Depois dessa humilhação nunca mais voltei ao RPM (até porque os horários não fecharam muito), mas evitei mesmo. Hoje resolvi fazer o tal de power jump. É tanto jump que tive que confirmar mesmo se era o que eu estava pensando, porque aquele que tem que levantar pesos eu não me arrisco… com certeza derrubaria no pé ou derrubaria alguém com a barra.

Pois bem, foi mais uma aula que na segunda música eu comecei a olhar para o relógio e não parava mais. Só dei uma pausa na secagem dos ponteiros quando teve uma seqüência de exercícios “mais leve” para que a gente conseguisse ir até o fim.

Desde uma aula de estepe que fiz há uns 13 anos não tinha mais encarado a coreografia dessas aulas porque eu vou pra lá enquanto todo mundo vai para cá. Mas cheguei numa idade que consigo superar isso, embora no início da aula foi meio complicado. Mas a professora foi clara, eu não poderia parar no meio e me incentivou dizendo que eu estava muito bem para primeira aula. Mas por que raios não se faz um movimento 2o vezes e depois outro mais 20 e assim por diante? Quando tu pega um passinho, muda para outro e outro e aí mescla tudo e dá-lhe uma língua que eu não entendo (tentei lembrar alguma expressão mas não lembro!).

Mas sobrevivi! Afinal meu condicionamento já melhorou um pouquinho… E claro que tudo é hábito, se acostumar com o jump, decorar a coreografia. Nos anos 80 eu sabia vários passinhos!!! Resta saber se voltarei para a aula… tô reconsiderando o RPM.

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