“Identifier le bonheur lorsqu’il est à ses pieds, avoir le courage et la détermination de se baisser pour le prendre dans ses bras… et le garder. C’est l’intelligence du coeur. L’intelligence sans celle du coeur ce n’est que da logique et ça n’est pas grand-chose.” 

“Identificar a felicidade quando ela está aos seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la em seus braços… e guardá-la. É a inteligência do coração. A inteligência, sem essa do coração, é só lógica e isto não é grande coisa”.

Marc Levy, Et si c’était vrai (E se fosse verdade…)

Adorei o livro, mesmo não sendo aconselhável ver o filme antes, a história é muito diferente! Por isso ele me prendeu e hoje comecei a ler do meio para fim e só parei quando terminei.

Além da frase acima, o personagem Arthur tem outras ideias interessantes sobre a vida e relacionamentos, como o cotidiano, que ele compara há uma fruta madura. Só prova seu gosto doce quem tem paciência de passar por algumas rotinas amargas e que são poucos a ter paciência:

“- Je crois que le quotidien est la source de la complicité c’est là qu’au contraire des habitudes on peut y inventer “le luxe et le banal”, la démesure et le commun.

Il lui parle des fruits que l’on n’a pas cueillis, ceux qu’on laisse pourrir à même le sol. ‘Du nectar de bonheur qui ne sera jamais consommé, par négligence, par habitude, par certitude et présomption”.

“Eu acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é lá que ao contrário dos hábitos podemos inventar “o luxo e o banal”,  a desmesura e o comum.

Ele lhe fala de frutas que nós não colhemos, essas que deixamos mesmo apodrecer ao sol. “Do néctar de felicidade que não será jamais consumido, por negligência, por hábito, por certeza e presunção.”

Enfim, lendo o post sobre o filme, desde 2007 queria ler o livro, projeto esquecido. E valeu a pena. Algumas páginas de irreal para nos fazer sonhar, como faz o filme, com um pouco mais de profundidade.

Aqui o que escrevi sobre o filme