Eu ganhei a trilha do filme Le Fabuleux Destin D’Amelie Poulain e o DivX  com o filme de um ex-colega de trabalho. Ouvi muito aquele cdzinho gravado especialmente para esta fã que não parava de cantarolar as valsas do Yann Tiersen durante as madrugadas no offline. Depois com tantos mp3s e para não arranhar o CD no carro, acabou que as músicas ficaram esquecidas na trilha dos meus dias.

Aí agora, ouvindo algumas coisas em francês e comentando no twitter, minha amiga Gi baixou várias músicas da França e mais outras que seus colegas franceses de ONG compartilharam com ela. Como eu não tinha baixado ainda o que andava descobrindo, antes dela partir carreguei meu pen drive com essas canções e mais uma pastinha com a trilha do filme em mp3. E essa semana voltei a ouvir, no fone de ouvido, antes de dormir, porque eu não estava na minha casa para colocar em alto e bom som. Tentei achar no blog se tinha algum motivo para eu ter desistido de querer dançar a Valse d’Amelie, que para mim significa isso aqui. Não encontrei uma razão aparente, mas fiquei feliz com alguns enganos. Como ter achado que meu fabuloso destino já estava completo porque eu tinha encontrado meu Nino Quincampoix. Não era, e nem deveria ser se era para ser daquele jeito. Eu ainda não dancei a Valse d’Amelie. J’espère que merveilleux.

Les projets que je fais
Presque sans trêve
Les beaux soirs ou l’espoir
Berce mon rêve

(trecho de Si Tu N’étais Pas La, da trilha do filme. A música que o ceguinho escuta em uma vitrola na estação de trem)

Os sonhos que criei
Quase sem dar trégua
A bela noite ou esperança
Balança o meu sonho