Eu trabalhei na madrugada em que o Michael Jackson morreu e passei a noite toda ouvindo suas músicas no programa de tevê, mas das coisas que li e escutei naquele dia, duas engraçadas:

– Sua vida não passou em branco (e olha que ele dedicou um bom tempo para deixar de ser negro).

– É uma lenda viva! (essa o Paulo Sant’Ana merece o crédito, me fala isso de manhã na rádio…)