Fazia tempo que eu não ria tanto numa sessão de cinema, desde os trailers que já estou aguardando para ver A Proposta e Os Normais 2 até o filme propriamente dito escolhido após alguns contratempos e nenhuma pretensão: A Mulher Invisíviel.

O filme me foi previsível, confesso que na primeira cena pensei “hum ele vai ficar com ela no final”. Mas a trajetória do filme é a melhor parte. E como o tal fim vai chegar eu não esperava e me diverti muito nesse meio tempo. E a lição principal, é claro, a gente tem que se amar e confiar em si mesmo. E outra, pelo menos no filme, resignação, e não paciência, mas resignação fez diferença. Tenho me sentido assim ultimamente.

Nas cenas de Minas Gerais finalmente entendi as cores usadas por Tarsila Amaral após sua viagem por lá, as cores caipiras que a encantou. E vi as cores de Abaporu. Não sei bem se a viagem foi antes ou depois da obra de idos de 28, mas eu as vi.

Agora até fiquei sem saber como concluir o post, então fica a dica, assista ao filme. Selton Mello e Fernanda Torres sempre valem o ingresso. E para os guris, claro, tem a Luana Piovani em cenas provocantes. Fora isso, a risada também é garantida.

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