http://claudinehellmuth.blogspot.comTem coisas bem simples que me fazem perceber que eu cresci, que eu me tornei adulta e que aprendi a cuidar de mim.

Uma delas é que de vez em quando eu me obrigo a comer feijão. Minha mãe sempre dizia que é bom para saúde, que tem ferro, etc, etc. E eu relutava. Quando criança, tínhamos um acordo: eu comeria de vez em quando, mas só o caldinho e separado do resto da comida. Por isso, muitas vezes aquele gosto amargo que eu sentia do feijão estava associado ao RBS Notícias e ao Elói Zorzetto, porque eu não queria comer no almoço então era obrigada a comer no jantar.

Hoje, quando tenho oportunidade, como feijão, porque me preocupo comigo e porque como me alimento mal muitas vezes, então penso que pode dar uma compensada.

Desperdicei durante anos o feijãozinho gostoso da minha mãe para comer o do restaurante da empresa. Mas ainda assim, só o caldinho.