Falando sobre o livro do Calvino, lembrei de uma teoria que tenho: não importa o final, seja de um filme, de novela, de livro, o que conta é a história.

Se na vida o final é sempre a parte mais triste, porque a gente tem que se preocupar com os finais na ficção?

O importante é o percurso, o meio, o recheio, a trajetória…

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