rotina, no segundo, os dois primeiros volumes da coleção Grandes Mestres da Pintura, que comprei pelo site da Folha e a entrega virou uma novela. Depois de várias tentativas sem me encontrarem em casa, resolveram mandar pelo Correio. Como novamente não me encontraram eu teria que buscar na agência, ainda nesta semana. Nesse meio tempo, a Livraria Cultura  conseguiu os exemplares que eu havia reservado, mas como me disseram que normalmente não chega volumes atrasados resolvi garantir a compra. Se eu soubesse, teria esperado.

Bom, vou no hospital, o sistema está fora do ar e não é possível imprimir o exame. Saio de lá meio chateada porque terei que voltar outro dia. Vou até o Correio e descubro que por engano não mandaram a encomenda para a agência! Aí já estava bufando! A atendente se oferecer para ligar para o centro de distribuição e voltou com a mesma resposta: eu teria que entrar em contato!

Pego o carro, um aperto para sair da vaga, pelo pouco tempo que fiquei tenho que pagar o preço integral do estacionamento. Mas o pior foi não ter resolvido nada.

É ou não é de ficar indignada?

zodiaco-poster03.jpgNunca mais vou ao cinema sem ter lido nada sobre um filme! Sempre leio. Mas essa semana de tanto ficar dentro da redação, não li nenhum jornal. Aí sábado, eu e o námor resolvemos ir ao cinema. Um bom programa para sair de casa no inverno. Como Zodíaco é um suspense, policial e tinha jornalismo no meio, ao ler a sinopse pensei que tinha tudo para ser um bom filme, e acho que foi a principal estréia da semana. Também tem vários atores bons.

Vou contar sobre o filme, então se mesmo com o enfático título deste post você ainda queira perder seu tempo, não leia daqui em diante:

O filme é inspirado uma história verídica de um serial killer que aterrorizou San Francisco e logo no seu início tem um aviso de que foi baseado nos arquivos policiais. Daí que metade do filme parece mesmo uma extensa narrativa de um relatório policial.

A história muda quando um cartunista, e não mais o jornalista, rouba a cena. Aí tem duas, isso mesmo, duas cenas (previsíveis) de suspense. A esta altura, algumas pessoas já haviam levantado e ido embora. Mas ficamos, afinal, queríamos saber quem era o tal Zodíaco. Olhamos no relógio, já se passaram quase três horas e nada… até que o principal suspeito, Arthur Leigh (que você não dá bola, achando que o filme é mais inteligente que isso) meio que se confirma como sendo o assassino. Aí no final vem aquelas explicações que sempre tem em filmes baseados numa história real: diz que o tal de Leigh, que é o Zodíaco, sofre um infarto antes de um encontro para acusá-lo. Mas que depois da morte de Allen, um dos personagens nunca mais recebeu telefonemas anônimos no meio da madrugada. E o caso foi encerrado sem nada de concreto.

Aí, incrédula por ter perdido 3h do meu sábado com esse filme, me pergunto, quem é Allen??? Vou pesquisar na internet e descubro que o tal Arthur Leigh, na verdade tem mais um sobrenome. Informação que em algum momento do filme, espero, tenha sido dada. Mas com aquele bombardeio de coisas, um monte de personagens e o cara sendo tratado o filme todo como Lee (apelido de Leigh), fica meio difícil de saber!

Além do mais, deixaram o fofo do Mark Ruffalo feio e as cenas das mortes são bizarras. Não me sentia assim desde que fui assistir Dogville.

Intervallo Perduto, 1995

Às vezes eu tenho vontade de pintar, me expressar através de tintas e abstrações ou de outra forma artística. Estudando história da arte, esse desejo tem sido mais constante, mas são planos que estou adiando, algo para fazer quando estiver aposentada, sabe?

Aí, semana passada tivemos uma aula orientada na exposição O Grão da Imagem, de Vera Chaves Barcellos, no Santander Cultural. Com sua arte contemporânea e conceitual, é daquelas exposições em que tu pensa: porque eu não tive essa idéia antes! Tem instalações, fotografias, xilogravuras e até uma pintura que a artista não queria mostrar. Algumas obras utilizam fotos tiradas da tela da tevê! E eu fazia isso logo que comprei minha câmera digital! Fotografei coisas legais na MTV chuviscada que era como pegava no apê do centro, onde morei.

As fotografias não têm qualidade, mas daí vem o nome da exposição, o grão são os pixels estourado das imagens e algumas são muito legais, como Intervallo Perduto, de 1995 (acima) que parece uma pintura. Aliás, o trabalho da artista tem muitas referências pictórias.

Como não tenho o menor talento para o desenho e sempre fui péssima em educação artística, talvez uma arte mais contemporânea fosse a maneira de eu me expressar… mas sei lá quando vou começar a tentar fazer alguma arte.

Vou colocar algumas obras aqui, mas recomendo uma visita à exposição, que aliás, está super didática, com explicações de todas as obras.

Outras obras:

A artista capta a personalidade das pessoas em fragmentos da figura em Per(so)nas, 1984

Vera subverte o registro das pessoas nas fotografias em Mulheres de Costas, 1989 

Testarte III, 1976: obra que foi para a Bienal de Veneza faz perguntas ao espectador. Você vê um portão hermeticamente fechado ou pronto para ser aberto? A resposta revelará um pouco da sua personalidade

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