esefosse_01.jpg

Assisti no fim de semana o adorável E se fosse verdade. Acho que desde Como se fosse a primeira vez que eu não via um filme tão delicado, leve, fofo e especial.

Acabei com aquela impressão ruim que ficou do Mark Ruffalo em Zodíaco. Ele está novamente doce como em Minha vida sem mim. Ele tem um ar triste que qualquer mulher se identifica, por isso ele deixa a gente suspirando com os seus mocinhos…

O filme se passa em San Francisco e os protagonistas vivem num daqueles apartamentos com baywindow* que eu adoro e tem uma vista linda. É comédia romântica, portanto em vários momentos tive vontade de chorar, inclusive no final. Mas chorar por coisas boas quando a gente já chora pelas tristes…

E apesar de um enredo bem fictício, há uma esperança real e por isso é que a história fica tão linda. E a trilha sonora é maravilhosa.

Este DVD já entrou para a minha lista, é daqueles que vou colocar na prateleira ao lado de Amelie Poulain. E vi nos extras que o filme foi baseado num livro francês, que na época não tinha tradução nem em inglês, mas graças ao sucesso do cinema, o livro veio na carona. Eu quero!

Eu não queria ser tão sozinha como a Elisabeth do filme, mas é assim que tenho me sentindo. Algo horrível aconteceu para que ela se desse conta disso. Já eu tenho consciência, mas este, infelizmente, é um problema que não se resolve sozinha…

Separados pelo casamento

Também vi esse filme. Os casados devem se identificar, já eu, assim só na teoria, porque não vivi essa prática posso dizer que a solução é comprar uma lava-louças. Mas mesmo odiando balé ele deveria ir com ela… as mulheres sempre se envolvem mais com as coisas deles do que o contrário…

* Tive que pedir ajuda às minhas colegas do Casa&Cia para descobrir o nome, obrigada a Camila e a Renata.

Anúncios