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“Eh petite fille on est jamais deux a partir”…
Da música Au Port, de Camille.
É madrugada e eu não tenho sono. Como se me manter acordada, como se esperar, me trouxesse as respostas pela qual faço vigília.
De manhã eu não quero acordar, quero dormir todo o dia porque eu sei que as respostas não chegarão.
L’amour toujours nous suit
L’amour toujours nous fuit
L’amour toujours nous détruit
Comme la pluie et l’oubli,
Comme des cris dans la nuit
“You have to give up the life you planned to find the life that awaits you. All our life we grow by giving up things by loss and move on. Big things, little things. How we deal with these losses, defines who we are.”
De um episódio de Brothers & Sisters
“Você precisa esquecer a vida que planejou para encontrar a vida que te espera. Toda nossa vida crescemos desistindo de coisas por perda e seguimos em frente. Coisas importantes, coisas pequenas. Como lidamos com essas perdas, define quem somos.”
Minha dor reside na minha falta de covardia.
J’ai fini de rêver. Pas d’illusions, pas de rêves. Pas de vie.
Sans rêver, je ne suis pas.

Sweet, sweet forever
I’ll comfort myself in my next life…
Paris, Regina Spektor
I could’ve settled down in Paris
But the man who came for me
Took me by the hand
And said it was time to leave
Margaret atwood, she could not stop him
Virginia woolf, she could not stop him
The truth is I wanted to go
He is all I know, he is all I know…
I got back home from Paris
And he told me what I’d done was wrong
And though his speech was rather long
I listened like an obedient child
The light was coming in through the windows
It was a most familiar type of night
How I loved every streetlight
And I wanted him to kiss me
Margaret atwood, she could not stop me
Virginia woolf, she could not stop me
The truth is I wanted to go
He is all I know, he is all I know…
Sweet, sweet forever
I’ll comfort myself in my next life…
He told me that he couldn’t live without me
And I told him the same thing too
And though we knew it wasn’t true
We both knew it wasn’t a lie
The light was coming in through the window
It was a most familiar type of night
How I loved every streetlight
And I wanted him to kiss me
Margaret atwood, she could not stop me
Virginia woolf, she could not stop me
The truth is I wanted to go
He is all I know, he is all I know…
Sweet, sweet forever
I’ll comfort myself in my next life…
Je suis revenu comme un étranger au chez moi. J’ai trouvé ma place et a dû quitter. Je n’habite pas en moi plus.
Quand vais-je pouvoir vivre avec mes propres choix?
Eu assisti ao filme Il y a Longtemps que Jet’aime e me identifiquei muito com Juliette. Recomeçando a vida, sem se importar muito com ela ou tendo que ser muito paciente para suportar cada minuto, cada desafio, sem reclamar, tendo que aceitar o que é independente do que se quer. Mas o pior, não se quer nada, ou o que se quer não se pode ter de volta. E sobretudo, introspectiva, pois ninguém sabe o que se passa dentro de mim e eu não tenho nem vontade de extravasar. Coisas do tipo que não se podem explicar com palavras. Quero guardar em mim, pois essa é a única maneira de manter vivo algo que já foi. Et de souffrir pour ce qui est perdu.
E a música do filme, que dit tout!
Dis quand reviendras-tu?
(Jean-Louis Aubert)
Voilà combien de jours, voilà combien de nuits,
Voilà combien de temps que tu es reparti
Tu m’as dit: “Cette fois, c’est le dernier voyage”
Pour nos coeurs déchirés, c’est le dernier naufrage
Tu m’as dit : Au printemps, je serai de retour
Le printemps, c’est joli pour se parler d’amour
Nous irons voir ensemble les jardins refleuris
Et déambulerons dans les rues de Paris!”
Dis, quand reviendras-tu?
Dis, au moins le sais-tu
Que tout le temps qui passe
Ne se rattrape guère…
Que tout le temps perdu
Ne se rattrape plus!
Le printemps s’est enfui depuis longtemps déjà
Craquent les feuilles mortes, brûlent les feux de bois
À voir Paris si beau en cette fin d’automne
Soudain je m’alanguis, je rêve, je frissonne
Je tangue, je chavire, et comme la rengaine
Je vais, je viens, je vire, je tourne, je me traîne
Ton image me hante, je te parle tout bas
Et j’ai le mal d’amour, et j’ai le mal de toi
J’ai beau t’aimer encore, j’ai beau t’aimer toujours
J’ai beau n’aimer que toi, j’ai beau t’aimer d’amour
Si tu ne comprends pas qu’il te faut revenir
Je ferai de nous deux mes plus beaux souvenirs
Je reprendrai la route, le monde m’émerveille
J’irai me réchauffer à un autre soleil
Je ne suis pas de ceux qui meurent de chagrin
Je n’ai pas la vertu des femmes de marins
Tanto tempo sem entrar aqui que o wordpress até me pediu a senha. Então me senti na obrigação de fazer pelo menos um post do tipo “há quanto tempo não venho aqui”.
Passaram-se meus três meses em Londres, sendo que no último viajei quase todos os finais de semana. Fui para Oxford e Escócia. E depois, nos últimos dias antes de vir para a França, foram de uma correria só, mas de ótimos momentos. Eu fui para Liverpool numa sexta-feira e voltei no sábado bem tarde. No domingo bem cedo fui para Amsterdam e voltei na terça no final da tarde. Menos de 24h depois eu já estava rumo à Marseille, na França.
Tenho tantas coisas para escrever dessas viagens, tantas impressões… mas papel e fotos não traduzem tudo. Sim, descobri isso com os europeus. Eles têm razão. Mas aproveitei muito os momentos. E agora, nouveau vie! De um jeito que nem sei dizer se era o que eu esperava há muito tempo ou é tudo muito diferente. Só sinto que é do jeito que eu mereço. E não sei o que será do amanhã. Em fato, a gente nunca sabe, mas a gente sempre acha que pode controlar. Eu desisti. Estou indo na direção do vento e tenho encontrado boas surpresas. Dificuldades? Certamente haverá, mas já passei por tantas que tudo parece fácil.
Cheguei a conclusão que muitas pessoas vão para Londres quando não sabem o que fazer da sua vida. Eu era uma delas. Mudei de país. Mas ainda não sei se me encontrei ou me perdi de vez. Mas eu e uma das grandes amigas que fiz em Londres passamos a usar um motto: the life is just one!
E a minha é essa aí, sem caminho certo ou errado. Só caminho e quem vier comigo na mesma direção. Il est…
Estava escutando There Goes The Fear Again, do Doves, trilha de (500) Days of Summer. All about… E resolvi entrar no myspace da banda. Além de escutar as músicas, o myspace tem outra utilidade agora que estou no velho mundo: ver datas de shows. E os caras vão fazer um show em Londres no próximo dia 6! Essa é das coisas amazing de estar aqui.
Busco mais informações, o local do concerto é perto da minha casa…
… mas os ingressos estão esgotados.
O lado ruim de uma cidade cosmopolita.
Mas daí dessas coincidências e coisas nada a ver, procurando no meu blog se tinha a citação do Paulo Coelho que coloquei no post abaixo, caí nesse post aqui. Sobre o medo, como a música. Mais engraçado ou irônico, ou sei lá o quê, é o comentário…
A verdade é que sempre temos medo, mas a paixão não deixa ele paralisar nossas ações e a gente se atira sem rede de proteção e feliz. O medo nos protege. Mas quem quer ser protegido do amor? É por isso que arriscamos e assumimos as consequências e os riscos… No momento, o medo acaba sendo só mais uma adrenalina. Quando ele tinha razão de ser, vira sofrimento. E quando já é passado, vira lição, aprendizado, experiência.
A música do Doves…
I’m the hero of the story
Don’t need to be saved
I’m the hero of the story
Don’t need to be saved
I’m the hero of the story
Don’t need to be saved
I’m the hero of the story
Don’t need to be saved
It’s alright…
No one’s got it all
No one’s got it all
No one’s got it all
An we’re trying to be faithful but we’re
Cheating, cheating, cheating
Want to cry, but that life has hardened me with a few tears…
“Won’t stop to surrender…”

2009 termina de um jeito bem especial para mim, pois o novo ano que começa será diferente, não só porque é um ano novo. É o primeiro fim de ano com expectativas de grandes mudanças. E em 2009 já foi o ano em que tudo mudou.
Minha vida começou de um jeito e terminou diferente em todos os setores: amor, trabalho… e um novo e importante capítulo se abriu: amigos. Não que eu não os tivesse antes e esses continuam na minha vida, porém conquistei novas e importantes amizades responsáveis pelos momentos mais divertidos desse ano. As gurias foram fundamentais para a minha “virada”.
Eu achava que sabia viver bem comigo mesma, mas só agora me sinto assim. Porque não é só sozinha em casa se aturando que a gente percebe isso. Mas também na diversão e se ocupando com as “tuas coisas”, como diria meu psicólogo. Depois de cinco anos na terapia, finalmente aprendi a me ocupar com as “minhas coisas” e não ficar em função do outro. Acho que por isso que posso dizer que vivi bastante coisas nesse 2009. Eu achava que ter alguém do meu lado e amar já era o suficiente para estar vivendo. Não é.
Foi o ano em que fui na academia com regularidade, passei a encarar a terapia com regularidade, voltei a me divertir dançando, tomei meu primeiro cosmopolitan e o ano em que cheguei a conclusão de que eu sofri muito nos relacionamentos, mas o que veio nesses intervalos… ahhhh ainda que fugazes valeram muito a pena, que o digam os franceses!
Foi o ano em que o twitter passou a fazer parte do meu cotidiano e com isso eu também me divirto e conto não só o que estou fazendo, mas agora, o que está acontecendo na minha vida. Meu apê ganhou cara nova e durante a reforma eu voltei a morar com o meu pai, VINTE ANOS depois. E minha mãe perdeu o pai dela e eu vi que não devo repetir o mesmo erro com o meu. Passei um feriadão na praia, minha melhor amiga se casou, derramei menos lágrimas, o blog sofreu uma ameaça de processo. Meu irmão teve uma convulsão e foi internado, negligência que nem relatei por aqui, mas o pior foi o susto de viver o pavor de estar com ele em hospitais novamente. Mas melhor nem falar do que é ruim.
A bicicleta, o presente que me dei no Natal passado, só estou aproveitando agora quando estou tendo o melhor fim de ano em anos!
Desde que sei onde ficou o passado, não vejo problemas em olhar para trás. Afinal é isso que nos faz não repetir erros no futuro. E em um ano repleto de coisas boas, tenho mais é que brindar não só o novo ano que começa, mas também agradecer por tudo que aconteceu em 2009 que me trouxe até aqui!
Não vou fazer listas e resoluções de ano novo. Como adoro boas surpresas, meu único objetivo é ir e deixar a vida me surpreender em 2010.
Quer ter o dom das línguas? Tome um porre!
Bêbado todo mundo se entende.
No casamento que fui sábado, até inglês eu falei (sem saber) e entendi francês.




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